Transei com meu filho de 11 anos durante a pandemia
Em se tratando de loucuras, pode-se dizer que eu sou uma das piores.
Prazer, meu nome é Angelina, tenho 36 anos, e apesar de estar quase beirando uma quarentona, até que estou bem conservada. Sou branquela, cabelo castanho escuro e comprido. 1,63 m de altura, peso 59kg, 79cm de cintura e uso sutiã 54G. Sou mãe solteira. Me separei pouco antes de começar a pandemia, descobri que o embuste do meu ex-marido estava tendo um caso com uma vagabunda perto de onde ele trabalhava. Quando descobri, apenas coloquei as coisas dele pra fora de casa enquanto ele trabalhava, e pedi pelo amor de Deus para que esse infeliz não brotasse mais em casa. Depois de muita dor de cabeça ele parou de pedir desculpas e simplesmente sumiu.
Sempre fomos muito humildes, eu cuidava da casa e do nosso filho que no começo da pandemia tinha 11 aninhos, meu lindo Erik. Meu marido era quem sustentava a casa e pagava minha faculdade de administração, mas tive que abrir mão de tudo por causa da merda que ele fez. Com o dinheiro do auxílio emergencial só consegui manter a casa e a comida encima da mesa [com uma pequena ajuda da minha mãe também que sempre nos mandava um dinheirinho extra]. Ou seja, sobrava apenas eu e meu filho em casa.
Descobri este site por causa da ausência sexual do meu marido, há anos eu já vinha lendo algumas coisas, mas desde que pus ele pra fora eu passei a ser mais ativa por aqui, lia bastante e comentava também [sempre com um nome diferente, claro]. Era estranho estar em casa sem poder sair e ir no mercado, ou na padaria por conta do isolamento do começo. Moramos em uma cidade onde o lockdown foi intensivo [prefiro não revelar onde moramos]. A única coisa que me sobrava era ler estes contos, e acho que isso me deixou um tanto quanto “liberal demais”.
Como meu filho também estava passando o tempo todo em casa, não demorou também pra eu pegar ele no flagra, se é que me entende. Acho que pela idade ele tinha acabado de descobrir a punheta, então estava ficando viciadinho hahaha. Certa vez eu fui acordar ele pra ele entrar na aula online, e lá estava ele com o celular na mão e o pauzinho dele na outra. Na hora eu fiquei constrangida, e quando ele me notou ele se assustou também. Mandei-o se arrumar e saí do quarto com bem rápido.
Depois desse episódio eu tentei conversar com ele sobre isso e sobre essa fase de querer se masturbar o tempo todo. Quando a gente é mais velha a gente entende que isso é uma fase e que todo menino precisa passar por isso, e que ele não deveria ter vergonha disso com a mãe dele. Melhor ele falar abertamente sobre isso comigo do que com qualquer outra pessoa. Eu que sou mãe, então a responsabilidade é minha e ponto. Finalizei a conversa dizendo que:
–Erik, eu te amo, e de forma alguma você deve ter vergonha disso, é algo natural e todo mundo fazia aquilo, tanto meninos quanto meninas.
Foi até engraçado porque ele ficou um pouco constrangido e depois me perguntou:
–Você também já fez isso, mãe?
–Já mas faz tempo, e era antes de eu me casar, depois a gente não tem mais tempo – eu ri, e pedi pra ele aproveitar isso enquanto era jovem.
Ele balançou a cabeça dizendo que entendeu e depois nos abraçamos. Fiquei até me sentindo mais leve, porque meu medo era de ele entrar nessa fase e não querer se abrir comigo e sair fazendo as coisas sem responsabilidade.
Depois desse dia, seguimos a vida, mas a cada dia o Erik ia ficando mais… Solto, vamos dizer assim. Eu passava para acordar ele para a aula e lá estava ele se divertindo com a mãozinha, ele vivia vendo aquelas meninas dançando de bikini no Kwai e eu achava engraçado, mas okay.
–Já vou mãe… Já estou acabando…
E eu assentia e fechava a porta. Outras vezes acontecia de estarmos vendo alguma coisa na TV, novela ou qualquer coisa, e sempre que dava uma vontade ele tirava pra fora e começava, mesmo que eu estivesse do lado. Eu também não me incomodava, pedi a confiança dele e estava tudo bem.
O problema veio mais pra frente, quando flagrei ele no meio da aula online, só que sem estar prestando atenção, estava com aquele bendito Kwai de novo. Ele não estava se masturbando [ainda], mas eu fiquei puta por ele não estar prestando atenção na aula. Erik estava tão “concentrado” na morena dançando Popotão Grandão que nem viu quando eu cheguei e tomei o celular da mão dele. Ele ficou resmungando, mas eu falei que depois da aula a gente conversava.
Assim foi. Na hora do almoço ele veio querer brigar.
–Você nem sabe o que eu estava fazendo –ele começou.
–Não interessa, Erik.
–Como não interessa, mãe? Você quer brigar sem nem saber o que eu estava fazendo.
–Vendo a moreninha rebolando. Você não tem vergonha de fazer isso no meio da aula?
–Eu nem ia ver isso mãe… Eu ia procurar negócio de gameplay.
–Ah tá. No meio da aula?
–É mãe, eu só ia fazer uma pausa, estava cansado e a aula estava quase acabando.
–A professora tinha liberado vocês?
–Não…
–Então não interessa. Não era pra ter ligado o celular e ponto. Vai lavar essa mão e vem almoçar.
–Mãe, você vai devolver meu celular? Eu vou precisar dele pra me aliviar depois, sabe…?
–Não. Se vira Erik.
–Mas mãe, por favor…
–Cala a boca menino. Falei que não!!!
Ele ficou quieto por um tempo, com cara de emburrado. Depois desse silêncio eu falei:
–Se o problema é ver as meninas peladas no celular não tem problema, quando estiver com vontade é só me falar que eu tiro a roupa, mas não vou devolver o celular essa semana.
–Que? Lógico que não, mãe. Eu nem vejo elas peladas.
–Oxe? Como não?
–Eu achava que não podia, só de bikini, por isso que eu só via quando a gente estava vendo filme juntos.
–Você está crescendo, Erik. Uma hora ou outra você ia começar a ver mesmo.
–Posso pegar meu celular para ver?
–Não. Vai lavar a mão, se não você vai ficar com fome.
E ele saiu batendo o pé. Admito que eu também fiquei estressada com a situação. Por mais que ele ainda fosse “um pouco” inocente, eu não ia voltar atrás no castigo naquele momento. Ele deveria pensar no que fez, afinal a única obrigação dele é estudar e não ficar de putaria no celular. Fase é fase, mas o estudo é pra sempre.
Ele ficou emburrado naquele dia, mas eu não me importei. O que é certo, é certo e ponto. De noite que as coisas começaram a mudar. Acho que por causa da ausência do celular ele ficou o dia todo sem se masturbar, e quando chegou a noite ele não aguentou segurar. Estávamos na sala como sempre, e ele começou a se remexer no outro sofá, e em pouco tempo tirou o pintinho dele de fora e começou.
Eu, como tinha prometido, falei que iria tirar a roupa caso ele sentisse essa vontade, e então comecei. Na hora ele estava de olhos fechado e não viu que eu estava me despindo, então tirei primeiro a calça e joguei no outro sofá em cima dele para chamar a atenção. Ele me olhou meio constrangido, até porque depois que ele aprendeu a tomar banho sozinho ele raramente me via nua.
–Mãe, você não precisa fazer isso. Você é minha mãe.
–Eu sei, mas eu falei que se você sentisse necessidade eu rira tirar a roupa pra você se masturbar, sem o celular – brinquei e ele revirou os olhos [de ironia, não de tesão].
E assim fui, depois tirei a camisa e em seguida o sutiã, e por final a calcinha. Por um momento ficamos nos encarando, e depois Erik tentou voltar à sua punhetinha. Ele me olhando e eu tentando voltar a assistir à novela, mas eu estava me sentindo diferente. Estar nua assim ao natural, estava me fazendo sentir mais leve, não sei se era por causa do calor daquela noite ou se era por causa do contexto sexual que estávamos, mas eu estava me sentindo bem à vontade.
Dessa vez o Erik levou um tempinho a mais para gozar, e quando gozou saiu mais porra que o habitual. Logo o corpinho dele começou a amolecer e o leitinho escorrendo pelo pauzinho amolecendo, pela mão e caindo um pouco na barriga dele.
–Erik, vai logo tomar banho, se você sujar o sofá vai ficar mais tempo de castigo.
–Tá bom, tá bom.
Saiu com pressa e um pouco irritado. Nesse tempo em que ele estava no banho eu fiquei me sentindo ainda mais estranha, com o coração um pouco acelerado e com um friozinho na barriga. Logo em seguida comecei a ficar úmida.
Eu disse que fazia tempo que não me masturbava, desde quando eu era garota, e já estou com 36… Foi estranho, mas enquanto Erik estava no banho, tentei me massagear. No começo eu nem queria me masturbar de fato, mas conforme meu corpo ia se aquecendo eu ia me sentindo mais intensa, e aos poucos foi deixando de ser uma massagem leve, eu fui abrindo um pouco mais as pernas e enfiando alguns dedos. Eu queria voltar a sentir aquilo, este prazer em mim mais uma vez. Perdi um pouco a noção do tempo. Abaixei o volume da televisão para ver quando que meu filho iria desligar o chuveiro, pra eu parar e me ajeitar e fingir que não estava fazendo nada.
Quando ele voltou, eu havia voltado ao normal, porém ainda nua, deitada no sofá. Meu filho estava vestindo o pijama. Olhei a hora pelo celular e já estava ficando tarde.
–Ué, você ainda está pelada? – ele perguntou.
–Estou com calor, gostei de ficar assim.
–Tá… Boa noite, mãe.
–Boa noite, filho.
–Me desculpa por não ter prestado atenção na aula.
–Ah Erik, está tudo bem. Se você não aprontar de novo eu deixo você pegar o celular antes e acabo com o castigo mais cedo.
–Tá bom.
E ele foi dormir. Por um momento fiquei com medo de ele sentir o cheiro que impregnou a sala por causa da minha “brincadeira solo”, mas se ele sentiu ele não falou nada.
Antes de eu ir para minha cama, passei pelo quarto do Erik, e de novo ele estava se masturbando.
–Filho… pode parar um pouco pra mãe perguntar uma coisa?
–Posso mãe… – ele guardou o pintinho dentro da calça, mas dava pra ver a barraca armada ainda.
–Você ficou constrangido por causa do que a mãe fez?
–Como assim?
–Você se sentiu mal quando a mãe ficou pelada?
–Ah mãe, foi estranho no começo… Mas depois passou. E eu gostei muito de ver as suas tetas – ele riu.
–Que bom – sorri – a mãe gosta de te ver feliz. Não fica batendo punheta até tarde. Amanhã ainda tem aula.
–Tá bom mãe – ele disse colocando o pauzinho pra fora de novo – te amo.
–Também te amo.
E fui para meu quarto. Eu ainda estava nua e continuei assim, afinal realmente estava calor, e eu queria terminar a minha diversão. Eu nunca tive nenhum consolo ou vibrador, então tive de continuar na mão mesmo. À medida que eu ia massageando meu grelinho eu me contorcia e gemia bem baixinho. Sem perceber eu fui jogando o edredom e os travesseiros pra fora do colchão, ficando com absolutamente nada na cama de casal só para meu corpo. Eu colocava meus dedos em mim e aquilo me arrancava alguns suspiros. Era saudade, há tempos meu marido não me comia mais, mas o engraçado foi que isso aflorou justo quando eu estava com meu filho. Eu ali nua praticamente me exibindo para ele. Era libertador e novo, por algum motivo eu gostei, e quanto mais eu pensava, mais me excitava, até o momento em que cheguei ao meu orgasmo.
Eu estava exausta, quente e suada, mas feliz. Borrifei um pouco de perfume no quarto pra disfarçar o cheiro pelo ar e fui tomar banho. Naquela noite continuei nua, mesmo depois do banho, e assim fui dormir.
No dia seguinte tudo ocorreu bem. Levantei cedo e fui juntar a minha roupa que estava na sala. Quando lembrei da minha baguncinha eu sorri sozinha. Estava mais contente. Fui acordar o Erik, e para minha surpresa ele estava dormindo. Acordei ele e ele foi se arrumar pra ligar o computador e abrir a aula. Finalmente coloquei uma roupa, porque fazer o café no fogão pelada é “um pouco” perigoso.
Aquela tarde fez um calor do inferno. Depois que o Erik saiu da aula eu peguei uma piscina inflável que a gente tinha guardado e comecei a encher de água, no quintal de trás da casa, pra ver se dava uma refrescada. Separei um bikini super bonito e fui para água com meu filho.
Foi bom relaxar e refrescar com aquela aguinha gelada, mas logo reparei que o Erik estava um pouco agitado, e notei um [belo] volume em seu short.
–Você está sem cueca? Só de short? – Perguntei.
–Ah mãe, estou… Achei que não precisava… Desculpa.
–Não, está tudo bem. É melhor assim que o short seca mais rápido.
Era por isso então que ele estava se sentindo excitado de novo. Ele perguntou se ele podia se masturbar dentro da piscininha. Falei que podia. E ele começou…
–Erik… Você quer que eu tire o bikini? Igual ontem?
–Pode ser… – ele respondeu.
E assim foi. Fiquei ali relaxando com os seios de fora enquanto ele se masturbava, e eu me sentia uma rainha, livre para fazer o que quisesse.
–Mãe? – chamou.
–Oi, filhote – respondi.
–Lembra que você falou que já se masturbou antes?
–Lembro… – respondi. Na hora eu me lembrei de ontem e acho que acabei deixando escapar um sorriso.
–Você pode fazer isso pra eu ver?
–Ah Erik… É complicado, eu sou sua mãe… – respondi um pouco aflita. Por mim acho que não teria problema, mas eu fiquei me perguntando se seria correto.
– Por favor, eu nunca vi.
–Entendi. Mas se você achar estranho me avisa, por favor.
– Tá.
Nessa hora, retirei o fio dental do bikini e fiquei completamente nua. Ele também aproveitou e tirou completamente o short. Então começamos a nos masturbar juntos, completamente nus.
Pra mim foi um pouco difícil, tanto para encontrar uma posição confortável para mim e que deixasse ele ver tudo, afinal a piscina não é muito grande. E também porque a água atrapalha na lubrificação da buceta, se algo fica se esfregando nela debaixo d’água, às vezes machuca.
Apesar disso, tentei continuar de leve pra não doer, mas em pouco tempo o Erik já estava a todo vapor, e pela empolgação ele acabou gozando muito, igual na noite anterior. Dessa vez saiu um pequeno jatinho antes de apenas começar a escorrer. Isso me fez sentir um pequeno arrepio na minha barriga, mas em poucos segundos tentei me recompor.
–Ah pronto – falei brincando – você contaminou a água – e fiz cara de nojo.
–Desculpa, mãe…
–É brincadeira, seu besta – ri – mas a mãe vai sair da piscina, ok Erik?
–Tá bom, também vou – respondeu.
Peguei duas toalhas que estavam no varal mesmo, entramos pela sala e nos secamos ali. Enquanto nos secávamos, reparei que ele estava muito quieto, apesar de ele não parar de olhar para os meus seios, então tentei quebrar o gelo.
-Tá olhando pra onde?
-Desculpa mãe… Estava olhando sua teta.
Eu não achei que ele ia responder. Na mesma hora o rostinho dele ficou vermelho como um pimentão. Dei risada pra ele não sentir que eu estava brigando.
-Não é “teta” que fala filho. É peito, ou seios.
Ele só respondeu “tá bom” bem baixo, olhei de relance para o pintinho dele, e estava mole. Acho que ele só estava me olhando pela curiosidade, estava voltando a me ver nua a pouquíssimo tempo. Depois de mais uns minutos, fomos para o quarto nos trocar, e assim que tirei minha toalha ele voltou a me olhar.
-Mãe, ainda sai leite do seu peito? – ele perguntou em cima da cama enquanto eu secava o cabelo dele.
Ri de novo, e depois respondi.
-Não né, Erik. A mãe já está ficando velha.
-Eu acho que sai sim.
-Não sai. Não tem nenhum bebê aqui precisando de leite.
-Deixa eu ver?
Fiquei um pouco apreensiva nos primeiros segundos, afinal ele tinha acabado de gozar enquanto me via me masturbando, então eu não sabia as intenções dele. Mas o meu impulso seguinte foi de deixar, só pra provar que eu estava com a razão. Me sentei na cama e pedi pra ele deitar com a cabeça no meu colo e dei o peito para ele mamar. E foi o que ele fez.
Logo depois que ele pôs a boca, fiquei um pouco surpresa pela minha reação, e me perguntei se eu estava sendo um pouco exagerada. Era só eu explicar, não precisava DEMONSTRAR de fato. Olhei para o pintinho dele e ainda estava mole. Mas eu fiquei meio instigada a entender o que se passava na mente dele.
Meu coração começou a acelerar, igual na noite anterior enquanto eu mesma me masturbava, e dessa vez acho que eu que estava começando a ficar vermelha como um pimentão. Aos poucos fui aproximando a mão da virilha dele, sem ele perceber. No momento que eu encostei no pau dele (eu não segurei nem nada, só encostei os dedos mesmo), senti endurecer um pouco.
–Mãe – ele tirou a boca do meu peito.
–Oi, filho.
–Eu posso ver você se masturbando de novo? – perguntou.
–De novo Erik?
–Eu não estava vendo direito porque a água estava balançando.
–Ok, mas vai ser rápido.
Ele consentiu, então eu me afastei de vagar e abri um pouco as pernas. Dessa vez estava mais confortável por causa da cama. Comecei a me massagear de leve, eu não queria ficar tão intensiva na frente do meu filho. Eu olhava de relance para ele, que me encarava um pouco impressionado, e com o pauzinho já duro como uma pedrinha, mas ele não estava se masturbando.
–Eu posso tocar aí, mãe? – ele perguntou.
–Você está um pouco atrevido, não acha?
–Desculpa… – ele respondeu um pouco decepcionado, começou a ficar um pouco vermelho e o pauzinho começou a amolecer.
Foi um momento em que eu senti meu coração disparar mais uma vez, pensei na possibilidade de deixá-lo me tocar, matar a curiosidade e ensinar para ele algumas coisas… Foi aí que a temperatura do meu corpo aumentou de novo, e eu respondi:
–Tudo bem, filhote. Eu fui um pouco grossa com você… Pode vir.
Ele se aproximou como um raio, e eu peguei em sua mão e aproximei da minha boceta que começara a ficar mais úmida. Mostrei a ele onde era o clitóris, ensinei sobre os lábios, as regiões sensíveis. Ele estava apenas passando o dedo.
–Por que está gosmento, mãe?
–É porque eu estava me masturbando, ué… –dei uma pausa, como ele estava passando o dedo com tanta delicadeza, minha sensibilidade estava nas nuvens, e admito que eu estava [um pouco] sem ar – Isso acontece, a perereca fica lubrificada.
E ele continuou passando o dedo, e ele deve ter visto que eu só me masturbava massageando o clitóris, então depois de um tempo foi isso que ele começou a fazer. Com aquela mãozinha leve, eu não aguentei, fechei meus olhos, mordi os lábios e deixei escapar um suspiro… E o Erik percebeu isso.
–Você está gostando, mãe?
–Estou… Mas não se empolga muito – tentei rir para descontrair, tirar um pouco da minha cabeça que meu próprio filho estava me masturbando, mas não tinha como esquecer, e algo me diz que naquele momento eu estava gostando.
Em pouco tempo também ele descobriu a “entrada principal”, e logo quis colocar um dedo ali. Na mesma hora deixei escapar outro gemido, mas dessa vez tentei afastar a mão dele e pedir para ele parar.
–O que foi mãe? – ele perguntou.
Eu fiquei um pouco com medo de ser dura demais com ele, dizer que ali ele não podia mexer, então dei uma desculpa.
–Erik, você estava indo rápido demais, desse jeito eu não ia aguentar…
–Ah mãe, deixa eu continuar, por favor. Estava tão bom – ele respondeu.
Eu até pensei em negar mais uma vez, mas quando ele fez aquela carinha de cachorro pidão eu não consegui. Fechei os olhos e deixei escapar uma expressão de tesão, aquele sorriso safado e a mordida no lábio, quando abri os olhos de novo eu disse que tudo bem.
Ele não se aguentou e quis ir direto com o dedo na boceta, e eu admito que ali eu já tinha perdido a noção das coisas, então puxei a cabeça dele em direção ao meu peito, e ele começou a mamar mais uma vez.
O dedinho dele entrando e saindo de mim, e sua boquinha sugando o bico do meu peito, eu estava começando aquele processo de delírio. Olhei para o pauzinho dele e lá estava todo durinho. Pus a mão. Erik suspirou “mamãe” bem baixinho, e eu comecei a masturba-lo devagar. Como o pau dele era pequeno, eu não queria machucá-lo.
Eu sabia exatamente o que estávamos fazendo. Era um ato selvagem e doentio para algumas pessoas, mas eu estava me sentindo feliz, realizada e liberta. Erik também não parava de se superar, em pouco tempo colocou mais dois dedos, e então três, e eu arreganhando ainda mais minha buceta. Estávamos sentados lado a lado nos masturbando, até que ele começou a tremer.
–Mãe… Mamãe…
–Sshh, está tudo bem meu amor.
Antes de ele gozar, ele tirou a boca do meu peito, e em um ato involuntário, eu o beijei, louca e como se estivesse apaixonada. Foi quando senti o líquido quente jorrar na minha coxa, e ir escorrendo pela minha mão.
Antes de qualquer coisa, fui assídua com a minha boca em direção ao seu pauzinho, e comecei a chupá-lo, lambendo a porra quente ao redor, o pauzinho dele ainda estava mole, mas aquilo não era um problema, até porque em poucos segundos ele ficou duro novamente. Eu já estava tomada pelo desejo e pela necessidade de algo cada vez mais concreto.
Quando terminei, Erik estava de olhos fechados, com o corpo todo amolecido e trêmulo. Eu me recostei na cabeceira da cama e permaneci erguida com os cotovelos. Ele abriu os olhos e ficou me encarando. Ainda estávamos muito próximos um do outro, e antes que eu pudesse raciocinar, ele investiu para me beijar novamente.
Meu pequeno estava descobrindo seus prazeres, e eu não podia me controlar. Ele se colocou entre minhas pernas e se deitou em cima de mim, eu me abri ainda mais e afastei o corpo dele um pouco para trás. Ele teve que parar de me beijar, mas naquela altura ele ficava de cara com meus peitos enquanto me penetrava.
Na hora que consegui encaixar seu pau na minha boceta molhada e quentinha, ele sorriu, mas talvez sem entender de novo. Lhe veio aquela sensação boa de novo e falei que ele podia ficar indo pra trás e pra frente com seu pinto. Foi o que ele fez, e então estávamos fodendo, mãe e filho, ambos loucos de felicidade e prazer.
Não achei que o pintinho pequeno dele pudesse me fazer sentir tão bem, tão prazerosa. Os bracinhos dele estavam erguendo o corpo dele contra a cama, enquanto seu quadril ia pra frente e pra trás, me fodendo e me deixando cada vez mais louca, eu não estava entendendo nada mais, e acho que nem o Erik. Em poucos instantes estávamos tomados pelo prazer e pelo instinto.
Eu olhava pro rostinho dele, ainda molhado e vermelho por causa do calor do corpo, o pequeno estava se acabando na primeira vez. Esse pauzinho atravessando minha buceta é algo excepcional. Em poucos instantes ele desistiu de me foder com o corpo erguido, se jogou em cima de mim e começou a chupar meu peito. Coloquei minha mão em cima do bumbum dele e pressionei em minha direção pra ele não parar de foder. Eu estava tendo um orgasmo fantástico.
O ato selvagem e profano de transar com um menino inocente, e ainda por cima meu próprio filho, era isso que estava me enlouquecendo. Eu gritei de prazer, sem medo e sem teatro, eu estava feliz. Aos poucos fui sentindo algo escorrendo da minha virilha, pedi pro Erik parar um pouco, foi quando percebi que seu pauzinho estava encharcado de porra, e minha buceta também. Nosso primeiro orgasmo juntinhos.
Pedi pra ele se deitar de barriga pra cima, enquanto eu me encaixava no seu pinto por cima. Como o pintinho dele era pequeno, não dava para cavalgar, mas ainda assim fiquei esfregando minha boceta com o pau dele dentro. O pequeno adorou a vista para os meus peitos, e continuou se contorcendo. Vez ou outra ele erguia o corpo pra me mamar, mas quando ficava cansado de se inclinar, deitava de novo.
Todas aquelas sensações juntas eram estonteantes. Eu nunca havia experimentado tanto prazer na minha vida. Conforme fomos ficando cansados, o pintinho dele ia amolecendo e parecia que era hora de uma pausa. Me joguei na cama e pedi pra ele se deitar em cima de mim. Só que um pouco mais pra cima.
Seu pau ficou amolecido e encharcado na minha barriga, enquanto ele me olhava ofegante e contente. Eu não resisti e o beijei. Estava maravilhada, e também sem ar. Não é como se meu filho fosse um garanhão insaciável, mas toda a situação era espetacular, não sei de onde saiu tanto tesão.
Durante o beijo, senti o pinto dele endurecer mais uma vez. Dava pra perceber que ele queria um pouco mais, e eu não consegui resistir.
-Eu te amo, Erik – falei.
-Também te amo, mamãe.
Empurrei ele para o outro lado da cama, de novo de barriga para cima. Não pude suportar, tive que chupar ele mais uma vez. O gosto de todo aquele sêmen junto do gosto da minha própria boceta úmida era sem igual. Era o gosto do meu próprio filho. Não demorou muito e de novo ele gozou, só que dessa vez na minha boca. Engoli tudo. Ele ficou com um pouco de nojo, mas depois de tudo aquilo ele finalmente estava satisfeito. E eu também.
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