Minha sobrinha, que Surpresa III
Minha Sobrinha , que SURPRESA III
Continuando meus contos, este é o 3º de uma série de 4, bem, estávamos eu e tati como sempre em um motel da cidade, após um período de muito sexo e sacanagem comecei a elaborar meu plano, dizendo a ela, passe sua bocetinha em meus mamilos esfregue bastante e ela muito safada começou a querer goza esfregando em mim, deixou meu peito todo melado, então pedi para que lambesse falando, imagine que o biquinho seja um grelo, senti o cheiro de uma buceta, esta bom?, e por alguns minutos ela viajou na imaginação, pois é esta sensação não vai ser um terço do vai senti, e como sempre conversávamos a respeito ela falou, tudo bem eu topo mais antes de transarmos com sua amante vamos transar com uma profissional e tem uma condição, você não vai foder com ela, mesmo sabendo que seria difícil aceitei e apostando que na hora seria diferente peguei o celular e liguei para pati, sabendo que seria só uma questão de tempo já havia falado com pati, que entregaria uma garotinha para ela iniciar, aceitou imediatamente e percebi nos seus olhos um tesão incontrolável, tati é uma garota morena clara, 1,66 de altura corpo tipo gostosão que conheci em uma boate e o principal, ela é muito simpática, conversamos alguns minutos e marcamos para o dia seguinte, no outro dia como sempre apanhei tati de manhã e seguimos para freguesia do ó, no caminho tati dizia, se você for comer ela eu te mato, eu só dava risada, chegamos no local marcado pati já nos esperava, quando tati viu aquela morena falou, acho que vai ser legal, pois, pati estava usando uma calça bem justa de malha e uma mini blusa, feitas as apresentações seguimos para o motel, entramos e as duas muito caladas e eu tentando puxar assunto, fiquei meio apreensivo com a situação, sugeri tomarmos um banho e deixei as duas irem para o banheiro e quando cheguei pedi para pati dar banho em minha garotinha e ela muito safada disse, é com o maior prazer, vem minha menina puxando-a pelo braço, tati ainda muito tímida com aquela situação, as duas nuas e eu na porta também nu, pati pegou o sabonete e começou a passa nos lindos seios de tati, o momento foi mágico pois percebi o biquinho de tai ficar rígido e passou a imita-la retribuindo o carinho, e o clima foi melhorando quando pati começou lavar sua bocetinha dizendo, vou caprichar nesta bucetinha linda pois, quero desfrutar o máximo, nossa você já esta molhadinha passando o dedo em sua racinha, tati sorriu e sem dizer nada começou a lavar pati, que não tinha uma buceta tão pequena, era uma buceta grande e depilada com os grandes lábios carnudos, entrei na ducha tomei um banho rápido pois nesta hora já estava ultra excitado e fomos para cama, mal chegamos pedi para pati iniciar o ritual e com muito carinho aproximou de tati e começou a acariciar, passou a beija-la no pescoço e passando as mãos em todo seu corpo, sentindo que a menina estava sem reação e não se opondo beijou com muita voracidade, tati retribuiu e foram ficando com a respiração ofegante, eu que já estava de pau duro passei a punheta-lo, ficaram se beijando um bom tempo, depois pati passou a sugar seus peitinho tirando gemido de minha menina, e a safadinha me olhava de rabo de olho com um sorriso maroto, pati puxou-a pela perna deitando-a e num gesto de carinho passou a beija-la deste o pescoço e foi descendo, na altura da barriga tati já se contorcia encostei-me nela e ela passou a chupar meu peito com se treinasse e apertava meu pau com muito força, então, ao receber a língua profissional de pati gozou, levantava seu corpo para que a lingua percorresse toda sua bucetinha chegando em seu cuzinho faminto, eu tinha que iniciar a farra, peguei uma das mãos de pati e trouxe até meu pau e as duas num sincronismo passaram a me masturbar, não satisfeito chegue bem perto da pati e dividimos aquela buceta infantil num corpinho de mulher e como tudo tem seu preço, tati levantou seu corpo e ficou admirando ora eu ora pati chupando sua bocetinha que estava muito quente e molhada, a menina safada me surpreendeu dizendo eu transo com uma prostituta mas você vai beija-la e espero que ela tenha chupado um pau antes de vir pra cá, dei risada e beijei subindo meu corpo deixando meu pau próximo pati, com delicadeza enquanto beijava tati puxei a cabeça de pati de encontro com pau, e a mesma já excitada pegou e chupava como louca, quando tati percebeu pati já engolia deliciosamente, não achando aquilo correto desceu seu corpo e agora dividia meu pau e minhas bolas, uma segurava e punha na boca da outra, foi maravilho vendo minha sobrinha compartilhando meu pau e as línguas se encontrando em torno da cabeça, comecei a puxar pati para cima que passou a chupar meu peito e punhentando-me sentiu tati chegando em sua buceta sem mesmo a necessidade de pedi, tati abriu aquela buceta acostumada com diferentes paus deixando seu grelo amostra, sua língua movimentava muito rápido sobre o grelo, e eu pude ver que havia aprendido em meu peito, por um instante pati parou e olhou não acreditando a tamanha habilidade daquela menina que neste momento pressionava a língua aberta sobre aquela boceta com voracidade e passou a introduzir seu dedo indicador e com movimentos de vem e vai pati mostrou que estava adorando, interrompi as duas pedindo que fizesse um 69, pati com cara de desejo sentou literalmente no rostinho de tai que não perdeu tempo enfiou a língua dentro de sua buceta sob o ritimo frenético de gemidos altos e palavrões, desceu seu corpo sobre a menina e retribuiu abrindo sua bucetinha e deixando seu grelinho rosado exposto, sugava como se fosse um pequeno brinquedo de prazer, as duas se empolgaram e entre uma lambida e uma enfiada de dedo tive que intervir, pois, estava passando desapercebido, era como se eu nem estivesse ali, neste momento mudei-as de posição deixando tati de quatro e passei a penetra-la e a pati com um visual lindo passou a chupa-la por baixo, fiquei maravilhado pois, entre uma chupada e outra pati chupava também minhas bolas, tati estava descontrolada gemia, gritava, pedia para que eu a batesse e eu atendia é claro, mudei de posição novamente deitando a tati de lado e passei a penetra-la por trás, liberando sua bucetinha, pati que não é boba nem nada se encaminhou para área de lazer, tirou meu pau e passou a chupar, sugando o liquido que corria de tati, neste momento pati pegava meu pau ora chupava ora introduzia e passava a chupar a bucentinha, tati não agüentou e gozou como nunca tremeu seu corpo todo, foi um gozo que pensei que morreria ficando paralizada, percebendo que a situação foi demais, paramos por uns instante e coloquei a pati para beija-la bem suavemente, deixando-a de quatro, tati abriu os olhos com um rosto de satisfação, sorria vadio e disse, vai titio de o mesmo prazer a ela eu deixo, nem pedi confirmação, pulei da cama e passei a enraba-la, tati foi se recuperando e começou a acariciar nossa convidada, pegava meu pau e colocava suavemente dentro daquela buceta e com a outra mão esfregava a buceta de pati, não se deu por satisfeita fez com que mudássemos a posição e passou a chupa-la com meu pau em movimento de vai e vem, não agüentei muito tempo tirei meu pau coloquei as duas se beijando e gozei em suas caras, e uma lambia meu gozo do rosto da outra, ficamos ali mais um bom tempo reiniciamos tudo de novo e no final pati perguntou, tati tem certeza que nunca havia saído com uma mulher? Tati respondeu sim é a primeira vez, mas acho que não será a ultima, sorriu e me beijou, sua performance foi muito boa, deixa qualquer profissional que eu trabalho no chinelo.
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