Com 7 Homens Ao Mesmo Tempo
A minha vida sexual começou muito cedo. Cedo até demais para os padrões morais ou hipócritas da sociedade. Minhas colegas ainda brincavam de comidinha e esses brinquedos cujo objetivo sempre foi nos aprisionar em nossos lares, enquanto eu já gostava de brincar com a minha Cetinha. Aquela "cosquinha" gostosa! Eu sempre fazia. Mas também colocava o dedo em meu ânus. E ficava me excitando. Não sentia nojo. E toda vez era aquela bronca por causa da conta de luz e de água. Eu adorava ficar sozinha com meu primo quando visitávamos a tia Luiza. Gostava de olhar para as coisas dele. E deixava ele perceber. Era pra provocar mesmo. E quando ele começava a disfarçar, evitando ficar de pé ou de frente, eu sabia que aquilo estava de pé. E eu sentia muita vontade de ver. Até que num dia meus pais e meus tios tinham saído e ficamos só nos dois e a moça que tomava conta dele. Mas ela estava vendo novela e então eu pedi pra ele ligar o vídeo game. Fomos para o quarto. E como eu vi que a Margarida estava distraída com a novela, eu aprontei pela primeira vez. Falei no ouvido dele que sabia o que saía do piru dele se ele ficasse mexendo muito tempo. Ele ficou vermelho. E eu, uma diabinha. Botei a mão por baixo do short dele e ele deixou. Fui conferir se a Margarida ainda estava distraída e estava. Voltei e fiz o meu primeiro boquete. Quando ele começou a ser tremer, eu levantei de novo e fui ver a Margarida. Ela não estava na sala. Estava dando comercial. E ela estava no banheiro. Então voltei para o quarto dele e voltei a chupar o piru dele. E eu estava determinada que não ia deixar me sujar ou o quarto. Queria sentir aquilo de novo. Aquele susto, com aquele volume e aquela sensação. Fiz exatamente igual eu vi numa fita VHS que tinha achado em casa na gaveta do meu irmão. E gostei tanto que queria mais. Mas ele começou a ficar sensível. Na madrugada desse dia eu voltei a chupar ele com ele deitado, e depois de tomar mais uma pressão na boca, a gente ficou se esfregando. Eu não sentia orgasmo ainda. Mas algumas semanas depois, quando fui comida pela primeira vez, pelo colega do meu irmão, acabei sentindo aquela coisa deliciosa que tanto desejava sentir. E esse colega do meu irmão passou a me comer direto. No ânus. Na buceta eu tinha medo. Achava que podia virar mãe. E foi numa festa americana, que era só uma faixada pra eu ficar com ele e seus colegas, que aconteceu aquilo. No início eu não queria. Mas quando os meninos começaram a colocar o pinto pra fora, eu quis todos eles. E chupei os sete. Fizeram uma roda e eu ficava revezando no piru deles. Então o Marcelo me fez sentar no colo dele e comeu minha bundinha enquanto eu ia chupando os meninos. Um deles não aguentou e começou a ir na minha boca bem rápido. E eu gostei tanto, que quis engolir o esperma de cada um deles. O Marcelo começou a gozar e eu gozei também. Sentir aquela pressão lá no fundo fazia o meu corpo todo pegar fogo. E depois que eu fui, os outros meninos quiseram me comer também e eu deixei um por um me comer e gozar. Eu nunca tinha sido chupada ainda. E foi depois que o último menino gozou, que um deles, que era meio gay, abriu as minhas pernas no sofá e ficou me chupando, até me fazer gozar de novo. E aquilo foi inesperadamente mais gostoso que todas as outras vezes que fui. Foi quando eu decidi deixar ele me comer na frente. Eu estava tão no fogo, que nem senti a tal dor que diziam. E ele mal me penetrou e eu novamente tive outro orgasmo. E esse foi de apaixonar. Inclusive, ele foi o meu primeiro namorado oficial. Só mais tarde, quando eu já era até noiva do meu ex, que ele se assumiu gay. Bem, essa farra na casa do Marcelo, veio a público e foi o escândalo do século. Tivemos que nos mudar. E fomos morar justamente do lado da casa da avó do tal que falei, o Renato, que virou gay.
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