Menino do futebol
Esse não é bem um conto erótico, não tem penetração, pelo menos não teve até agora, tenho 38 anos e sou treinador voluntário de um time de futebol de um bairro de uma cidade pequena, nada muito grandioso, o gramado e a arquibancada estão feios pra caramba, mas é a alegria da meninada de 08 a 18 anos, dedico minhas segundas, quartas e sextas aos meninos, acabo colocando o gasto com bolas e redes do meu bolso, mas não ligo, esse campo é a única diversão que eles tem.
Mas vamos lá, os times são formados em intervalos de 2 anos, não misturamos a meninada, nas quartas-feiras a aula era dos moleques de 10 a 12 anos, aí começa a minha história, tinha um menino branquinho e gordinho chamado Anselmo, sim, não conheço outro Anselmo com essa idade, tinha pena dele, ninguém escolhia ele pra nada e eu era obrigado a me impor, fazia eles escolherem ele logo pra não ficar por último, coitado se sentia rejeitado, me apeguei a ele e naturalmente ele a mim, descobrir depois que ele era criado pela avó materna, era órfão.
Uma dessas quartas feiras estava um calor tipo INFERNO, os meninos corriam suados e barulhentos pelo campo, era umas 17:00, o pobre Anselmo de branco estava vermelho, acabado o treino os meninos correram para o modesto vestiário com quatro chuveiros, os cubículos tinham divisória mas não tinham portas, os meninos estavam todos pelados e falavam putaria, ficavam manipulando o pinto até ficar duro em competições de quem tinha o pau maior, os safados me viram e correram esconder o pinto com as mãos ou viraram de bunda pra mim, eu brinquei e falei:
-Vou entrar nessa brincadeira e vou ganhar?
Segurei o meu pinto sobre a calça e 15 pares de olhos acompanharam o movimento, pensando que eu tiraria o pau pra fora, dei risada e falei:
-Seus moleques safados filhos da puta, vão tomar banho logo, acelera aí.
A tensão de putaria estava no ar, a procissão de moleques de pau duro iam e vinham pelos cubículos, alguns dos meninos com um pinto de 12 centímetros e grossinhos até, esses andavam com o pinto pra frente e corpo pra trás, só pra quem tinha o pinto menor ter inveja, foi aí que notei o Anselmo, ainda vestido e olhava descaradamente o pinto dos moleques, seu olhar ia de cubículo em cubículo, a língua lambendo os lábios, olhava ainda mais os meninos com pintinhos avantajados, nisso um dos meninos viu o Anselmo olhando e disse:
-Olha o Anselmo é viadinho, gosta de fica pagando pau dos outros, viadinho, viadinho...
O Anselmo ficou vermelho igual um pimentão e começou a gaguejar que não era, ganhei na hora que o Anselmo era curioso sobre pintos e salvei ele dizendo:
-Não é nada disso, vocês estavam fazendo uma competição de pintos e eu mandei ele descobrir quem era o ganhador.
Os meninos olharam pra mim meio que não engolindo a história, olharam para o Anselmo e eu também, com cara de confirma desgraçado, o Anselmo correu afirmar e o inferno recomeçou, os meninos voltaram a desfilar de pau duro indo e voltando dos cubículos ou se secando e se trocando, fazendo questão de ser visto pelo Anselmo, o Anselmo estava no paraíso, não perdia um detalhe, tinha pinto grosso, fino, torto, curto e grosso, com fimose, sem prepúcio, tinha pau pra todo gosto, os meninos já falando de futebol esqueceram a competição e desapareceram um a um, restaram só o Anselmo e eu, olhei pra ele com pena e disse:
-Não vai tomar banho não meninão?
Ele desviou o olhar e olhou para as mãos, já ia se levantando pra ir embora sujo e eu disse:
-Calma Anselmo, eu sei, você tem vergonha de verem o seu pinto porque ele é pequeno?
Ele balançou a cabeça.
-Porque você tem vergonha então? Só estamos você e eu aqui, pode fala pra mim.
O Anselmo levantou a cabeça, largou a bolsa, tirou a camiseta e o short, vi um volume considerável ali embaixo, com dois ou três movimentos ele tirou a cueca molhada de suor, que pau o moleque tinha, era roliço, tinha seus 13 centímetros, bolinhas delineadas, circuncidado, retinho, que pinto bonito o menino tinha, sorri orgulhoso e disse:
-Caramba Anselmo, que pintão você tem, porque tem vergonha de ficar pelado aqui?
Ele andou pra um cubículo, sua bundinha branca subindo e descendo, com uma voz baixinha ele disse:
-Eu fico de pinto duro quando vejo os meninos pelados.
E começou a tomar o banho dele, resolvi dar o xeque mate, tirei a minha roupa de frente ao cubículo dele, meu pinto é normal, uns 16 centímetros, proporcional, com bastante prepúcio e peludo, o Anselmo não tirava o olho do meu pau, disfarçava e olhava de novo, desci a mão até o meu pinto, segurei bem no meio e desci o prepúcio, a cabeça grossa ficou exposta e o Anselmo nervoso deixou cair o sabonete no chão, simulei uma punheta lenta e perguntei:
-Você gosta de garotos Anselmo?
Ele de costa afirmou e eu perguntei:
-Você já viu um pinto desse tamanho?
Ele olhou pra trás, olhou meu pinto e depois pra mim, virou de costa de novo e balançou a cabeça que não.
Cheguei mais perto dele, parei na porta do box e disse:
-Você quer ver ele duro?
O Anselmo ficou de frente pra mim, seu pinto super duro, assentiu com a cabeça enquanto esfregava a barriga.
Dei mais um passo, pensei, foda-se e disse:
-Se você dar uma chupadinha nele ele fica duro, você já colocou o pinto de alguém na boca?
Com vergonha ele assentiu e disse:
-Mas era outro menino.
Estiquei a mão e coloquei sobre os ombros dele, dei uma puxada pra mim e ele não resistiu, fiz carinho em seu pescoço e desci as mãos pelos peitinhos gordos dele, pela barriga flácida e cheguei ao pinto dele, era macio e quente, uma delícia de aperta, ele me olhou dentro dos olhos e eu vi que era um pedido de autorização, assenti e ele muito devagar ajoelhou debaixo do chuveiro, a água quente caia sobre a cabeça e a nuca dele fazendo aquela nuvem, suas mãos se apoiaram em meu quadril e quanto ele descia, meu pinto estava a dez centímetros do rosto dele, ele olhou pra mim de novo e eu disse:
-É todo seu Anselmo, faz o que você quiser, coloquei as duas mãos na cabeça dele e fiquei fazendo carinho, minha mão ia da bochecha gordinha dele, passava pelas orelhas e ia até a nuca, fazia carinho no pescoço dele e ele se entregou, manteve uma mão em minha coxa e a outra ele segurou o meu pinto, o toque era suave, macio, sua mão não fechava direito, vi ele se aproximar e apertou o meu pinto pra sobrar mais pele no prepúcio, pensei que ele ia por na boca mas ele fez algo estranho, colocou o nariz bem ali e ficou cheirando, senti a mina glande sendo apertada contra o nariz e o lábio superior dele, meu pai estava endurecendo na mão dele, lentamente ele desceu a mão pelo meu pau e a glande foi aparecendo, o menino manteve o nariz ali e foi cheirando aquele cheiro forte, se alimentava do cheiro de pau, senti sua respiração pesada na pele sensível da glande, já estava achando que o moleque ia ficar só nessa e me surpreendi com uma boquinha úmida agasalhando o meu pau bem devagar, ele não tinha experiência, parecia que era um cuzinho, os lábios faziam força pra fechar e ele empurrava a cabeça dele contra mim, a cabeça do meu pau estava dentro da boca dele, sentia a textura macia, sua linguinha correndo pelo freio do prepúcio, ele movia a cabeça pra cima e para os lados e estava muito bom, abaixei o tronco e dei um beijo no alto da cabeça dele e disse:
-Você é muito gostoso Anselmo, chupa a cabeça igual um pirulito.
Ele tirou a cabeça do meu pau da boca dele e me olhou com cara de interrogação, eu coloquei os polegares na bochechas dele e disse:
-Assim olha.
Coloquei a cabeça do pinto nos lábios dele entreabertos e invadi com a glande, a boquinha foi sendo preenchida e quando chegou no fundo da boca eu tirei até quase sair pra depois fazer isso de novo, ele mantinha uma pressão gostosa nos lábios e já fazia esse movimento com a cabeça, chupava a minha glande toda e mais uns 3 centímetros do pau, suas mãos foram tateando e cada uma segurou uma bola minha, achei engraçado e sorri pela curiosidade dele, a pressão era muito grande mas mãos mas estava gostoso ainda, ele batia os dentes direto mas eu não liguei também, ensinaria com o tempo, o orgasmo começou a vir e eu disse
-Vou gozar Anselmo, se não quiser na boca não precisa, ele olhou pra mim com o pau na boca e segurou com as mãos, tirou o meu pau da boca dele e colocou de novo sobre os lábios dele, como pra sentir o cheirinho da porra, a gozada veio assim mesmo, em pulsações a porra cobriu os lábios como se fosse um bigode, desceu como se fosse um cavanhaque, e não parava, sentia o seu nariz com a glande e a porra descia pela barriga dele, as pulsações foram cassando e ele tirou as mãos do meu pinto e se levantou, ficou de costas pra mim, envergonhado, senti pena dele e abracei ele por trás, meu pinto inchado sentiu a maciez da bundinha dele, envolvi uma mão por baixo do braço dele e fui fazendola carinho nos peitos e barriga dele enquanto a outra achou o pau dele, beijei o pescoço dele enquanto batia punheta no pau dele, pensei que ele ia se afastar mas ele pendeu a cabeça pro lado, estava adorando os beijos no pescoço e na orelha, ficamos assim por uns oito minutos, minha porra já tinha saído da boca dele, senti ele começar a tremer e tive que segurar pra ele não cair no chão, o meninão pesava, seu pinto pulsava e sua respiração ficou acelerada, seus braços levantaram e me abraçaram pelo pescoço de uma forma estranha, seu pinto parou de pulsar e amoleceu em minha mão, virei ele de frente pra mim, ele não olhava pra cima, segurei ele pelo queixo pra ele olhar pra mim e disse:
-Não precisa ter vergonha, dei um beijo na testa dele e abracei ele, senti ele me abraçando pela cintura, sua cabeça ficou um pouco no meu peito, beijei a cabeça dele e agradeci, disse que foi algo especial e que era um segredo nosso, ele assentiu e disse:
-Eu sei.
Nos afastamos pra continuar o banho, não vou comer o cuzinho dele se ele não pedir, fiquei me sentindo mal por ter me aproveitado dele.
Mas vamos lá, os times são formados em intervalos de 2 anos, não misturamos a meninada, nas quartas-feiras a aula era dos moleques de 10 a 12 anos, aí começa a minha história, tinha um menino branquinho e gordinho chamado Anselmo, sim, não conheço outro Anselmo com essa idade, tinha pena dele, ninguém escolhia ele pra nada e eu era obrigado a me impor, fazia eles escolherem ele logo pra não ficar por último, coitado se sentia rejeitado, me apeguei a ele e naturalmente ele a mim, descobrir depois que ele era criado pela avó materna, era órfão.
Uma dessas quartas feiras estava um calor tipo INFERNO, os meninos corriam suados e barulhentos pelo campo, era umas 17:00, o pobre Anselmo de branco estava vermelho, acabado o treino os meninos correram para o modesto vestiário com quatro chuveiros, os cubículos tinham divisória mas não tinham portas, os meninos estavam todos pelados e falavam putaria, ficavam manipulando o pinto até ficar duro em competições de quem tinha o pau maior, os safados me viram e correram esconder o pinto com as mãos ou viraram de bunda pra mim, eu brinquei e falei:
-Vou entrar nessa brincadeira e vou ganhar?
Segurei o meu pinto sobre a calça e 15 pares de olhos acompanharam o movimento, pensando que eu tiraria o pau pra fora, dei risada e falei:
-Seus moleques safados filhos da puta, vão tomar banho logo, acelera aí.
A tensão de putaria estava no ar, a procissão de moleques de pau duro iam e vinham pelos cubículos, alguns dos meninos com um pinto de 12 centímetros e grossinhos até, esses andavam com o pinto pra frente e corpo pra trás, só pra quem tinha o pinto menor ter inveja, foi aí que notei o Anselmo, ainda vestido e olhava descaradamente o pinto dos moleques, seu olhar ia de cubículo em cubículo, a língua lambendo os lábios, olhava ainda mais os meninos com pintinhos avantajados, nisso um dos meninos viu o Anselmo olhando e disse:
-Olha o Anselmo é viadinho, gosta de fica pagando pau dos outros, viadinho, viadinho...
O Anselmo ficou vermelho igual um pimentão e começou a gaguejar que não era, ganhei na hora que o Anselmo era curioso sobre pintos e salvei ele dizendo:
-Não é nada disso, vocês estavam fazendo uma competição de pintos e eu mandei ele descobrir quem era o ganhador.
Os meninos olharam pra mim meio que não engolindo a história, olharam para o Anselmo e eu também, com cara de confirma desgraçado, o Anselmo correu afirmar e o inferno recomeçou, os meninos voltaram a desfilar de pau duro indo e voltando dos cubículos ou se secando e se trocando, fazendo questão de ser visto pelo Anselmo, o Anselmo estava no paraíso, não perdia um detalhe, tinha pinto grosso, fino, torto, curto e grosso, com fimose, sem prepúcio, tinha pau pra todo gosto, os meninos já falando de futebol esqueceram a competição e desapareceram um a um, restaram só o Anselmo e eu, olhei pra ele com pena e disse:
-Não vai tomar banho não meninão?
Ele desviou o olhar e olhou para as mãos, já ia se levantando pra ir embora sujo e eu disse:
-Calma Anselmo, eu sei, você tem vergonha de verem o seu pinto porque ele é pequeno?
Ele balançou a cabeça.
-Porque você tem vergonha então? Só estamos você e eu aqui, pode fala pra mim.
O Anselmo levantou a cabeça, largou a bolsa, tirou a camiseta e o short, vi um volume considerável ali embaixo, com dois ou três movimentos ele tirou a cueca molhada de suor, que pau o moleque tinha, era roliço, tinha seus 13 centímetros, bolinhas delineadas, circuncidado, retinho, que pinto bonito o menino tinha, sorri orgulhoso e disse:
-Caramba Anselmo, que pintão você tem, porque tem vergonha de ficar pelado aqui?
Ele andou pra um cubículo, sua bundinha branca subindo e descendo, com uma voz baixinha ele disse:
-Eu fico de pinto duro quando vejo os meninos pelados.
E começou a tomar o banho dele, resolvi dar o xeque mate, tirei a minha roupa de frente ao cubículo dele, meu pinto é normal, uns 16 centímetros, proporcional, com bastante prepúcio e peludo, o Anselmo não tirava o olho do meu pau, disfarçava e olhava de novo, desci a mão até o meu pinto, segurei bem no meio e desci o prepúcio, a cabeça grossa ficou exposta e o Anselmo nervoso deixou cair o sabonete no chão, simulei uma punheta lenta e perguntei:
-Você gosta de garotos Anselmo?
Ele de costa afirmou e eu perguntei:
-Você já viu um pinto desse tamanho?
Ele olhou pra trás, olhou meu pinto e depois pra mim, virou de costa de novo e balançou a cabeça que não.
Cheguei mais perto dele, parei na porta do box e disse:
-Você quer ver ele duro?
O Anselmo ficou de frente pra mim, seu pinto super duro, assentiu com a cabeça enquanto esfregava a barriga.
Dei mais um passo, pensei, foda-se e disse:
-Se você dar uma chupadinha nele ele fica duro, você já colocou o pinto de alguém na boca?
Com vergonha ele assentiu e disse:
-Mas era outro menino.
Estiquei a mão e coloquei sobre os ombros dele, dei uma puxada pra mim e ele não resistiu, fiz carinho em seu pescoço e desci as mãos pelos peitinhos gordos dele, pela barriga flácida e cheguei ao pinto dele, era macio e quente, uma delícia de aperta, ele me olhou dentro dos olhos e eu vi que era um pedido de autorização, assenti e ele muito devagar ajoelhou debaixo do chuveiro, a água quente caia sobre a cabeça e a nuca dele fazendo aquela nuvem, suas mãos se apoiaram em meu quadril e quanto ele descia, meu pinto estava a dez centímetros do rosto dele, ele olhou pra mim de novo e eu disse:
-É todo seu Anselmo, faz o que você quiser, coloquei as duas mãos na cabeça dele e fiquei fazendo carinho, minha mão ia da bochecha gordinha dele, passava pelas orelhas e ia até a nuca, fazia carinho no pescoço dele e ele se entregou, manteve uma mão em minha coxa e a outra ele segurou o meu pinto, o toque era suave, macio, sua mão não fechava direito, vi ele se aproximar e apertou o meu pinto pra sobrar mais pele no prepúcio, pensei que ele ia por na boca mas ele fez algo estranho, colocou o nariz bem ali e ficou cheirando, senti a mina glande sendo apertada contra o nariz e o lábio superior dele, meu pai estava endurecendo na mão dele, lentamente ele desceu a mão pelo meu pau e a glande foi aparecendo, o menino manteve o nariz ali e foi cheirando aquele cheiro forte, se alimentava do cheiro de pau, senti sua respiração pesada na pele sensível da glande, já estava achando que o moleque ia ficar só nessa e me surpreendi com uma boquinha úmida agasalhando o meu pau bem devagar, ele não tinha experiência, parecia que era um cuzinho, os lábios faziam força pra fechar e ele empurrava a cabeça dele contra mim, a cabeça do meu pau estava dentro da boca dele, sentia a textura macia, sua linguinha correndo pelo freio do prepúcio, ele movia a cabeça pra cima e para os lados e estava muito bom, abaixei o tronco e dei um beijo no alto da cabeça dele e disse:
-Você é muito gostoso Anselmo, chupa a cabeça igual um pirulito.
Ele tirou a cabeça do meu pau da boca dele e me olhou com cara de interrogação, eu coloquei os polegares na bochechas dele e disse:
-Assim olha.
Coloquei a cabeça do pinto nos lábios dele entreabertos e invadi com a glande, a boquinha foi sendo preenchida e quando chegou no fundo da boca eu tirei até quase sair pra depois fazer isso de novo, ele mantinha uma pressão gostosa nos lábios e já fazia esse movimento com a cabeça, chupava a minha glande toda e mais uns 3 centímetros do pau, suas mãos foram tateando e cada uma segurou uma bola minha, achei engraçado e sorri pela curiosidade dele, a pressão era muito grande mas mãos mas estava gostoso ainda, ele batia os dentes direto mas eu não liguei também, ensinaria com o tempo, o orgasmo começou a vir e eu disse
-Vou gozar Anselmo, se não quiser na boca não precisa, ele olhou pra mim com o pau na boca e segurou com as mãos, tirou o meu pau da boca dele e colocou de novo sobre os lábios dele, como pra sentir o cheirinho da porra, a gozada veio assim mesmo, em pulsações a porra cobriu os lábios como se fosse um bigode, desceu como se fosse um cavanhaque, e não parava, sentia o seu nariz com a glande e a porra descia pela barriga dele, as pulsações foram cassando e ele tirou as mãos do meu pinto e se levantou, ficou de costas pra mim, envergonhado, senti pena dele e abracei ele por trás, meu pinto inchado sentiu a maciez da bundinha dele, envolvi uma mão por baixo do braço dele e fui fazendola carinho nos peitos e barriga dele enquanto a outra achou o pau dele, beijei o pescoço dele enquanto batia punheta no pau dele, pensei que ele ia se afastar mas ele pendeu a cabeça pro lado, estava adorando os beijos no pescoço e na orelha, ficamos assim por uns oito minutos, minha porra já tinha saído da boca dele, senti ele começar a tremer e tive que segurar pra ele não cair no chão, o meninão pesava, seu pinto pulsava e sua respiração ficou acelerada, seus braços levantaram e me abraçaram pelo pescoço de uma forma estranha, seu pinto parou de pulsar e amoleceu em minha mão, virei ele de frente pra mim, ele não olhava pra cima, segurei ele pelo queixo pra ele olhar pra mim e disse:
-Não precisa ter vergonha, dei um beijo na testa dele e abracei ele, senti ele me abraçando pela cintura, sua cabeça ficou um pouco no meu peito, beijei a cabeça dele e agradeci, disse que foi algo especial e que era um segredo nosso, ele assentiu e disse:
-Eu sei.
Nos afastamos pra continuar o banho, não vou comer o cuzinho dele se ele não pedir, fiquei me sentindo mal por ter me aproveitado dele.
Nenhuma reação ainda.
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