A filha da minha prima quer ficar vendo minha pica
A minha esposa tem um prima de apenas 9 anos, Rafaela. Ela é daquelas meninas cheia de vida que fala e brinca o dia todo. Ela é magrinha, corpo todo lisinho. Pele bem branquinha e olhos puxado pra cor de mel. Ela tem um aspecto bem infantil. Gosta de deixar os cabelos soltos e desarrumados, sem vaidade.
Nós sempre nos encontramos no final de ano no sitio do meu sogro. Nesses encontro eu brinco muito com a molecada e andamos de bicicleta pelo sítio.
Eu nunca tive muito interesse em meninas dessa idade de 9 anos pra frente. Mas a Rafa era tão adiantada pra idade dela que me despertou um tesão insuportável. Ela sempre falava em segredo comigo sobre garotos e namoradinhos na escola. E eu fazia o mesmo. Contava como eu era com as meninas na minha época. Ela me fazia muitas perguntas. Já despertava uma curiosidade enorme por sexo.
Um dia ela me perguntou porque os cachorros ficam grudados um no outro. Nisso eu vi uma oportunidade de entrar em questões mais intimas com ela. Então eu respondi de forma bem simples na linguagem que ela pudesse entender.
- Isso acontece porque o cachorro pega o pipi dele e coloca na piriquita da cadela.
- Aí isso gruda?
- Não é bem assim. Na verdade eles estão fazendo sexo e o cachorro fica com pipi grande e acaba travando dentro da piriquita dela.
- Ah tá. Mas porque?
- Olha isso só acontece com cachorro. Quando o cachorro goza ele fica com o pintinho muito inchado. Você sabe o que é gozar?
- Mais ou menos. Eu sei que isso faz filhos porque minha mãe falou.
- Isso. Eles fazem isso pra fazer filhotes.
Essa conversa foi uma delicia. Ela com olhos bem arregalados cheios de curiosidade. Me deu um misto de tesão com medo. Fiquei com medo de que ela falasse como outros o que conversamos. Então sempre pedia segredos.
A Rafa me convidou pra andar pelo sítio. Como nós sempre andávamos juntos ninguém se importava. Eu e ela somos carne e unha. Andamos próximos a casa, mas até um ponto que não tinha ninguém a vista. Eu estava com a conversa do cachorro na cabeça e queria falar mais sobre essas coisa com ela, mas eu precisava encontrar um jeito de fazer isso sem forçar.
Então quando estávamos bem isolados, sem vista pra casa eu disse que precisava ir no banheiro.
- Rafa preciso fazer xixi, mas ta longe a casa.
- Eu também preciso. Vou fazer aqui mesmo.
Nisso ela sem vergonha nenhuma se vira de costas pra mim, abaixa o shorte e começa a fazer xixi meio agachada na minha frente. Com essa posição a buceta dela ficou virada pra mim. Eu via o xixi saindo da uretra e escorrer pela rachinha dela. Visão privilegiada. Vi todos os detalhes da buceta infantil dela. Sem pelos, lisinha e rosadinha. Quando ela terminou de urinar deu uma abaixadinha e abriu a rachinha. Meu pau ficou duro como rocha.
Ela se vira e fala:
- Ué, você não vai fazer xixi?
- Ah sim, eu vou sim.
Então num gesto compulsivo cheio de tesão na cabeça tirei meu pau inchado e enorme na frente dela e me posicionei meio de lado pra ela. A Rafa paralisou. Olhava nos meus olhos, com a boca meio aberta. Disfarcei e olhei pra outro lado. Deixei ela à vontade pra olhar meu pau. Eu sabia que ela ficaria me olhando. Fiquei um tempinho assim. Mas como eu tava com pau duro demais quase nem consegui mijar. Então guardei meu pau na maior naturalidade. e Continuamos a andar.
Aproveitando a brecha eu falei:
- Rafa eu vi você mijando. Tudinho.
- Eu mijei muito?
- Bastante.
- E você me viu mijando também?
- Eu não! Claro que não.
- Ah, mentira. Viu sim.
- Eu não vi nada.
Nisso eu parei. Ficamos de frente um para o outro e falei:
- Quer ver? Olha.
Tirei meu pau pra fora. Segurei de forma bem safada. Dei umas bombadas pra deixar a cabeça bem grande. A Rafa olhou meio apreensiva. Ficava me encarando nos olhos e rapidamente olhava pro meu pau. Ela segurou uma mecha de cabelo e colocou na boca e ficou com os braços meio cruzado. Ficamos em silêncio. Eu alisando meu pau e ela parada olhando nos meus olhos.
- Vem, aperta pra você ver como que é.
- Não quero.
Nisso ela se vira e continua a andar. Meu coração ficou na boca. Eu percebi que ela estava gostando. Mas parecia meio assustada. Eu estava muito tomado pelo tesão. Não queria deixar assim. Queria mais. Então peguei ela por trás. Segurei a cintura dela e encoxei meu pau nela. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto eu roçava nela. Ela fico quietinha. Deixava eu fazer aquilo. Eu passava mão pelo corpinho dela. As vezes ela segurava minhas mãos. De repente ela me empurra e continua a andar.
Eu estava quase sem respirar de tesão. Eu tinha adorado aquilo. Ela também parecia gostar. Mas continuamos a caminha em silêncio. Então eu continuei a conversa e aos poucos já estávamos falando igual matracas.
No outro dia a Rafa acordou por volta das 9h00. Eu já estava acordado a muito tempo. Quando ela levantou veio e me deu um abraço como sempre fazia e ficou abraçada em mim pelo pescoço.
- Vai escovar o dente - falei pra ela - vai tirar essa bafo de onça. Depois a gente vai dar umas voltas.
- Obaaa.
Nisso ela sai correndo pro banheiro. Escova os dentes, troca de roupa. E logo vamos nós caminhamos pelo sítio de novo.
Ela usa uma blusinha vermelha que deixava o umbigo de fora. O shortinho era larguinho e tinha dois lacinhos de cada lado. Era bem curtinho. Eu estava com um short folgado. Camiseta de academia. Fomos andando pelo mesmo lugar de antes. A conversa estava animada. Ela estava com muita energia. Pulava e remexia o tempo todo. Ela pediu pra pular nas minhas costas pra carregar ela. Sempre fazia isso. Então carreguei ela. Ela agarrada no meu pescoço por trás. Abraçou meu corpo com as pernas. Eu comecei a corre e fingi que tinha sequestrado ela. Ela ria e se divertia.
- Me leva ali. Que vai ser o esconderijo. - Ela me disse empolgada com a brincadeira.
- Ahhh, então agora aqui vai ser meu esconderijo.
Coloquei ela sentada em cima de uma carretinha de trator que estava próximo de nós. Sentei ela de frente para mim. Ela ficou com o rosto na altura da minha boca. Então sem pensar duas vezes comecei a alisar as coxas dela. Abracei a cintura dela e fui puxando o shotinho até aparecer a bucetinha. Ela me acompanhava e deixava eu mexer nela. Ela se jeitou mais pra trás e abriu mais as pernas. Nesse momento tirei meu pau pra fora e comecei a bombar ele devagar. Ameacei dar um beijo na boca dela mas ela desviou. Puxei mais o shortinho e falei pra ela:
- Você é muito linda.
- Ah? Não entendi.
- Eu disse que você é linda.
Eu falei isso e passei meu dedo na buceta dela. Me afastei e mostrei mais o pau pra ela. Eu alisava a cabeça. E fazia movimentos bem safados pra ela. Ela só olhava. Mas o tempo todo quieta.
- Pega pra você ver.
- Não, não pode.
- Pega rapidinho. Não machuca.
- Não.
Eu percebi que não poderia forçar mais que isso. Ela estava gostando, mas se forçasse mais ela poderia querer parar com aquilo.
Eu precisei ir embora nesse dia. Deixei ela no sítio do meu sogro e voltei pra cidade. Ela me mandou mensagem no dia seguinte perguntando se eu ia voltar lá.
Agora nessa próxima sexta pretendo voltar pra lá.
O que acha que devo fazer pra avançar mais com ela? Me ajudem pessoal.
Nós sempre nos encontramos no final de ano no sitio do meu sogro. Nesses encontro eu brinco muito com a molecada e andamos de bicicleta pelo sítio.
Eu nunca tive muito interesse em meninas dessa idade de 9 anos pra frente. Mas a Rafa era tão adiantada pra idade dela que me despertou um tesão insuportável. Ela sempre falava em segredo comigo sobre garotos e namoradinhos na escola. E eu fazia o mesmo. Contava como eu era com as meninas na minha época. Ela me fazia muitas perguntas. Já despertava uma curiosidade enorme por sexo.
Um dia ela me perguntou porque os cachorros ficam grudados um no outro. Nisso eu vi uma oportunidade de entrar em questões mais intimas com ela. Então eu respondi de forma bem simples na linguagem que ela pudesse entender.
- Isso acontece porque o cachorro pega o pipi dele e coloca na piriquita da cadela.
- Aí isso gruda?
- Não é bem assim. Na verdade eles estão fazendo sexo e o cachorro fica com pipi grande e acaba travando dentro da piriquita dela.
- Ah tá. Mas porque?
- Olha isso só acontece com cachorro. Quando o cachorro goza ele fica com o pintinho muito inchado. Você sabe o que é gozar?
- Mais ou menos. Eu sei que isso faz filhos porque minha mãe falou.
- Isso. Eles fazem isso pra fazer filhotes.
Essa conversa foi uma delicia. Ela com olhos bem arregalados cheios de curiosidade. Me deu um misto de tesão com medo. Fiquei com medo de que ela falasse como outros o que conversamos. Então sempre pedia segredos.
A Rafa me convidou pra andar pelo sítio. Como nós sempre andávamos juntos ninguém se importava. Eu e ela somos carne e unha. Andamos próximos a casa, mas até um ponto que não tinha ninguém a vista. Eu estava com a conversa do cachorro na cabeça e queria falar mais sobre essas coisa com ela, mas eu precisava encontrar um jeito de fazer isso sem forçar.
Então quando estávamos bem isolados, sem vista pra casa eu disse que precisava ir no banheiro.
- Rafa preciso fazer xixi, mas ta longe a casa.
- Eu também preciso. Vou fazer aqui mesmo.
Nisso ela sem vergonha nenhuma se vira de costas pra mim, abaixa o shorte e começa a fazer xixi meio agachada na minha frente. Com essa posição a buceta dela ficou virada pra mim. Eu via o xixi saindo da uretra e escorrer pela rachinha dela. Visão privilegiada. Vi todos os detalhes da buceta infantil dela. Sem pelos, lisinha e rosadinha. Quando ela terminou de urinar deu uma abaixadinha e abriu a rachinha. Meu pau ficou duro como rocha.
Ela se vira e fala:
- Ué, você não vai fazer xixi?
- Ah sim, eu vou sim.
Então num gesto compulsivo cheio de tesão na cabeça tirei meu pau inchado e enorme na frente dela e me posicionei meio de lado pra ela. A Rafa paralisou. Olhava nos meus olhos, com a boca meio aberta. Disfarcei e olhei pra outro lado. Deixei ela à vontade pra olhar meu pau. Eu sabia que ela ficaria me olhando. Fiquei um tempinho assim. Mas como eu tava com pau duro demais quase nem consegui mijar. Então guardei meu pau na maior naturalidade. e Continuamos a andar.
Aproveitando a brecha eu falei:
- Rafa eu vi você mijando. Tudinho.
- Eu mijei muito?
- Bastante.
- E você me viu mijando também?
- Eu não! Claro que não.
- Ah, mentira. Viu sim.
- Eu não vi nada.
Nisso eu parei. Ficamos de frente um para o outro e falei:
- Quer ver? Olha.
Tirei meu pau pra fora. Segurei de forma bem safada. Dei umas bombadas pra deixar a cabeça bem grande. A Rafa olhou meio apreensiva. Ficava me encarando nos olhos e rapidamente olhava pro meu pau. Ela segurou uma mecha de cabelo e colocou na boca e ficou com os braços meio cruzado. Ficamos em silêncio. Eu alisando meu pau e ela parada olhando nos meus olhos.
- Vem, aperta pra você ver como que é.
- Não quero.
Nisso ela se vira e continua a andar. Meu coração ficou na boca. Eu percebi que ela estava gostando. Mas parecia meio assustada. Eu estava muito tomado pelo tesão. Não queria deixar assim. Queria mais. Então peguei ela por trás. Segurei a cintura dela e encoxei meu pau nela. Comecei a beijar o pescoço dela enquanto eu roçava nela. Ela fico quietinha. Deixava eu fazer aquilo. Eu passava mão pelo corpinho dela. As vezes ela segurava minhas mãos. De repente ela me empurra e continua a andar.
Eu estava quase sem respirar de tesão. Eu tinha adorado aquilo. Ela também parecia gostar. Mas continuamos a caminha em silêncio. Então eu continuei a conversa e aos poucos já estávamos falando igual matracas.
No outro dia a Rafa acordou por volta das 9h00. Eu já estava acordado a muito tempo. Quando ela levantou veio e me deu um abraço como sempre fazia e ficou abraçada em mim pelo pescoço.
- Vai escovar o dente - falei pra ela - vai tirar essa bafo de onça. Depois a gente vai dar umas voltas.
- Obaaa.
Nisso ela sai correndo pro banheiro. Escova os dentes, troca de roupa. E logo vamos nós caminhamos pelo sítio de novo.
Ela usa uma blusinha vermelha que deixava o umbigo de fora. O shortinho era larguinho e tinha dois lacinhos de cada lado. Era bem curtinho. Eu estava com um short folgado. Camiseta de academia. Fomos andando pelo mesmo lugar de antes. A conversa estava animada. Ela estava com muita energia. Pulava e remexia o tempo todo. Ela pediu pra pular nas minhas costas pra carregar ela. Sempre fazia isso. Então carreguei ela. Ela agarrada no meu pescoço por trás. Abraçou meu corpo com as pernas. Eu comecei a corre e fingi que tinha sequestrado ela. Ela ria e se divertia.
- Me leva ali. Que vai ser o esconderijo. - Ela me disse empolgada com a brincadeira.
- Ahhh, então agora aqui vai ser meu esconderijo.
Coloquei ela sentada em cima de uma carretinha de trator que estava próximo de nós. Sentei ela de frente para mim. Ela ficou com o rosto na altura da minha boca. Então sem pensar duas vezes comecei a alisar as coxas dela. Abracei a cintura dela e fui puxando o shotinho até aparecer a bucetinha. Ela me acompanhava e deixava eu mexer nela. Ela se jeitou mais pra trás e abriu mais as pernas. Nesse momento tirei meu pau pra fora e comecei a bombar ele devagar. Ameacei dar um beijo na boca dela mas ela desviou. Puxei mais o shortinho e falei pra ela:
- Você é muito linda.
- Ah? Não entendi.
- Eu disse que você é linda.
Eu falei isso e passei meu dedo na buceta dela. Me afastei e mostrei mais o pau pra ela. Eu alisava a cabeça. E fazia movimentos bem safados pra ela. Ela só olhava. Mas o tempo todo quieta.
- Pega pra você ver.
- Não, não pode.
- Pega rapidinho. Não machuca.
- Não.
Eu percebi que não poderia forçar mais que isso. Ela estava gostando, mas se forçasse mais ela poderia querer parar com aquilo.
Eu precisei ir embora nesse dia. Deixei ela no sítio do meu sogro e voltei pra cidade. Ela me mandou mensagem no dia seguinte perguntando se eu ia voltar lá.
Agora nessa próxima sexta pretendo voltar pra lá.
O que acha que devo fazer pra avançar mais com ela? Me ajudem pessoal.
Nenhuma reação ainda.
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