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Liberei minha filha para um estuprador

📅 Publicado em: 03/08/2023 20:16

👤 Autor: luisa-sanches

Sou a Luísa, tenho 28 anos e vim contar sobre o dia que deixei o vizinho estuprar minha filha de 9 anos.

Meu vizinho é um homem de 45 anos, amado por muitos do bairro e que mora sozinho com seus cachorros. Sempre notei sua diferente forma de agir quando havia crianças por perto. Ele costumava sentar no banco da praça e só ia embora quando as mães levavam suas filhas pra casa.

Certo dia vi ele pegando no saco em frente a um garotinho e aquilo me deixou excitada, pois logo imaginei minha filha no lugar daquele menino… então esperei a praça esvaziar e fui até ele tentar conversar. Como de costume, me respondeu com muita simpatia e acabou me deixando nervosa para contar o que tinha em mente. Achei que poderia ser algo da minha cabeça e acabei desistindo.

Dias depois, ainda pensando nisso, resolvi ir à praça de novo e lá estava ele, sentado observando as crianças que estavam brincando. Sentei ao lado dele e começamos a conversar sobre coisas aleatórias, até que contei o que tinha visto. Ele ficou nervoso e começou a disfarçar, mas eu o acalmei dizendo que gostei do que vi e logo perguntei o que ele achava da minha filha. Então ele disse que a achava bonita e percebendo que eu estava interessada em saber, passou a dizer que o corpo dela era bonito também.

Eu disse a ele que aquele corpo infantil, sem peitos, sem pelos e da pele rosada poderia ser todo dele. Logo percebi uma “excitação” ao ouvir isso. Então pedi para que ele fosse em casa na próxima noite e mesmo com medo e estranheza ele aceitou.

No outro dia a noite, ele chegou e se sentou no sofá. Chamei minha filha e pedi para que ela desse um beijo na bochecha dele, vi que ele estava com receio, mas também estava gostando. Então abaixei o shortinho dela, a virei de costas pra ele e instantaneamente o volume na bermuda do safado começou a aparecer. Logo a coloquei de joelhos enquanto segurava o cabelo dela e pedi para que ele colocasse o pau na boca dela… o safado não pensou duas vezes e já foi colocando e tirando, enquanto ela engasgava e chorava.

Peguei minha menina e a coloquei de pernas abertas no sofá, enquanto segurava seus braços e assim só bastou um sinal com a cabeça para que ele penetrasse na bucetinha dela. Dava para ver a pele esticando enquanto ela gritava e mesmo assim ele metia com muita vontade. Quando ele tirou o pau de dentro dela, o leite escorria pelas pernas trêmulas dela. E mesmo estando lambuzada ela foi dormir.

No final, ele me pediu desculpas, mas eu o disse que não precisava se desculpar e que quando ele quisesse mais vezes era só bater no meu portão. Já faz algumas semanas desde o ocorrido e até então ele não voltou, mas segue observando as crianças no parque.
Nenhuma reação ainda.

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