Aprendendo a servir Gustavo
"Demorou pra caralho pra preparar essa porra, tô morrendo de fome"
Gustavo se senta na mesa e só agora percebo que nenhum de nós tinha se vestido ainda, meu rosto fica vermelho sentindo vergonha dele encarando meu corpo mesmo depois do que aconteceu, não acreditava que estava pelado na frente dele, tento esconder meu piruzinho ao máximo possível e coloco na mesa dois pratos para nós e quando vou sentar ele bate com tudo na minha bunda me fazendo gemer.
"O que pensa que está fazendo, puta?"
"... Eu fiz para mim, esse sanduíche"
Gustavo ri e manda eu me ajoelhar na frente dele, sua voz irritada me faz obedecer na hora, eu não entendia ainda que quando ele dizia que controlaria cada parte da minha vida era para faler, Gustavo coloca os pés sobre meus ombros e pega o sanduíche que eu fiz para mim dando uma mordida.
" vou te ensinar só uma vez isso, você não faz nada sem eu mandar e só pode comer depois que eu terminar, entendeu?"
" S-sim, machão"
Ele continua a devorar o sanduiche que fiz para ele deixando apenas a casca e faz o mesmo com o outro, depois disso ele coloca no chão sem antes cuspir no prato.
"Pronto, pode comer as sobras."
Eu não podia acreditar, ele estava me alimentando com o resto da sua comida, o que ele não queria mais, eu era praticamente um cachorro que ele jogava um osso depois de comer toda a carne, mas eu estava tão faminto que não fiz qualquer objeção ou talvez só estava aceitando minha nova realidade.
" Na próxima vez faz mais, acha que só dois sanduiches meia boca é o suficiente para um macho como eu? Além disso faltou queijo em um"
"... é que.. eu não como queijo..."
" E quem disse que eu me importo? Você faz do jeito que eu quero"
Eu concordo com a cabeça e continuo comendo como um cachorro, se soubesse que só poderia comer o resto teria feito bem mais, estava tão faminto e tive que me contentar com aquilo apenas, não era só apenas um brinquedo sexual de Gustavo, ele nem devia me considerar humano naquele ponto.
"Essa semana meu pai tá fora por isso depois da escola você vem comigo para cuidar da casa como uma boa putinha" Gustavo já era meu dono mesmo que eu ainda resistisse, ele estava pronto para tomar conta de tudo "as coisas da minha mãe estão em uma porta do guarda-roupa, quando chegar É para usar tudo que estiver lá"
Os pais de Gustavo eram divorciados, ele morava com o pai que ficava longos dias viajando por causa do trabalho e a mãe dele odiava o ex marido por isso nunca visitava vendo Gustavo apenas ocasionalmente quando ele ia até ela, por conta disso a mãe dele quando saiu deixou algumas coisas e nunca foi buscar de volta, além disso seu pai por não parar em casa também nunca jogou fora e depois disso aquele virou meu armário quando ia lá, tinha alguns vestidos bem apertados e roupas íntimas além de algumas maquiagem, havia coisas novas lá por isso imaginei que o pai de Gustavo devia colocar lá qualquer coisa que as mulheres que ele dormia deixavam na casa.
" Mulher minha faz o que eu mandar entendeu? Quero você toda arrumadinha pro seu macho"
"Sim, machão"
Depois daquele dia eu sempre chegava na casa de Gustavo antes de ir para escola (disse para minha mãe que tinha entrado em um grupo de estudos e que a gente se reunia meia hora antes da escola para estudar) preparava um café de manhã, fazia bastante comida tentando que sobrasse uma quantidade descente para eu poder comer, acordava ele e enquanto meu macho se arrumava eu fazia algumas tarefas, normamente ele já começava de manhã a mexer comigo, esfregava o pau na minha bunda o tempo todo e sempre batia nela quando tinha a oportunidade, iamos para a escola juntos e quando voltávamos meu dia realmente começava.
Ele me mandava ir para o quarto do pai dele me arrumar, eu colocava as roupas íntimas que ele me deu e vestidos que sempre ficavam apertados demais e por serem muito curtos mal cobriam minha bunda, ele então ia assistir tv e me ordenava ficar o mimando, eu massageava os pés dele ou beijava seu corpo todo, ele adorava me ver admiriando o corpo que ele treinava no futebol para ter, logo seu pinto já fixava duro e quando isso acontecia ele virava uma fera, eu era usado de todos os jeitos e os espancamentos deixavam marcas que com o tempo eu aprendi a esconder com maquiagem, ele até me mordia quando estava com muito tesão o que era um problema enorme para esconder de todo mundo e quase fui pego inumeras vezes (fui pego algumas vezes por algumas pessoas, mas esse é outro conto) com o tempo parei de reclamar e já o obedecia sem questionar, mas foi duro chegar nesse ponto, sempre que eu me acostumava com algo ele fazia pior, me humilhava de tantas formas que as vezes eu pensava em deixar ele, mas não sabia como, estava viciado no Gustavo e mesmo quando me sentia um lixo só de olhar a satisfação no seu olhar eu adorava aquilo, uma das vezes que ele passou dos limites para me humilhar foi nas primeiras semanas que eu comecei minha rotina como sua puta.
Eu estava na sala com um dos vestido da mãe dele, ele era rosa claro com detalhes em renda e como sempre aquele vestidinho mal combria minha calcinha que dessa vez era branca e fio dental, estava o dia todo servindo Gustavo e não tive tempo de ir ao banheiro, estava bem apertado, mas não podia ir sem pedir permissão, eu me aproximo dele que estava assistindo tv com a mão no saco.
" Machão... posso ir ao banheiro"
Normalmente ele só faria um sinal qualquer me liberando, mas dessa vez ele sorriu e olhou fundo nos meus olhos dizendo.
"Não"
"... Por favor senhor eu estou tão apertada"
Realmente eu precisava ir, podia sentir minha bexiga cheia, mas Gustavo queria provar um ponto, queria mostrar que se ele não quisesse eu não poderia fazer nada, eu olho para a porta do banheiro, era só alguns metros e eu poderia fazer xixi, mas ele disse não e meu corpo estava paralizado.
"Por favor..." falo de forma manhosa, tinha percebido que ele permitia mais as coisas quando eu agia como uma putinha mesmo " Eu faço qualquer coisa, me deixa ir machão"
"Não tô afim porra, agora cala a boca"
Eu voltei ao meu lugar e tentri segurar mais um pouco, sempre eu ficava na casa dele até umas seis da tarde e naquele dia ainda devia ser umas quatro, não sabia se poderia aguentar, mas precisaria, ele estava mais mandão naquele dia e eu podia ver que não mudaria sua ideia tão facil.
Depois de algum tempo tive que pedir de novo estava insuportável e já estava com medo de me mijar todo, eu sabia que ele ia ficar irritado, mas eu estav desesperado.
" machão eu te imploro, deixa eu ir no banheiro"
" PORRA! NÃO OUVIU DA PRINEIRA VEZ NÃO? CARALHO EU DISSE QUE NÃO E PRONTO" Eu me encolho com medo, odiava quando ele gritava comigo, me sentia tão ruim que logo as lágrimas caiam, e daquelas vez não foi diferente " Buceta inútil do caralho, não consegue se segurar não?"
Com o susto dos gritos eu não aguentei e me mijei ali mesmo, é indescritível a humilhação de se mijar quando já se é mais velho, ainda mais ali no meio da sala na frente de alguém, ele observa enquanto eu me molho todo como uma criança, tento parar de mijar, mas não da mais para segurar, minha calcinha fica ensopada e minahs pernas ficam molhadas criando uma poça no chão.
" Você é inútil mesmo, essa sua piroquinha de merda sujou minha sala toda, agora você vai limpar essa merda" eu concordei indo buscar um pano para secar o que eu fiz " Vai dizer nada não seu merda? Hein? Fala porra"
"Desculpa machão..."
"Pelo que?"
Eu me ajoelho e começo a limpar, pelo que eu devia desculpar? Foi culpa dele que eu me sujei, se ele tivesse me permitido eu... mas essa não era a repsota certa, independente do que Gustavo fizesse comigo só havia uma resposta certa para dar ao meu macho.
"Por ser uma puta inutil"
"De novo!"
"Desculpa por ser uma puta inútil"
Então ele sorri com satisfação extrema depois de me ver humilhado e eu perdia cada vez mais meu livre arbítrio, quando foi a ultima vez que eu me masturbei? Ou mesmo eu gozei? Mesmo fora da casa dele eu me encontrava mandando mensagem perguntando se eu podia ir ao banheiro ou mesmo se eu podia jantar com minha família, eu também cai no rank da escola enquanto ele subiu bastante afinal eu fazia a lição dele primeiro e o tempo que restava tentava fazer o meu e muitas das vezes não conseguia, ou nas provas que eu assinava o nome dele para que ele ficasse com os meus pontos e depois tinha que pegar o teste dele e tentar fazer tudo de novo, me afastei das minhas amigas e de todos os meus conehcidos, Gustavo era minha prioridade durante todo o dia, eu nem podia esperar que logo Gustavo não seria o único macho que eu teria que servir.
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