A virgindade de Jorginho
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Paulo, Jorginho e eu, passamos o dia pelados. Depois que gozamos não havia rolado mais nada, apesar do meu filho sempre ficar olhando para gente. Era bastante excitante se exibir dessa forma e Paulo parecia sentir o mesmo, já que a pika dele não parava de ficar dura.
Quando era pouco mais de cinco da tarde decidimos entrar. Paulo e eu paramos de beber um pouco, não queríamos acabar caindo de bêbados e não aproveitar a noite juntos. Andar pelado pela casa era bastante libertador e era ainda mais excitante ver o Paulo com a pika balançando perto do Jorginho.
Eles brincavam normalmente, mas agora para mim, tudo o que eles faziam me deixava excitado. Paulo estava assistindo televisão, a piroca dura e Jorginho do lado, apenas de olho. Eu sentia que meu pau iria explodir, ainda estava com tesão acumulado de um ano.
Peguei Jorginho e o coloquei sentado no meu colo, minha pika no meio de suas pernas. Paulo automaticamente cravou seus olhos na gente. Peguei a mão dele e fiz ele me fazer uma punheta. Novamente Jorginho voltou a ficar mudo, me deixando fazer o que eu quisesse.
Paulo se aproximou e pegou minha mão, fazendo punhetá-lo também. Aquilo estava muito bom, nem acredito que estou mesmo fazendo isso. Minha cabeça parecia que iria explodir. Tirei Jorginho de meu colo, colocando ele no colo de Paulo.
— Filho, coloca a boca aqui!— Disse, sentindo meu coração ir a mil por hora.
— Assim?— Ele colocou a cabeça do meu pau na boca e eu achei que iria gozar só com isso.
— Chupa igual sorvete filho!— Ordenei, olhando para o rosto de Paulo, que parecia sem reação.
Jorginho deu algumas lambidas na base do meu pau e mesmo que ele raspasse o dente às vezes, era o melhor boquete que recebi em toda minha vida.
Paulo levantou o corpo, colocando um dedo no cu do meu filho e me deu a pika para chupar. Mamei ele como um profissional, ansioso para isso desde que o vi no meu sofá só de sunga.
— Porra André, tu continua com uma boquinha...— Disse Paulo, forçando a pika contra minha garganta e me fazendo engasgar.
Paulo ainda rodeava o dedo no cuzinho do Jorginho e agora eu vi que ele tava forçando, tentando penetrar. Quando Jorginho soltou um gemido abafado, percebi que Paulo havia conseguido.
Pedi para Jorginho parar um pouco ou iria gozar, deixando apenas Paulo com o dedo no cu dele e a pika na minha boca. Quando percebi, Paulo gozou fundo na minha garganta, me sufocando e me enchendo de prazer.
— Caralho, eu nem me aguentei...
— Filho, vem aqui agora!— Paulo tirou o dedo de meu filho, se sentando no sofá de novo.
Deitei Jorginho no sofá, passando a mão pelo corpinho dele e coloquei o pintinho dele na boca. Jorginho gemeu um pouco, agarrando meus cabelos. Com meu dedo, coloquei no cuzinho dele e dessa vez ele gemeu um pouco mais alto, um som que me fez quase gozar.
Paulo se movimentou no sofá, colocando a pika ainda melada na boca de Jorginho. Meu filho chupou com vontade, parecia estar gostando e aprendeu um pouco mais.
Introduzi um segundo dedo, alargando ele um pouco mais, hoje eu vou foder meu filho. Após algum tempo, decidi que era hora e coloquei a cabeça na porta do cu dele.
— Filho, vai doer um pouco mas depois vai passar, tudo bem?— Ele concordou com a cabeça.— Confia no papai!
Paulo me olhava com tesão e, cuspindo no meu pau e um pouco no cuzinho do Jorginho, forcei meu pau. Ele soltou um gritinho, mas Paulo deu um beijo nele e eu fiz uma leve punhetinha. Por mais que eu ame um sexo bruto, sei tirar o cabaço de alguém.
Depois de muito esforço, finalmente a cabeça passou. Jorginho tinha lágrimas nos olhos, mas Paulo apenas sorria e sussurrava que logo iria passar. Olhei para a cabeça da minha pika no cuzinho do Jorginho e não acreditei que eu tava ali, que não era um sonho.
Forcei mais, indo confiante para dentro dele. Jorginho continuava chorando e eu ainda penetrava meu filho, constante e sem parar. Só parei quando percebi que não iria entrar mais. Ficou uns três dedos de pau para fora ainda e então eu esperei.
— Olha Paulo, meu menino é forte!— Disse, fazendo um carinho em Jorginho.
— Ele é muito especial!— Paulo se afastou, me deixando ver melhor o Jorginho.
O rostinho dele estava em uma expressão de dor, que aos poucos ia sumindo.
— Filho, avisa o papai quando a dor passar, okay?— Ele concordou com a cabeça e Paulo se aproximou, me dando um beijo.
— Você tá muito excitante assim! Um homem viril desse e seu filho me fazendo gozar.— Sorri e o beijei de volta.
— A dor passou papai!— Foi como ouvir música, sorri em meu beijo com Paulo e comecei a me mover.
Primeiro eu fui lentamente, deixando ele se acostumar, afinal eu não queria que ele tivesse medo de mim e eu perdesse essa mina de ouro. Paulo nos olhava com um sorriso sacana, me deixando ainda maus excitado.
Quando vi que Jorginho estava gemendo mais, acelerei meu ritmo. Eu via meu pau sumindo dentro daquele cu guloso e gemia em prazer também. Minha brutalidade aos poucos ressurgindo e agora eu dava tapas na bunda de meu filho. Ouvi-lo chorar de prazer me fazia subir um fogo.
Paulo veio para atrás de mim, me fazendo parar um pouco e cuspiu no pau dele. Em apenas um estocada ele estava dentro de mim, me fazendo urrar de dor e prazer. Ele mordeu meu pescoço, levando as mãos até meus peitos e apertou os bicos. Gemi em prazer, foder e ser fodido era a melhor sensação do mundo.
Voltei a me movimentar, para frente e para trás. Olhei para Jorginho, vendo um sorriso nos lábios de meu filho. Ele estava com a mãozinha segurando a minha, me fazendo amá-lo ainda mais. Paulo continuava castigando minha bunda, forçando bastante e meu pescoço estava todo babado e com marcas de mordida.
Voltei a olhar meu pau sumindo dentro de Jorginho e agora estava mais fundo. Ele tava aguentando meus 20 cm e tudo o que fazia era gemer e sorrir. Filho puxou ao pai, porque nem a mãe dele me aguentava sem reclamar, ainda mais quando eu fodia o cu dela.
— O Jorginho é que nem você!— Disse Paulo em minha orelha.— Lembro quando você aceitou fazer dp comigo e aquele negão da faculdade!
Sorri, socando um pouco mais fundo e forte. Jorginho gemeu mais alto e eu continuei aumentando meu ritmo. Ele me chamava de papai e tinha lágrimas nos olhos, mas continuei bombando. Tava sentindo que ia gozar logo e aumentei ainda mais o ritmo, Paulo até saiu para me dar espaço.
Me sentei no sofá, colocando ele para cavalgar e Jorginho nem reclamou, só foi sentando como um profissional. Segurei sua cintura com as mãos e o conduzi a sentar em mim. Gemi alto, fechando os olhos e deixando minha porra vir. Gozei forte, fazendo escorrer pelo rabinho dele. Paulo nos olhava de olhos vidrados.
— Isso foi muito gostoso!
Jorginho caiu no meu colo e eu dei um beijo no topo de sua cabeça. Olhei para o pau de Paulo e ele ainda estava duro. Peguei Jorginho, tirando meu pau de dentro dele e o entreguei para meu amigo.
— Pode foder ele também! Goza no meu filhinho!— Disse e ele me deu um beijo, deitando Jorginho com a cabeça virada para mim.
Agora em posição de frango assado, vi Paulo colocar a cabeça do pau dele na entrada de meu filho. 18 cm de muito prazer para meu menininho. A pika dele entrou fácil, mas Jorginho reclamou um pouco. Paulo conseguiu colocar tudo de uma vez e nem esperou para começar a bombar. Só abraçou meu filho, dando um beijo na boca dele e meteu com força.
Jorginho gemia e eu via aquilo com fascínio. Se tem algo melhor do que foder o Jorginho é ver ele sendo fodido. Peguei meu pau e comecei uma punheta, vendo a cena maravilhosa de um homem de trinta anos bombando no meu filho.
Ajoelhei ao lado deles e dei minha pika para Paulo chupar, queria ouvir os gemidos de Jorginho mais claros. Foi como música, Paulo fodia muito bem e Jorginho não parava de gemer. Foi tão bom que gozei bem mais rápido dessa vez, fazendo Paulo engolir todos os meus 20 cm. Gozei fundo na garganta dele e ouvi ele gemer alto, parando de bombar e gozando no cuzinho de Jorginho.
Meus olhos brilharam ao ver ele tirar o pau e Jorginho ficar todo gozado. Ficamos admirando o estrago que fizemos, parecia que havia passado um trator no rabo do meu filho. Pelo menos da próxima vez posso ir do jeito que eu gosto. Puxei Paulo para um beijo e depois me joguei no sofá, recuperando meu fôlego.
— Essa foi minha melhor transa!— Disse Paulo, sorrindo ao olhar para mim e Jorginho, que desmaiou de cansaço.
— Sabe que de agora em diante você vai poder vir sempre aqui que vai ter dois buracos para você alimentar!— Paulo riu, me fazendo acompanhá-lo.
— Sei sim, ainda bem que tenho a chave, posso chegar de surpresa!
— Tá cedo, mas eu tô morrendo de cansaço. Quer ir deitar comigo e com o Jorginho?— Peguei meu filho no colo, todo peladinho e com porra escorrendo da bunda.
— Com certeza, de madrugada posso acordar com fome!
— Pode se servir de mim ou do Jorginho, só escolher!
Paulo riu e me acompanhou, me ajudou a limpar a bunda do Jorginho e nos deitamos, pelados e sem cobertor. Virei Jorginho de frente para mim e ele ficou de costas para o Paulo. Adormeci que nem percebi, mas acordei de noite e Paulo tava metendo bem devagar no Jorginho, que continuava dormindo.
— Boa escolha!— Sussurrei e ele me olhou, sorrindo.
Paulo tava segurando uma das pernas de Jorginho para o alto e o fodia. Peguei meu pau e comecei a me punhetar, assistir é sempre gostoso. Hoje tiramos a virgindade do Jorginho, de agora em diante ele vai ter muita pika para agradar.
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