Estupraram Verinha
Estupraram Verinha
Sempre acompanho os contos deste site e agora vou contar um que presenciei há muito tempo, acontecido com uma amiga que teve que passar anos fazendo análise pra se curar das seqüela do acidente.
Verinha era uma garota muito bonita e desejada por toda a galera do bairro, ma não dava mole pra ninguém. Gostava de provocar e depois deixar os caras na mão. Ela é loirinha, cabelos compridos, seios grandes e bundinha média e durinha, pele branquinha e coxas médias. Muito gostosa. Eu mesmo havia tentado ficar com ela varias vezes, mas sempre levava fora. Já estava ficando com raiva dela, quando aconteceu o acidente.
Já era tarde, por vota de meia-noite e meia. Eu tinha saído pra dar uma volta e, depois de ficar um tempo num bar tomando cerveja com colegas, estava voltando pra casa. Eu moro num bairro bem afastado e minha casa e a de Verinha, que fica ao lado, eram as últimas da rua, sem vizinhos perto. Era perigoso passar por ali tão tarde, pois não havia ainda iluminação naquele trecho de rua. Como aquela. Verinha tinha ido na casa de umas amigas pois era seu aniversário de dezoito anos e a carona que ela conseguiu pra voltar era um cara que tava a fim dela, mas que a deixou meio longe de casa porque ela não quis dar uns beijinhos nele no carro. Eu estava parado encostado atrás do muro de uma casa em construção, pensando na vida e fumando um cigarro, antes de voltar pra casa, quando ouço barulho de passos como que de alguém andando de salto alto. Era Verinha que andava apressada e assustada de ter que passar por ali sozinho uma hora daquelas. Fiquei na minha e não deixei ela me ver, o porque afinal estava zangado com a arrogância dela.
De repente, quando Verinha ia passando em frente a casa em construção, saíram do outro lado cinco sujeitos com capuz de motoqueiro na cabeça(daqueles que só se vê os olhos). Dois foram por trás e a agarraram, taparam sua boca, enquanto os outros três a arrastavam pra dentro da casa. Fiquei assustado e minha adrenalina foi a mil. Pensei e várias coisas, em gritar pra espantá-los, dizer que estava armado, correr pra pedir socorro... mas decidi ficar ali pra ver o que acontecia, por achar que ela merecia aquela lição. Fui me acalmando e lentamente chegando perto de uma janela de onde eu podia ver onde eles estavam e eles não podiam me ver. A casa não tinha telhado ainda e a luz da lua me deixava ver claramente o que acontecia lá dentro.
Jogaram Verinha em cima de uns pedaços grande de papelão que havia lá e cada um puxou uma faca e dissera baixinho:
- Se tu gritar ou fizer qualquer besteira, a gente te mata , e bem devagarinho, entendeu? Agora você vai ser a nossa puta. Vai ver o que é bom.
Eles não deixaram ela falar nada. Ela tremia muito e chorava aos soluços, de medo. Foram rasgando a roupa toda dela e a deixaram completamente nua. Ela, entre soluços, disse que era virgem e implorou para não fazerem aquilo com ela, que ela daria dinheiro, faria qualquer coisa.
- Tu vai fazer tudo com a gente, gostosa, e quando a gente acabar, nem você vai se reconhecer.
Tiraram a sorte pra ver quem ia meter primeiro na buceta pra tirar o cabaço dela e o que ganhou disse assim:
- Menina de sorte, vou te lascar todinha, tua buceta e teu cuzinho vão ficar arregaçados quando eu terminar.
Eles seguraram ela toda arreganhada e encostaram as facas nela dizendo que se não ficasse quieta iam furar ela toda. Arreganharam os braços e as pernas dela o máximo que dava e o outro colocou o pau pra fora e dava pra ver que era muito grande, devia ter mais de vinte centímetros e era bem grosso. Ela viu e ficou apavorada, mas um deles deu uma espetada de leve na barriga dela com a faca, mandando ela ficar quieta senão seria pior.
O cara ficou em cima dela e meteu de uma vez só na buceta, rasgando o cabaço e um outro colocou a mão na boca dela, pois sabia que o grito seria inevitável. O que estava metendo bombava com toda força e xingava ela baixinho, de puta, cadela, piranha e tudo mais. Depois de uns quinze minutos, gozou e ficou um pouco em cima dela, pois parecia que tinha gozado até a alma. Tirou o cacete de dentro dela e tava todo sujo de sangue e porra. Mandou ela chupar pra deixar limpinho e ela chupou bastante, chorando o tempo todo. Aí os outros tiraram a sorte de novo e o ganhador disse que ia lascar o cuzinho dela.
- Ah, sua puta! Vou rasgar esse cú que você nunca mais vai conseguir deixar ele apertadinho de novo.
Ela começou a se debater, mas eles a estavam segurando firme. Um deles falou que a meter a faca nela.
- Vou furar essa piranha de uma vez, pra ela deixar de ser besta!
- Não! ainda não, disse o que tinha ganhado na disputa. Vou fazer melhor que isso. Vira ela de bruços e ajoelhada, com a cabeça pra baixo.
Viraram ela, que ficou com a bunda bem arrebitada e um pouco aberta, enquanto os outros a dominavam totalmente, sendo que um praticamente estava montado em sua nuca, pra imobilizá-la bem.
- Isso, segura bem e tapa a boca dela com esse lenço que eu vou dar um trato nesse cuzinho virgem.
Depois que enfiaram o lenço na boca dela, o cara se abaixou, arreganhou as bandas da bunda dela e começou a enfiar um dedo no cuzinho da Verinha. Ela não podia nem se debate, pois estava totalmente imóvel. O cara enfiou dois dedos, depois três, sem lubrificação alguma. Ia forçando rapidamente pra dentro e pra fora.
- Agora vamos ver o que ala acha disso.
Falou isso e, com os dois indicadores das mãos enfiados no cú dela, começou a forçar pra rasgar as pregas. O cú dela começou a sangrar, ela gemia muito. O cara enfiou os dedos médios e agora, com dois dedos de cada lado ia rasgando o cú dela todo e ria, xingando ela bastante. Soltava e ficava olhando o estrago, depois enfiava de novo e puxava as paredes do cú, fazendo todas as pegas se partirem e fazendo sangra bastante. O cara tava maluco e adorando aquilo. Depois de estourar as pregas de Verinha, ele tirou o pau pra fora(era quase do tamanho do outro e mais grosso, parecia um salame. Ficou metendo nela naquela posição, meio agachado, depois trocava e apoiava os joelhos no chão e jogava seu corpo em cima do dela. Ficou uns vinte minutos assim. De vez em quando ele tirava o cacete sujo de sangue e enfiava os dedos de novo, dizendo que precisava rasgar mais o cú dela, pra seu pau entrar folgado, mas era impossível, porque o cacete dele era muito grosso mesmo. Reparei que Verinha já havia desmaiado com a dor e o cara gozou bastante no cú dela com ela desacordada.
Os outros diziam:
- Pô cara, que estrago, hein!?
- Você fudeu mesmo cm o cú dela! Não ficou nenhuma prega pra contar a estória.
- Tá parecendo outra buceta.
- Isso e pra ela aprender a respeitar os outros. Agora vamo acordá ela.
Viraram ela de novo na posição inicial, com os braços e as pernas abertas e bateram no rosto até que ela acordou, toda confusa e começou a chorar sentindo muita dor. Implorava para eles pararem, que ela ia morrer de dor, que estava arrebentada, mas elas só riam e xingavam ela.
- Olha, putinha, reparei que você não gosta de se depilar. Tua buceta tá muito cabeluda. Vou fazer esse favor pra você e deixar ela lisinha, sem um pêlo.
Ela arregalou os olhos, ainda estava amordaçada e com um dos caras segurando sua boca.
O cara foi pro meio das pernas dela e de uma vez só pegou e arrancou um punhado de pentelhos da buceta dela, puxando com muita foça. Ela tinha espasmos de dor e o corpo tremia todo. O cara ia puxando aos tufos os pentelhos, arrancando e mostrando pra ela. Ficava puxando um punhado sem arrancar, pra ver a expressão de dor dela. A buceta tava toda vermelha, do sangue que tinha saído do cabaço rasgado e inchada por causa da violência da depilação forçada. Quando o cara viu que não tinha mais pentelhos, disse pro colega:
- Acho que você também quer se divertir, não é mesmo?
- Claro, cara, deixa alguma coisa pra mim também, pô.
- Então vem, faz o que tu quiser com essa puta.
O cara que tava segurando a perna direita dela trocou de lugar com o que tinha arrancado seus pentelhos , ficando também no meio das pernas de Verinha, começou a enfiar os dedos na buceta machucada dela. Enfiava dois, três, quatro, até que enfiou a mão inteira e nessa hora ela desmaiou novamente.
O cara ficou bombando a mão na buceta dela um tempão. Enfiava o mais que podia e dizia pros outros que estava socando o útero dela.
Um outro aproveitou pra beliscar os bicos dos seios dela. Beliscava com as unhas e puxava com força pra cima, sacudindo bem hora um hora outro. Teve uma hora que ele puxou tanto que rasgou o bicou do seio esquerdo, e falou:
- Porra! Essa puta tem a pele muito fina! Vou rasgar o outro também.
E assim fez, espremendo o bico do seio direito com as unhas do polegar e do indicador, até sangrar.
Foi aí que Verinha acordou novamente e parecia em estado de choque. Já não se debatia quase, só soluçava com dificuldade por causa da mordaça e dos ferimentos.
- Pessoal, vamos terminar isso que ela já está quase no ponto.
- Cara, você, que anda não aproveitou da nos puta, pode partir pro grande final. Já sabe, né?
- Claro, deixa comigo.
Esse cara enfiou o pau na buceta toda ferida dela, meteu uns dez minutos e gozou lá dentro. Depois disse:
- Agora, putinha, vamos fechar com chave de ouro.
O sujeito beliscou o grelinho dela com as unhas do indicador e do polegar e apertava com toda força, torcendo de um lado pra outro, puxando pra cima e par aos lados, beliscava os lábios da buceta dela, até que falou:
- Agora vamos levar uma recordação do nosso encontro delicioso. Um troféu pra gente nunca se esquecer de você e nem você de nós.
O cara beliscou novamente o clitóris de Verinha com as unhas, puxou bem pra cima, pegou o estilete que tinha e cortou fora o grelinho dela. Começou a escorrer muito sangue. Ela desmaiou de novo, parecia que estava morta. O cara pegou um lenço, embrulhou o clitóris arrancado nele e saíram rapidamente, sem fazer barulho, sumindo no matagal que avia ali perto. Assim que eles sumiram de vista, fui correndo procurar um telefone público, chamei a polícia, contei que tinha uma moça caída nua naquela casa e me mandei pra minha casa, que estava vazia porque meus pais tinha viajado. Dali a pouco só ouvi as sirenes e a algazarra de ambulância e os carros levando ela para o hospital.
Verinha ficou internada dois meses para se recuperar dos ferimentos, teve que fazer várias plásticas no corpo todo e quando saiu do hospital a família se mudou pra outra cidade e só fui reencontrá-la três anos depois, por acaso.
Qualquer coisa, me escrevam. esperma13@bol.com.br
Sempre acompanho os contos deste site e agora vou contar um que presenciei há muito tempo, acontecido com uma amiga que teve que passar anos fazendo análise pra se curar das seqüela do acidente.
Verinha era uma garota muito bonita e desejada por toda a galera do bairro, ma não dava mole pra ninguém. Gostava de provocar e depois deixar os caras na mão. Ela é loirinha, cabelos compridos, seios grandes e bundinha média e durinha, pele branquinha e coxas médias. Muito gostosa. Eu mesmo havia tentado ficar com ela varias vezes, mas sempre levava fora. Já estava ficando com raiva dela, quando aconteceu o acidente.
Já era tarde, por vota de meia-noite e meia. Eu tinha saído pra dar uma volta e, depois de ficar um tempo num bar tomando cerveja com colegas, estava voltando pra casa. Eu moro num bairro bem afastado e minha casa e a de Verinha, que fica ao lado, eram as últimas da rua, sem vizinhos perto. Era perigoso passar por ali tão tarde, pois não havia ainda iluminação naquele trecho de rua. Como aquela. Verinha tinha ido na casa de umas amigas pois era seu aniversário de dezoito anos e a carona que ela conseguiu pra voltar era um cara que tava a fim dela, mas que a deixou meio longe de casa porque ela não quis dar uns beijinhos nele no carro. Eu estava parado encostado atrás do muro de uma casa em construção, pensando na vida e fumando um cigarro, antes de voltar pra casa, quando ouço barulho de passos como que de alguém andando de salto alto. Era Verinha que andava apressada e assustada de ter que passar por ali sozinho uma hora daquelas. Fiquei na minha e não deixei ela me ver, o porque afinal estava zangado com a arrogância dela.
De repente, quando Verinha ia passando em frente a casa em construção, saíram do outro lado cinco sujeitos com capuz de motoqueiro na cabeça(daqueles que só se vê os olhos). Dois foram por trás e a agarraram, taparam sua boca, enquanto os outros três a arrastavam pra dentro da casa. Fiquei assustado e minha adrenalina foi a mil. Pensei e várias coisas, em gritar pra espantá-los, dizer que estava armado, correr pra pedir socorro... mas decidi ficar ali pra ver o que acontecia, por achar que ela merecia aquela lição. Fui me acalmando e lentamente chegando perto de uma janela de onde eu podia ver onde eles estavam e eles não podiam me ver. A casa não tinha telhado ainda e a luz da lua me deixava ver claramente o que acontecia lá dentro.
Jogaram Verinha em cima de uns pedaços grande de papelão que havia lá e cada um puxou uma faca e dissera baixinho:
- Se tu gritar ou fizer qualquer besteira, a gente te mata , e bem devagarinho, entendeu? Agora você vai ser a nossa puta. Vai ver o que é bom.
Eles não deixaram ela falar nada. Ela tremia muito e chorava aos soluços, de medo. Foram rasgando a roupa toda dela e a deixaram completamente nua. Ela, entre soluços, disse que era virgem e implorou para não fazerem aquilo com ela, que ela daria dinheiro, faria qualquer coisa.
- Tu vai fazer tudo com a gente, gostosa, e quando a gente acabar, nem você vai se reconhecer.
Tiraram a sorte pra ver quem ia meter primeiro na buceta pra tirar o cabaço dela e o que ganhou disse assim:
- Menina de sorte, vou te lascar todinha, tua buceta e teu cuzinho vão ficar arregaçados quando eu terminar.
Eles seguraram ela toda arreganhada e encostaram as facas nela dizendo que se não ficasse quieta iam furar ela toda. Arreganharam os braços e as pernas dela o máximo que dava e o outro colocou o pau pra fora e dava pra ver que era muito grande, devia ter mais de vinte centímetros e era bem grosso. Ela viu e ficou apavorada, mas um deles deu uma espetada de leve na barriga dela com a faca, mandando ela ficar quieta senão seria pior.
O cara ficou em cima dela e meteu de uma vez só na buceta, rasgando o cabaço e um outro colocou a mão na boca dela, pois sabia que o grito seria inevitável. O que estava metendo bombava com toda força e xingava ela baixinho, de puta, cadela, piranha e tudo mais. Depois de uns quinze minutos, gozou e ficou um pouco em cima dela, pois parecia que tinha gozado até a alma. Tirou o cacete de dentro dela e tava todo sujo de sangue e porra. Mandou ela chupar pra deixar limpinho e ela chupou bastante, chorando o tempo todo. Aí os outros tiraram a sorte de novo e o ganhador disse que ia lascar o cuzinho dela.
- Ah, sua puta! Vou rasgar esse cú que você nunca mais vai conseguir deixar ele apertadinho de novo.
Ela começou a se debater, mas eles a estavam segurando firme. Um deles falou que a meter a faca nela.
- Vou furar essa piranha de uma vez, pra ela deixar de ser besta!
- Não! ainda não, disse o que tinha ganhado na disputa. Vou fazer melhor que isso. Vira ela de bruços e ajoelhada, com a cabeça pra baixo.
Viraram ela, que ficou com a bunda bem arrebitada e um pouco aberta, enquanto os outros a dominavam totalmente, sendo que um praticamente estava montado em sua nuca, pra imobilizá-la bem.
- Isso, segura bem e tapa a boca dela com esse lenço que eu vou dar um trato nesse cuzinho virgem.
Depois que enfiaram o lenço na boca dela, o cara se abaixou, arreganhou as bandas da bunda dela e começou a enfiar um dedo no cuzinho da Verinha. Ela não podia nem se debate, pois estava totalmente imóvel. O cara enfiou dois dedos, depois três, sem lubrificação alguma. Ia forçando rapidamente pra dentro e pra fora.
- Agora vamos ver o que ala acha disso.
Falou isso e, com os dois indicadores das mãos enfiados no cú dela, começou a forçar pra rasgar as pregas. O cú dela começou a sangrar, ela gemia muito. O cara enfiou os dedos médios e agora, com dois dedos de cada lado ia rasgando o cú dela todo e ria, xingando ela bastante. Soltava e ficava olhando o estrago, depois enfiava de novo e puxava as paredes do cú, fazendo todas as pegas se partirem e fazendo sangra bastante. O cara tava maluco e adorando aquilo. Depois de estourar as pregas de Verinha, ele tirou o pau pra fora(era quase do tamanho do outro e mais grosso, parecia um salame. Ficou metendo nela naquela posição, meio agachado, depois trocava e apoiava os joelhos no chão e jogava seu corpo em cima do dela. Ficou uns vinte minutos assim. De vez em quando ele tirava o cacete sujo de sangue e enfiava os dedos de novo, dizendo que precisava rasgar mais o cú dela, pra seu pau entrar folgado, mas era impossível, porque o cacete dele era muito grosso mesmo. Reparei que Verinha já havia desmaiado com a dor e o cara gozou bastante no cú dela com ela desacordada.
Os outros diziam:
- Pô cara, que estrago, hein!?
- Você fudeu mesmo cm o cú dela! Não ficou nenhuma prega pra contar a estória.
- Tá parecendo outra buceta.
- Isso e pra ela aprender a respeitar os outros. Agora vamo acordá ela.
Viraram ela de novo na posição inicial, com os braços e as pernas abertas e bateram no rosto até que ela acordou, toda confusa e começou a chorar sentindo muita dor. Implorava para eles pararem, que ela ia morrer de dor, que estava arrebentada, mas elas só riam e xingavam ela.
- Olha, putinha, reparei que você não gosta de se depilar. Tua buceta tá muito cabeluda. Vou fazer esse favor pra você e deixar ela lisinha, sem um pêlo.
Ela arregalou os olhos, ainda estava amordaçada e com um dos caras segurando sua boca.
O cara foi pro meio das pernas dela e de uma vez só pegou e arrancou um punhado de pentelhos da buceta dela, puxando com muita foça. Ela tinha espasmos de dor e o corpo tremia todo. O cara ia puxando aos tufos os pentelhos, arrancando e mostrando pra ela. Ficava puxando um punhado sem arrancar, pra ver a expressão de dor dela. A buceta tava toda vermelha, do sangue que tinha saído do cabaço rasgado e inchada por causa da violência da depilação forçada. Quando o cara viu que não tinha mais pentelhos, disse pro colega:
- Acho que você também quer se divertir, não é mesmo?
- Claro, cara, deixa alguma coisa pra mim também, pô.
- Então vem, faz o que tu quiser com essa puta.
O cara que tava segurando a perna direita dela trocou de lugar com o que tinha arrancado seus pentelhos , ficando também no meio das pernas de Verinha, começou a enfiar os dedos na buceta machucada dela. Enfiava dois, três, quatro, até que enfiou a mão inteira e nessa hora ela desmaiou novamente.
O cara ficou bombando a mão na buceta dela um tempão. Enfiava o mais que podia e dizia pros outros que estava socando o útero dela.
Um outro aproveitou pra beliscar os bicos dos seios dela. Beliscava com as unhas e puxava com força pra cima, sacudindo bem hora um hora outro. Teve uma hora que ele puxou tanto que rasgou o bicou do seio esquerdo, e falou:
- Porra! Essa puta tem a pele muito fina! Vou rasgar o outro também.
E assim fez, espremendo o bico do seio direito com as unhas do polegar e do indicador, até sangrar.
Foi aí que Verinha acordou novamente e parecia em estado de choque. Já não se debatia quase, só soluçava com dificuldade por causa da mordaça e dos ferimentos.
- Pessoal, vamos terminar isso que ela já está quase no ponto.
- Cara, você, que anda não aproveitou da nos puta, pode partir pro grande final. Já sabe, né?
- Claro, deixa comigo.
Esse cara enfiou o pau na buceta toda ferida dela, meteu uns dez minutos e gozou lá dentro. Depois disse:
- Agora, putinha, vamos fechar com chave de ouro.
O sujeito beliscou o grelinho dela com as unhas do indicador e do polegar e apertava com toda força, torcendo de um lado pra outro, puxando pra cima e par aos lados, beliscava os lábios da buceta dela, até que falou:
- Agora vamos levar uma recordação do nosso encontro delicioso. Um troféu pra gente nunca se esquecer de você e nem você de nós.
O cara beliscou novamente o clitóris de Verinha com as unhas, puxou bem pra cima, pegou o estilete que tinha e cortou fora o grelinho dela. Começou a escorrer muito sangue. Ela desmaiou de novo, parecia que estava morta. O cara pegou um lenço, embrulhou o clitóris arrancado nele e saíram rapidamente, sem fazer barulho, sumindo no matagal que avia ali perto. Assim que eles sumiram de vista, fui correndo procurar um telefone público, chamei a polícia, contei que tinha uma moça caída nua naquela casa e me mandei pra minha casa, que estava vazia porque meus pais tinha viajado. Dali a pouco só ouvi as sirenes e a algazarra de ambulância e os carros levando ela para o hospital.
Verinha ficou internada dois meses para se recuperar dos ferimentos, teve que fazer várias plásticas no corpo todo e quando saiu do hospital a família se mudou pra outra cidade e só fui reencontrá-la três anos depois, por acaso.
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