Minha sobrinha de 8 anos me deixou arrombar seu cuzinho
************ Identidade Bourne é meu codinome*******************
Essa é a parte 5 da história de Robson, que acabou comendo o cuzinho de sua sobrinha de 8 anos.
As histórias anteriores podem ser encontrada ao clicar no autor.
https://contoseroticoscnn.com/2020/06/minha-sobrinha-de-8-anos-me-fez-comer-sua-pepeka/
Meu nome é Robson, acabei de fazer 30 anos, instrutor de academia e personal trainer, moreno claro, 1,81 de altura e os meus 96 kilos de muita malhação sofrida com orgulho. Meu pai falecido muito tempo atrás, minha mãe já aposentada, estavamos já acostumados somente minha mãe e eu. Ela passava mais tempo em seu proprio quarto vendo tv que no resta da casa.
Já Faz alguns meses que minha irmã, mais noiva que eu, se separou e se mudou de volta pra casa e minha liberdade já não era a mesma tendo minha sobrinha em casa. Juliana, uma linda menina de oito anos, cabelos castanhos longos encaracolados, olhos e sorrisos grandes como minha irmã, e muito cheio de energia. Levei ela e minha mãe pra um chalé, e depois da pepeka dela eu consegui seu cuzinho.
Juliana dormiu comigo no sofá cama na sala do chalé, eu acordei antes de minha mãe pra ter certeza que minha sobrinha não estaria fazendo algo em mim e minha mãe visse. Minha mãe levantou fez café, comemos e fomos à feirinha da vila comprar algumas coisas, legumes, frutas e verduras para almoço e janta. Juliana estava muito contente, mas reclamou de coceirinhas. Enquanto minha mãe estava vendo umas coisas de artesanato eu vi uma farmacinha do outro lado da rua, então eu disse que ia na farmácia, e Juliana acabou me seguindo. Eu queria comprar gel intimo e remédio para diárreia pra preparar ela. Tinha um casal no caixa e eu esperei eles saírem, pois ficaram me olhando quando entrei com minha sobrinha.
Mostrei os itens no caixa e lembrei de pedir algo para Juliana, o caixa era um homem maduro, devia ser o dono, jeito de rico com uma aliança enorme de casado. Eu falei discretamente:
– Por favor senhor, você tem algo para assaduras aqui para minha sobrinha… tipo… pras partes íntimas?
Ele olhou pra minha sobrinha, de shortinho colado e um top de verão segurando minha mão.
– Não tô assada tio! – Juliana me corrigiu. – É coceirinha! Sua barba!!! – ela disse achando que estava sendo esperta e riu.
Eu dei um puxão pra ela parar de falar e ela ficou séria. O farmacêutico viu o quanto eu fiquei vermelho e seu rosto ficou sem expressão, ele disse que ia pegar e virou-se pras prateleiras. Juliana percebeu que eu ia brigar com ela e ficou pálida.
O homem, voltou trazendo uma pomada, e parecia que tinha uma leve ereção visivel na sua calça branca, me olhou de cima a baixo reparando no meu tamanho e viu que Juliana estava sério desta vez. Sem nenhum diálogo paguei com dinheiro e saí rapido dalí.
Minha mãe só ficou um pouquinho na praia, ela não gosta muito, e retornou pro chalé. Minha sobrinha ficou comigo, tentei fazer amizade com umas meninas mas ela atrapalhava, disse que queria ir ao banheiro pra eu leva-la, depois disse que queria comer e me levou pra comprar lanche. Ela não deixava as meninas se aproximarem, ainda mencionou que eu tinha namorada, me agarrava puxando meu sungão. Eu fiquei puto, ela estava me tirando do sério e acabamos isolados no lado da praia.
– Ju, o tio precisa paquerar as meninas e você não pode ficar fazendo isso! Vou te deixar no chalé com sua vó!
– Mas elas eram feias tio!
– Claro que não! Tinham bumbum lindos!
– Mas meu bumbum é mais bonito né tio! – ela disse se virando na areia até me mostrar sua bunda com bikini no rego.
– Mas seu bumbum é muito pequeno para o que eu quero fazer! Não aguenta!
– O que é? Aguento sim! – ela não sossegou e ficou insistindo em saber.
– O tio precisa enfiar o pipizão na porta de trás, no buraquinho. – eu disse sentindo meu pau engrossar dentro da minha sunga preta.
– Eca!!! – disse zombando.
– Como você é bobinha! Por isso que escolho bem minhas namoradas, as que gostam da dar o bumbum!
Ela ficou quieta intrigada. Devia estar imaginando se isso é verdade, então peguei meu celular pra mostrar um video pra ela, onde um cara pausado comia o cu de uma novinha, que pedia mais e mais.
– Olha isso, como ela gosta!
Ela ficou agitada, parece que acendeu a xaninha dela ao ver essa cena. Ficou de boca aberta,
– Tio, eu não sabia disso!!!
– Por isso preciso achar uma que goste como ela!
– Eu gosto!
– Como?? Você nunca fez sua boba! Pensa que me engana! – eu ri da cara dela enquanto ela via a cara de prazer da novinha no video, deixei ela ver mais alguns videos se retorcendo suas pernas.
– Faz comigo tio! Eu quero!
– Não! Você não vai aguentar Ju!
– Aguento sim!
– Não!
– Tio, eu já sou crescida! Já sou mulher lembra!
– Não Ju, isso é pra mulheres maiores.
Ela me passou a tarde me infernizando, não pensei que ela iria ficar assim. No chalé ela fez cena, chorou, disse pra minha mãe que eu tinha brigado com ela. Depois me implorou por desculpas e ficou no meu ouvido dizendo pra eu fazer com ela. No começo da noite minha mãe estava sentada na varandinha com suas revistas, eu me sentei na cadeira de área na frente dela de sunga tomando uma cerveja e Juliana vem no meu colo esfregando sua bunda na minha rôla, na frente da minha mãe.
– Tio, faz! Por favor! – cochichou no meu ouvido fazendo meu pau crescer, minha mãe conversava conosco mas parecia não perceber sua neta montada na minha rôla.
Eu belisquei pra ela parar, ela reclamou e saiu correndo, deixando me pau armado dentro do meu sungão. Minha mãe parecia fingir que não via nada estranho, ainda comentou que eu havia me queimado muito no sol e se foi pro quarto ver tv. Eu encontrei Juliana e dei uma bronca nela, se não sabe disfarçar então não pode fazer mais nada comigo. Ela ficou quietinha e disse que prometia calar a boca e que queria saber como era fazer aquilo do video, mas queria que fosse eu, pois só tinha a mim. Então eu disse que iria mostrar pra ela, mas que precisávamos preparar ela antes.
Primeiro pedi pra ela tomar um comprimido pra diarreia, depois expliquei como a mulher faz uma limpeza antes, Eu a levei para o banheiro, puxei o chuveiro da mangueirinha e expliquei o que eu iria fazer, bom não preciso contar detalhes.
Depois pedi pra ela por um vestidinho e irmos para o carro. Estava escuro já, e muito silencio ao redor. Dentro do carro tirei na minha mochila três tamanhos diferentes de cenoura, eu ia por o menor e depois trocar pelos maiores, mas ela ainda queria discutir comigo.
– Tio, mas no video não tinha isso!! Eu não quero cenoura!!!
– Ju, dá pra ficar quietinha só um pouquinho e me ouvir! O pinto do homem é grande e precisa esticar seu bumbum antes, senão não vai entrar, e você vai entender porque quando sentir isso entrando!
Eu ergui as pernas dela, e dei beijos na xoxotinha dela, ela ficou excitada, e aos poucos com muito lubrificante fui forçando a cenoura menor, ela tentou travar dizendo que ia fazer coco, mas expliquei que era normal e o que deveria fazer etc…Com a dor ela entendeu que não era fácil como no video, eu quis parar várias vezes, mas depois de alguns minutos ela dizia que queria fazer, meti minha rola na sua xana molhada da minha saliva e comi ela um pouquinho. Foram três horas alí de prazer e dor pra ela. Eu pedi várias vezes pra ela não gemer alto, mas ela sempre escandalosa, na ultima cenoura ela já estava suada, chorando, mas não queria parar, até seu cuzinho ficar largo deixando a cenoura deslizar pra dentro. Sua pepeka estufada pra fora com meu dedo no grelo dela. Agora era esperar ela relaxar com seu rabinho esticado.
– Você conseguiu lindinha, põe a mão pra sentir como entrou tudo! Você é muito corajosa!
Ela mal podia respirar e eu puxei sua mãozinha pra sentir o seu anel em volta da cenoura grossa.
– Agora vamos tentar enfiar o pipizão do tio!
As luzes do chalé do lado se acenderam, a lâmpada da varanda deles iluminou tudo dentro do carro, eu tirei a cenoura devagar pra não machucar e mandei ela baixar o vestido. Uma turma de adolescente saiu pra varanda, já era tarde da noite, mais de meia noite, o chalé do lado tinha sido alugado. Eles nos viram mas pareceu que estávamos pegando algo no carro. Voltamos pro chalé, Ju correu pro banheiro, era a sensação de estar com o cuzinho inchado. Eu com muito tesão pra comer aquele cuzinho, pensei em comer ela no banheiro, mas daria pra ouvir tudo no quarto onde minha mãe estava. Preparei o sofá cama, apaguei as luzes. Ela veio se deitar, reclamando de dor, eu disse que depois passa e ela iria gostar mais porque seria o tio, com muito carinho e beijos.
Estávamos de conchinha, ia comer ela de ladinho, beijei sua nuca, seus cabelos e orelhas, ela gemeu algo, pedi pra não fazer barulho. Com muito carinho fui encaixando sua bundinha no meu quadril, com muita calma enfiei meu cacete na xoxotinha dela, e de novo falei pra ela ficar em silêncio pra não acordar a sua avó. Minha língua no ouvido dela fez ela empinar mais o rabo com meu cacete dentro, agora era a vez de comer o cuzinho da minha sobrinha, ela ia ter o que tanto me pediu.
Muito lubrificante, paciência, carinho, posicionei a cabeça do meu pau, sei que não ia entrar todos os 21cm, mas só de alargar o anelzinho dela já a faria feliz. Segurei a perninha dela pra cima, disse o quanto eu a amava, e estava orgulhoso por ela ser uma garota decida e corajosa, ela choramingou, eu parei, mas ela disse queria minha rôla. Eu estava com um tesão animal, e comecei a falar coisas safadas pra ela.
– Se você não aguentar, o tio pára, mas vou ter que pegar uma outra menina aqui!
– Nãoooooo tio… eu aguento! – ela chorava com meu dedo em seu grelo.
– Ju, o tio tá sentindo seu bumbum todo quentinho por dentro, tão macio!
– Ai tio!!! seu pipi é muito duro, perae, tira tio, tira tio!
Eu tirei, achei melhor desistir. Disse pra dormirmos, mas depois de alguns minutos ela esfregou e rebolou no meu pau, sinal que ela queria mesmo ser arrombada pelo tio dela. Então na escuridão da sala e a virei de pernas pra cima, me deitei sobre ela e meti de novo, devagar mas firme, com minha boca cobrindo a boquinha dela pra abafar seu escândalo. Eu enfiava até onde dava, não queria machucar minha sobrinha, mas nunca imaginei que nessa idade o cuzinho se abria tanto.
Eu a pus de ladinho pra ela poder respirar melhor e engatei por trás, de conchinha, com meu dedo no grelo dela, tentei fazer ela parar de gritar, mas ela chorava alto enquanto mexia seu quadril preso no meu cacete e meu dedo pela frente. Ela era safada isso sim, e eu chegando a me sentir culpado porque uma menina queria experimentar o prazer do sexo com um homem experiente e da família, eu tinha certeza que se eu não fizesse aquilo ela ia acabar dando pra qualquer um, do jeito que era curiosa. Eu por trás estava comendo o cuzinho dessa minha sobrinha sapeca, cuzinho de menininha já pedindo rôla de homem.
De repente a luz se acendeu, eu joguei o lençol por cima de nós dois. Minha mãe ainda limpando os olhos tentava entender o que acontecia.
– Que gritaria é essa a essa hora??
Eu de conchinha na minha sobrinha, com minha rôla dentro do cuzinho dela, coberto só por um lençol, tentando fazer ela calar a boca, mas parecia estar num Ecstasy e não conseguia se conter, estava chorando e soltando gemidinhos com olhos vermelhos e rosto molhado de lágrimas.
– Nada mãe, ela só teve um pesadelo! Agora até que está mais calma. – eu respondi sentindo meu pau pulsar no anelzinho dela.
– Aff! Ainda bem que essa menina não veio dormir comigo! Vou por meus tampão de ouvido! Agora se precisarem de mim terão que me chacoalhar pra me acordar! – ela apagou a luz e voltou pro quarto.
– Ju, lindinha, aguenta mais um pouquinho pro tio deixar o leite lá dentro, meu pipizão gostou muito do seu bumbum!
Ela parou seus gemidos, e virou seu rostinho pra trás tentando me ver no escuro.
– Verdade tio? E também os homens põem leite aí?
– Sim, sim, quando o bumbum é muito gostoso! Por isso que se diz que o homem come o bumbum da mulher, e deixa seu leite pra provar que é dele!
– Tá tio!! Mas se doer mais??? Será que aguento? Eu quero aguentar!
– Calma, deixa eu fazer, pode doer um pouquinho, mas o pior já passou!
Segurei ela com firmeza, agora ela podia chorar ou gemer, que minha mãe não ouviria. Seu cuzinho já estava arrombado, eu podia sentir as bordas grossas com meus dedos. Eu não queria machucar ela por dentro, então segurei a base do meu membro pra não ter o impulso de forçar mais do limite que ela aguentava nessa noite então comecei a socar minha rola enquanto tinha minha outra mão na pepeka dela.
– Ai tioooo, ai tioooo, vou fazer xixi!!! – gemeu ela.
– Não vai não lindinha – eu a segurei mais firme socando por trás. – Vai ficar aqui presa na pica do seu tio, você não queria tanto, agora toma rôla! Safada!
Eu acabei subindo por cima dela, com a mão na base do meu pau eu empurrei pra dentro pra encher o cu dela da minha porra, eu senti varios jatos invadindo o interior do cuzinho dela enquanto ela se esperneava presa embaixo de mim tendo orgasmos com meus dedos em seu grelo.
Fomos nos acalmando e eu fiquei acariciando ela, com meu corpo grudado por trás. Eu tirei seus cabelos de seu rosto, dei vários beijos de carinho, expliquei queé tudo muito intenso assim mesmo, e que ia passar. Meu pau escorregou pra fora dela, ela respirou aliviada.
– Lindinha, o tio vai acender a luz, você precisa ir ao banheiro se limpar, tá bom? Eu pego água pra você, e vou ver se precisamos trocar o lençol.
Ela foi meio tonta, voltou cansada e dizendo que tava doendo. Apaguei as luzes e disse que eu ia dar beijinhos pra sarar. Beijei o cuzinho inchado dela, lambi com carinho, ela ficou surpresa pelo prazer anal, passei umas pomadas pra ajudar.
O problema é que quando fico assim carinhoso, ela confunde as coisas, pensa que estou me apaixonando por ela e fica no meu pé. Eu fico frio pra ela se afastar, mas quando estou na seca eu não resisto, ela é esperta e sabe minhas fraquezas. Ela até passou a me manipular e dar o cuzinho para outros homens só para me provocar. Aí já virou um tema para Casos de Família.
************ Identidade Bourne*******************
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