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Cristina

📅 Publicado em: 15/07/2022 21:43

👤 Autor: escritor-misterio

🏷️ Tags: #Outros
Cristina, 41 anos, alta, loira de cabelos longos ondulados, olhos azuis, um sorriso lindo, umas mamas gigantescas, umas pernas longas e lindas, aquelas roupas justinhas ao corpo, aquelas calças, realçando a sua cona e o seu cu... não sei quantas punhetas eu batia por dia a pensar nela...

Levantava-me todos os dias cedo, para a ver passar, quando ela ia comprar o pão... corria para a janela, já com o caralho monstro na minha mão, e ao ver ela passar começava abater punheta... via ela aproximar-se, passar pela minha janela... aqueles peitões a balançarem com os passos dela, depois via aquele cu redondinho, as nalgas a dançarem, a rebolarem com o andar dela, e ficava aver ela afastar-se, a bater punheta.

Eu sou o Jorge, tenho atualmente 23 anos, na altura tinha 17. Sou alto, musculado, pratico memso musculação. Moreno, cabelo preto, e tenho um caralhão enorme. Sinceramente nunca o medi, mas muitas raparigas recusaram foder comigo por causa do tamanho anormalmente enorme do meu caralho. Porém, uma das raparigas que eu fodia regularmente era a filha mais velha de Cristina, a Carla. A Carla era doida pelo meu caralho, e como fomos criados juntos, eu tinha 3 anos quando os meus pais se mudaram para Setúbal, e a Carla tinha na altura 5 anos. Na brincadeira enquanto crianças descobrimos o sexo, a medida que fomos descobrindo os nossos corpos. Foi aboca dela a primeira que eu beijei, a boca dela foi a primeira que envolveu o meu caralho todo, foram as mamas dela as primeiras onde eu mamei sem serem as da minha mãe. Perdemos a virgindade juntos... mas mesmo nessa altura a minha loucura era a mãe dela, Cristina.

Um dia, quando eu tinha 13 anos, via-a nua. Num acaso, estava no quarto da Carla, estávamos supostamente a estudar, mas na verdade estavamos a foder, a Cristina estava no banho e eu e Carla aproveitamos para foder. Quando acabamos de foder, eu fui a casa de banho, e ao passar pelo quarto da Cristina, não resisto, espreito pela porta e vejo-a toda nua, estava a limpar-se após o banho. Só Deus sabe porque eu não invadi o quarto naquela altura. Apeteceu-me entrar, e foder aquela mulher toda.

Volto para o quarto da Carla, e sem lhe dizer nada, dispo-a e fodo-a... a pensar na mãe dela. A foda é selvagem, a Carla protestava, tentava afastar-me mas eu só pensava em foder...e foder... foi por puro milagre que a Cristina não nos apanhou a foder, estava a apertar as calças quando ela bateu a porta do quarto, a perguntar como iam os estudos.

Mas se eu era maluco por ela, a partir desse dia piorou. Eu a encarava descaradamente, mexia no meu caralho quando me cruzava com ela, olhava-a nos olhos sem desviar o olhar. Eu sabia que a incomodava mas eu queria que ela nota-se mesmo. Queria que ela se sentia-se incomodada, que ela visse como me dava tesão. No dia dos namorados, mandei entregar na casa dela uma dúzia de rosas, com bilhete não assinado, a dizer que ela era a mulher mais fascinante do mundo.

Com o passar dos meses, ela começou a ter um comportamento diferente comigo. Olhava-me também, e as vezes sorria-me e molhava os lábios com a língua. Fiquei doido. Pulava de contente.

Um dia, estávamos a comemorar o aniversário da filha dela mais nova, Susana, estávamos cerca de 40 pessoas na festa. Ela elogia um amigo meu, por ele ter já barba na cara, e eu digo-lhe:

- Não tenho barbas, mas tenho bastante pelo noutro sitio.

- Onde? perguntou ela.

- Não digo... terá de ver.

Ela sorriu e foi ter com outros convidados.

No dia seguinte, estava ela com um vestido leve, de Verão, não devia ter soutien, pois as mamas gigantescas dela balançam mais do que o normal. O meu caralho quando a vi, quase rasga os calções que eu levava vestidos, e notava-se perfeitamente que eu estava com o caralho bem teso, pois o contorno era visível ao longe.

Ela sorri, e ao passar por mim, depois de me dar os bons dias, olha descaradamente para o meu caralho, e passa com a língua pelos lábios.

Já não aguento mais ficar calado... estou a dar em maluco. Borrado de medo, afinal ela tinha idade para ser minha mãe, conhece-me desde pequeno, conheçe a minha família, meti conversa com ela;

- Bom dia vizinha...está muito bonita.

- Obrigada, Jorge.

- Esse vestido fica-lhe muito bem...mas o seu sorriso ainda lhe fica melhor.

- Jorge... que elogio tão bonito, Mas que se passa?

- Passa-se que eu.... eu....

- Tu o que?

Sem pensar mais, dou dois passos em direção a ela, agarro-a pelos ombros, puxo-a para mim e beijo-a ma boca, ali na escada do prédio. Foi o tudo ou nada. Ela correspondeu ao meu beijo. Quando meti a minha língua na boca dela ela faz o mesmo a mim.

Apalpo-lhe uma das mamas... não tem soutien mesmo. Ela apalpa-me o caralho, eu apalpo-lhe a cona por cima do vestido .. também não tem cuecas. Ela segreda-me ao ouvido:

- Estás farto de punhetas?

- Como sabe?

- Eu via-te... vejo como me olhas...como entesas esse...esse... caralhão... sei que me queres foder. Sou mais experiente, e sei ver os sinais todos, Jorge. E começas-te a dar-me tesão na cona também... Estou farta de te provocar...quero foder... já não estou com ninguem a 7 anos, desde que me separei... Entra.

Fomos para a casa dela, ela tira o vestido e fica toda nua... uma deusa caio do céu. Que perfeição... ali tive a verdadeira noção do monumento que tinha ali, á minha mão. Ela ajoelha-se, puxa-me os calções para baixo, e começa a mamar no meu caralho. Foda-se ainda não há 2 minutos que ela me chupa o caralho quando me esporro todo na cara, e na boca dela. Que vergonha, pensei eu.

- Desculpa-me Cristina, mas eu... desculpa.

- Não faz mal...mas com a minha filha aguentas mais.

- Vias...

- Sim via... via essse caralhão atolado na cona da minha filha...queria que fosse na minha...

O meu caralho nem teve o menor sinal de ficar mais mole. Ela continua a mamar. Deita-se no chão, com as pernas abertas. Aquela cona com um pequeno tufo de pelos, chama-se...ela faz-me sinal com uma mão, chamando-me. Não espero nem um segundo, salto para cima dela, e atolo-lhe o caralho todo de uma vez na cona...que cona meu deus...quentinha... húmida... apertada... aperta mais o meu caralho que a cona da filha.

Mexo-me para cima e para baixo a foder ela, deito-me por cima dela, beijo-a na boca enquanto a fodo, beijo-lhe as mamas. Chupo-as, mamo nelas, ela enrola as pernas a volta da minhas ancas, e puxa-me com as pernas para dentro dela. Ela grita...geme... grita alto pelo meu nome. Saio de cima dela, ponho-a de 4, e atolei-lhe o caralho todo na cona. Ela até deu um salto em frente, mas eu assegurei-me que o caralho continuaria atolado na cona dela ao agarrar-lhe pelas ancas, e puxar ela para mim. Fodo-a assim uns minutos, e paro os movimentos. Ao fim de algum tempo, ela olha para trás e implora:

- Fode... fode-me Jorge...

- Fode-te tu no meu caralho...

Ela sorri, e começa a deslizar pelo meu caralho para a frente e para trás...as mamas gigantescas a arrojar pelo chão dançam ao ritmo com ela se fode no meu caralho... que cona maravilhosa...aperta-me tanto o caralho que mais parece mastiga-lo.

- Cristina....vou-me vir...vou-me vir...

Ela quer sair, mas eu não a deixo, puxo-a para mim pelas ancas, ela debate-se tenta sair, mas eu deito-me por cima das costas dela, ela cai para a frente com o meu caralho atolado na cona dele e venho-me na cona dela... 7 ou 8 jatos de esporra que eu despejo na cona dela.

Estamos ambos suados, exaustos. Quando o caralho amolece tiro-o da cona dela, e sai um bocado de esporra, e ela vem a com a boca, abocanha-me o caralho e limpa-o.

Levanta-se com as pernas bambas, tem que se sentar no chão. Sorri e diz:

- Teve que ser um rapaz com 17 anos para me dar a melhor foda da minha vida.

- E ainda não acabou... digo eu.

Ela olha e vê o meu caralho teso outra vez. Eu levanto-a, levo-a ao meu colo até ao quarto dela, deito-a na cama, abro-lhe as pernas, e lambo-lhe a cona... que gosto bem...parece mel... depois puxo-a mais para a beira da cama, ponho as pernas dela aos meus ombros e enfiei-lhe o caralho pela cona, e fodo-a assim bastante tempo. Ela grita...gane... tão depressa grita para eu papar como grita que quer mais caralho. Monto-a na posição de missionário, ela arranha-se as costas com as unhas, e mordisca-me a orelha, e fala...

-DÁ-ME....DÁ-MMMEEEEE AAAAAIIIII JJJJJOOORRRGGEEEEE...QQUEEE CARRAAAALHHHOOOOO

Esporro-me na cona dela mais duas vezes. Nem forças tenho para lhe tirar o caralho da cona, ela abraça-me, beijamo-nos, trocamos caricias...e adormecemos abraçados. Ela acorda, e acorda-me. Visto-me a pressa e vou para casa, sem antes me despedir e dizer-lhe que voltaria no dia seguinte.

No dia seguinte, esperei que ela ficasse sozinha em casa, vou tre com ela. Toco a campainha, ela atende, abre a porta...está com uma lingerie super sexy e ousada. Eu entro tiro a minha roupa toda, e encosto-a a parede e em pé fodo-a. Apalpo-lhe as mamas, lambo-lhe o pescoço... e meto-lhe o caralho todo até aos colhões dentro da cona. Esse dia foi inesquecível, tinhamos a manhã e a tarde só para nós. Fodemos que nem coelhos todo o dia... ela nua a fazer a lida da casa, e eu quando ela menos esperava enterrava o meu caralho na cona dela, ou metia-lhe o caralho no meio das mamas, e fodia as mamas gigantescas dela, ou beijava-a na boca. Ou percorria o corpo dela todo com a minha língua. Era já bem tarde quando fui para a minha casa. Cruzei-me com a Carla e o namorado dela nas escadas.

Eu e a Cristina fodiamos todos os dias, menos quando chegava aquela altura do mês. Aí só fazíamos sexo anal, que ela adorava...e eu também... não imaginam a sensação de ver desaparecer o vosso caralho pelo cu de uma mulher---aquele buraco pequeno a alargar e agasalhar o vosso caralho... Até que o inevitável aconteceu, eu deixei de ter apenas tesão por ela...queria ela na plenitude...queria fazer dela a minha noiva...e depois a minha esposa.

No dia, em que lhe pedi namoro, estava muito mais nervoso do que quando lhe disse que a queria foder. Nem falar eu conseguia. Ela estranhou o meu comportamento. Para já estranhou que eu a levasse a um sitio muito bonito, um miradouro sobre o rio. Depois que eu só fala-se o essencial.

Tomei coragem. Agarrei-lhe nas mãos, estávamos sozinhos, chovia um pouco. E disse-lhe:

- Cristina... eu começei por te desejar pelo teu maravilhoso corpo... e fui descobrindo que maravilhoso é estar contigo sempre... adoro tudo em ti...queres namorar comigo?

- Quero... mas tenho medo...muito medo Jorge.

- Também tenho medo, Cristina...de te perder... de não passar os dias contigo... de não te beijar...de não fazer amor contigo...amo-te. Disse-lhe que a amava ali pela primeira vez.

Ela beijou-me na boca e disse que sim.

- Mas como vamos dizer as minhas filhas e aos teus pais???

- Em português, disse eu.

Abracei-a, dei-lhe a mão, encostei aminha boceja da cara na dela, e a chuva batia na nossa cara, e as luzes da cidade acendiam-se, era vésperas de Natal.

Continua
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