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Uma garotinha sem braços

📅 Publicado em: 29/12/2024 14:01

👤 Autor: john_amorespecial

🏷️ Tags: #Assédio #Incesto #Sado #Tween
Rosa é uma linda garotinha de 7 anos, portadora da síndrome de amelia, a pequena garota não tem os dois bracinhos. Loirinha, de olhos verdes e uma bundinha grandinha e sexy, Rosa veio até meu consultório trazida pela sua mãe Isabel.

Isabel me contou das maiores dificuldades de sua filha que incluía, banhos e higiene após o xixi e cocô. Isabel e seu marido não se sentiam confortáveis em ter que limpar a bucetinha e o cuzinho de sua filha já com 7 anos, mas faziam isso pela filha que tinha essa peculiaridade especial. Porém o grande problema dos pais de Rosa não era sua higiene pessoal, mas sim, as descobertas corporais que a menina vinha vivenciando. Segundo a mãe da garota, Rosa descobriu sua bucetinha como uma área erógena. Além de Rosa esfregar sua bucetinha nos apoios de braços dos sofás e poltronas da casa, a menina começou a pedir para sua mãe e seu pai que mexessem em sua bucetinha para se satisfazer. Isabel, procurou um pediatra que me indicou para esse serviço especial.

É comum crianças nessa idade descobrir suas áreas erógenas, principalmente a bucetinha e o cuzinho. Uma criança com os membros superiores faz essas descobertas e a autogratificação sozinhas, mas Rosa não tendo os dois bracinhos e tem dificuldades para isso. A menina consegue fazer muitas coisas usando os pezinhos, inclusive seus pais adaptaram muito da casa para auxilia-la para essas autonomias. Mas os estímulos que Rosa queria em sua bucetinha iam além do que a garota conseguia se esfregando nos braços dos sofás e poltronas.

Eu aceitei cuidar da Rosa com algumas exigências. Em conversa com a mãe expliquei que, meu objetivo é entregar amor especial (sexual) para crianças enfermo e que pais não tenham coragem ou entendimento para isso. Minha prioridade é a satisfação sexual da criança e a felicidade dela. Ainda expliquei que normalmente, conforme a criança vai gostando dos estímulos, vamos aumentando chegando até a fazer sexo come elas. Isabel entrou em acordo com tudo e marcamos a primeira sessão para Rosa.

Isabel chega com sua filha Rosa na primeira consulta, a mãe queria assistir nossa interação, mas eu explico a mãe que isso poderia inibir muito a filha e não daria certo. Rosa entra no consultório vestindo um shortinho bem curtinho, uma camisa bem coladinha que marcava seus mamilos e uma calcinha branca com desenhos de morangos. Rosa se encanta com a decoração do consultório que mais parecia um quarto de menina. Levo a menina até a cama, ela se senta e eu a acalmo dizendo: “Relaxa tá? Meu objetivo e te satisfazer. Sua mãe falou que você ta com vontade de mexer na sua pepequinha certo?” Rosa ainda meio envergonhada apenas balançou a cabeça afirmamente. Eu completo: “Eu sou médico, não vou te machucar. Você prefere fazer com a roupa ou sem?” Rosa pensa um pouco, e eu recomendo a fazer pelada, a menina aceita e começo a tirar sua roupinha.

Apesar que pra muitos a falta dos bracinhos possa causar estranheza, eu via o corpinho daquela garotinha de 7 anos com um desejo inimaginável. Em muitos anos, primeira vez que me passa pela cabeça pensamento maléficos do que fazer com uma menina como ela. Volto a mim, meu pau ainda duro como pedra, já babando pelos pensamentos que tive. Ligo a TV que fica em frente a cama onde rosa estava e dou play em alguns vídeos pornô com meninas da idade dela. Pego um vibrador pequeno e me sento ao lado de Rosa, mando a garota abrir as perninhas, e apoio o vibrador em sua bucetinha. Rosa logo fecha os olhinhos e se deita na cama, sua respiração se intensifica e sua bucetinha se umedece. Não demora, Rosa começa a gemer gostosinho. Olhando aquele corpinho lindo, não me aguento e caio de boca nos pequenos mamilos daquela garotinha. Começo chupando seus pequenos peitinhos, Rosa intensifica ainda mais seus gemidos me mostrando o quão prazeroso podia ser aquilo.

Eu estava louco de tesão escutando aquela menina sem bracinhos gemendo na minha mão e com o peitinho dela na minha boca. Meu pau doía dentro das calças, minha cueca estava melada da baba do meu pau. Rosa tem seu orgasmo soltando um lindo gemido e soltando um leve squirt molhando a cama e minha mão. Eu desligo o vibrador, solto o peitinho dela, olho dentro dos olhos dela e pergunto se ela gostou, ainda ofegante Rosa apenas balança a cabeça afirmamente dando um sorriso lindo. Com minha mão úmida de seu gozo, levo até sua boca e passo por ela fazendo-a saborear do próprio orgasmo. A menina se delicia com seu próprio gozo olhando fixamente para a TV que passava o vídeo de uma menina chupando o pau de um cara. Vejo o olhar de curiosidade de Rosa vendo a cena e lhe pergunto se queria experimentar. Não fiquei surpreso quando a menina disse que sim. Ajudei Rosa descer da cama, ela se ajoelhou em minha frente, tirei meu pau pra fora ainda duro e babando. Rosa olhava curiosa para meu membro provavelmente a primeira vez vendo um tão de perto. Confesso que o cheiro dele estava forte devido ao meu tesão em ver aquela garotinha sem braços em minha frente. Seguro meu pau com minha mão esquerda, com a direita pego na cabeça de Rosa lhe fazendo carinho nos cabelos. A menina observava e cheirava meu membro tomando coragem de experimenta-lo. Eu puxo sua cabeça suavemente em direção ao meu pau e esfrego ele no rostinho dela carinhosamente. Rosa sente meu pau em seu rostinho e vai se acostumando com ele, logo ela o beija, e depois começa lambendo-o. Eu a elogio falando que está muito gostoso e que ela é uma boa garota. Rosa fica animada com o elogio e abre a boca me deixando introduzir em seu orifício bocal.

Aquela pequena boquinha quase me faz gozar na hora. A mando fazer como tinha visto na TV, e ela começa a se movimentar pra frente e pra trás. Vou guiando a velocidade e intensidade com minha mão que estava em sua cabeça. Rosa aceita bem meu pau em sua boquinha, e vai o chupando gostoso para uma garotinha de 7 anos. Eu retiro o meu pau brevemente de sua boquinha e a pergunto se ela estava gostando, a garotinha me diz que está bom, então eu a elogio novamente e lhe digo que lhe gozaria na boca. Rosa me olha meio curiosa, com um brilho nos olhos, ansiosa para saber o que vai acontecer. Direciono meu pau para sua boquinha novamente, seguro sua cabeça com as duas mãos e começo a estocar levemente sentindo meu pau bater no fundo de sua gargantinha. Rosa não se intimida e vai aceitando e se acostumando sentindo meu membro dentro de sua boquinha. Começo a gozar dentro de sua boquinha, meu tesão estava tanto, que encho sua boquinha lhe fazendo babar. Rosa saboreia minha porra como quem degusta de um vinho, e vai engolindo aos poucos.

Coloco Rosa sentada na cama novamente, ela estava meio estonteada ainda. Sento ao seu lado e fico admirando sua boquinha escorrendo minha porra que vazou. Lhe pergunto se gostou, ela me diz que é meio salgado e amargo, mas que não era bom nem ruim, mas que o gosto fazia sua bucetinha “arder” e querer mais que ela esfregasse, e isso era bom. Lhe dou um beijo na testa e um selinho, levando ela para tomarmos um banho pois estávamos suados.

Saindo do banho, ajudo a garota vestir suas roupas e chamo sua mãe para conversar. Explico a Isabel que sua filha foi extraordinária recebendo os estímulos em sua bucetinha. Omiti o boquete recebido. A mãe da garota me agradeceu, podíamos ver nos olhos de Rosa quando ela estava satisfeita, leve e realizada. A menina solicitou a mãe se poderia voltar já no dia seguinte, eu aconselhei que Rosa deveria vir apenas 3 vezes por semana, apesar do olhar de decepção da pequena, eu olhei em seus olhos e lhe prometi que a próxima seção seria muito melhor. Rosa fica contente em saber, e volta para casa com sua mãe.

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Preze pelo bem-estar das crianças.

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Como sempre, dúvidas: Pedr01123 no tele.
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