Minha filha de 11 anos "Pai… isso duro é seu pau?!" Parte 2
Sogra: Sônia, essa menina ta foguenta demais, não acha? Ela ta grude só com pai, que coisa.
Sonia: ela é assim mãe, depois na rua brincando. Logo passa.
Na verdade isso só ia passar com uma boa surra de pica. Meu tesao era tanto que dava vontade pegar minha filha no colo, ir para quarto e passar o dia metendo. Mas não posso perder a cabeça. Ainda mais com a velha de olho. Ainda ficaríamos mais uma semana na casa dela.
Bia: pq quero fazer de novo
Eu: eu tmb amo. Mas tua avó ta só de olho na gente.
Bia: aff, vovó ta tão chata…
Eu: acho q ela tem medo que eu faca algum mau com a neta dela… tipo chupar ela todinha.
Bia: olha… queria
Eram essas curtas conversas que só faziam a gente ficar mais aceso.
Tivemos apenas mais uma oportunidade para matar um pouco da vontade… o plano era esse, mas acabamos indo além. Fui com Bia até a feirinha de bijuterias que ficava na praça, minha esposa e sogra ficaram fazendo o almoço. Bia estava usando um vestidinho de alcinha não muito curto, mas a velha implicou e fez ela colocar um short por baixo. Mesmo assim minha filha estava um pecado.
Compramos umas coisinhas bem rápido pq queríamos ganhar tempo, entrei com carro em uma pequena estrada deserta. Assim estacionei, Bia me deu um beijo, estava num fogo, retribui com gosto. Botei o pau duro pra fora da bermuda e ela sorriu amarrando o cabelo, a menina já estava virando uma safada de primeira, deu umas lambidinhas e tratou de engolir a rola do papai. Mamava com vontade, agora sem quase errar nem raspar os dentes. Tinha escolhido aquele lugar pq a estradinha era longa então seria possível ver a distância alguém chegando… mas com aquela gulosa não veria nem um boeing.
Ela chupava e punhetava me olhando, sorriu com cara de quem tá aprontando. Estava chegando bem perto de gozar, mas segurei e fiz ela parar.
Bia: que foi pai… não está gostando?
Eu: está maravilhoso… mas deixa eu te chupar tmb amor.
O rostinho dela se iluminou. Abri a porta do carro e sai, mandei ela tirar o shortinho e suspender o vestido. Para minha surpresa a safada já tinha se livrado dele no banheiro lá na feirinha. Ela deitou e abriu as pernas me ajoelhei e passei a chupa-la. Agora já não continha e lambia com gosto.
Bia: isso pai... ai mesmo... hummm
Circulava o clitóris com a língua, em seguida o sugava e por fim metia a língua dentro invadido sua bucetinha.
Bia: mete la no fundo...
Ela se contorce, geme e fala coisa que não entendo, apenas aumento a intensidade e ela tem um orgasmo. Levanto a cabeça e observo ela curtindo as ondas de prazer. Me levanto e olho se não vem ninguém. Simplesmente esqueci que estávamos ali, expostos.
Bia: pai... continua
Eu: vc ta sensível… descansa amor
Bia: vai pai... eu quero
Ela pede manhosamente de pernas abertas. A visão daquela rachinha lisa, rosa e virgem me pegou. Meu tesão me domina de novo, me posiciono, mas dessa vez, com o quadril próximo do dela. Pego meu pau e passo a esfregar a cabeça na entrada na buceta dela, ela geme e sorri com olhar travesso.
Bia: pai... o senhor vai meter!?
Eu: vou amor, vc aguenta. Vou colocar devagarzinho. Vai doer um pouco, mas aguenta ta?
Não era pra ser assim, ia fazer em casa com calma e carinho. Mas que se foda, vou comer minha filhota aqui mesmo, ela precisa de rola e vou dar. Comecei e empurrar, ela ofega, e geme.
Bia: aiii ta doendo pai... devagar...ahhhhaaiii
Eu escuto, mas agora eu só queria come-la e continuo. A cabeça da minha rola some dentro dela, meu pau esta duríssimo, e apesar de toda a resistência de uma vagina de 11 anos meu membro continua penetrando.
Bia: paizinho é muito grande... devagar!
Eu: calma amor... vai ficar gostoso
E com uma estocada mais forte empurro ate a metade, sinto algo ceder. Deito meu corpo de adulto sobre o seu pequeno e delicado, ela luta e me empurra choramingando, mas nao tem forças. Fico com mais tesão ainda e enterro a pica inteira na filhota. 17 cm de rola dura e apesar do choro entrou tudinho. Já era o cabacinho, ela ofega e funga lhe dou um beijo o rosto.
Vou iniciando um movimento bem lento de vai vem, entrando e saindo, saindo e entrando. A xaninha se alargando para acomodar o pau de um adulto. A cada volta do membro para dentro da sua buceta, ela me apertava e metia as unhas em mim. Fui aumentando a velocidade. Sentia um prazer indescritível de estar ali empalando minha filhinha, toda meiga e agora sendo fudida pelo papai. Sussurro obscenidades pra ela a cada bombada.
Eu: era isso que você queria né amor, rola grossa. Geme amor, eu sei que você aguenta. Toma pica princesa
Ela não responde, apenas geme, a lubrificação dela aumentou, agora já estou socando com vontade. Quem olhasse de fora veria uma cara grande, um adulto, metendo sem pena numa loirinha queimada de sol, dentro carro, no meio do mato.
Eu: ta gostando ne safadinha... nem reclama mais.
Me ergo e tiro o pau dela, ela me olha sem entender, a tiro do carro. Vamos para o banco de trás, me sento e mando ela subir em mim de frente. Ela entende, meu invadi a sua buceta de novo.
Eu: não queria rebolar no carro amor? Agora do jeito mais gostoso.
Ela começa a quicar no meu pau com vontade, meu deus como cavalga meu bebê.
Bia: isso pai... não para... ai.. paiii
Seguro na sua bunda ajudando no movimento, estamos banhados de suor, bia pula como se não cansasse nunca. Ela me olha para baixo pra ver o pau entrando, ela levanto a cabeça e sorri, um sorriso travesso de menina, que diz “quero foder todo dia”. Sinto o orgasmo vindo. A abraço e ejaculo litros de porra dentro do útero da minha filha. A cada jato, dou um espasmo, ela diz.
Bia: nossa... eu tô sentido pai...seu leite entrando. É quente!
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