o começo de tudo
Então chegou a minha vez de dividir com vocês algumas das aventuras que eu tive desde os meus 14 anos.
Tudo começou em 2006, quando eu já tinha 14 anos completos. Eu moro em um bairro de Manaus que foi habitado por pessoas que vieram do interior, então a maioria das casas possuem quintais enormes, e a maioria dos vizinhos tinham plantações e criavam bichos para consumo próprio, acredito que o mesmo costumes que eles tinham lá trouxeram para cá.
Sempre fui uma criança muito reclusa, quase nunca era permitido que eu pudesse brincar na rua com os outros meninos. Então peguei o gosto de brincar só, o quintal da minha casa era gigante, possuía vários pés de frutas, e meus pais criavam desde galinhas a porcos, e eu me acostumei com isso.
Com essa idade eu já tinha uma pré disposição para meninos, lembro que sempre olhei com outra visão para eles, pensava comigo mesmo como eu os achava bonitos e reparava em seus corpos e ficava excitado.
Eu batia punheta desde os meus 12 anos (aprendi vendo meu tio que se acabava na punheta todo dia antes do banho, mas é história pra outro relato).
Minha casa fica no meio da casa de dois vizinhos, o da direita que chamarei de André e o da esquerda que chamarei de Rabino.
Em uma certa tarde, acredito que umas 17:30, estava brincando no quintal e meu pai me chamou para jogar milho para as galinhas e abrir a porta do galinheiro para elas entrarem.
Quando voltei para o quintal com o saco de milho nas mãos, ouvi um barulho de água constante no quintal do vizinho, quando olhei pela brecha das cercas de madeira, vi que André estava tomando banho.
(André era jovem, deveria ter uns 25, 26 anos, era bem corpulento, acho que 1,60 de altura, moreno), lembro que ele estava com uma cueca branca, que por conta da água foi ficando transparente, lembro que ele tinha um saco farto e pesava na cueca, por alguns minutos me perdi observando aquele homem e não me toquei que ele tinha percebido que eu estava olhando. André começou a deixar seu pau meia bomba, esfregava com mais intensidade e olhava para onde eu estava, mas sem tirar o pau da cueca, me assustei quando meu pai a uns passos de mim gritou.
Pai: Theus, o que está fazendo, rapaz? Já vai dar 18:00 horas, as galinhas tem que entrar no galinheiro.
Corri, distribui o milho e tranquei as galinhas. A noite antes de dormir bati uma punheta lenta, pensando no que tinha visto.
Sou o irmão mais novo de 04 irmão ( Samuca, Lucas, Renan e o Tom), meus irmãos possuem uns 10 anos de diferença ( sou adotado), então certo dia André chamou meu irmão Samuca e mais alguns amigos para jogar vídeo game, lembro que o auge era o super Nintendo com o jogo do Mario Bros, e eu fui junto, estávamos sentados na sala onde eles sempre se reunia para jogar.
Meu irmão Samuca o Rabino e alguns outros era muito amigos do André, cresceram juntos, jogavam bola juntos viviam em grupo juntos, e como ainda era um bairro novo, nem asfaltado era, eles não tinham costume de sair para festas.
Estávamos em sua sala conversando quando André perguntou se eu não queria tentar jogar, sentei do lado dele e fui jogando, na verdade ele foi me ensinando, conforme o tempo foi passando os amigos dele foram indo embora e no fim sobrou eu o André e meu irmão, passado uns 15 minutos meu irmão se levantou.
SAMUCA: Vou lá em casa tomar um banho, valeu pelo jogo André, bora Theus.
Eu pedi para ficar só mais um pouquinho.
SAMUCA: Beleza, vou avisar a mãe que você ainda ta jogando, mas assim que ela te chamar tu vai moleque.
André olhou pro Samuca e disse que não iríamos demorar que iríamos jogar no máximo mais uma hora.
André: Porra, Theuzinho tu tá jogando muito bem, pegou a manha rápido.
Olhei pro André envergonhado e agradeci.
André: agora é minha vez.
Enquanto jogava ele comentou. Andre: nossa naquele dia eu tomei um susto com você me vendo tomar banho.
Eu engoli em seco, senti um frio no pé da barriga, tentei mudar o assunto, dizendo que era minha vez de jogar.
Andre: blz, pega o controle!!
André colocou o controle em cima do pau dele, quando eu olhei vi que o pau dele estava duro, pulsava tanto que levantava o controle, fiquei completamente desconcertado por ser a primeira vez que eu estava vendo uma pica daquelas na minha frente.
Andre: vai mano, só uma pegadinha, por favor!!
Então eu peguei, foi uma sensação indescritível, eu senti aquele pedaço de carne dura e grossa, quanto mais eu pegava mais ela pulsava.
Andre: Deixa eu pegar no teu cuzinho?
E antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ainda hipnotizado pelo pau dele, ele meteu a mão dentro da minha bermuda e achou meu cuzinho com tanta facilidade, enquanto eu apertava o pau dele ele brincava com meu cu, então ele tirou a mão, cuspio no dedo, voltou a mão e enfiou o dedo do meio inteiro no meu cuzinho, nossa eu senti uma fisgada forte, doeu um bocado.
Theus: Ai André, tá doendo para por favor!!!
Andre tirou o dedo, ele veio um pouco sujo, então ele disse:
Andre: Se eu botar pra fora você chupa?
Então eu disse pra ele: Mas eu nunca chupei!!
Andre: É fácil, só não pode usar os dente!!
André puxou o pau pra fora, foi aí que meus olhos brilharam, era uma pica deliciosa, morena, cabeça rosada, a cueca do André estava toda melada, e quando ele puxou a pele pra baixo, subiu aquele cheiro muito forte de pica de macho suada.
André levantou, pude ver que a pica dele tinha uma leve inclinação para direita, ele trancou as portas e um lado da janela onde estávamos.
André sentou novamente ao meu lado e disse:
Pronto, ninguém vai pegar a gente, vai chupa!!
Confesso que o cheiro não me agradou então pedi pra ele lavar.
André fez o que eu pedi, depois disso falou que iria dizer como era para eu mamar!!
Eu levei o pau dele a boca, era minha primeira vez, aquele foi o momento crucial para eu saber que aquilo era do que eu realmente gostava!!
Passei a língua na cabeça do pau, assim como ele mandou, depois desci até suas bolas, nossa que saco delicioso, lisinho, pesado. Coloquei uma bola depois a outra, assim como ele mandou. Finalmente abocanhei toda a pica do André, hoje posso dizer que a pau dele era um pau normal, uns 16 cm, mas o diferencial era o tamanho da cabeça e a grossura daquele mastro, sem contar o sacão fenomenal que ele tinha.
Mas para minha idade e para minha primeira vez, era uma pica gigante. Engoli como foi ordenado, chupei a cabeça, depois voltei pro saco, passei a língua até a base da rola, André tremia, fazia pequenos barulhos abafados, sempre falando o que eu tinha que fazer.
Andre: Vai Theuzinho, chupa a cabeça da minha pica chupa, agora engoli meu saco!! Isso, mama mais a cabecinha, caralho você aprende rápido!!! Porra, dá o cuzinho pra mim dá??
Eu já estava lagrimando de tanta estocada que estava levando na garganta, eu passava a língua na boquinha da pica dele e recolhia todo o meladinho que saía dali!!
Em um certo momento que eu já tinha pego a prática, senti que o pau do André aumentou, a cabeça da pica pulsou e ele segurou minha cabeça firme conta seu pau, meu nariz estava colado na base daquele cacete grosso, sentia o cheiro dos pentelhos do Andre, senti aquele pedaço de carne na garganta e ouvi ele urrando abafado:
Andre: Caralho, porra, eu vou gozar seu filho da puta!! Toma meu leitinho, toma, engolhi tudinho, tudinho!!
Aquela porra me invadiu bruscamente, eu senti como se fosse uma correnteza de porra na minha garganta, quanto mas eu tentava me desvencilhar mas ele segurava minha cabeça contra a base da sua pica, me engasguei, e depois que ele se saciou ele me liberou!!
Estava tão atordoado que no momento não sabia se tinha gostado, aquele gosto amargo do leite dele na garganta e aquele cheiro forte impregnou no meu paladar!!
Ao fundo ouvi minha mãe gritar meu nome!!
André levantou rápido, me deu um copo com água, abriu a porta e eu fui embora.
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