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Pedreiro Andre parte 9 - A historia continua, o que esperar daqui pra frente!

📅 Publicado em: 25/11/2020 21:05

👤 Autor: meninao

🏷️ Tags: #Estupro #Gay #Teen
Querido leitor, comece pelo primeiro conto para saber como a situação chegou a esse ponto.

/autor/meninao/

Não sabia quanto tempo tinha se passado, dolorido olhei pela janela da sala e já estava escuro, eu ainda estava pelado e sentia frio, sentia a minha coxa direita dormente, o músculo dela em um estado permanente de contração, ainda estava na mesma posição que o André tinha me deixado, tentei sentar no sofá colocando as pernas no chão e fazendo força com os braços, mas os meus membros não respondiam, não tinham força, chorei de dor e vulnerabilidade, sentia o meu cuzinho dolorido como se tivesse uma bola de tênis dentro dele, os meus lábios estavam secos e machucados pela entrada violenta do pinto do Andre em minha boca, eu sentia a minha boca e a minha garganta doloridas pela invasão sem piedade.

Sentia-me sozinho como nunca tinha me sentido, a sala parecia gigante, pela penumbra que entrava pela janela eu via a minha barriga pequena, o meu pinto estava mole e caído sobre o meu saco pequeno, com muito esforço deslizei a mão dolorida por ter ficado presa acima da minha cabeça e depois atrás das costas, em uma posição desconfortável, pelas mãos de ferro do André, passei a mão direita em minha coxa dolorida, o local onde eu tinha recebido o tapa ardia, gemi baixinho e levei essa mesma mão por entre as pernas para sentir o cuzinho, achava que haveria um buraco aberto, mas não, o cuzinho tinha se fechado, mas o anel estava inchado se projetando um pouco pra fora, a pele ao redor do cuzinho estava ardendo ao receber o toque, conseguia sentir uma umidade gosmenta ao redor e na saída do meu cuzinho, lembrei que o André havia gozado dentro de mim, conhecia o tamanho do pau do Andre quando chupava ele com carinho, entrava só a cabeça do pau dele em minha boca e um pouquinho do corpo do pênis que eu tanto gostava, gostava de sentir o cheiro, o gosto do pinto do André, a textura lisa e macia da pele da glande dele em minha boca, mas esse mesmo instrumento de prazer também podia proporcionar dor, não acreditava que aquele pinto tinha entrado completamente dentro do meu cuzinho, podia sentir novamente a cabeça encostando-se à saída do meu cuzinho, alinhada com maestria, com uma única pressão experiente do André a cabeça tinha entrado dilatando o meu cuzinho, uma lagrima desceu nesse momento pela minha face inchada e ardida, lembrar do que tinha acontecido fez a dor aumentar e o medo voltar com carga total, tinha que levantar e me vestir, sentia fome e medo do André.

Suspirei profundamente, agarrei o sofá com as mãos e me aprumei no assento dele, o cuzinho doeu ao receber o peso do meu corpo, gemi e chorei, chorei de tristeza, chorei pela minha mãe estar internada em um hospital, chorei por ter afastado de mim a única pessoa que me amava fora a minha mãe, me sentia abandonado, provavelmente o André iria embora e eu iria para um orfanato, consegui estragar tudo, chorei ainda mais por ter obrigado o meu amigo fazer o que tinha feito comigo, ele não queria, ele tentou até o ultimo momento me poupar da dor de ser penetrado em meu cuzinho como ele tinha sido violentado pelo pai dele, ele conhecia a dor e queria me privar dela, ele sabia que eu não tinha tamanho pra receber um pau daquele tamanho no cuzinho, ele só queria me amar e corresponder a minha curiosidade infantil, o ciclo havia repetido, eu havia sido estuprado pelo homem que eu amava e fazia de tudo para me deixar seguro, e tinha sido minha culpa, não podia culpar o André, eu era o culpado, mas de onde tinha tirado da cabeça aquela frase de que eu iria “sair por aquela porta e dar o cuzinho para o primeiro que passasse na porta”, coloquei as mãos nos olhos e os cotovelos nos joelhos, abaixei a cabeça e chorei desesperadamente, as lagrimas desciam pelo meu braço, algumas caiam direto sobre a pele frágil do meu pinto, nesse momento senti uma presença na sala, abri os olhos e tinha uma sombra gigante parada na moldura da porta, o André estava lá, não podia ver o rosto dele, somente a sombra gigante, o medo tomou conta de mim e com dor me encolhi no canto do sofá escondendo o rosto entre as pernas esperando o pior.

Continua...

Bom dia queridos leitores, ia encerrar a história muito puto por causa dos comentários que só pediam sexo, sexo e mais sexo, haverá novamente historia agora, evolução e contexto, se querem sexo por sexo não procurem em um conto que te obriga a ler, melhor assistir um filme pornô, a historia do André e do Luquinhas ira continuar, abraços.
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