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Nasci para servir!

📅 Publicado em: 23/02/2025 02:31

👤 Autor: bbygirl

Isso não é um conto, e sim um desabafo real de uma mulher que adora ser maltratada e servir como depósito para seu marido.

Porém tenho dúvidas sobre qual caminho trilhar, viver a putaria ou me deixar ser adestrada por ele? Será que alguém pode me ajudar?

Aqui, apenas os nomes serão fictícios. Então prazer, Nicolle!

Sou viciada em sexo desde que me entendo por gente. Ninguém precisou me ensinar. Minha lembrança mais antiga é quando aos 7 anos minha mãe falava “menina toma banho direito, esfregar bem essa piriquita” e ali descobri como aquele ponto do meu corpo era sensível, mágico e maravilho, e assim passava horas em baixo da água me tocando.

Um dia, curiosa procurei vídeos de sexo com menores e naquela época (2007) era muito fácil achar esses conteúdos na internet.

Encontrei um blog e lá tinha vídeos de 1 pai com sua filha que era uma escravinha perfeita… em todos os vídeos aparecia com fantasia de gatinha/raposa, tinha seus membros amarrados e parecia que nem se quer conseguia falar, só sabia gemer e grunhir como bicho! Era muito gostoso ver aquele corpinho pequeno como o meu ser arrombado com tanta crueldade, isso me excitou ao ponto que até hoje sou viciada em pedo/zoo/bdsm e tudo que coloque nos mulheres em nosso verdadeiro papel que é tão simples: servir e dar prazer aos nossos machos!

Tenho muitas histórias de infância sendo uma ninfeta pervertida! Desde muito cedo aprendi a seduzir e ganhei muito leitinho de tios, primos, vizinhos, professores e desconhecidos! Posso contar tudo isso outra hora.

Hoje tenho 24 anos, sou morena de cabelo ondulados, 1,65 e 48kg. Sou magrinha, delicada e casada a 1 ano.

Meu marido tem 38 anos e é lindo! Corpo atlético, sorriso perfeito e uma pegada de tirar o fôlego!

Ele é totalmente machista e sempre pagou todas as contas da casa, meus mimos, me tirou do meu emprego e hoje só trabalho porque é na loja de roupas da mãe dele.

Ele não me deixa sair sozinha, não posso ter amigas, não posso usar roupas sensuais fora de casa e nem se quer respirar no mesmo ambiente que outro homem. Ele realmente me tem como propriedade e isso me excita demais.

Nunca precisei expor meus fetiches e ele já deu conta de realizar todos. Me trata como uma putinha e me fode quando estou dormindo, acorda de manhã e já logo leita meu cuzinho, me come no seu no horário de almoço e quando chega exige que eu esteja nua, pronta para satisfazê-lo. Raramente estou de roupa em casa, faço todos os afazeres peladinha e ele ama que eu desfile por aí com sua porra escorrendo.

Ele é bem agressivo, recentemente brigamos e eu fui pra casa da minha mãe. Solteira, resolvi postar uma foto sensual para irrita-ló e essa foi a pior escolha que fiz! Meia hora depois esse homem já estava na porta de casa, com o olhar frio me mandou entrar no carro e lá mesmo deu um tapa na minha cara, puxou meu cabelo e falou que iria fazer eu me arrepender de mostrar o que era dele.

Chegando em sua casa, ele me jogou contra a parede feito um folha de papel, cai no chão e ele veio já rasgando meu vestido, ainda meia grogue porque bati a cabeça ele cuspiu na minha cara e me acertou com vários chutes enquanto gritava que eu era só dele, e que ia me tratar como uma vadia barata já que era isso que eu tava querendo.

Pela primeira vez fui agredida por 1 homem fora do contexto sexual. Pela primeira vez chorei com medo do que poderia acontecer comigo. Ele realmente estava no controle, mas não aquele que sempre fora imposto por mim. Agora era diferente, ele se mostrou homem de verdade.

Naquele dia após vários golpes claro que ele me comeu de todas as formas, me deixou toda roxa e ria enquanto via que quanto mais forte ele batia, mais eu me mijava de prazer.

Esse acontecido me deixou muito confusa, fiquei de cama por alguns dias sendo cuidada por minha sogra. Feia e toda roxa. Foi excitante sim, mas pela primeira vez senti medo. Pela primeira vez era o domínio real de um homem sobre mim. Não só um fetiche. No fim pedi perdão e jurei que nunca mais ninguém ia ver o que é só dele.

O tempo passou, final do ano viajei a trabalho com minha sogra e passado uns 3 dias recebo várias mensagens da minha irmã contando que ele estava com uma guria de 12 anos em casa. Essa fofoca rodou a cidade inteira e resumindo: Era filha de um amigo antigo dele, a guria perdeu os pais e aproveitou que eu não estava para fugir para minha casa. Fiz um barraco, quase terminamos por telefone mesmo e ele me jurou que era mentira, que sou a única na vida dele e que as pessoas queriam nos separar.

Voltei de viajem na domingo de manhã, realmente minha casa estava do jeitinho que deixei, mas o plow-twist foi na segunda feira, quando antes de sairmos para trabalhar bateu na porta dois polícias civis e 1 mulher do conselho tutelar. Estavam a procura da menina “loirinha e branquinha” que fugiu do abrigo.

Naquele momento nunca senti tanto ódio! Ele foi pra fora conversar e resolver tudo com sua influência (que não é pouca na cidade) enquanto isso fiz questão de quebrar a casa inteirinha. Surtei de ódio, peguei o carro e fui pra casa da minha mãe quase o atropelando.

Cheguei la debulhada em lágrimas e a primeira coisa que fiz foi pegar o celular e acessar esse site, me toquei muito imaginado ele fodendo aquela criança de todas as formas possíveis. Um falo de 21cm faz um estrago até em mim, quem dirá num corpinho infantil. Gozei bastante e depois chorei compulsivamente a dor da traição.

Será que alguém entende minha confusão?

Um lado de mim diz “ele é homem, ele pode. Você tem que aceitar isso e satisfazê-lo agora mais ainda”. O outro fala “Acorda, você tem 24 anos está no auge da juventude e pode satisfazer seus prazeres com quantos homens quiser, como sempre foi.”

Realmente pesa um pouco pensar que porra, faço todas as vontades dele, todos os fetiches, sou a esposa perfeita submissa, cuido da casa e sempre estou disponível… ele nao devia precisar de mais ninguém.

Nosso relacionamento sempre foi meio instável, por isso ainda tenho meu quarto na casa da minha mãe e neste dia cheguei lá de manhã, tomei meus remédios pra dormir e capotei.

Acordei muitas horas depois sentindo minha buceta pegar fogo. Sem muita noção olhei ao redor e ainda zonza vi ele em cima de mim metendo muito forte na minha bucetinha. Ardia muito por conta do lubrificante que ele usou para me acordar, e como uma lavagem cerebral ele repetia “você tem que ser uma boa menina”, “você vai ser pra sempre minha”… isso foi entrando na minha cabeça e me fazendo cada vez mais aceitar que só sirvo pra isso… e ele está no direito dele de se satisfazer como quiser, o importante é no final me encher de leitinho até eu engasgar! Assim cumpro meu papel na sociedade.

Chegando em casa, ainda tive que limpar toda a bagunça que fiz enquanto ele assistia e me batia com seu cinto falando que tenho que fazer o que ele mandar, que sou propriedade dele.

Agora não sei se continuando aceitando essa situação onde vivo meu fetiche de forma literal, ou então se volto a ser como antes, uma putinha que não era controlada por ninguém.

O que você faria?
Nenhuma reação ainda.

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