Casando com uma menina de 9 anos, legalmente
Sempre entro nesse site, e vejo diversos relatos fantasiosos. Só quem realmente teve a sorte da troca de prazer com uma menina muito mais nova, sabe como funciona de verdade. Vou contar como foi que me casei com a minha primeira esposa, que tinha 9 anos.
Minha família tem um grande estaleiro no Brasil, eu cresci com a família engenheira e administradora. Aprendi a soldar muito cedo, e mesmo não precisando, sempre trabalhei na parte pesada de engenharia. Comecei a faculdade e engenharia aeronáutica, até começar a ter aulas de físicas dos fluídos, depois de poucas semanas, eu levantei da aula e abandonei o curso. Quem já estudou física dos fluídos sabe do que estou falando.
Minha família me convenceu a fazer outro curso, e como tinha feito muitas matérias de engenharia, fiz engenharia química. Na época eu já tinha uma namoradinha de 8 anos, filha da empregada. A emprega era uma mulata do tipo cheinha e uma bunda grande. A filha não era cheinha, mas sempre teve a bunda arrebitada. Não foi a primeira tão novinha, mas era a primeira que eu tive tanto tempo e eu já era um adulto.
Comecei quando ela tinha 7 anos, brincando de beijar. O beijo era de adulto, e sentir sua língua e sua boquinha infantil e inocente era uma delícia. Ela estudava de tarde e vinha todas as manhãs com a mãe dela. Meus pais estavam na empresa, meus irmãos estudando e eu tinha poucas matérias de manhã na faculdade, então sempre estava em casa só nós três. Eu trabalhava no turno a noite na doca, mesmo sendo um trabalho de meio período, eu trabalhava pesado.
Eu sempre era acordado pela menina, que pulava em cima de mim querendo beijar. Eu tomava um pouco de água e comia um chocolate (ou outro doce) para depois aceitar os deliciosos lábios daquela pequena deusa. Levantava e escovava o dente, tomava café e vinha para o quarto estudar. Éramos como namorados e sempre nos beijando de língua. Depois de pouco tempo eu comecei não só apalpar e curtir o corpinho dela, comecei também a masturba-la. Normalmente eu ficava sentado na cadeira da minha escrivaninha, ela ficava em pé me beijando. Eu botava uma mão na frente na bucetinha e outra na bundinha. Os dedos se encontravam, onde um ficava estimulando o clitóris e o outros tentando entrar no buraquinho da pequena bucetinha. Sempre por cima da calcinha, quem realmente teve acesso a uma bucetinha tão pequena, sabe que usar o dedo diretamente só causa desconforto.
Quanto mais eu estimulava, mas molinha ela ficava, e mais molhado o beijo ficava. Ela até esquecia o beijo e só curtia. A bucetinha estava sempre molhada e eu não sabia se ela gostava ou não, era muito nova. Mas ficava toda molinha e com os olhos fechados e rostinho feliz. Eu não conseguia reconhecer se ela gozava ou não, mas estava viciada nisso.
Nunca precisava procurar, ela mesma cuidava para a mãe dela não ver. Vocês devem imaginar o quão delicioso era ser o brinquedo desta pequena, que aprendeu a ter tanto prazer. Foi um pouco difícil fazer ela gostar de me chupar, e ela não me deixava chupar ela por medo de ser pega, já que ela tinha que tirar a roupa para ficarmos confortáveis e a mãe dela poderia nos pegar.
Acredito que a mãe dela sabia do nosso “namoro” e nos deixava. Soube depois que a mãe dela teve algo parecido e não tinha lembranças ruins. Claro, sempre ficarei na dúvida se a mãe dela era cumplice, omissa ou muito ingênua.
Eu estava terminando o meu tcc e comecei a pós-graduação. A menina já tinha feito 8 anos e agora me acordava pegando no meu pau. Como o beijo matutino tinha gosto ruim de manhã, ela vinha em cima de mim, abaixava minha cueca e começava a me masturbar e me chupar. Nós “namorávamos” quase 1 ano, e só tínhamos aquele horário para apagar o fogo dela. A primeira vez que gozei na boca dela, ela ficou com vontade de vomitar e correu para o banheiro. Pequena e inexperiente, eu nunca gozava com ela me chupando. Quando eu mostrei o vídeo de homens gozando, ela perguntou por que eu não fazia igual. Eu dizia que era as mulheres que faziam eles gozarem, e que ela era muito nova e não sabia fazer isso.
Quando ela soube que outras namoradas mais velhas me fizeram gozar várias vezes, ela ficou em choque. Imaginem a menina enfezada, e começou a tentar me fazer gozar sempre. Não sei se era ciúme, ou se sentia-se no dever, ou era apenas dedicada mesmo, mas ela ficou ainda mais “trabalhadora”. Não parei de beijar ela, de deixar ela molinha em meus braços. Eu dava dicas e mostrava vídeos de boquete para ela. Levou algumas semanas para ela conseguir.
Eu preciso explicar como sou. Sou moreno tipo italiano, cabelo escuro e pele branca. Sempre fui dotado. Para vocês saberem o tamanho do meu pau, da mesma largura e comprimento da lata grande de redbull. Tem três tamanhos e o maior tem a dimensão do meu pau.
De agora em diante vocês vão ver a lata grande de redbull e lembrar de mim. Obrigado por isso.
Para as mulheres, não causo dor, apenas desconforto no início da relação (algumas mulheres pareciam não ter fundo, essas não contam). Mas para uma menina de 8 anos, era um pau imenso. Ela mal conseguia botar a cabeça do meu pau na boca dela sem me machucar com os dentes. E agora ela tentava me fazer gozar.
Como falei, levou algumas semanas. Parecia que agora sempre tinha alguém da minha família em casa e complicava. Então a menina tinha mais gente para “cuidar” e não deixar nós sermos pegos. Logo ela desenvolveu uma técnica muito gostosa. Ao invés de tentar ficar com um vai e vem na boca. Ela colocava o meu pau o máximo que dava, e começava a mamar como um bebezinho, melhor, como uma terneirinha. Descobrindo que mesmo forçando muito a sucção não causava desconforto para mim.
Ela queria que eu me deitasse, ela se deitava em cima de mim para que a língua dela ficasse no lato mais exposto da cabeça do meu pau. Assim quando ela fazia sucção, podia ficar passando a língua mais facilmente na cabeça.
Sempre tive dificuldade para gozar, mesmo com outras mulheres (deve ser por gostar de garotinhas) e ela conseguiu fazer algo tão delicioso.
Eu ficava cheirando a bucetinha deliciosa, sentia aquela boquinha apertada e quente no meu pau. Cada vez mais dentro e começava a ver estrelas com a sucção dela. Ela chupava com força, como se tentasse desentupir. Cada sucção ela mexia a língua e causava ainda mais prazer. Mesmo explicando, não vou conseguir explicar o maravilhoso prazer que eu sentia. Ela sugava e mexia a língua, sugava ainda mais forte e estimulava a cabeça do meu pau. Era umas duas vezes por segundo, e como não precisava parar respirar, ficava constantemente me chupando com força.
Gozei, eu avisei que iria e ela fez mais força. Gozei fundo na garganta dela. Se assustou e tirou o meu pau da boca. Como ela engasgou, tirou com muita pressa e me machucou um pouco com seus dentes. Estragou um pouco o meu prazer de estar gozando. Ela correu para a minha suíte com se fosse vomitar. Eu só fiquei parado tentando curtir o que aconteceu, mas estava doendo.
Ela voltou com uma toalha e olhos avermelhados (não de choro). Perguntou se eu tinha gostado, eu disse que foi muito bom, mas ela me machucou no final. Ela pediu desculpa, ficou triste. Claro que eu não iria deixar ela ficar triste depois de se empenhar tanto. Convidei ela para deixar comigo. Ficamos nos beijando de uma forma mais carinhosa. Eu fazia carinho nos seus cabelos e rosto e dizia que a amava.
A época de eu sair do Brasil e me casar com uma menina 9 anos ainda levaria anos. E sim, eu moro em um país que é legal casar com uma menina de 9 anos. Só tive que me tornar um homem de fé e rezar seis vezes por dia.
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