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Inesquecível Jaqueline

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: erick

📂 Categoria: Heterosexual

Quem já leu algum conto meu, deve ter percebido minha tara por ônibus, metrôs e afins, e não poderia ser diferente. Sou moreno claro 1,75m, educado sempre bem vestido corpo atlético e sempre e um voyeur por natureza, sempre a procura de uma gatinha desatenta, uma bundinha a espera de uma mão maliciosa, alguma putinha enrustida doida para dar o rabinho. Pois bem, acabara de sair da empresa que trabalho na Av. Paulista, e ao invés de pergar o ônibus de sempre resolvi ir de metrô. Estava meio cansado e estressado pois meuchefe mesegurara até tarde, logo naquele dia que queria chegar mais cedo em casa. Entrei no vagão e indignado fiquei ao lado da porta. Foi quando percebi aquela gatinha de moleton amarelo e caça jeans. Ela me olhava meio disfarçadamente e sorria marota. Retribui o sorriso, mas não achava que aquela menina, de uns 18 anos mais ou menos estivesse querendo algo mais quente. Fomos trocando olhares até chegarmos na estação Paraíso onde ela desceu. Descepicionada olhou para traz para ver se eu havia descido. Mas permanecí no vagão. Esperei um pouco, saí logo que as portas iam fechar, e fui atrás dela. Ela deu uma última olhada para me ver no vagão, quando para sua surpresa eu estava alí bem atras dela. Ela sorriu e disse em meio ao riso que estava, assustada, pois não imaginava que eu desceria, e estava dando aquela última olhadinha só pra conferir. Pensei comigo, isto não é susto mas sim tesão. Acompanheia e começamos aquelas conversinhas básicas de quem não quer nada com nada, pois na verdade eu começara a desejar aquele corpo. Me atraio mais por loiras, em roupas bem apertadas, que colocam a mostra seus atributos. Ma Jaqueline (minha presa), morena, 1,60 cabelos crespos, com um jeito de estudante e praticante de esportes, estava bem a vontade. Fiquei pensando o que escondia debaixo daquele moleton amarelo. Como seiram seus peitos, sua bunda naquele jeans solto... Nossa estava realmente trêmulo de desejo. Foi então que convideia para tomar uma ceveja. Descemos e fomos a um barzinho alí por perto da Paulista. Em meio a conversa comecei a acariciar sua perna, e aos pocos enfiei minha mão sob o moleton, quando para minha surpresa, não tive obstáculo nenum, somente sua pele quente e macia. Pessei que estivesse só de top, então investi mais na altura de seus peitos. Ela com aquele sorriso maroto, me olhava nos olhos como que esperando ver qual a minha reação. Estava surpreso nenhum top ou qualquer outra coisa, somente aqueles peitos firmes e grandes, que minha mão não cabiam. Bolineia um pouco, e logo ela se rendeu num beijo alucinante. ficamos ali um pouco, então convideia para irmos até um flat alí por perto que já conhecia. Saímos imediatamente. Ao chegar no flat, cumprimentei o gerente, amigo meu que não perguntou nada, somente me deu a chave do apartamento que sempre utilizo. Entramos no elevador, e não exitei em beija-la novamente, desta vez mais voraz e sedento, enfiei minha mão por dentro da sua calça esperando encontrar uma calcinha de coton, quando na verdade senti somente aquela bundinha, durinha com os pelinhos arrepiados. Enfiei os dedos no seu reguinho, passando pelo seu cúzinho, até sentir sua xoxota molhada. Na verdade encharcada. Ela deu uma arrebitada, estava no cio. Entramos no quarto, e fui rancando a sua pouca roupa, comecei a me deliciar no seu corpo nú. Mamei como um louco nos seu peitos, enquanto minha mão explorava todas sua curvas. Fui beijando e mordiscando suas tetas, descendo pela barriga; a virei de bruços e comecei a bejar sua bunda. Que belo trazeiro Jaqueline tinha. Devia ter uns 90, afinando em uma cinturinha deliciosamente torneada. Mordi safadamente aquela bundinha, e a levantei um pouco pois queria cupar sua xoxota. Sim maravilhos xota, inchada de desejos, jorrava de prazer, pudia ver escorrer pelo meio dela aquele líquido delicioso. Sugueia como um vampiro, ela estremeceu, gemia como uma cadelinha, (se é que cadela geme), Enfiava minha lingua gentilmente naquela racha quente e úmida, Jaque se contorcia, delirava, eu não parava. Molhei meu dedo no seu caldo e enterrei no seu cúzinho. Ela gritou e gozou gostoso. A esta altura meu cacete estava parecendo uma barra de ferro quente. Toda grata, minha cadelinha despiu-me e abocanhou com nunca minha pica ardente. Por um instante imagei que fosse uma garota de programa, tal a habilidade com que me chupava. Mas e daí se fosse, o prazer não me deixou pensar. ela passava a lingua por cima da minha cabecinha, e engolia quase todo meu cacete (15cm), suas mãos ajudavam manejando habilmente. Que delícia aquele boquete, seurei sua cabeça e forçava cada vez mais, ela me olhava no fundo dos olhos, e sorria. Era uma putinha se deliciando com meu ferro enchendo sua boca. Não demorou muito e gozei no seu rosto e sobre seus peitos. Fomos ao banheiro e lavei todo o seu corpinho, perguntei se ela praticava algun esporte, ela fazia voley. Eu também gosto de jogar, e mostrei em seus peitos como segurar a bola. Novamente nos bolinamos, e não demorou para meu cacete se erguer. Aquela água quente caindo me inspirou a possuí-la alí mesmo. Virei-a de bunda e nam precisei mandar que arrebitasse. Coloquei meu pinto a porta, que deslizou como quiabo buceta a dentro. Nossa que delícia, tão apertada, mas tão molhada, meu pau roçava nela entrando e saindo com maciez. Me tranformei em um animal e fodi Jaqueline ferozmente, atolando meu pau até o talo. Ela rebolava e a cada estocada gemia de prazer. Que cadela! Apertei seus seios e puxeia para traz colando sua costas em meu peito. Ela se mexia e contorcia com meu cacete enterrado na sua buceta. De repente me pediu para que começasse a xingá-la de Puta, Vadia, Piranha, pois isso lhe dava mais tesão, a mim também. Gozamos juntos, com ela berrando e gritando de prazer. Após tamanho prazer terminamos o banho, pedi um jantar e convideia para dormirmos juntos. No outro dia pela manhã acordei com meu cacete duro estocando a bundinha de Jaqueline. Ela só se ajeitando derepente dispertou, e começou a rebolar para meu pau. Estava-mos nús e não tive dúvida de lhe pedir o cúzinho para foder. Ela relutou, mas percebi que era só para me provocar, agarreia por traz e abri seu trazeirinho para enfiar meu pau. Seu cuzinho piscava, e Jaque suplicava para eu não fazer. MAs não dei ouvidos. Enfiei o dedo na sua bucetinha e percebi ela novamente encharcada, com aquele líquido molhei seu buraquinho, enfiando um dedo e depois o outro para alargar bem. Ao sentir minha mão penetrando ela se acalmou, em seguida posicionei meu pau. Forcei para entrar, conm certa dificuldade consegui colocar a cabeça, mas precisava molhar mais, enfiei ele então na xoxotinha úmida para lubrificar melhor, e passando guspe nos dedos enfiei-os juntamente naquele rabo, Jaque que fizera doce começara agemer e pedir, me fode meu macho, atola este pau gostoso no meu cú, me arromba logo que eu não aguento mais esperar... Atendendo a pedidos posicionei meu cacete e enfiei, agora com mais facilidade. Aquele cúzinho parecia virgem de tão apertado, meu cacete a cada estocada abria uma preguinha. Jaqueline se contorcia numa mistura de dor e prazer, e eu delirava ao ver aquele rabo enorme e meu pau comendo-a sem dó. Como alucinada Jaque gozou, gritando como uma vadia, como sempre faz. Agarrei seus cabelos e puxando-os dei mais algumas enfiadas e gozei dentro do seu cú, enchendo-o de porra quente. Ela desmaiou e eu deliciado deitei-me sobre ela, queria mais, mas tive pena da menina. Pedi o café, e só então lembrei-me que era 09:00h em plena quarta feira e que não tinha dado notícias nem em casa e o trabalho me esperava. Bom já era tarde e afina a noite valeu por tudo. Não preciso deizer que Jaqueline se tornou minha parceira de loucuras e vocês aindo ouvirão muitas hisórias que temos passado juntos. Nossa só de penssar meu pau já sobe...
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