DESVIADOS
🗺️ Labirinto 📖 Contos 💌 Classificados 🎬 Vídeos ✍️ Publicar conto

ℹ️ Regras do Site 📄 Termos de Serviço 🔒 Política de Privacidade 🍪 Política de Cookies
✍️ Publicar seu conto

O coroa dono do bar!

📅 Publicado em: 30/05/2024 12:10

👤 Autor: jeff

🏷️ Tags: #Coroa #Gay
Claudinei é o típico dono de bar raiz! Baixinho, barrigudinho e peludo, 45 anos, sempre foi amigo do meu pai e me trata com carinho e respeito. Nunca imaginei que poderia acontecer algo assim mas a vida nos surpreende! Esse relato aconteceu há um mês atrás mais ou menos!

Estava eu como de costume voltando do trabalho cedo, quando percebi que havia acabado meu cigarro, o vício maldito e pra ajudar não havia nenhum lugar aberto pois era feriado. Já estava puto quando de repente passei em frente ao bar do Claudinei e vi seu carro sempre estacionado ao lado! Porém estava apenas com uma fresta da portinha ao lado aberta. Resolvi tentar a sorte e ver se ele me vendia o cigarro:

- Bom dia caboco véio! Vai abrir hj?

- Bom dia piá, pois é e já estou atrasado, preciso limpar aqui dentro antes de abrir.

Enquanto ele terminava de limpar o chão, não pude deixar de reparar naquele macho, a calça jeans apertada com um cinto e fivela dessas de "caubói" e aquela barriga saliente em uma blusa fina me despertaram um tesão que eu não sabia que poderia ter com ele. Ele me trouxe o cigarro e sentou bem na minha frente enquanto eu estava escorado na janela estilo balcão:

- Tá louco, que canseira. Deixa eu respirar um pouco antes de continuar

- Pois é, ainda bem que é tranquilo agora de manhã, respondi.

Claudinei sentou no banquinho alto e deu uma leve mexida no pau por cima da calça meio distraído, foi a deixa que eu precisava mesmo com o coração acelerado e tremendo de medo da resposta:

- Tá com coceira no bichão? Kkk

Ele sorriu com uma safadeza que eu nunca tinha visto no rosto dele antes:

- Não, enrroscou a cabecinha no pêlo.

Ele se levantou e ficou em pé na minha frente, minha mão automaticamente foi em direção aquele volume, ao pegar, senti que estava meio duro. Fiquei doido na hora, falei que Claudinei estava assanhadinho:

- Você não viu nada ainda rapaz! Quer dar uma chupadinha?

Mais que depressa ele abriu e fechou a porta do bar, entrei e fomos para trás do balcão, ele abaixou sua calça e sua cueca e pude ver suas pernas peludas e grossas, tinha bastante pêlos pubianos e em sua barriga. Me ajoelhei como uma putinha e abocanhei aquele pau delicioso, não é grande e nem muito grosso mas estava duríssimo! Enquanto eu mamava ele forçava o pau até minha garganta e ainda rebolava roçando os pêlos daquela barriga deliciosa na minha cara. O cheiro de sabonete que seu corpo exalava impragnava o meu nariz e me deixava doido.

- Isso putinho, chupa o pau do coroa vai, ahh safado! Mama vai, lambe meu saco.

Chupei bastante que chegou a amortecer a boca, de repente Claudinei pediu pra eu parar e eu levantei, ele me virou de costas e foi passando a mão na minha bundinha por cima da calça, eu a empinava enquanto ele ficava se masturbando, quando de repente me fez a proposta:

- Deixa eu meter no seu cuzinho, deixa?

Eu já estava anestesiado de tesão, me debrucei em cima dessas mesinhas de madeira, enquanto abaixava a calça. Claudinei foi metendo o dedo, aquela mão macia e pequena me deixa doido, ainda dava uns tapinhas. Era tô gostoso.

De repente ele cuspiu no seu pau e passou cuspe no meu cuzinho e se posicionou atrás de mim, aquelas mãos quentes e aquela barriga peluda são gostosas demais. Ele meteu tudo e sem dó, eu só gemia:

- Isso, vai safado, mete essa vara no meu cuzinho, gostoso, ahh, uhh

Apenas algumas estocadas foram o suficiente pra sentir seu leitinho grosso me preencher:

- Ahh seu putinho, gozei gostoso nesse rabo, vou no banheiro me limpar.

Nos recompomos e eu fui embora enquanto ele se preparava pra abrir o bar, desde então sempre que posso, passo lá ao sair do serviço pelo menos pra ganhar leitinho na boca. Ele é muito safado e ainda deixa eu passar a mão naquele corpo delicioso e peludo.
Nenhuma reação ainda.

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro!