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O Padre foi obrigado a pecar

📅 Publicado em: 02/01/2022 23:17

👤 Autor: guilherme-navarro

🏷️ Tags: #Incesto #Teen #Virgem
Dom Luís, Lucho para os mais íntimos, era um padre na casa dos cinquenta, moreno, magro, de estatura mediana e não era feio. Ele morava em uma casa paroquial de dois andares em uma cidade galega. O padre fazia de tudo pelos seus paroquianos, do chaveiro ao carpinteiro ao pedreiro, e claro que fazia de graça, por isso as velhas diziam que ele era um santo, mas ele não tinha nada de santo.

Em frente à casa do padre, Marta morava em uma casa térrea, uma mulher que havia sido abandonada pelo marido. Ela tinha 42 anos e era gorda, era mãe de um filho e de uma filha, o filho, Leandro, magricelo de 15 anos. Luisa era uma adolescente de 14 anos, morena como a mãe, muito bonita. A menina era deveras mais rebelde e muito avançada no quesito “sem vergonhice”. Luisa estava iniciando o processo de conhecer seu próprio corpo e estava viciada em se masturbar, por isso quando ela confessava dizia coisas assim com sua voz doce:

-... Pequei de novo padre, agora não me masturbo mais duas vezes ao dia, me masturbo três vezes, manhã, tarde e noite.

-Você deve se controlar, filha.

-É que fico com tesão o dia todo pai, tenho mais vontade de pau do que de uma criança mamando no peito da mãe.

- Você se arrepende?

-Não me arrependo de nada, nem mesmo chupar meus dedos depois de gozar ...

-Não me dê detalhes, Luisa, não me dê detalhes.

-Como você pode me absolver se não sabe o que eu fiz?

-Deus sabe tudo. Ore dez Pais-Nossos e dez Ave-Marias.

-Você me ajudar a rezá-los?

O padre estava morrendo de vontade de ajudá-la, mas ele agüentou, ele sabia que no longo prazo era mais produtivo ser difícil, como ele tinha feito com sua mãe e às vezes trepava com ela, ela e muitos de seus paroquianos. Alguns até para seduzi-lo disseram que tinham goteiras em suas casas, e as tinham, mas não no telhado, elas tinham nas bocetas. É por isso que ele passou por ela e perguntou:

-Você vai tentar não pecar?

-Não posso, sou viciada nos meus sucos, só um pau vai me fazer parar de me masturbar.

Quando a viu ajoelhada, o padre teve vontade de querer sair do confessionário e colocar o pau na boca dela, mas ele disse:

-Ego eu te absolvo.

-Não quer que eu te conte mais coisas?

-Vá embora! Vai você vai me fazer sair do confessionário, ficar de joelhos e comer seu cuzinho.

A menina era travessa como o inferno.

- Estou sem calcinha, padre.

- Que você vá eu disse, filha do diabo!

Luisa levantou-se e saiu sabendo que isso o deixaria com muito tesão.

No dia seguinte, Marta e os filhos foram fazer compras na cidade. O padre colocou uma picareta na porta dos fundos da casa deles, entrou na casa de Marta e foi para o quarto de Luísa. Ele olhou no cesto de roupa suja e encontrou uma calcinha branca com flores vermelhas que tinha os sucos de uma boceta, cheirou-a, então puxou seu pau, um pau normal, ficando grosso e pontudo na cabeça. Passando seu pau pelos sucos e envolvendo-o com sua calcinha, ele se masturbava pensando em Luisa e as deixava pingando leite.

À noite Luisa tirava a roupa do cesto de roupa suja para encontrar sua calcinha branca com flores vermelhas, calcinha com a qual limpou a buceta depois de se masturbar e gozar. Ao tirar a calcinha, molhou a mão com o leite do padre, que ainda não havia secado completamente. Sorrindo, ela respirou profundamente o cheiro de sêmen. Muitas vezes encontrou sua calcinha manchada de leite. Era óbvio para Luisa que o irmão estava enviando uma mensagem inconfundível: ele queria transar com ela. Então, uma tarde, aproveitando que a mãe ia ao cinema, quando passou por Leandro na porta da cozinha, ela colocou a mão no pau dele por cima do short, deu-lhe uma piscada e disse:

-Fazemos?

-E se a mamãe voltar?

-Eu conheço um lugar onde ninguém vai nos incomodar.

O padre vira Luísa e Leandro fecharem a porta do celeiro da igreja atrás deles por uma janela que entrava em um galpão nos fundos de sua casa. Como tinha um cavalo e duas vacas no galpão, foi ver o que estavam fazendo. Ao abrir a porta, viu Leandro e a irmã em cima da palha. Com a calça abaixada, Leandro esfregava o pau na rachinha de sua irmã, que tinha subido a saia, baixado a calcinha e ficou de quatro. O padre caminhando em direção a eles, juntou as mãos, olhou para cima e disse em voz alta:

"Como consente com essas coisas, Senhor!"

O susto que tiveram foi dos grandes. Leandro puxou as calças. Luisa levantou a calcinha, abaixou a saia e disse:

-Não diga nada para minha mãe.

O padre tinha uma seriedade imponente no rosto.

-Vocês são irmãos. Vocês não tem vergonha?!

Leandro, que estava com medo, perguntou a ele:

"Você vai contar para minha mãe?"

-É minha obrigação.

Luisa viu que o padre tinha uma protuberância na calça, aproximou-se dele, pôs a mão no pau dele e percebeu que estava duro, apertou, mordeu os lábios de modo que o padre não resistiria e disse com voz doce e angelical:

-Você não vai dizer nada a ninguém.

O padre deu-lhe um empurrão e disse:

-Deixe meu membro em paz, pecadora!

-Você está encrencado. Espere eu contar para a mamãe.

-O que você vai dizer pra sua mãe?

-Que você queria me estuprar.

Ele fez uma cara de espanto quando disse:

-O que?

Luisa disse ao irmão:

"Você não me salvou das garras deles, Leandro?"

-Claro que sim.

O padre estava assustado.

-Vejo que você é capaz de me caluniar. Como vamos resolver isso?

-Você nos interrompeu. Agora ensine Leandro a fazer coisas.

-Não!

-Isso ou o denuncio de estupro. O que minha mãe vai dizer?

-É uma...

Luisa estava na frente dele.

- Puta! Está bem. Se é isso que você quer, vou te dar.

O padre sentou-se no banco onde se sentou para ordenhar as vacas e perguntou a Leandro:

-Você está com ela em tudo?

-Temos que nos defender.

O padre muito cínico ergueu os olhos novamente e disse:

-Me perdoe Senhor pelo que vou fazer.

Luisa disse a ele:

- Me ajude a gozar, padre!

Ele olhou para ela com uma cara de Nero.

- Quer brincar? Vai brincar!

-Isso parece uma ameaça.

-E é, é.

Luisa riu do padre.

-Que medo!

O padre falou com Leandro.

-Feche a porta do galpão e tire a blusa da sua irmã.

O menino fechou a porta e depois tirou a blusa da irmã. Luisa estava sem sutiã e os seios estavam expostos, seios grandes e redondos, com aréolas escuras e mamilos pequenos. O padre disse-lhe:

-Venha aqui Luisa.

Luisa aproximou-se dela e o padre acariciou-lhe os seios.

-Dê-los para chupar.

Luísa se abaixou, o padre pegou os seios com as duas mãos e acariciou, lambeu e chupou, depois disse para o Leandro:

-É a sua vez, coma os peitos da sua irmã como eu os comi.

Leandro chupou as mamas dela ... Luisa ficou com tesão. O padre disse a Leandro:

-Fique atrás dela e abaixe a saia e a calcinha.

Ela os abaixou e o padre viu sua buceta rosada e com poucos pelos de adolescente, ele a trouxe para perto dele, ele a jogou de joelhos e com a palma da mão ele bateu na nádega de seu cuzinho apertado e redondo .

-Plas plas! Ayyy! Idiota!

-Para quem você ia contar que eu te estuprei?

- Ninguém, ninguém!

-Plas, plas !! Ayyy! Sádico! Plas plas !! Ayyy!

-Quem é um bastardo?

Luisa estava assustada.

-Meu irmão.

-Lamba as nádegas, Leandro.

Leandro abriu a bunda de sua irmã lambeu seu cuzinho, descendo para a bucetinha extremamente úmida.

Luisa abriu as pernas para facilitar as coisas para o irmão. Leandro lambeu seu cu e sua boceta suculenta. O padre fez um sinal com a mão para que ele batesse nela e mordeu o lábio inferior, dizendo para bater com força. Luisa gemeu como um demônio quando as mãos de seu irmão a golpearam.

-Pas plas! Ayyy !!

Leandro estava crescido.

- Ninguém me chama de bastardo!

Leandro já estava empolgado e ia bater de novo, mas o padre o deteve.

-Chega Leandro, as coisas devem estar no seu devido ritmo. Lamba o cuzinho e a bucetinha dela de novo, Leandro.

Leandro lambeu sua bucetinha e cuzinho enquanto o padre passava o dedo no cuzinho da pequena puta.

-Foda o cuzinho dela com a língua e coloque dois dedos na buceta dela.

Quando Leandro fez o que o padre mandou, Luisa começou a gemer como se fosse verdadeira puta e acabou gozando como uma mulher adulta e dizendo:

-Me chupe com mais força!

Quando Luisa acabou de gozar, o padre a levantou e lambeu sua bucetinha suculenta. Leandro se despiu enquanto observava como o padre lambia a buceta da irmã, como a colocava dentro de sua vagina e depois lambia seu clitóris. Quando Luisa voltou a gemer, disse para Leandro:

-A sua vez.

Leandro lambeu a bucetinha dela da mesma forma que o padre, que havia ficado atrás de Luisa, abriu suas nádegas e lambeu-a e fodeu seu cuzinho com a língua ... Gostou tanto daquela dupla lambida que encheu a boca de seu irmão com novo suco de orgasmo:

-Que gozada!

O padre parou de lamber quando Luisa acabou de gozar. Ele abriu o zíper da calça e puxou o pau para fora, curvou-se e esfregou o no anelzinho da garota fazendo penetrar só a cabeça de sua rola. Laura exclamou:

-Está doendo!

O padre ficou comovido.

"Eu vou destruir a sua bunda, mini puta!"

Ele entrou com a rola no cu de Luisa impiedosamente.

-Idiota! – Vociferou a garotinha empalada na rola do padre.

Ele bombou até Luisa começar a gemer cada vez mais alto ... O padre sabia que ela ia gozar. Ele fodeu seu cuzinho mais rápido e Luisa gozou com tanta força que suas pernas trêmulas cederam, fazendo-a desabar e com ela caiu o padre, que ficou embaixo dela com o pau dentro de seu cuzinho. Leandro viu sua bucetinha aberta com os lábios rosados cheios de baba, encostou-se em cima da irmã e cravou a cabeça de seu pau buceta a dentro. Entrou nela muito apertado ... Luisa se sentia cheia com os dois paus dentro do cuzinho e da bucetinha. No começo, ela se sentia cheia, mas Leandro demorou muito dentro dela, e como ele mudava constantemente de ritmo, ela gostava. No final, sentindo que ia gozar, não pôde deixar de beijar a boca do irmão, e aí sim, aí a energia de Leandro ia acabar.

-To gozando! – avisou Leandro ainda com o pau dentro de sua irmã.

Leandro tirou o pau da buceta dela e gozou no rosto da irmã, um rosto que refletia todo o prazer que ela estava sentindo. De sua buceta saia a porra do irmão e um pouco de sangue, ela acabara de perder a virgindade na rola do próprio irmão, enquanto seu cuzinho estava preenchido com a rola do padre que também gozara junto com Leandro ao mesmo tempo.

O padre ainda estava duro Luisa deu um passo para o lado e tirou o pau da bunda. Leandro enfiou o pau entre os seios dela e ainda melado brincava com a rola melada em contato com os seios de sua irmã. Após se recuperar do orgasmo, o padre disse a Luisa:

-Fique de quatro para que ele possa comer seu cuzinho e sua bucetinha. Agora você sabe como você gosta.

Leandro mexeu no cuzinho da irmã e em sua bucetinha encharcada com a língua. O padre acariciou seu clitóris com dois dedos e meteu o pau na boca de Luisa, a menina começou a mamar o pau do padre enquanto dava seu cuzinho arrombado para seu irmão que ainda estava excitado. Leandro continuou a comer a irmã por mais alguns minutos, mais demorados pois já havia gozado e quando seu pau já estava quase gozando, retirou-o de dentro da sua irmã e gozou nas costas dela, algumas poucas gotas de esperma.

O padre também gozou pela segunda vez, na cara da garotinha e caiu desfalecido do chão do celeiro. Ordenou que as crianças mantivessem o trato que fizera de não o denunciar e que quando quisessem aprender a mais, que estaria a disposição.

Todos se limparam e voltaram para suas rotinas. As crianças foram para suas casas e o padre para sua casa paroquial. Sempre que tem a oportunidade, come as garotinhas necessitadas.

Espero que tenham gozado. Ops! Gostado.

Até o próximo conto!
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