Caminhoneiro obcecado por garotinhos
Meu nome é João, tenho 1,73 m de altura, 40 anos, cabelo preto, pele clara, olhos castanhos e sou um pouco gordo, tenho corpo de pai.
Naquele dia, comi dois jovens de uma vez só dentro do caminhão. Eu entrei nesse trabalho de caminhoneiro justamente com a intenção de ter bastante oportunidade de ficar com gente na estrada.Fui fazer uma entrega em uma cidade do Rio Grande do Sul. Cheguei ao mercado por volta das 01:40 e teria que esperar até as 15:00 para descarregar. Enquanto esperava dentro do caminhão, vi dois jovens passando na direção do mercado.O primeiro era o Júlio: cabelo preto, olhos castanhos, 20 anos, magrinho. O outro era o Pedro, também de 20 anos, com uma barriguinha, não era totalmente magro, cabelo loiro e olhos castanhos.Não tinha batido na porta do mercado ainda, então desci do caminhão e fui até lá. Só percebi que o zíper da minha calça estava aberto quando os dois já estavam olhando para o volume do meu pau. Meu pau tem 21 cm e tem uma coloração puxada para o preto. Eles ficaram parados olhando.
Escutei o Júlio falar para o Pedro que eles podiam sentar ali e tomar o refrigerante (estavam com um litro de Coca-Cola). Bati na porta do mercado e ninguém atendeu. Voltei para o caminhão e fiquei sentado no banco, observando aqueles dois.Sempre soube que sou gay e já tinha ficado com alguns garotos antes, mas aqueles dois me deram muito tesão. Percebi que eles estavam tomando refrigerante direto do litro. Chamei os dois:— Ei, meninos, vem aqui.Eles se aproximaram da janela do caminhão. Ofereci que entrassem, porque tinha copos descartáveis e o ar-condicionado estava ligado (estava muito quente lá fora). De início, achei que eles só pegariam os copos, mas vi que já tinham malícia no olhar e entraram.— Pedro: Obrigado, tava muito quente lá fora.
Eu: Imagina. Qual é o nome de vocês?Eles se apresentaram. Perguntei o que estavam fazendo ali e o Júlio respondeu:— Estamos matando aula.Eu: Eu matava bastante aula na idade de vocês também.Começamos a conversar enquanto eles tomavam refrigerante. Ofereceram para mim, mas eu não quis. Como ainda estava com o zíper aberto, dava para ver o volume na calça. Notei o Pedro olhando de canto para o meu pau. Peguei nele e fiz como se estivesse coçando, abrindo mais o zíper. Nessa hora o Júlio também viu. Os dois ficaram envergonhados, mas dava para notar os volumes crescendo nas roupas deles.Pedro (disfarçando): Você é casado?Ele perguntou porque viu a aliança na minha mão. Respondi que não era casado, que usava o anel só para disfarçar melhor na estrada. O Júlio perguntou:— Sendo caminhoneiro dá pra ficar com bastante gente?
Eu: Dá sim, pra ficar com homem e mulher.Falei isso enquanto mexia no meu pau por cima da calça. Depois perguntei:— E vocês, já ficaram com alguém?Eles responderam que não. O Pedro olhou de novo para o meu pau e perguntou:— Você quer que a gente pegue?Ele balançou a cabeça positivamente e perguntou pro Júlio, que também concordou. Tirei a calça e passei para o banco do carona, onde tinha mais espaço. Meu pau já estava duro dentro da cueca. Pedro começou a passar a mão enquanto o Júlio só olhava.Eu: Nossa, que delícia. Não quer chupar ele?Tirei a cueca. Pedro rapidamente pegou meu pau e começou a chupar. Abaixei a calça dele e meti um dedo no seu cuzinho rosado. Ele gemeu baixinho.Eu: Você gosta disso, putinha?Pedro: Sim, gosto muito.Eu: Me chama de papai, vai.
Pedro: Vai, papai… enfia seu dedo em mim… ahhh.Enquanto isso, o Júlio se masturbava vendo a cena.Eu: Pera um pouco, vou arrumar o banco.Abri o banco que vira cama, deixando mais espaço. Falei pro Júlio vir e virei ele de costas. Comecei a chupar o cu dele enquanto os dois ficavam de quatro. Pedro entrou por baixo de mim e começou a chupar meu pau. Ficamos assim por uns minutos, eles me chupando e me chamando de papai.Depois sentei, peguei uma camisinha no porta-luvas e perguntei:— Quem quer sentar primeiro?Pedro disse que queria. Peguei ele no colo e fui colocando minha pica devagar naquele cuzinho apertadinho. Foi uma das melhores sensações da minha vida. Ele gemia enquanto sentava. Comecei a levantar e abaixar ele enquanto o Júlio mamava o pau do Pedro.Eu: Você senta bem, hein. Em quem você costuma sentar?
Pedro: Eu costumo dar pro meu pai.Fiquei com ainda mais tesão quando ouvi isso.Eu: Então senta em mim como você faz com seu pai.Ele começou a gemer alto, me chamando de papai e pedindo pra ir mais forte. Fui aumentando o ritmo.Pedro: Ai, tá doendo… vai mais devagar…Eu: Hoje você vai ser minha putinha, cala a boca.Fui cada vez mais forte.Pedro: Vou gozar… aaaah!Ele gozou, chegou a espirrar um pouco de porra no vidro do caminhão.Eu: Já? Agora vem você.Tirei o Pedro da minha pica e puxei o Júlio.Júlio: Vai devagar… nunca fiz isso.Eu peguei ele e enfiei minha pica com tudo de uma vez. O Júlio começou a chorar e gemer.Eu: É bom, né? Ser putinha.Ele balançou a cabeça positivamente enquanto eu arrombava seu cu. Comia ele como se fosse a última pessoa da Terra. Ele gemia e gritava como uma puta. Tirei o pau para fora, tirei a camisinha e enfiei de novo.
Eu: Vou gozar dentro do seu cu, putinha.Fui ainda mais forte até gozar bem fundo nele.Eu: Aaaah, caralho… que porra!O Júlio gemeu alto e gozou também. Tirei ele do meu pau e respirei fundo.Eu: Vocês são umas putinhas mesmo, viu.Deitei e eles subiram em mim. O Júlio sentou a bunda na minha cara pra eu chupar e comer meu próprio gozo, enquanto o Pedro limpava meu pau com a boca. Ficamos assim um tempo.Logo começou a chegar gente no mercado. Já estava na hora. Eles saíram do caminhão, mas não antes de eu pegar o número do Pedro e falar que na próxima vez que eu fosse pra aquela cidade teria repetição. Depois ganhei uma foto do Pedro.
Desculpa por não ter muitos detalhes, esse foi o meu primeiro, mas se quiserem posso trazer mais histórias minhas aqui para vocês.
Naquele dia, comi dois jovens de uma vez só dentro do caminhão. Eu entrei nesse trabalho de caminhoneiro justamente com a intenção de ter bastante oportunidade de ficar com gente na estrada.Fui fazer uma entrega em uma cidade do Rio Grande do Sul. Cheguei ao mercado por volta das 01:40 e teria que esperar até as 15:00 para descarregar. Enquanto esperava dentro do caminhão, vi dois jovens passando na direção do mercado.O primeiro era o Júlio: cabelo preto, olhos castanhos, 20 anos, magrinho. O outro era o Pedro, também de 20 anos, com uma barriguinha, não era totalmente magro, cabelo loiro e olhos castanhos.Não tinha batido na porta do mercado ainda, então desci do caminhão e fui até lá. Só percebi que o zíper da minha calça estava aberto quando os dois já estavam olhando para o volume do meu pau. Meu pau tem 21 cm e tem uma coloração puxada para o preto. Eles ficaram parados olhando.
Escutei o Júlio falar para o Pedro que eles podiam sentar ali e tomar o refrigerante (estavam com um litro de Coca-Cola). Bati na porta do mercado e ninguém atendeu. Voltei para o caminhão e fiquei sentado no banco, observando aqueles dois.Sempre soube que sou gay e já tinha ficado com alguns garotos antes, mas aqueles dois me deram muito tesão. Percebi que eles estavam tomando refrigerante direto do litro. Chamei os dois:— Ei, meninos, vem aqui.Eles se aproximaram da janela do caminhão. Ofereci que entrassem, porque tinha copos descartáveis e o ar-condicionado estava ligado (estava muito quente lá fora). De início, achei que eles só pegariam os copos, mas vi que já tinham malícia no olhar e entraram.— Pedro: Obrigado, tava muito quente lá fora.
Eu: Imagina. Qual é o nome de vocês?Eles se apresentaram. Perguntei o que estavam fazendo ali e o Júlio respondeu:— Estamos matando aula.Eu: Eu matava bastante aula na idade de vocês também.Começamos a conversar enquanto eles tomavam refrigerante. Ofereceram para mim, mas eu não quis. Como ainda estava com o zíper aberto, dava para ver o volume na calça. Notei o Pedro olhando de canto para o meu pau. Peguei nele e fiz como se estivesse coçando, abrindo mais o zíper. Nessa hora o Júlio também viu. Os dois ficaram envergonhados, mas dava para notar os volumes crescendo nas roupas deles.Pedro (disfarçando): Você é casado?Ele perguntou porque viu a aliança na minha mão. Respondi que não era casado, que usava o anel só para disfarçar melhor na estrada. O Júlio perguntou:— Sendo caminhoneiro dá pra ficar com bastante gente?
Eu: Dá sim, pra ficar com homem e mulher.Falei isso enquanto mexia no meu pau por cima da calça. Depois perguntei:— E vocês, já ficaram com alguém?Eles responderam que não. O Pedro olhou de novo para o meu pau e perguntou:— Você quer que a gente pegue?Ele balançou a cabeça positivamente e perguntou pro Júlio, que também concordou. Tirei a calça e passei para o banco do carona, onde tinha mais espaço. Meu pau já estava duro dentro da cueca. Pedro começou a passar a mão enquanto o Júlio só olhava.Eu: Nossa, que delícia. Não quer chupar ele?Tirei a cueca. Pedro rapidamente pegou meu pau e começou a chupar. Abaixei a calça dele e meti um dedo no seu cuzinho rosado. Ele gemeu baixinho.Eu: Você gosta disso, putinha?Pedro: Sim, gosto muito.Eu: Me chama de papai, vai.
Pedro: Vai, papai… enfia seu dedo em mim… ahhh.Enquanto isso, o Júlio se masturbava vendo a cena.Eu: Pera um pouco, vou arrumar o banco.Abri o banco que vira cama, deixando mais espaço. Falei pro Júlio vir e virei ele de costas. Comecei a chupar o cu dele enquanto os dois ficavam de quatro. Pedro entrou por baixo de mim e começou a chupar meu pau. Ficamos assim por uns minutos, eles me chupando e me chamando de papai.Depois sentei, peguei uma camisinha no porta-luvas e perguntei:— Quem quer sentar primeiro?Pedro disse que queria. Peguei ele no colo e fui colocando minha pica devagar naquele cuzinho apertadinho. Foi uma das melhores sensações da minha vida. Ele gemia enquanto sentava. Comecei a levantar e abaixar ele enquanto o Júlio mamava o pau do Pedro.Eu: Você senta bem, hein. Em quem você costuma sentar?
Pedro: Eu costumo dar pro meu pai.Fiquei com ainda mais tesão quando ouvi isso.Eu: Então senta em mim como você faz com seu pai.Ele começou a gemer alto, me chamando de papai e pedindo pra ir mais forte. Fui aumentando o ritmo.Pedro: Ai, tá doendo… vai mais devagar…Eu: Hoje você vai ser minha putinha, cala a boca.Fui cada vez mais forte.Pedro: Vou gozar… aaaah!Ele gozou, chegou a espirrar um pouco de porra no vidro do caminhão.Eu: Já? Agora vem você.Tirei o Pedro da minha pica e puxei o Júlio.Júlio: Vai devagar… nunca fiz isso.Eu peguei ele e enfiei minha pica com tudo de uma vez. O Júlio começou a chorar e gemer.Eu: É bom, né? Ser putinha.Ele balançou a cabeça positivamente enquanto eu arrombava seu cu. Comia ele como se fosse a última pessoa da Terra. Ele gemia e gritava como uma puta. Tirei o pau para fora, tirei a camisinha e enfiei de novo.
Eu: Vou gozar dentro do seu cu, putinha.Fui ainda mais forte até gozar bem fundo nele.Eu: Aaaah, caralho… que porra!O Júlio gemeu alto e gozou também. Tirei ele do meu pau e respirei fundo.Eu: Vocês são umas putinhas mesmo, viu.Deitei e eles subiram em mim. O Júlio sentou a bunda na minha cara pra eu chupar e comer meu próprio gozo, enquanto o Pedro limpava meu pau com a boca. Ficamos assim um tempo.Logo começou a chegar gente no mercado. Já estava na hora. Eles saíram do caminhão, mas não antes de eu pegar o número do Pedro e falar que na próxima vez que eu fosse pra aquela cidade teria repetição. Depois ganhei uma foto do Pedro.
Desculpa por não ter muitos detalhes, esse foi o meu primeiro, mas se quiserem posso trazer mais histórias minhas aqui para vocês.
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