Fui espiar o vizinho com o filho, levei no cu - parte 1
Lembro que era fim de ano, eu já estava de férias e fui passar duas semanas na casa dos meus avós paternos no interior. Lá era uma cidade pequena, não tinha prédios, muito verde, ar puro e espaço pra brincar. Fiz amizade com Renan, um dos filhos do vizinho, a gente tinha a mesma idade e logo ficamos amigos.
A família do Renan era formada pelo pai, que eu conheci como Nal (Não Tenho certeza, mas ele aparentava ter uns 33 anos na época), a mãe e o irmão caçula que se chamava Renato (7 anos). Seu Nal estava desempregado na época e ficava em casa cuidando dos filhos enquanto a esposa trabalhava de caixa num mercadinho. Os dois meninos estavam de férias como eu, mas quando estudavam o Renatinho era no horário da manhã e o Renan de tarde, assim o caçula ficava a tarde toda com o pai enquanto a mãe trabalhava.
Durante as férias, o seu Nal botava o Renan pra fora de casa todas as tardes quando a esposa ia pro trabalho com a desculpa que iria tirar uma soneca com o Renatinho depois do almoço, mandava ele vir brincar comigo na casa da minha vó. Até aí tudo certo, eu jamais iria desconfiar de algo naquela época.
Numa tarde, eu e Renan estávamos brincando no quintal da minha vó, e ela chamou a gente pra tomar um lanche, tinha feito bolo de fubá com café. Renan acabou derrubando o café na roupa dele, minha vó mandou ele ir correndo pro banheiro e tirar toda a roupa pra ela passar uma água, se não iria manchar. E eu fiquei encarregado de ir na casa do Renan buscar uma muda de roupa limpa pra ele.
O quarto do Renan e do Renatinho ficava na frente da casa, e o quarto dos pais no fundo. Pensei em entrar pelo beco e ir no quintal deles pra pedir a muda de roupa pro seu Nal sem acordar o Renatinho no quarto dele. E lá fui, o cachorro deles me conhecia e não fez alarde, tudo fechado, as portas e janelas, bati na porta da cozinha e esperei resposta, e nada, bati outra vez e nada, já tava desistindo e voltando pra casa, ia emprestar uma roupa minha mesmo pro Renan até ele poder ir pra casa.
Quando estava me virando pra ir embora, a porta se abre um pouco, o bastante pro seu Nal colocar o rosto.
- Marcin?! Cadê Renan?
- Tá lá em vó, ele sujou a roupa de café e vó mandou eu vir buscar uma limpa enquanto ela lava.
Ele estava muito suado, até aí normal, a casa toda fechada, devia estar quente lá dentro, não desconfiei de nada.
- certo, pera aí que vou pegar. - disse seu Nal, ele parecia estar zangado.
Ele encostou a porta e eu fiquei esperando no quintal, até que o vento abriu a porta, de onde eu estava, conseguia ver dentro do quarto dos pais do Renan através do espelho na parede, e a minha surpresa foi ver o Renatinho pelado deitado na cama do pai, ele estava com a bunda empinada e as pernas abertas. Não demorou muito e seu Nal já estava voltando com a muda de roupa pro Renan, e ele também estava pelado, assim que ele viu a porta da cozinha aberta pegou o que podia pra tampar a rola, colocou as roupas do Renan na frente. Se escondeu atrás da porta e quando estava só com o rosto visível, estendeu o braço com as roupas.
- diga a ele que se sujar a roupa de novo, ele vai ficar sujo até a hora da mãe dele voltar do trabalho, o Renato quase acordou quando fui buscar a roupa no quarto. (Mal sabia ele que eu tinha visto o Renatinho bem acordado e no quarto dele)
- certo, seu Nal!
Respondi indo na direção do beco enquanto ele fechava a porta, fui lá na frente e bati o portão mas não sai, voltei pra tentar ouvir algo e descobrir o que estava acontecendo lá. Subi num tanque de cimento que tinha na área, tinha até tirado o chinelo pra não fazer barulho, cheguei perto da janela e tentei ouvir algo além do meu coração acelerado e respiração ofegante.
- paaaaaaai, o senhor disse que hoje era só chupar, já tá doendo... - falou o Renatinho com a voz manhosa.
- shhhh... o pai já vai terminar pra te dar banho, se você deixasse o pai meter todo dia não ia doer mais e a gente ia terminar rápido.
Fiquei lá ouvindo os gemidos abafados do Renato por uns 4 minutos, quando ouvi o seu Nal gemer grosso:
- tooooma caraiiii, isso empina o cú pra ganhar leite... aaaaaahhhhhh, isso, assim assim...
Nessa hora meu pintinho estava duro como nunca, foi a situação mais erótica da minha vida, um pai comendo o próprio filho, ali foi o meu despertar pro incesto, nunca mais veria um pai e filho do mesmo jeito de antes. Desci da pia o mais rápido que pude sem fazer barulho, e fui pro beco, antes de chegar no Portão ouvi a janela no quarto sendo aberta, por sorte sai na hora certa, ele iria me ver em cima da pia se ainda estivesse lá.
Voltei pra casa da minha vó e entreguei as roupas pro Renan, eu estava todo esquisito, não sabia como agir depois daquilo que havia descoberto, acho que o Renan percebeu meu jeito estranho, mas não fez nenhuma pergunta. Sempre que eu via o Renatinho eu lembrava de tudo, comecei a admirar o corpo do seu Nal, era um homem forte, um pouco de pelo no peito, barba curta, um jeito bruto de ser, ficava imaginando a cena dele comendo o filho todas as noites, não tive outra chance de tentar espiar eles de tarde, o Renan estava sempre comigo e assim a semana foi passando.
A mãe do Renan tinha uma folga durante a semana, e ela ia aproveitar pra ir na casa da mãe dela na cidade vizinha e levou o Renan. Era a minha chance de ir lá outra vez e tentar ver mais um pouco daquela safadeza, um tempinho depois do Renan e a mãe terem saído, corri pra calçada e fiquei esperando o seu Nal fechar as janelas pra entrar no beco. Demorou um pouco e nada, parou um carro verde na porta e saiu dois homens, chamaram o seu Nal e ele deixou os dois entrar.
- E aí, Nal? - falou o homem mais velho, ele devia ter uns 45 anos.
- foram agora, entra aí vocês dois... - falou seu Nal.
- Cadê ele? - perguntou o mais novo, devia ter uns 19 anos.
- lá dentro, tá tudo pronto já...
Meu coração acelerou quando as janelas começaram à ser fechadas. Não podia acreditar que os três iam comer o Renatinho. Passando pelo beco ouvi eles conversando na sala e espiei por uma fresta na janela, vi eles tirando a roupa e conversando sobre o tempo que eles iam ter até a mãe do Renatinho voltar. Seu Nal chamou o filho pra sala.
- Oooooi tio gilbertooooo! - falou Renatinho correndo nu pro colo do homem mais velho.
- num vai falar com o primo não? - falou o mais novo.
- oi diogo...
O tal Gilberto sentou no sofa com as calças ainda nos joelhos, e o Renatinho abraçado em seu torso com as pernas abraçando a cintura do tio. O tio segurou o maxilar do menino e enfiou a língua na boca dele, Renatinho chupava a língua do tio como se fosse feita de chocolate, Diogo já estava nu e com o pau apontando pra cima, na época eu achei enorme, mas não devia passar de 16cm.
- ensinou ele bem, tio Nal. - falou Diogo.
- tu tem que ver o que ele faz em cima de uma pomba dura, esse aí gosta kkkk - respondeu seu Nal.
Eu tava ofegante, e até com tremedeira nos dentes de tão nervoso, tentava acompanhar tudo e registrar cada detalhe na minha memória. O cachorro tinha deitado perto das minhas pernas e quando eu mexi machuquei ele que fez alarde. Na hora quase infartei de medo apesar de ainda ser criança, estava paralisado com medo de ser descoberto, a janela se abre:
- tem um menino aqui, tio! - falou Diogo me segurando pelo braço.
- Caralho! É o neto da vizinha! - disse seu Nal.
Os dois me puxaram pela janela, eu era magrinho e não foi difícil. Comecei a chorar e dizia que não ia contar nada à ninguém, disse que eu já sabia desde o dia da roupa e guardei segredo, quase implorei pra eles, na minha cabeça eles iam me matar pra manter o segredo, era uma possibilidade, mas aconteceu completamente diferente. O Gilberto tava em cima de mim, tentando me acalmar, até que começou a beijar meu rosto...
- Caralho Gil, tu num perdoa nada mesmo kkkk já quer comer esse também kkk - disse seu Nal.
- Oia aqui a rolinha dele dura, Nal, ele tá gostando, vamo pro quarto ensinar pra ele o que acontece com quem espia a vida dos outros...
Essa parte fica por aqui, na próxima eu conto como eu e o Renatinho fomos devorados pelos três, deixem seus comentários que vou ler todos.
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