Meu pai estupra minha irmã e eu participo
Eu estava no meu quarto deitado quando ouço da cozinha minha irmã tendo a coragem de dizer pra ele que estava grávida. Ele reage mais mal do que a gente imaginou, começando a dizer pra ela: ''Tu é uma puta! Dando antes do casamento?'', e repetindo as ofensas. Pelo que ouvi, ela começou a chorar, dizendo ''Deu, pai chega!'', mas ele continuou com os insultos. ''Eu não admito filha minha puta! Eu te criei pra ser do lar, sua cadela"'. Ela continuou fazendo o almoço dela no fogão, chorando e pedindo pra ele parar. ''Deu, pai. Não tem mais o que fazer, tô esperando um filho'', quando ele pega ela do cabelo e diz rispidamente: ''Tu é uma cadela, vagabunda. Por tanto tempo te imagino como fêmea, mas não fiz nada esperando que tu fosse dar só depois do casamento! Sua porca'', e cuspiu na cara dela, misturando o cuspe com as lágrimas que caíam.
''Quer saber? Se tu já deu, eu também vou experimentar'', e começou a rasgar a roupa dela, lambendo os peitos dela. Eu, do meu quarto, ouvindo, tirei a rola pra fora e comecei a bater punheta ouvindo o que acontecia na cozinha. Pelo que entendi, minha irmã tentou reagir, mas ele pegou uma faca pra a ameaçar. ''Tu vai ser minha agora, sua putinha''. Sacou o pau duro pra fora e a fez se ajoelhar pra mamar. Ela, chorando, só mamava enquanto eu, ouvindo, batia punheta, imaginando a cena que se desenrolava. As falas do meu pai só me davam mais tesão: ''Chupa o pau do pai, sua puta de merda''. Minha irmã, mesmo chorando, continuava mamando.
De repente, ele faz ela ficar de bruços na mesa, abaixou a calcinha dela e, batendo com o pau na bunda dela disse: ''Que tesão de rabo hein, filha. Finalmente vou estuprar ele como sempre quis''. Ela implorava pra ele parar: ''Não, pai, por favor, me perdoa''. Ele manda ela calar a boca e mete de uma vez no cuzinho dela. Os urros dele e o choro abafado dela me davam muito tesão. Eu tirei completamente minha roupa e comecei a bater punheta freneticamente pensando no macho do meu pai estuprando minha irmã na mesa da cozinha.
''Isso, dá pro teu pai, sua puta, sua vagabunda. Quer dar fora de casa, agora vai servir aos machos de casa'', dizia ele. Eu ouvia o saco do meu pai batendo forte na bunda dela. Ela chorava, pedindo pra ele parar. ''Aguenta calada, sua puta'', respondia ele. Chegou uma hora que ela perdeu as forças e caiu, mas meu pai continuou fudendo, urrando que nem um animal dentro dela. ''Tu gosta de pau, não gosta, minha filha? Toma o pau do teu pai, vadia. Serve o macho da casa''.
Não aguentando mais de tesão, eu saí do quarto e entrei na cozinha, com o pau na mão. Meu pai se assustou, mas eu dei um sorriso sacana e ele entendeu qual era a minha. Ele então puxou os cabelos dela, fazendo a cara ficar na altura do meu pau. Eu comecei a bater punheta na cara dela, molhada de lágrima e com olhar assustado. Pus os dedos da minha mão na boca dela, com a outra mão batendo punheta, e vendo a cara de puta da minha irmã sendo fudida pelo pai. Ele, com a cara retorcida de tesão, metia pica no cuzinho dela e gemia. ''Isso, sua puta, são os machos de casa que tu tem que agradar, não os da rua. Toma cacete do teu pai, putinha de merda''. Eu enfiei o pau na boca dela de uma vez e forcei a cabeça até estar todo entalado na garganta dela, enquanto ela se afogava. Eu e meu pai nos olhamos nos olhos um do outro com cumplicidade. ''Essa puta é melhor que a tua mãe, filho''. A gente ficou nessas por alguns minutos, até que ele gozou enquanto gemia no cu dela, e eu na garganta.
Ele então jogou ela no chão, deu uma mijada em cima dela e disse: ''Se tu não sumir de casa antes dessa criança nascer, ela vai ter esse mesmo destino, sua porca nojenta''. Eu pisei na cara dela no chão, com prazer de a humilhar. Dando um tapinha nas minhas costas, meu pai me convida pra se vestir e almoçar fora, já que o almoço daquele dia ia atrasar. Saímos e deixamos ela ali jogada e chorando baixinho no chão da cozinha.
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