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EU E MEU SOBRINHO

Pubblicato: 31/12/2004 22:00

Autore: helena

Meu nome é Helena, tenho 41 anos, morena clara, olhos e cabelos pretos, 1,70 de altura, corpo de dar inveja a muitas garotas adolescentes. Desde que meu marido apaixonou-se pelo meu cabeleireiro e foram morar juntos a três anos, morro em Ubatuba-SP, com meu sobrinho, filho de minha irmã, que fugiu com seu amante, o pai de Pedro, este e o nome do meu sobrinho, nunca mais se teve notícias. Pedro ele é magro, alto, moreno claro, aparenta ter mais que seus 18 anos. Pedro foi morar comigo quando tinha 05 anos de idade. Esse meu relato se deu a aproximadamente um ano atrás pouco antes de Pedro completar seus 17 anos. Porém com esta idade já parecia um homem formado. Sempre fomos muito liberais, mas sempre mantivemos respeito um pelo outro, Tomávamos banho de porta fechada mas não trancadas, a vezes até entreaberta, mas não andávamos nus pela casa, havia um certo respeito, mesmo sabendo que Pedro admirava meu corpo e eu o dele. Há três anos sem marido, estava muito carente, apesar de alguns casos isolados que tive, mas não queria me casar novamente e também tinha receio de ficar me expondo, principalmente com relação a Pedro, afinal eu era sua única família. Ele não tinha namorada fixa e na sua idade a libido está a flor da pele. Às vezes ouvia seus gemidos na hora do banho ao tocar uma pulheta freneticamente, a porta estava sempre encostada mas nunca trancada. Eu colava meu ouvido junta a porta para escutar melhor e ficava louca de tesão. Eu dormia em minha suíte e ele no quarto ao lado. Eu tinha o habito de dormir apenas com uma curta camisola e ele só com o calção do pijama. Certa noite, havia me recolhido cedo, pois estava cansada. Peguei no sono da maneira que cai na cama, de costas, com as pernas entreabertas e sem calcinha, é claro. Uso raspar os pelos pubianos, que são negros e fartos, deixo um topete em forma de triangulo bem no início da fenda vaginal, isto dá muito tesão aos homens. Há aqueles que gastam dos grandes lábios bem carnudos e o couro da vulva bem preto como o meu. Osvaldo, com quem tive um romance se derretia chupando minha buceta como se fosse um suíno faminto comendo uma fatia de melancia. Por volta das duas horas da madrugada, na leve penumbra do meu quatro, quando meu corpo se refez do cansado, ouvi gemidos, sem me mexer, abri levemente os olhos e me deparei com Pedro sentado no vaso do banheiro da minha suíte que dava de frente para a porta numa visão longitudinal aos pés da minha cama, do modo que daquele ângulo era possível para Pedro ver ao fundo de minhas pernas entreabertas o objeto de sua inspiração, pois a luz do banheiro iluminava meu corpo de meia idade porém escultural. Pedro se entregava a mais uma de suas punhetas diárias, desta vez com certeza era em minha homenagem. Pedro era magro, de forma que seu membro se destacava naquele corpo esguio, fazendo com que se tornasse ainda mais atraente e delicioso, uma bela espada. Sem mexer um só músculo de meu corpo, continuei observando, não queria assustar Pedro e perder aquela visão maravilhosa a minha frente, era a primeira vez que o vi se masturbando, era lindo, parecia um garanhão contemplando sua égua no cio. Minha buceta estava encharcada a ponto de escorrer de tanto tesão até molhar o lençol. Eu precisava me mexer, não agüentava mais. Resolvi arriscar, e melhorar a visão para Pedro. Respirei fundo e espreguicei, virando-me de bruços e em um só movimento encolhi uma das pernas até que o joelho quase encostou no meu seio, levantando ligeiramente o quadril de modo que minha bumda arrebitou-se e minha buceta ficou ainda mais a mostra e com o lábio abertos, um gesto convidativo à penetração para qualquer mortal, até mesmo para Pedro. Depois dessa oferta generosa aos desejos de Pedro, ouvi que começou a gozar loucamente e já não se preocupara em abafar os gemidos que lhe faltava o fôlego. O meu desejo era correr para cima daquele membro e sentar-me nele como uma cadela no cio, mas me contive, não sabia ainda como ele iria reagir. Esperei que Pedro se compusesse, ele limpou seu membro, colocou seu calção e saiu do quarto fechando a porta lentamente. Ato contínuo, sentei-me na cama e introduzi os quatro dedos de minha mão direito, exceto o dedão, em minha buceta, que não foi nada difícil, pois estava toda alagada e em movimentos alucinantes de vai e vem gozei desesperadamente, ainda não satisfeita fui até o banheiro da suíte à procura de algo anatômico que pudesse simular um pinto para introduzir na minha vagina que ainda queimava. Notei que Pedro, ao sair meio atordoado deixou de limpar as grossas togas de esperma que caíram no chão, imediatamente tentei recolher o máximo que pude, só o cheiro daquela porra me deixava tonta e prazer, peguei um vidro de perfume com formato não muito anatômico, erra muito grosso, meu consolo deixei no banheiro dos fundos quando usei pela ultima vez, busca-lo naquele momento era arriscado, pois Pedro estranharia este movimento a aquela hora da madrugada. Lubrifiquei o vidro de Pierre Alexander -Femme , com a porra de Pedro, que vidro!, extremidades arredondadas, não muito comprido, mas grosso. Em pé com uma das pernas sobre a banheira de hidromassagem, Introduzi aquele instrumento imaginando ser o pau de Pedro, gozei espaçosamente. Eu sabia que Pedro tinha muito tesão por mim, e eu por ele, mas daí partirmos para uma transa, seria muito delicado. Necessitávamos de uma situação que pudesse facilitar esse envolvimento. Naquela mesma semana resolvi tomar iniciativa. Invariavelmente passava pelo quarto de Pedro quando dormia, imaginando como fazer a coisa certa para que ele não ficasse constrangido e fosse condescendente comigo. Com aquele calção folgado data para ver por entre as pernas seu lindo membro em repouso sobre seus saco peludo que me dava vontade de engolir aquelas bolas. Resolvi agir durante o dia, numa tarde de domingo, após a praia. Depois de ver tantos homens de sunga com suas malas maravilhosas, inclusive de Pedro, estava exalando sexo pela pele. Em um dos mergulhos, aproveite que não tinha ninguém por perto, o sol já havia se posto, as pessoas já eram raras e Pedro tomava um suco na barraca da praia, tirei a peça de baixo de meu biquíni, eu adorava nadar pelada, meu tesão aumenta, as ondas passavam pela minhas cochas roçando os lábios de minha buça, quase gozara mas deixei o tesão recolhido para logo mais pôr em pratica meu plano com Pedro. Com certeza não ia falhar, Pedro teria que me comer de qualquer jeito. Chegamos da praia e fui para o banho no banheiro dos fundos que servia à piscina, após um longo banho, deixei minha buceta bem limpinha e cheirosa, assim como meu cuzinho que acostumei lavar inclusive internamente introduzindo o dedo médio até o talo e com movimento circular retiro todo resido. Não precisa dizer que isso também me dá muito tesão. Propositalmente não havia toalha no banheiro então pedi a Pedro que me trouxesse uma, deixei a porta aberta e apenas o box de vidro translúcido fechado para facilitar as coisas, mas tinha receio da reação de Pedro. Para minha surpresa Pedro trazia uma toalha segurada pelas duas mãos junto ao peito de forma a cobrir-lhe a frente, mas podia notar que não estava vestindo sunga, mesmo porque aquela toalha mais parecia uma lona de circo com o mastro erguido. Abri a porta do box para pegar a toalha expondo apenas o braço e um dos seios, os quais ainda tinha boa forma. Pensei, agora é a hora. Pedro também estava facilitando as coisas pra mim. Levei a mão para pegar a tolha quando ele propositadamente a soltou, ficando pendura em sua pica totalmente rígida, ele me olhou e sorriu acanhado com o canto dos lábios, retribuí. Sai totalmente do box e me pus de fronte a Pedro, nós nunca havíamos estados nus frente a frente, ele conhecia meu corpo e eu o dele, mas apenas naquelas situações sorrateiras como quando olhávamos um ao outro pelo buraco da fechadura durante o banho. Com as duas mãos peguei firme a tolha juntamente com seu conteúdo e puxei até deixar a mostra aquele membro viril, lindo, perfeito, com a cabeça roliça e brilhante. Pedro suspirou. Minha buceta a pouco lavada já se encharcava com seu liquido lubrificante, sentia minha vulva arder e pulsar. Agora não dava mais para disfarçar, era tudo ou nada. Cai de joelho aos pés de Pedro, seu membro apontava para meu rosto como uma lança. Num ato desesperado abocanhei seu pinto com voraz apetite, chupei como um sorvete, engoli suas duas bolas de uma só vez. Pedro nada disse, apenas gemia de tesão. Seu pau parecia tremer, estava explodindo de prazer. De repente Pedro me levanta pelo braços, vira-me de costas, curva-me de modo a apoiar-me com as mãos no bidê, minha bunda ficara totalmente vulnerável, empinada, a vulva escamoteia para trás como uma vaca e se abre como uma flor. Pedro ajoelha-se enfiando sua língua no meu canal sugando todo o líquido que escorria. Chupava tão ferozmente que espalhava lubrificação por todo meu traseiro, seu nariz forçava a entrada de meu botãozinho e proporcionava-me tesão em dobro. Pedro me pegou no colo e disse que queria realizar uma fantasia antiga comigo. Colocou-me sentada à borda da piscina com os pés na água, e mergulhou. Emergiu entre minhas pernas, sua boca ficou exatamente na altura de minha buceta, segurou meus pés, um em cada mão e os levantou até a borda da piscina, fiquei na posição frango assado, minha xoxota escancarada e o meu grelinho mais parecida um pinto de tão duro e excitado. Pedro caiu de boca e roçava com a língua como se fosse o badalo de um sino, sugava-o forte aumentando ainda mais seu tamanho. Eu não agüentada mais e gozei, gozei como nunca e pela primeira vez na minha vida senti que ejaculei em jatos direto na boca de Pedro. Para ele também era novidade, até então nem sabia que mulher podia ejacular. Algumas até mijam durante o gozo. Percebi que Pedro não agüentava mais e queria me penetrar, então me coloquei na posição que sempre sonhava ser enrabada por Pedro durante minhas masturbações secretas. Debrucei-me sobre a mesa da piscina oferecendo toda minha bunda para Pedro, para que ele me fodesse como quisesse. Minha boceta estava latejante, olhada atentamente dava para perceber que se estufava em contrações periódicas. Pedro, sem demora, ao me ver toda oferecida pra ele, jogou-se sobre mim e seu membro deslizou facilmente no interior de minha boceta ardente, segurando meus peitos, um em cada mão, fazia movimentos de vai e vem como um touro fodendo sua vaca. Alucinada de tanto tesão, não queria que aquele momento acabasse, Pedro é muito gostoso, o que bastaria para qualquer mulher, mas a sensação de estar fodente como meu próprio sobrinho me deixava tonta de prazer, pois o que é proibido é mais gostoso. Sem mudar de posição, peguei a mão de Pedro, lambi loucamente seus dedos deixando bem molhados e dirigi seu dedo médio direto no meu cuzinho, Pedro percebeu meu desejo e começou a introdução. Primeiro fez movimentos circulares na porta de meu anus, deu um bela cuspida na minha rosinha e introduziu seu dedo comprido até o fim, com movimentos de entra e sai cada vez mais rápido sem deixar de bombar seu lindo membro na minha gruta, gozei, gozei, gozei...., e cada vez queria mais, estava insaciável, gritava seu nome como louca... me fode Pedro, me rasga.....Espero que a vizinhança não tenha escutado. Pedro então, vendo o tesão que ou tinha no cu, passou a introduzir mais um dedo. O dedo indicador e o dedo médio estavam agora enterrados no meu rabo. Eu gritei. Pedro me perguntou se estava doendo, eu disse: - dor de prazer, coloque mais. Pedro passou a introduzir o terceiro dedo, agora eram os dedos indicador, médio e o anelar. Ele não só fazia movimento de vai e vem como torcia-os no interior de meu cuzinha que já não era mais tão apertadinho assim. Pedro disse que ia gozar, mas queria ejacular fora de mim, não por receio de uma possível gravidez, eu era operada, mas era uma fantasia dele gozar na minha cara como nos filmes pornôs. Então virei-me de gostas sobre a mesa ficando com as pernas para baixo e a cabeça caída para traz. Pedro se colocou de pé e atrás de minha cabeça e começou a masturbar-se, seu saco roçava minha cara, então abocanhei seu saco e o engoli todo. Pedro se arrepiava, e com movimentos mais rápidos iniciou os primeiros jatos de porra que voou nos pentelhos de minha xoxota, o outro jato na minha barriga e seios e por fim o resto eu deixei pingar na minha boca, chupei toda a porra de seu pau e engoli, eu adorava o cheiro da porra. Exaustos deitamos ali no chão para repor as energias, quase pegamos no sono. Já era noite. Pedro ainda não estava saciado, chamou-me para tomarmos banho na piscina, como eu adorava nadar pelada não recusei. Nós dois nus em pelo nos esfregando dentro d’agua começara a acender a chama do prazer. Nossas carnes ficaram macias e sedosas. Começamos a nos alisar. Pedro me pegou por trás, encaixou seu pinto no meu rego e massageava meus fartos porém firmes seios com uma mão e com a outra esfregava com força minha vulva. Sem mudarmos de posição, levei minha não para trás de agarrei seu pinto que estava pronto para outra trepada. Virei-me apertei seu corpo contra o meu, não só com os braços mas também com as pernas que se enroscavam. Pedro me segurou pela bumda e espetou-me a fenda com seu membro. Eu abraçava-o fortemente, sem perceber gravava-lhe as unhas em suas costas. Pedro levantava-me e baixava-me lentamente, que delícia!. Desta vez gozamos juntos. Aos meus 41 anos bem vividos passei por várias experiências sexuais antes de me casar com Nelson, este era o nome de meu ex-marido, e mesmo com ele nunca senti algo parecido. Para Pedro foi um sonho realizado que jamais esquecerá. Este fato se deu a aproximadamente um ano como já disse, mas desde então não conseguimos parar. Sabemos que isso não é certo e não podia acontecer, mas enquanto morarmos juntos ficará difícil evitar nossas recaídas. Hoje Pedro tem uma namorada e transa com ele, mas me disse que ninguém faz sexo igual a mim. Eu passei a me relacionar com um cara legal, trançamos sempre. Quando ele vem a minha casa, Pedro fica com ciúmes, principalmente se ele passa a noite. No outro dia tenho que acalmar a raiva de Pedro e vocês já sabem como faço isso, não é mesmo?....................
Ancora nessuna reazione.

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