Sofrendo para dar o cu para o porteiro do prédio
“Adilson, você tem a chave do outro banheiro aqui da área? Os dois da piscina tão cheios e eu tô tão apertada…”
Ele me olhou de cima abaixo. Eu estava molhada da piscina, com biquíni bem pequeno e uma saída de banho por cima.
“Tenho sim, Letícia. Pode usar o banheiro aqui da portaria”
Ele foi me levando até lá e senti um toque da mão dele no final das minhas costas. Não era a primeira vez que ele tirava uma casquinha assim.
Dias atrás, resolvi presentear os porteiros do prédio com uma caixa de chocolate (era época de Natal). Todos receberam com educação, mas ele resolveu agradecer me abraçando. “Ou, muito obrigado viu? Muita gentileza sua!” Um abraço de namorado, com as duas mãos na minha cintura e ainda alisou minhas costas. Eu estranhei, mas não disse nada.
Havia me mudado há pouco tempo, para morar com meu noivo. Adilson, o porteiro, era alto, com uns 40 anos, sempre me tratou com extra simpatia e uma intimidade que eu não havia dado.
Mas também nunca cortei. Quando passava por ele, sentia uma coisa que me atraía, mas nunca pensei que isso iria sair da imaginação.
Ele abriu a porta do banheiro dos porteiros para eu ir e ficou me esperando do lado de fora. Me aliviei e ouvi um som de gemido lá fora. Quando abri a porta, ele tava claramente vendo pornografia no celular. Tentei disfarçar, mas ele se aproximou de mim, “Olha esse vídeo” e me mostrou. Era um casal em pé, o homem metendo na mulher por trás e ela gemendo muito.
Eu não sabia o que dizer, apenas olhei pro celular dele e sorri meio sem graça. Ele se aproximou mais. “O que achou?”, perguntou. Gaguejei mas respondi algo como “forte, né?” e sorri mais uma vez.
Senti a mão dele alisando meu bumbum. Ele chegou ao meu ouvido, me fazendo arrepiar. “Tô querendo fazer assim com você, aguenta?”
Eu fiquei paralisada. Olhei pra baixo, não respondi nada. Como não ofereci resistência, ele avançou mais. Começou a beijar o meu pescoço e a segurar mais firme na minha bunda.
“Hmm? Aguenta?” Ele foi me conduzindo pra dentro do banheiro. Embora me sentindo culpada, mas não conseguia negar. Estava em confraternização com uns colegas do trabalho do meu namorado e também já havia bebido uns goles.
Ele passou a chave na porta do banheiro e guardou no bolso. Me virou com força para a parede, tirou minha saída de banho e pressionou o corpo contra o meu.
Senti o pau dele duro ainda dentro da calça, pressionando minha bunda. “Nossa, sou tarado nessa bunda empinada desde o primeiro dia que te vi”.
Tudo aconteceu muito rápido. Mal tive tempo de pensar. Ele abriu minhas nadegas e enfiou a cara na minha bunda. Nunca ninguém tinha lambido o meu cu, ele deixou todo babado, forçando a língua dentro. Depois, ele afastou meu biquíni e se levantou, eu senti a cabeça da pica dele pressionando meu buraquinho. Foi aí que entendi que ele não so queria fazer a posição do vídeo, mas também anal.
Eu tinha dado o cu poucas vezes na vida e meu namorado atual não me exigia, mas ele estava com tanto tesão que não quis desagradar ele.
“Nossa, que apertadinho…” ele disse quando ele conseguiu passar a cabeça, senti uma dor fina e meu cu se rasgando. Gemi alto e ele me segurou o quadril e perguntou no meu ouvido “Tá doendo, tá?” Fiz que sim com a cabeça. Sentia meu cu latejando e não passava, com o pau dele dentro.
Ele passou um braço abaixo do meu pescoço e o outro no meu quadril, me segurando com força. “Aguenta, tá?” “Só aguenta firme”. Ele foi enfiando mais o pau e parecia que não ia acabar nunca. As lágrimas iam descendo sem eu querer.
Ele começou a bombar antes de me deixar acostumar com o cacete. Eu sequer sabia o tamanho do pau dele, só sentia como se fosse me partir no meio. Doía muito, mas eu não pensava em parar.
“Vai, gostosa, aguenta no rabinho. Fica empinadinha!” Minhas pernas doíam, meu cu nem se fala, mas eu continuava ali, porque naquela hora só importava o prazer dele. Ele tava adorando e eu não queria estragar isso.
“De quem é esse cuzinho?”, ele perguntava. Respondi baixinho que era dele. Ele perguntou se ainda tava doendo, falei que muito. Em vez dele parar, ele disse “Então vou meter forte para esporrar logo. Fica de 4”. Ele me apoiou no vaso e empurrou até o talo. Gritei tão alto que tive medo de alguém escutar. Ele começou a bombar ainda mais forte, meu cu parecia uma brasa, até que ele esporrou em jatos bem fortes lá dentro do meu reto.
Quando ele tirou, eu caí no chão do banheiro, exausta e dolorida. Enfim vi o pau dele, enorme e grosso, ainda meio duro. Aí compreendi o motivo da minha dor tão forte.
Ele lavou o pau na pia do banheiro e ainda disse “Cuzinho tão abertado que até melou o pau”. Eu soltei um sorriso sem graça.
Ele se agachou perto de mim, me deu um beijo molhado na boca e passou a mão na minha bunda. Senti um dedo entrando no meu cu e me retraí, ele riu e disse “Cuzinho até que aguentou bem hoje. Quarta é meu dia de plantão de novo, aí vamo botar para ele aguentar mais, certo?”
Eu só sorri pra ele, de um jeito tímido e sem graça. Ele novamente enfiou o dedo, só que dessa vez bem fundo e eu me contorci.
“Tá combinado então. Se arrume aí e volte pra sua festa.”
Ele puxou o dedo com força. “E quarta você desce para eu jorrar porra nesse rabo de novo.”
Ele me olhou de cima abaixo. Eu estava molhada da piscina, com biquíni bem pequeno e uma saída de banho por cima.
“Tenho sim, Letícia. Pode usar o banheiro aqui da portaria”
Ele foi me levando até lá e senti um toque da mão dele no final das minhas costas. Não era a primeira vez que ele tirava uma casquinha assim.
Dias atrás, resolvi presentear os porteiros do prédio com uma caixa de chocolate (era época de Natal). Todos receberam com educação, mas ele resolveu agradecer me abraçando. “Ou, muito obrigado viu? Muita gentileza sua!” Um abraço de namorado, com as duas mãos na minha cintura e ainda alisou minhas costas. Eu estranhei, mas não disse nada.
Havia me mudado há pouco tempo, para morar com meu noivo. Adilson, o porteiro, era alto, com uns 40 anos, sempre me tratou com extra simpatia e uma intimidade que eu não havia dado.
Mas também nunca cortei. Quando passava por ele, sentia uma coisa que me atraía, mas nunca pensei que isso iria sair da imaginação.
Ele abriu a porta do banheiro dos porteiros para eu ir e ficou me esperando do lado de fora. Me aliviei e ouvi um som de gemido lá fora. Quando abri a porta, ele tava claramente vendo pornografia no celular. Tentei disfarçar, mas ele se aproximou de mim, “Olha esse vídeo” e me mostrou. Era um casal em pé, o homem metendo na mulher por trás e ela gemendo muito.
Eu não sabia o que dizer, apenas olhei pro celular dele e sorri meio sem graça. Ele se aproximou mais. “O que achou?”, perguntou. Gaguejei mas respondi algo como “forte, né?” e sorri mais uma vez.
Senti a mão dele alisando meu bumbum. Ele chegou ao meu ouvido, me fazendo arrepiar. “Tô querendo fazer assim com você, aguenta?”
Eu fiquei paralisada. Olhei pra baixo, não respondi nada. Como não ofereci resistência, ele avançou mais. Começou a beijar o meu pescoço e a segurar mais firme na minha bunda.
“Hmm? Aguenta?” Ele foi me conduzindo pra dentro do banheiro. Embora me sentindo culpada, mas não conseguia negar. Estava em confraternização com uns colegas do trabalho do meu namorado e também já havia bebido uns goles.
Ele passou a chave na porta do banheiro e guardou no bolso. Me virou com força para a parede, tirou minha saída de banho e pressionou o corpo contra o meu.
Senti o pau dele duro ainda dentro da calça, pressionando minha bunda. “Nossa, sou tarado nessa bunda empinada desde o primeiro dia que te vi”.
Tudo aconteceu muito rápido. Mal tive tempo de pensar. Ele abriu minhas nadegas e enfiou a cara na minha bunda. Nunca ninguém tinha lambido o meu cu, ele deixou todo babado, forçando a língua dentro. Depois, ele afastou meu biquíni e se levantou, eu senti a cabeça da pica dele pressionando meu buraquinho. Foi aí que entendi que ele não so queria fazer a posição do vídeo, mas também anal.
Eu tinha dado o cu poucas vezes na vida e meu namorado atual não me exigia, mas ele estava com tanto tesão que não quis desagradar ele.
“Nossa, que apertadinho…” ele disse quando ele conseguiu passar a cabeça, senti uma dor fina e meu cu se rasgando. Gemi alto e ele me segurou o quadril e perguntou no meu ouvido “Tá doendo, tá?” Fiz que sim com a cabeça. Sentia meu cu latejando e não passava, com o pau dele dentro.
Ele passou um braço abaixo do meu pescoço e o outro no meu quadril, me segurando com força. “Aguenta, tá?” “Só aguenta firme”. Ele foi enfiando mais o pau e parecia que não ia acabar nunca. As lágrimas iam descendo sem eu querer.
Ele começou a bombar antes de me deixar acostumar com o cacete. Eu sequer sabia o tamanho do pau dele, só sentia como se fosse me partir no meio. Doía muito, mas eu não pensava em parar.
“Vai, gostosa, aguenta no rabinho. Fica empinadinha!” Minhas pernas doíam, meu cu nem se fala, mas eu continuava ali, porque naquela hora só importava o prazer dele. Ele tava adorando e eu não queria estragar isso.
“De quem é esse cuzinho?”, ele perguntava. Respondi baixinho que era dele. Ele perguntou se ainda tava doendo, falei que muito. Em vez dele parar, ele disse “Então vou meter forte para esporrar logo. Fica de 4”. Ele me apoiou no vaso e empurrou até o talo. Gritei tão alto que tive medo de alguém escutar. Ele começou a bombar ainda mais forte, meu cu parecia uma brasa, até que ele esporrou em jatos bem fortes lá dentro do meu reto.
Quando ele tirou, eu caí no chão do banheiro, exausta e dolorida. Enfim vi o pau dele, enorme e grosso, ainda meio duro. Aí compreendi o motivo da minha dor tão forte.
Ele lavou o pau na pia do banheiro e ainda disse “Cuzinho tão abertado que até melou o pau”. Eu soltei um sorriso sem graça.
Ele se agachou perto de mim, me deu um beijo molhado na boca e passou a mão na minha bunda. Senti um dedo entrando no meu cu e me retraí, ele riu e disse “Cuzinho até que aguentou bem hoje. Quarta é meu dia de plantão de novo, aí vamo botar para ele aguentar mais, certo?”
Eu só sorri pra ele, de um jeito tímido e sem graça. Ele novamente enfiou o dedo, só que dessa vez bem fundo e eu me contorci.
“Tá combinado então. Se arrume aí e volte pra sua festa.”
Ele puxou o dedo com força. “E quarta você desce para eu jorrar porra nesse rabo de novo.”
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