Minha(s) Irmã(s) - parte II
(segunda parte) Bom, pra resumir: quando nós dois começamos a gozar a Alê falou atrás da gente: -Ahá! Eu sabia que vcs dois tavam transando! Pára já com isso! Pára! Pára!!. Putz! Levamos um susto do cacete, mas eu estava jorrando nesta hora e a Dani gozando e tremendo, como ela sempre faz. Tirei pra fora ainda com a porra saindo. A Ale ficou olhando pra gente por um tempo, com cara de puta da vida e de assustada. Eu e a Dani ainda nos cantraíamos e a cada contraída minha saía um pouco de porro do meu pau e a Dani tremia e arfava. Isso tudo com a gente de frente para a Ale. Percebi que ela não tirava o olho do meu pau que ainda gozava e pingava, mas ela estava puta da vida. Aí começou o drama: Ela nos xingou, ameaçou bater na Dani, mas eu não deixei. Disse que nós éramos loucos e depravados e que assim que meus pais chegassem ela iria contar. Eu e a Dani chorávamos. Meu pau amoleceu e eu estava com o calção nas canelas. A Dani tava com o shortinho abaixado também e sem o bustiê, com os peitinhos tremendo. Mesmo mole meu pau ainda estava grande. Nós dois chorando e ouvindo o sermão. Tremíamos só de pensar que meus pais iriam ficar sabendo. Foi quando a Ale, gritando com a gente, falou algo que demonstrou uma brecha: -Francamente Du. Sempre achei bonito o relacionamento de vcs, mas jamais imaginei isso! E vc Dani. Se revelou uma putinha mesmo, não é? Quer por favor erguer esse calção e guardar esse caralho Du? Olhou para a Dani: -Pelamor de Deus! Não sei como vc agüentou isso! Ou vc é larga ou é realmente uma puta sem-vergonha! A gente começou a levantar a roupa para nos recompormos, um olhando para o outro e eu dei uma piscada para a Dani. Ela parece que compreendeu que o comentário da Ale revelava um certo desejo e deu uma espécie de sorriso. A Ale nos empurrava para a sala, gritando com a gente quando a Dani começou a argumentar. Falava que não era como a Alê tava pensando. Que a gente tinha muito amor um pelo outro e que se nossos pais soubessem poderiam até morrer, mas que certamente seria uma tragédia para toda a família. Que se nos proibissem de ficarmos juntos nós dois fugiríamos. A Alê começou a só ouvir em vez de gritar. Depois de muito argumentar a Dani falou: -Olha Ale, vc pode pensar que a gente é depravado, mas a verdade é que eu gosto dele e ele de mim. Temos um amor e carinho um pelo outro que nunca encontramos igual. Sem falar no prazer, como vc viu. Acha que se eu não fosse pelo prazer eu conseguiria agüentar ele? Vc viu! Vc conhece outros e eu não. Sabe como é um pinto e sabe que o do Du é grande. Acha que eu deveria sair por aí dando para qualquer um? Ninguém sabe o que a gente faz. Somo muito discretos e eu não virei puta nem nada. Nem o Du é tido como um galinha. VC preferiria que a gente fosse falado por ser puta e galinha? Enquanto a Dani falava eu e a Ale ficávamos quietos. Percebi que ela já não estava mais com aquela cara de brava, mas ainda nos olhava com reprovação. A Dani pediu que pelo menos ela não contasse para nossos pais. Foi aí que a Ale falou: -Olha! Vamos fazer o seguinte: Eu não sei mesmo o que fazer e não vou contar para o pai e a mãe, pelo menos por enquanto. Mas com uma condição: vcs vão parar com isso a partir de agora. Estamos combinados? Olhei para a Dani... ficou aquele silêncio e a Alê gritou: -Estamos combinados???. Dissemos que sim. Sabíamos que seria difícil ela nos regular, afinal dormíamos no mesmo quarto, estudávamos juntos, e fazíamos tudo juntos. Só se ela ficasse 24 horas grudada em nós. Ainda conversávamos quando a Duda chegou tagarelando como sempre. Notou o clima e perguntou o que tava acontecendo, mas nós três desconversamos e cada um foi para o seu canto. No nosso quarto, mais tarde, terminamos o que tínhamos começado no tanque, só que com muito cuidado a qualquer barulho. Depois começamos a conversar e eu falei para a Dani que a Ale ficou só olhando para o meu pau e se ela tinha percebido isso. A Dani, esperta, disse que sim e que por isso ela fez questão de falar do tamanho dele naquela hora na sala. Falou que tudo ia ser como antes, só que com muito cuidado pq a Ale podia nos ferrar a qualquer chance. O tempo passou e não tocávamos no assunto diretamente. A Alê sempre fazia um comentário que os outros não entendiam, mas que eram direcionados para nós dois. Mas nunca cobrou mais nada nem falou mais nada diretamente. Só bronqueava com nossos pais falando que nós dois passávamos muito tempo juntos e que isso não era certo. -Eles ficam pelados um na frente do outro e até tomam banho e dormem assim!!! ela dizia, mas meu pai ria e dizia que eu e a Dani sempre fomos assim. Eu continuava me agarrando com a Dani, os beijinhos inocentes, com a Duda também. Continuava ficando de pinto duro quando elas me atentavam. As vezes abraçava a própria Alê, mesmo quando estava nessa situação. A Dani me orientava a ostentar o pau duro para a Alê. Dizia que a gente não podia de jeito nenhuma deixar ela pegar a gente no flagra de novo, mas que era para eu me exibir quando tivesse excitado e as vezes tentar me encostar nela. Eu notava que ela me olhava com gula. Esperava eu olhar para outro lado para ficar olhando diretamente para o meu pau. Até que um dia estavam na piscina a Dani, a Alê e o namorado da hora dela. O cara estava nadando e as duas estavam deitadas na sombra olhando ele. A Dani comentou que ele era bonito e tinha um corpo bonito, e que a Alê deveria estar satisfeita. Perguntou se era carinhoso, se era gostoso e essas coisas de mulher. As duas começaram então e falar sobre isso, sobre como ele a tratava e se eles transavam. Depois a Dani me falou que a Alê falava dirigindo o assunto para no final perguntar se a Dani tinha transado muito nos últimos dias, se os caras eram gostosos e quem eram. Ficou um silêncio por uns tempos até que a Dani falou que transava quase todos os dias, mas não falou com quem. Deixou no ar... . A Alê não perguntou como quem, mas adivinhava. Perguntou se a Dani gostava, e foi insistindo nessas coisas até que a Dani falou: -Eu gozo até não poder mais. Teu namorado aí parece gostoso, mas duvido que te faça gozar como eu gozo. Pelo que posso perceber nem pau para tanto ele não tem!. -Mas vc goza sempre Dani?. -Todos os dias... . Por fim a Alê perguntou: -Mas o Du é tão gostoso assim??. A Dani ficou olhando para ela por um tempinho e depois falou: -VC sabe que sim né Alê? Não vê que ele ta sempre de pau duro? Acha que um cara que tem tanto tesão, e um pau gostoso como vc já viu, iria deixar de me transar gostoso?. Novo silêncio até que Alê foi incisiva: -Dani. Como vc agüenta ele? Ele parece um jegue! E vc parece tão delicada... . -Ah Alê! Vc fala como se fosse pouco experiente.... -Bom... se vc trepa todos os dias, posso dizer que vc é mais experiente que eu. VC transa mais quem além do Du?. -Ô Alê! Acha que com um cara como o Du eu iria precisar de outro?. -Peraí! Vc ta me dizendo que todos os dias é sempre com ele???. -Escondido de vc Alê... . Tem dias que transamos umas cinco vezes desde a hora que acordamos.. Novo silêncio, dessa vez quebrado pela Dani, que ardilosamente perguntou: -VC ficou impressionada né Alê?. -Com o quê?. -Comigo e o Du, a gente transando..., mas acho que gostou mesmo do pau dele.. A Dani diz que os biquinhos dos peitos da Alê tavam quase atravessando o tecido do biquininho tipo cortininha. Não parava de esfregar as coxas uma nas outras. Não respondeu nem falou nada por um bom tempo. Quando o namoradinho dela tava saindo da piscina e vindo em direção às duas a Alê disse bem baixinho, como se não quisesse que a Dani ouvisse, mas querendo ao mesmo tempo: -Eu gostaria de ver vcs de novo... .. A Dani perguntou o que ela tinha dito, mas ela falou que depois elas conversavam. A Dani deixou os dois sozinhos e veio até a varando da sala de TV onde eu estava com um sorriso estranho. Eu perguntei o que era e ela falou tudo para mim. Depois ficamos olhando a Alê amassar o cara, num estado visível de tesão. Tanto que o car não acreditava e ficava olhando para os lados a toda hora. Ela se esfregava nele com força a toda hora. O biquinho enterrado na bundinha (maravilhosa por sinal) e os seios quase escapando do sutien, deixando aparecer aquela parte não queimada pelo sol na parte de baixo daqueles cones duros que eram seus seios. Os biquinhos duros dava para notar lá da onde a gente estava. Eles estavam de pé, abraçados e se amassando, quando a Alê de gente para a gente ficou nos olhando ali sentados. A Dani, num gesto de extrema ousadia, tirou meu pau para fora do meu short (que a esta altura estava duro) e deixando que a Alê olhasse bem, foi enfiando ele na boca e deu uma gostosa chupada. Eu fiquei assustado, pois estava todo mundo em casa. A Dani deu uma risadinha para a Alê e guardou ele de volta. A Alê arregalou bem os olhos e depois colou a boca gostosa na do cara e acho que até gemeu. Nessa hora a Duda apareceu pela porta que saiu da varanda dos quartos para a piscina e vendo eles naquele agarra fez algum comentário. Eles se largaram e o cara, em estado de visível ereção, disfarçou e foi ao banheiro. A Alê veio vindo em nossa direção, a Dani continuava com aquele sorriso de sacana e eu fiquei com medo até. Ela parou na nossa frente, olhou para nós dois, depois para o meu pau e... passou a mão nele e depois deu um apertão forte para em seguida alisar ele em toda a extensão, como se estivesse medindo. Se não fosse a Dani tirar a mão dela dali, acho que alguém poderia ter nos flagrado. Tava feita a coisa. Eu sabia que dali para a frente a coisa iria esquentar. Minha mão passou pela sala e perguntou pelo cara, depois perguntou se a gente não queria fazer um lanche, essas coisas. Tudo parou por aí, menos a gula com que a Alê olhava para o meu pau. As duas não mais tocaram no assunto por uns três dias, mas a Alê não perdia a oportunidade de se esbarrar em mim. Passou a circular pelo nosso quarto, inclusive usando só calcinha e sutien. No quarto dia, acho que era uma quinta-feira, todos já tinham ido dormir e eu e a Dani estávamos ao computador terminando um trabalho sobre posse, para a faculdade, quando a Alê abriu a porte de repente. Notamos uma certa decepção por parte dela, pois acho que ela pensou que iria pegar a gente no flagra. Depois entrou e começou a puxar conversa, perguntando o que estávamos fazendo, essas coisas. Sentou-se na cama e a Dani perguntou pq ela não tinha saído e onde estava o namorado. Ela falou resolveu ficar em casa, mas que todos estavam dormindo e ela queria conversar com alguém. Que o cara não era namorado, mas um casinho, e as duas começaram a conversar sobre o cara. Eu evitava esses assuntou com a Alê desde o dia em que ela nos flagrou. Falei que iria tomar banho e perguntei para a Dani: -Vc vem??. A Alê olhou para mim, depois para a Dani. A Dani falou: -Pode ir indo que depois a Gente vai.. Notei uma ansiedade na Alê, parece que ela queria dizer a gente não, vc, mas ficou calada. Entrei no banheiro, tirei minha roupa rápido e abri o chuveiro. Pulei para dentro da banheira e comecei a me ensaboar. Meu pinto tava mole, meia bomba, e eu queria que ele ficasse duro. Comecei uma leve punheta pensando na Alê e na Dani e logo ele reagiu. De repente a porta do banheiro se abre devagar e as duas entram. Continuavam conversando e a Dani começou a tirar a roupa. Eu fiquei olhando disfarçado pelo porta entreaberta do Box. A Alê fingia naturalidade, mas a ansiedade com que olhava para o Box não conseguia disfarçar sua vontade. A Dani ficou pelada e abriu a porta do Box para entrar na banheira. Os olhos da imediatamente se fixaram no meu pau. Eu fingia naturalidade e a Dani também, mas olhando para mim deu um sorriso e piscou. Ficamos ali, um ensaboando o outro e elas continuavam a conversar. Era uma cena meio surrealista. A Alê ali sentada no bidê olhando eu ensaboando a Dani e ela a mim, até que ela começou a ensaboar meu cacete duro. Fazia lentamente, como se mostrasse toda extensão para minha outra irmã. E continuava perguntando coisas para ela, e conversando, ao que ela respondia as vezes sem nexo algum. A Dani enxaguou meu pau e depois depositou um beijinho na cabeça dele, se levantou e olhou para a Alê e disse: -Vem! Vem tomar banho com a gente!. Ela olhava assustada, deu um tempinho e depois disse: -Deixe eu trancar a porta do quarto... .. Enquanto ela foi trancar a porta a Dani me disse para ficar sempre quieto e deixar que ela e a Alê tomassem a iniciativa, depois colocou meu pau entre suas pernas e colou seu corpo ao meu e meu beijou. Nessa hora a Alê chegou. Ela ficava olhando para a gente e a Dani falou: -Veeemm logo!!!. Ela começou a tirar o sutien e aí que ficou vidrado fui eu. Surgiram dois seios lindos, muito duros, os biquinhos mais duros ainda, gostosos, de bom tamanho. Eu e a Dani olhávamos para ela, eu fixamente, e a Dani plácido e sorridente, sempre alisando meu pau. A Alê também nos olhava. Ela tirou a calcinha e meu queixo caiu. A bocetinha tinha só um pouco de pêlos na parte de cima, acompanhava a barriguinha malhada e a bundinha era aquela perfeição que o biquinho nunca conseguiu esconder. Ela é um tesão sem par. Até a Dani acha. Ela, enfim, entrou na banheira com a gente, meio que cobrindo os seios e a xana com as mãos, parecendo envergonha, mas com um indisfarçável tesão, olhando diretamente para o pau, agora sem se importar com mais nada. Mas ficava afastada da gente, encostada na porta do Box que ela mesma tinha fechado. A Dani segurando no meu pau, pegou a mão dela e falou: -Vem!. Pegou a mão dela e a puxou até que ela pegasse o meu pau. Ela o apertou com uma certa força e depois deslizou a mão por ele todo. O gemido foi comum, meu e dela. -Huummm! , eu gemi. E ela: -Nossa!!. Ela olhava para a Dani e eu sentia o tremou de nervosismo nas suas mãos. Dava umas risadinhas que também demonstravam seu nervosismo. Eu ali parado só olhando e o meu pau tava até doendo de tão duro. A Dani falou para ela: -Grande né?. -Enorme!!!, ela respondeu. -Quer ver uma coisa?, disse a Dani. Ajoelhou-se alisou o meu pau, meu saco e depois começou a colocar o pode na boca e chupar. A Alê a esta altura já estava meio que colada a mim e olhava a cena. A Dani olhou para cima e falou: -Nunca consigo colocar ele inteiro na boca. A Alê encostada em mim deixava eu sentir os peitos dela cutucando meu peito, desci a mão e coloquei naquela bunda maravilhosamente arrebitada e dura. Ela tremia visivelmente e eu sentia seus peitos tremendo no meu peito. A Dani pegou a mão dela e falou: -Vem tentar! Ela se ajoelhou, ficou alisando e olhando o meu pau por um tempo, e depois olhou para cima, nos meus olhos, e disse: -É muito grande! Deve ser uma delícia!. E começou a lamber ele. Somente a lamber. Lambia ele por toda a extensão, depois só a cabeça, depois só o saco. Parou um pouco e ficou me punhetando de leve. Depois abriu bem a boca olhou para a Dani e falou: -Vamos lá!. E engolfou meu cacete naquela boquinha quente. Eu quase gozei. Minhas duas irmãs gostosas ali ajoelhadas aos meus pés e me chupando. Aí a Alê começou a perder a pose. Chupava gostoso e gemia. A boquinha linda dela engolia bem mais do que a Dani conseguia. As duas trocavam considerações como se eu não estivesse ali. Uma hora uma chupava, depois a outra. A água caindo sobre a gente, uma quase loirinha e uma morena deliciosa ali aos meus pés com o corpo e os cabelos molhados me chupando. A Dani falou: -Quer ver o que eu gosto de fazer no banho?. Se levantou, pegou meu pau e forçou para baixo e montou a cavalo nele, colocando ele no meio das coxas roçando a xaninha completamente encharcada. Colou o corpo ao meu com os biquinhos duros em meu peito e me beijou gostoso enquanto se movimentava para todos os lados sobre o meu pau, como se estivesse rebolando. Falou para a Alê: -Experimenta!. A Alê fez a mesma coisa e quando eu senti aquele corpo gostoso como nenhum outro colado ao meu, com os peitos perfeitos de biquinhos extremamente duros se amoldando ao meu peito e o contato de uma xoxota não menos encharcada que a da Dani roçando o meu pau, não agüentei: coloquei as mãos naquela bunda divina e a beijei com gosto, enquando a ajudava a rebolar na minha vara fazendo movimentos em sua bundinha. Começamos, nós dois a gemer. A Dani se abraçou em mim, por trás, e ficou roçando a xaninha na minha bunda e beijando a minha nuca, esfregando com força os peitinhos nas minhas costas. A Alê gemia sem parar, mas baixinho. Acho que gozou ali, pois senti que a xana e as coxas ficaram mais escorregadias. A Dani atrás de mim falou: -Ele não é gostoso Alê? -Hummmm, ele é uma delícia! -Vc acha que agüenta ele? Ele mete que é uma delícia.. -..Ai... Ai... Agüento, humm, ai. To gozando... Ai. -Então vamos para a cama. Eu também quero meter né Alê?. Saímos molhados meio rindo, com a Alê me puxando e falando: -Que loucura!. Me empurraram sobre a cama e a Dani caiu de boca na minha vara, com a Alê chupando o que sobrava e as vezes o saco. De vez em quando olhava para mim, que gemia. -Goza Duzinho! Goza pra eu ver! A Dani sentou de pernas abertas para a gente e falou: -Vc é a convidade Alê. Du trepa gostoso com ela que eu vou ficar só olhando.. E começou a se masturbar. Puxei a Alê e a fui colocando de pernas abertas e de quatro sobre mim, de forma que começamos um 69. O cuzinho dela e a xaninha são lindos. Eu enfiava a língua e sentia lá em baixo que ela literalmente me chupava. Chegava a fazer barulho. De vez em quando parava e gemia profundo. Eu lambia o clitóris, a xaninha e o cuzinho dela. Comecei a enfiar o dedo na bundinha dela e ela começou a rebolar piscando o buraquinho. -Ai Dani... que delícia! Eu enfiava mais um dedo no rabinho dela e mexia para todos os lados enquanto continuava a linguar a xana. Um rio de mel que saía da bocetinha dela me enchia a boca. E a xaninha parecia uma torquês a apertar meus dedos, como o cuzinho. Eu tinha o indicador e o médio atolado no cuzinho, entrando e saindo e movimentando em circular, sendo chupado pelo rabinho como se estivesse sendo mordido, e o polegar na xana, enquanto chupava gostoso a xana e o clitóris, e as vezes o cuzinho. A Dani estava se masturbando ao nosso lado e gemendo, depois falou: -Ai Alê. Deixa eu sentar nele?. E afastando a irmã, se acomodou e desceu, aquela bocetinha molhada que eu tanto gosto.... Foi só entrar e ela começou a gemer e a tremer daquele jeito. Jorrando no meu pau. A Alê tirou ela de cima e ficou se esfregando no meu pau e me beijando a boca, enquanto eu apertava sua bundinha e os biquinhos dos peitos. Ela me beijava gulosamente, as vezes de forma romântica, me olhava nos olhos com os dentes mordendo os lábios. A Dani foi ao banheiro e a Alê falou: -Agora só nós dois Du. Me come gostoso. Deitei-a de barriga para cima e comecei a beija-la. Com os dedos eu circulava o clitóris dela e as vezes enfiava fundo um ou dois dedos. Segui beijando a boca gostosa e fui descendo até os seios. Nunca vi seios mais lindo e perfeitos. Mordia os biquinhos as vezes com força, depois chupa inteiro. Tentava colocar o máximo deles dentro da minha boca. Ele tremia um pouco e ficava maneando os quadris com meus dedos atolados. Minha mão estava molhada e o lençol também. Acho que é de família. Ela pegou minha mãos com suas duas mãos e ficava puxando para a sua xoxota. Me coloquei entre suas pernas e ela arfava e soluçava. Pegou meu pau com as duas mãos como havia feito com a minha mão e começou a raspar na xana. Me olhou dentro dos olhos, com lágrimas nos seus próprios olhos e falou: -Devagar Du. Não sei se agüento... Me faz gozar gostoso irmãozinho. Vem! Assim... Devagar, Hummm Aí! Pára! Pára. . Eu parei, mas nem a cabeça tinha entrado. A Dani tava em pé, um pouco afastada só olhando e não deixando que ela a visse. -Vem de novo!. Ficamos nisso um tempo. Ela segurando me pau com as duas mãos e controlando o que entrava, até que a cabeça entrou. Ela parou, colocou as mãos na minha bunda e falou: -Vai metendo Duzinho!. Devagar e com força!. Fui entrando firme e ela foi gozando. Seu corpo tremia involutariamente. Tremia mesmo. Ela chorava de soluçar, mas pedia para não parar. Meu saco tava todo molhado. Até que colou meu púbis naquela vulva de poucos e finos pentelhos. Ela olhou para mim com um sorriso nos lábios de satisfação. Então comecei a meter. Tirava quase tudo e colocava de novo. Subi um pouco de modo que o pau entreva raspando o grelinho. Quando a cabeça quase saía ele aspirava como se lhe faltasse ar. Ela começou a gemer alto e eu temi que os meus pais ouvissem, além da Duda que dormia no quarto ao lado. Tampei-lhe a boca com beijos fui metendo. Ela grunia e gemia baixinho. A Dani já estava em pé ao lado da cama com as mãos nas minhas costas. Às vezes descia e massageava meu saco. A Alê começou a gemer alto, mesmo com minha boca tampando a sua, suas unhas começaram a arranhar minhas costas e suas pernas enlaçaram minha cintura. Seus calcanhares estavam cruzados nas minhas costas e ela me puxava com toda força ao seu encontro. Sua bocetinha ficou cada vez mais lubrificada e mordia meu pinto cada vez mais rápido. Até que ela gozou. Fez um escândalo danado. Até a Dani veio lhe tampar a boca. Depois ela abriu os braços, soltou as pernas e ficou se contraindo mais um pouco e parou. Eu saí de cima dela, mas ela ficou quieta. As vezes seu corpo tremia sozinho. As perns abertas e uma molhedeira no lençol e no meu pau e saco. Ela estava lá: largada com os braços e as pernas escancaradas. Ficamos eu e a Dani assustados. Começamos e tentar acordar ela e ela não acordava. Acho que tava desmaiada mesmo. Depois de tentar bastante, resolvemos colocar ela embaixo do chuveiro. Quando estávamos tentando colocar ela em pé, ela começou a acordar. Tinha um sorriso nos lábios e me abraçou. Olhou para a Dani e sorriu. -Que loucura!!! Que loucura!!!, foi o que ela disse. Deitamos os três na cama e ficamos fazendo carinhos um no outro. A Dani começo uma punheta em mim, a Alê me beijou gostoso a boca, se lavantou, pegou sua calcinha e sutien e foi pelada pelo corredor até o seu quarto. A Dani me falou: -Vai dormir com ela Du!. -Porquê?. -Bom... eu tenho vc toda noite. Ela tava nos enchendo. Agora vai lá e transa com ela a noite toda. Depois ela vai ter que ficar quieta mesmo. E Acho que ela tava mesmo precisando de pinto, risos. Me levantei e fui tomar uma ducha. Depois coloquei um calção e fui até o quarto da Alê. Ela estava no seu banheiro e eu tirei o calção e me deitei na sua cama. Era de casal. Ela saiu do banho e ao me ver me sorriu. Veio andando linda para mim. Me beijou a boca e disse. -A Dani é muito esperta Du. Eu não teria a coragem de tomar a iniciativa, mas ela sim é que é feliz com um gostoso como vc toda noite. Só tenho medo que alguma coisa de errado aconteça. Vcs se protegem? -Ela toma pílulas e quando transamos com outros usamos camisinhas.. -E ela é gostosa?. E riu. -Demais!!! Demais mesmo!. -E eu? Sou gostosa também?. -Vc sabe que é a rainha das gostosas da cidade né Alê?. Ela riu, caminhou até a cômoda e ligou o som bem baixinho. Eu sentei na cama e ela veio perto e começou a dançar, rebolando a bundinha perto da minha cara. Ela olhava e sorria. E eu fiquei apreciando o corpaço. Os peitinhos com aquela tremida por causa da dança. Incrivelmente duros! Eu passava a mão em sua bundinha e ela dava uns pulinhos para frente e depois voltava perto rebolando. Eu ajoelhei ao chão e coloquei a língua para fora só esperando. Ela falou: -Safado!!. Vinha rebolando abria a bunda e eu enfiava a língua. Quando conseguia lamber o rabinho ela saía. Perguntou se a Dani agüentava na bunda e eu disse que sim. Que ela gostava muito, mas não todos os dias. Ela falou: -Vamos para o barba, cabelo e bigode então?. E a agarrei pela cintura e a fiz se apoiar na cama com a bundinha para o alto, enquanto eu ajoelhado lhe lambia o cu e a xana. Até ela se ensopar e me chamar para meter. -Vem Du! Meu irmãozinho caralhado!. Coloquei na portinha da xota e fui empurrando. Ela gemia e dizia para meter tudo. Eu a atendi, mas pedi para ela não fazer barulho. Quando ela já estava gozando pediu para eu tentar colocar atrás. E lá fui eu para tentar comer aquele cuzinho que era minha loucura. Agarrei pela cintura, encaixei a cabeça e fui empurrando. Ela arfava e eu perguntei se já tinha feito isso. Ela disse que sim, mas só com pinto pequeno. Abracei sua cintura e comecei a dedilhar seu clitóris e a puxa-la para o meu pau. Com a outra mão apertava os seios duros e os biquinhos, enquanto beijava suas costas e mordia sua nuca. Ela ajoelhou sobre a beirada da cama e empinou bem a bundinha. Apoiou a cara na cama e com as mãos abriu bem as duas bandas daquela bunda de cortes profundos. -Tola tudo Du! Tirei o cacete o pouco que já tinha entrado, enfiei na xana melada e depois cuspi no cuzinho bastante. Coloquei a cabeça de novo e empurrei com força até a cabeça entrar. Ela tentou sair, mas eu a segurei firme, masturbando-a e disse que esperasse um pouco até acostumar. Ela ficou até que começou a rebolar um pouco e eu fui empurrando o resto. Quando entrou tudo e eu me colei na bundinha ela não acreditava. Dizia que não acreditava que tinha conseguido, que apesar da dor era gostoso e pediu que eu começasse a meter devagar que ela queria sentir o meu pau todo na bunda. Que eu era carinhoso, pois não tinha doído tanto. Eu falei que queria gozar dentro da bunda dela e que sempre sonhei e m comer o cuzinho dela. Ela falou que sempre me vira olhando para ele e que depois que me viu junto com a Dani começou a pensar em trepar comigo. Tudo isso enquanto a gente se movimentava e ela aumentava o ritmo do rebolado. E como rebolava!! Sei que chegou uma hora que parecíamos que tínhamos raiva um do outro. Eu socava com força no rabo dela e até com violência e me esfregava bastante. Ela me xingava e urrava e quanto mais ela fazia isso mais forte eu socava o cacete no cu dela. -Vai Du, seu bosta, viado. Faz com força! Me arregaça! -Vou te arrebentar Alê! Vou te tirar todas as pregas!. Fomos aumentado, aumentando até que eu anunciei: -Vou gozar! Vou gozar no teu cu!. Ela começou a gozar e chorar e eu gozei tanto que a porra saía para fora do cuzinho. Cansados, ela deitou-se e eu por cima sem tirar de dentro. Dormimos assim. Açodei de madrugada com ela aninhada em meu peito e dormi de novo. De manhã ela me acordou e disse que eu precisava ir para o meu quarto. Me levou até a porta e me beijou loucamente, me masturbando um pouco. Quando meu pau ficou duro ela riu e sussurrou: -Depois! Agora precisamos dormir.. No meu quarto a Dani dormia peladinha, com a bundinha para cima. Dei um beijo na bundinha e depois uma lambidinha na xaninha e me aninhei pelado ao seu lado. Ela se virou e me abraçou e dormimos até a hora do almoço. A Alê nunca mais nos encheu. Quer dizer, encheu, mas de outra forma. Ela tinha que contar para alguém a loucura toda e contou para a Duda. A Duda sempre foi meio lesa e nem deu bola. Só disse que precisava ver para acreditar. Foi assim que comi minhas três irmãs gostosas, mas meu caso mesmo é com a Dani. Com o tempo, como já disse, também tracei várias amigas da Dani e algumas das outras duas. Comi uma tia e minhas primas. Estou satisfeito com minha vida sexual, mas amo de paixão a Dani. Em outra oportunidade conto mais um pouco. Se vcs não acreditam eu não posso fazer nada.
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