Ganhei uma garotinha
Paulo, no início de minha vida eu me mostrava um homem normal, apesar de ser anti social e pouco simpático, era um típico homem estressado. Mas um presente de poucos anos me mudou para sempre.
Na minha adolescência já me sentia anormal perto de outras pessoas, enquanto outros rapazes olhavam para meninas gostosas e de peitos fartos, eu só tinha olhos para uma pequena de onze anos que sequer dava moral para meninos mais velhos, era supercuidada e era buscada e levada por seu pai, eu com 17 anos jamais cometeria a loucura de falar para meus amigos sobre minha paixão pela garota, enquanto meninas da minha idade estavam fazendo maquiagem e falando de sexo, Aghata estava correndo e brincando de pega-pega, junto as outras que também eram tachadas de “criança”.
Fui crescendo e esse desejos por meninas mais novas foi se aflorando cada vez mais, a ponto de que eu namorar com mulheres só pra me manter em um “status social” de macho hétero. Mas nenhuma mulher me atraia de verdade, o sexo era bom mas ainda me faltava algo. Uma vez conheci uma mulher aos 23 que havia engravidado aos 15, em nossos momentos juntos eu esquecia completamente a presença de Andressa e ficava sempre dando atenção a menina, Luna, uma pequenina muito fofa, sempre ficava conversando mais com a menina do que com a mãe dela, quando a menina estava de calcinha eu perdia minha concentração e arrumava desculpa pra ir bater punheta no banheiro, e a noite a transa com Andressa era totalmente pensando em sua pequena filha, eu tirei foto de Luna ainda de calcinha, tentei guardar como recordação, mas a menina me olhou bem na hora, e não disse nada, apenas saiu de minha frente e foi embora pra outro lugar, foquei muito nervoso, apaguei a foto na hora, não sei se ela falou isso pra mãe dela, mas nosso relacionamento acabou 3 dias depois, não questionei o motivo, eu já evitava contato com Andressa por medo.
Quando cheguei na fase adulta, já com 27 anos, fui fazer faculdade em outra cidade, como não tinha dinheiro pra morar na capital, fui pra uma cidade um pouco mais afastada, Miranorte, nessa época eu já tinha vídeos de praia de nudismo e saciava meus desejos com essas gravações.
Minha alegria foi quando me mandaram um e-mail me falando sobre a atual situação de minha mãe, ela já estava com 82 anos, já não conseguiam nem se cuidar sozinha; Ela não tinham ninguém além de mim, pra piorar, minha irmã havia tido uma filha e fugido pouco tempo depois da menina nascer, era uma irmã por parte de pai, fruto de uma traição e por isso ela nunca foi chegada na minha família, e minha mãe já não gostava dela.
Já fazia 3 anos que estava na minha nova cidade, fazia administração e me sustentava com o dinheiro que minha mãe recebia do benefício de meu pai. Sabendo da notícia, eu então me preparei para retornar para minha cidade, já estava tudo certo, mas uma semana antes da minha viagem de volta, minha mãe faleceu, meu mundo desabou, tudo me complicou, e principalmente a notícia que minha irmã não havia sido encontrada para pegar sua filha, que a essa altura ainda nem falava direito.
Fiquei um mês na casa de minha mãe, me virando pra cuidar da menina que chamavam de Teté, apesar de ser minha sobrinha, eu não gostava nenhum pouco da ideia de cuidar dela. As noites eram depressivas, tanto problema e falta de minha mãe não me faziam bem, decidir viajar de volta para Miranorte e esquecer as lembranças. Vendi a casa da família por um valor bem alto na época, cerca de 200mil reais, nos dias de hoje, comprei um carro e dirigir para meu antigo apartamento em Miranorte, o silêncio da cidade e a simplicidade dos moradores me acalmava.
Peguei toda as economias de minha mãe que ainda guardava, inclusive um rifle de meu pai, bem antigo, vendi tudo, com o objetivo de construir minha vida, de uma maneira nova. Minha privacidade já não existia mais, em todo canto a menina chorava, e em raros momentos que ela dormia, me masturbava na sala assistindo vídeos de meninas um pouco mais velha que ela. Foi nessa época que me liguei, que na verdade, todo aquele pesadelo era só um sonho disfarçado…
Tratei de comprar uma casa na cidade, não era grande, tinha o básico, uma sala, uma pequena área a frente, murada, cozinha e uma suíte. Não queria gastar muito, pois tinha um plano maior para o restante do dinheiro, percebi que muitos alunos de minha antiga faculdade também não tinham muito dinheiro para casas alugadas, e por isso mandei fazer uma casa com cômodos simples e dois quartos grandes, com camas estilho beliche, pra abrigar alunos vindo do interior, logo de início fiz 4 contratos de 1 ano, e fiquei por meses recebendo o dinheiro dos alugueis, isso me livrou anos de trabalho.
Voltando pra minha sobrinha, ela agora estava crescendo, por ter nascido no interior, ela ainda sequer havia registro, eu acostumei ela com o nome de Aghata, quase toda a vizinhança conhecia minha pequena, ensinei ela a ler e o básico dos estudos em casa. Ela me chamava de tio e as vezes de pai e nunca teve memórias de sua mãe, eu já havia me cansado de procurar por minha irmã e agora estava prestes a tomar minhas atitudes como homem da casa, era hora de fazer dela minha princesa que tanto quis….
Com 7 anos, Aghata já era muito censual, eu me não fazia nada com ela, mas sempre observava ela dormindo, tão deliciosa de calcinha, deitada, batia uma deliciosa punheta vendo minha pequena, fazer oq, ninguém é de ferro, ela havia ficado bem gostosinha, minha irmã era muito bonita, na minha cidade ela era uma puta de carteirinha, todos já haviam comido ela, não me admira que tinha engravidado tão tarde.
Desde cedo, acostumei Aghata a andar de calcinha, a ponto de que ela havia dezenas de calcinha mas poucas roupas, era tudo um plano pra deixar ela ainda mais safada, apesar de nunca ter feito nada em teor sexual com ela, desde sempre eu tive desejos, quando dava banhos ou trocava suas roupas por exemplo, mas também não me dava coragem. Por isso mantive minha decisão de deixar ela sem registro de nascimento, pra ela crescer anônima e sem problemas com a justiça. Era muito cobrada dentro de casa, ensinei ela a lavar louças e limpar a casa, afinal, eu merecia. Meu tesão por ela tava incontrolável, ela tinha um corpinho delicioso, em meus sonhos de amante de crianças, jamais poderia imaginar que ganharia uma tão gostosa, Aghata era moreninha, tinha um cabelo cacheado bem armado, seus olhos grandes davam um charme, seus lábios carnudos me deixava louco, um peitinho que não existia e uma bunda bem gulosa, pedindo pra ser usada, ela sentava em meu colo e desde pequena, se acostumou com o roçar de meu pau em suas nádegas, claro, com calcinha, suas pernas grossas era um sonho, seu cheirinho de inocência, sua baixa estatura que rejuvenescia sua idade, fazendo dela uma eterna bebezinha, uma verdadeira princesinha, de todas as crianças do mundo que eu poderia ter, não poderia existir ninguém melhor que Aghata.
Logo quando ainda não falava muito bem, eu já tentava falar pra ela sobre sexo, mas ela ficava me olhando com um sinal de vergonha e não era isso que eu queria dela, por isso desde sempre deixei isso natural pra ela, tirei jornais e coisas que poderiam alienar ela, botava filme pornô pra nós assistirmos, pra ela ficar bem familiarizada aos anos que viriam, a primeira vez que mostrei meu pau pra ela, ela ficou muito tempo olhando, estávamos vendo pornô e eu tirei meu pau pra fora e comecei a punhetar enquanto ela olhava, a menina não foi forçada, ela se inclinou sobre meu pau e logo levou sua mão até ele, ela deu um aperto muito forte, quase que bato nela, mas tentei não assustar.
– Calma filhinha, vai devagar, faz igual à mulher do filme
Ela tentou bater uma punheta sem jeito, mas sem prática alguma, ela me exitou só com o toque de sua mãozinha, em volta de meus 17 cm, a mãozinha dela nem conseguia envolver meu pau; Pedi para ela tirar sua mão e observar, na real, eu já não estava me aguentando de tesão, bati uma deliciosa punheta na presença dela e logo explodir em um gozo, tudo assistido por ela, tentei mirar em seu rostinho, mas melou mais a cama do que sua cara, ela me olhou assustada
-Titio, oq é isso que o senhor jogou em mim?
-É porra, o titio precisa botar dentro da sua pepekinha pra criar um bebê
-Então você bota essa aguinha aqui? ela apontou pra sua rachinha.
-Sim, vou botar um filme de uma mulher fazendo assim
Botei um creampie, ela arregalou os olhos quando percebeu que tinha que pôr o pinto todo
-Isso deve doer, titio
-Dói no início mas depois fica gostoso
-Então o senhor vai botar na minha pepeka pra gente ter um bebê
-Eu só vou botar quando você tiver maior, você ainda não aguenta
Ela ficou mais aliviada e ficamos vendo filme, ela ainda com seu rostinho todo galado
Depois virou uma rotina, ela acordava primeiro e já ia pra TV botar um filminho pra nós, eu saia e comprava mais e ela ficava toda feliz quando era coisa nova. Eu sempre ficava só na punheta do lado dela, ela já até batia pra mim, eu deixava seus dedinhos todo galado, mas não fazia nada na pepeka dela, só fui fazer quando ela fez 8 anos, de presente, além de novos filmes, eu também disse que era hora dela experimentar um pouco também, perguntei se ela queria sentir um “gostosinho” também e ela disse que tinha medo de doer, mas eu falei que só ia beijar a pepeka dela, ela não aceitou de primeira, então eu fui pra cima dela, afinal, eu quem decidia se ela ia deixar ou não.
-Ai titio, para, o senhor ta me segurando muito forte
Eu beijava seu rostinho e falava em seu ouvido
-Calma bebê, você tem que deixar, se não o titio vai fazer a força
Ela foi relaxando seu corpinho, enquanto eu descia beijando sua barriguinha
-Calma amor, você ainda nem sentiu, não vai doer, o titio promete
Abrir suas pernas, sua pélvis pretinha era um paraíso, só quem já viu sabe como é lindo, uma bucetinha bem pequeninha, bem fofinha, sequer aguentaria uma pênis, fiquei admirando antes de cair lambendo toda sua vagina, ao sentir o contato de minha língua com sua rachinha, ela deu um gemido bem de leve, se retorceu e tentou empurrar minha cabeça, eu segurei suas coxas e me aprofundei em seu sexo.
-ahn i titio
Ela logo estava entregue ao prazer, sua expressão de tesão era nítida, seu gemido de delírio eram como uma música, todas já nascem pra ser putinhas, independente da idade, Aghata teve sorte de aprender desde cedo, e eu tive sorte por ser o mentor.
Fiquei chupando minha garotinha por quase 30 minutos, eu não conseguia para, sua xaninha já estava toda lambuzada e seu melzinho escorria por sua rachadura, seu gostinho de criança era viciante, tudo que eu imaginei que seria, de repente ouço seus gemidos aumentando e o som das mulheres na TV agora haviam diminuído perto do prazer que minha pequena sentia, resultando em um orgasmo maravilhoso, capaz de amolecer o maior dos homens, olhei para seu rostinho, e sua aparência de bebê agora estava refletindo seu orgasmo, seus olhinhos fechados o corpo estremecido, uma pequena lágrima escorria do seu olho esquerdo, olhei para sua buceta e novamente pingava de sua buceta, não perdi tempo e dei 7 jatadas na porta de buceta, pingando toda sua testinha, e seu grelinho inchado, sua buceta estava toda vermelha, sua de porra, e lambuzada se seu líquido e baba, nossa cama ficou com uma poça molhada bem abaixo de sua buceta, e como se ela tivesse soltado todo seu tesão reprimido em vários orgasmos contínuos, me deitei ao seu lado, ela abriu os olhos com uma expressão de prazer;
-Gostou do seu presente filhinha
-Sim titio… é papai
Dormimos agarradinhos e pelados, acordei com ela me punhetando, a putinha parecia que tinha um fogo eterno, fiquei admirando ela fazendo todo o trabalho enquanto eu mexia no seu cabelo, pedi para ela dar uma lambida, igual eu fiz com ela, então ela fez, sua linguinha em meu pau me deixou louco, ela só engolia a cabecinha, ela me olhava com uma carinha de putinha, ao mesmo tempo que eu me deliciava e apreciava seu corpo pequenino e infantil.
Senti o gozo vindo e puxei seu cabelo, e segurei ela enquanto melava sua boquinha com meu esperma, segurava firme pra ela não se mexer, enquanto admirava seu rostinho delicado e seus lábios inchados.
-Engole princesa, toda boa moça tem que beber um pouco
Ela fez um esforço e engoliu uma parte e deixou o resto escorrer e pelos lados de sua boquinha, dei um tapa em sua carinha e dei um chupão em seu pescoço.
-Você é minha putinha, o titio vai brincar com você pra sempre, é bom você se acostumar a beber a porra do titio
Ela apenas fez sinal de sim com a cabeça
Ela era minha princesinha, não precisava sair de casa pra nada, ficávamos o dia inteiro nisso, chegou num ponto onde nem estávamos mais usando roupas em casa, quando ia assistir filme ela já vinha pro meu colo, a noite, antes de dormir, eu ficava roçando meu pau em sua buceta, mas não tinha coragem de meter.
No outro dia ela me fez uma pergunta que me deixou sem reação
-Titio, porque não existe criança fazendo isso igual eu?
-É… isso oque… doq você ta falando?
-Disso titio, disso que a gente faz…
Não respondi, apenas deixei ela quieta, no outro da fui até a cidade, e em uma lan house eu pesquisei sobre o assunto, não aparecia nada, foi bem difícil mas até que (PARTE CENSURADA), baixei 2 vídeos, botei em um CD virgem e fui pra casa, com muito medo de perder aquilo, deixei pra ver quando chegasse em casa, com ela!
Assim que cheguei, anunciei que tinha uma surpresa, chamei ela e botei o DVD pra nós, era bem mal filmado, de péssima qualidade, olhei pra ela e disse
-Ta aí filhinha, um vídeo de menina da sua idade fazendo…
Ela ficou feliz, não tirava os olhos da TV, a menina parecia ter uns 9 anos, não era atraente mas aguentava rola igual adulta
-Viu filha, ela aguenta caladinha, será que você consegue também?
-Ai tio, eu não sei…
-Você quer tentar?
-Hunrunn… mas…
-Eu vou com calma amor, não se preocupa
Finalmente o grande dia, primeiro já fui preparando a rachadura que iria me aguentar, abrir sua bucetinha, vi sua barreira natural, era muito pequena mesmo, como ela já estava sempre se esfregando nas coisas e sem calcinha, a xaninha dela vivia sempre meladinha, sempre pronta pra levar rola, aquela criança tinha nascido pra ser putinha, nem parecia ter 8 anos, lambi toda sua bucetinha, deixei ela bem lambuzada, ela tava com uma expressão de preocupada, mas continuei chupando até ela liberar seu precioso melzinho, o que não demorou muito, coloquei meu pau em sua rachinha, deixei ela de pernas bem aberta pra me receber.
Na hora que coloquei a cabecinha em sua rachinha, era como se ela chamasse meu pau para dentro, a cabeça entrou facilzinho e Aghata estava apenas com os olhos fechados, como quem espera uma dor que viria a qualquer momento, fiquei um pouco brincando com a cabecinha em sua entrega, dando empurramzinho bem de leve, em uma das estocadas meti mais força, ultrapassando sua virgindade, fazendo ela gritar bem de leve, enfiei mais fundo até ela gritar de verdade, mas rapidamente foi calada com suas mãozinha que ela levou até sua boquinha pra não fazer barulho. ela queria mostrar que era forte, e que aguentava a pica do seu macho, perguntei se estava doendo, ela me disse com uma expressão de choro que sim, enquanto muitas lágrimas caíam de seu olhos, limpei seu rostinho com minha mão, fiquei admirando seu corpinho toda empalado na rola adulta, pensei comigo que eu já deveria ter feito isso com ela desde cedo, ainda no berço, até porque ela era bem fortinha, e já tinha um físico de quem aguentava rola. Comecei a bombar de levinho, sua bucetinha pulsava em meu pau, a cabecinha da minha pica era comprimida em seu buraquinho já não virgem, seu corpinho estava bem firme em minhas mãos, logo eu iniciei meu movimentos mais fortes, ela dava gritos misturados com gemidos, seus olhinhos sempre fechados, e as mãozinhas segurando firme no lançou, senti sua bucetinha apertar meu pau, a respiração dela mudando e tudo era sinal de um orgasmo a caminho, continuei penetrando bem fundo e ela mais uma vez se estremeceu, mas dessa vez minha rola inteira estava atolado na sua rachinha de menininha, dei mais 2 estocadas e gozei como nunca, meu pau jorrou tudo dentro da minha princesinha. Crianças tem o poder de nos sugar toda nossa porra, Aghata me fez gozar como nunca antes, tirei meu pau de sua buça, e sua xana expulsou toda a minha gala que havia inserido nela, era gozo com sangue misturado com seu líquidos vaginais, escorria tudo para sua bundinha, enquanto ela já estava adormecida depois de tanto tesão.
Nos dias seguintes suas pepeka ficou bem judiada, então começamos a fazer anal, sua bundinha é deliciosa e carnuda, seu anelzinho apertadinho, a combinação perfeita, ela adorava dar a bundinha, mas a gozada final tinha que ser em sua pepeka, não é a toa que ela engravidou cedo, com 12 aninhos, de lá veio Duda, depois Paulinha e Mirian, nossas outras princesinhas, mas dessas eu não posso contar a história pois as regras do site não permitem.
Curtiu o conto? Então deixa 5 estrelas e deixe seu comentário, eu leio todos
Ficou curioso? quer conversar sobre? ajuda no psicológico?
Meu e-mail
[email protected]
Me desculpem os erros de português
👁️ 0 visualizações