Tratando menina com Autismo
A paciente era Gabriela, 7 anos, Autista Severa não verbal. Loirinha, cabelos encaracolados, olhos verdes, uma boquinha linda, uma bundinha que enche a mão. Gabriela passava os dias cantando, a mãe Camila não aguentava mais as cantorias da menina e procurou a colega para avaliação. Ao chegar no consultório a menina não para de cantar por 1 segundo, não respondia à nenhuma interação da psicóloga. Tatiane pede a mãe para tirar a roupa da menina, Camila começa a tirar a roupa de Gabriela e Tatiane pode começar a contemplar aquele lindo corpinho infantil, magrinho, com mamilos do tamanho de moedinhas. Tatiane coloca na te alguns hentais, os famosos desenhos animados de sexo, a menina começa a assistir o desenho e ficar vidrada com os sons de gemidos, mas ainda cantarolava cantigas de ninar. Tatiane passa gel lubrificante nas mãos, e vai em direção a menina que estava sentada no sofá do consultório. A psicóloga se senta ao lado de Gabriela, a mãe do outro lado assiste com dedicação e zelo. Na TV o hentai tinha uma menina levando um DP de dois homens muito maior. Tatiane pergunta a Gabriela; “Ta gostando do desenho?”. A menina não responde, mas pela primeira vez no consultório balança a cabeça afirmamente. Tatiane leva sua mão direita até o peitinho de Gabriela e começa a massagear lentamente. A menina começa a cantar mais tranquilamente com as carícias da doutora. Gabriela entusiasmante abre um pouco as pernas e solta leves gemidos em meios aos cânticos. Tatiane desce sua mão até a bucetinha da menina e começa a massagear o grelinho da menina. Gabriela para de cantar imediatamente, fecha os olhos e começa a gemer mais gostoso. Camila sua mãe fica impressionada, era a primeira vez em anos que a menina parava de cantar. Gabriela abre mais as perninhas liberando mais sua bucetinha para ser acariciada, Tatiane intensifica a masturbação na menina que gemia mais alto. Tatiane leva a mãozinha de Gabriela até seu peitinho e a menina começa a aperta-los instintivamente. A bucetinha da menina estava muito molhada, e Tatiane manda a mãe continuar as caricias na filha. Camila fica desconfortável com o nível de intimidade e se nega a tocar na filha. Tatiane continua a masturbação na menina que logo tem seu orgasmo soltando alguns esguichos de xixi. Gabriela se molha toda com seu orgasmo, leva a mão até sua bucetinha e lambuza a mão, depois cheira e lambe aquele liquido, falando enrolado, a menina diz que aquele “suco” era gostoso e queria mais. A menina se levanta do sofá de couro e vê a poça de seu xixi orgástico e vai lambe-lo. Camila fica surpreendida por Gabriela ficar mais de meia hora sem cantar ou cantarolar. A menina mais calma volta a se sentar ainda peladinha no sofá e assiste com afinco aos hentais que passava na TV.
Camila – Você é boa mesmo. Fazia anos que ela não ficava quietinha assim.
Tatiane – Obrigado! Vou passar essa tarefa pra você e seu marido. Masturbem ela sempre que ela estiver agitada. Deixe seu marido transar com ela. Compre um bullet, aqueles vibradorsinho pequeno pra ela e ensine ela a por no grelinho dela.
Camila – Não tenho marido doutora. Eu até posso comprar esse bullet, mas não sou pedofila doutora, não vou fazer isso com ela.
Tatiane – Você viu como ela está? Mais calma, parou de cantar. Isso faz bem pra ela. A introdução sexual na infância só traz benefícios.
Camila – OK doutora, vou tentar.
Tatiane – Aproveitando que ela ta ali calminha. Durante a gestação, você fazia muito sexo?
Camila – Bem doutora, eu era garota de programa. E quando estava gravida, eu fiz muito mais programa por noite do que antes. Muito tarado me comia falando putaria pra ela dentro da minha barriga. Foi a época que mais ganhei dinheiro.
Tatiane – Um colega meu tem uma suspeita, e cada dia que passa, acho que ele esta mais certo. Muitas crianças diagnosticadas com autismo tiveram uma vida sexual ativa dentro durante a gestação. As mães praticam sexo durante a gravidez, muitas vezes falando o nome da criança, falam putarias assim como você. A chance da criança desenvolver autismo severo é muito maior.
Camila – Então a culpa é minha?
Tatiane – NÃO! Você não tem culpa de se satisfazer e ganhar dinheiro. Nossa organização apoia o sexualismo infantil e gestacional, inclusive durante o parto. Você só estará errada se privar sua filha disto.
No termino da consulta, Camila tenta por a roupa em Gabriela, mas a menina começa a resmungar e chorar dizendo que não queria se vestir. Tatiane se aproximou e começou a massagear a bucetinha da menina novamente acalmando a garotinha, em um tom de voz meigo, Tatiane pede para Gabriela se comportar e por a roupa. A menina aceita se vestir, mas não aceita por a calcinha, ela pega a calcinha e fica cheirando como se fosse o cobertorzinho de segurança do Linus da turma do Charles Brown. Camila fica constrangida dentro do ônibus com a filha cheirando a própria calcinha na frente de todos, mas o laço de quebra-cabeças em sua camisa faz com que as pessoas entendam o que acontecia. Ao saltarem do ônibus, mãe e filha passam no mercadinho próximo a sua casa. O dono do mercadinho, Seu Antônio, que já era afim da menina há vê com a calcinha e fica com tesão, olhando fixamente para menina, ele da uma pegada no pau por cima da calça, a mãe da um sorriso sem graça para o dono.
Seu Antônio – Ela ta mais calma hoje, o que aconteceu?
Camila – Fomos numa nova psicóloga.
Seu Antônio – A calcinha ta ajudando?
Camila – Aparentemente sim, mas as pessoas ficam olhando.
Seu Antônio – O que tem nessa calcinha? O cheirinho da bucetinha dela?
Camila – Seu Antônio, vou te contar, pelos velhos tempos. Lembra quando eu era GP e fazia programa grávida?
Seu Antônio – Sim lembro, adorava te comer e cutucar essa coisinha linda.
Camila – Pois é, parece que isso afetou ela.
Seu Antônio – Interessante. Me deixasse com mais tesão agora.
Camila – Seu Antônio, não sou mais aquela mulher. To preocupada com minha filha.
Seu Antônio – Desculpe Camila, minha tara por vocês duas só aumenta a cada dia. Perdão! Mas o que essa nova psicóloga falou?
Camila – Tudo bem! Ela falou que alguns estímulos podem deixar ela mais calma e o cheiro da buceta dela na calcinha tambem.
Seu Antônio – Interessante.
Camila – Será que o senhor poderia nos ajudar? Eu não sou pedófila, não sei tocar nela.
Seu Antônio – Claro meu amor, faço o que você quiser.
Camila – Obrigado Seu Antônio. Passa lá em casa mais a noite.
Seu Antônio não cobrou as compras de Camila, assim como fazia quando a mulher estava grávida. A noite Seu Antônio aparece na casa de Camila. Gabriela estava em seu quarto cantarolando, Camila recepciona Seu Antônio e o leva até o quarto da menina.
Camila – Seu Antônio, a psico falou que era para somente massagear a buceta dela. Não quero que o senhor transe com ela. Não quero que ela perda a infância como eu.
Seu Antônio – Tudo bem. Mas como vou ficar? To cheio de tesão aqui por baixo?
Camila – Eu faço um boquete no senhor no final. Pode ser?
Seu Antônio – Pode ser sim.
Os dois entram no quarto da menina, ela brincava de bonecas enquanto cantava cantigas. Gabriela usava apenas um vestidinho, a calcinha que sua mãe havia a vestido estava em suas mãos que em vez enquanto levava até seu narizinho para cheirar, a menina estava de joelhos no chão na beirada da cama brincando. Camila já havia falado para filha que Seu Antônio podia tocar nela e era pra ela deixar, que ele faria o mesmo que a psico para deixa-la mais feliz. A mãe deixa Seu Antônio com a filha no quarto e se retira avisando Seu Antônio que aguardaria na sala.
Seu Antônio se aproxima de Gabriela colocando a mão em seus ombros e dá um beijo na cabeça dizendo: “Oi minha princesa. Tudo bem?” Extremamente excitado por estar tão perto do seu desejo, ele abraça a menina passando a mão na barriguinha da menina. Ele ainda dá um beijo no pescoço de Gabriela fazendo a pequena se arrepiar. A menina não esposa reação aos toques do abusador continuando a cantar. Seu Antônio desce sua mão até a bundinha de Gabriela e dá uma apertada forte fazendo a menina soltar um suspiro dengoso. Ainda com a mão na bunda de Gabriela, Seu Antônio fala em seu ouvido: “Sua mãe te transformou numa vadiazinha então? Cada cutucada de macho que você levava quando tava dentro da barriga da sua mãe te transformaram numa menina setenta por sexo. Tanto que ta aí reprimida com autismo. O Tio aqui vai te ajudar ta?” Seu Antônio leva sua mão no meio das pernas da menina agora por baixo do vestidinho sentido o quentinho do cuzinho e bucetinha da menina. Com o dedo médio ele começa a massagear levemente a buceta da minha com o dedão ele procura pelo cuzinho. Gabriela logo fica molhadinha na mão de seu molestador, seu cantarolar começa a ficar mais baixo. Seu Antônio baixa o vestidinho de Gabriela baixando as alcinhas, expondo todo corpinho da garota. Com a outra mão, o molestador começa a massagear os pequenos mamilos da menina, os dedos de Seu Antônio deslizavam por toda bucetinha da menina indo desde o grelinho até o cuzinho. O pau de Seu Antônio doía dentro de suas calças, Camila em fim tinha um minuto de paz em casa sem escutar a cantorias da filha, Gabriela gemia baixinho com os carinhos do molestador. Camila vai tomar um banho para relaxar sem ouvir as incomodas cantorias da filha. No quarto, Seu Antônio tira seu membro pra fora, e se encosta por trás da Gabriela encaixando seu pau no meio da bundinha da garota. A bundinha da menina estava toda melada, com sua mão direita Seu Antônio continuava acariciando a bucetinha da menina, com a esquerda, começa a pincelar seu membro na bundinha de Gabriela. A menina segurava firme o lençol de sua cama, sua respiração era ofegante, e se intensificou sentindo o pau de seu abusador na bundinha, de olhos fechados a pequena gemia baixinho. Seu Antônio continuava as caricias na bucetinha da menina, com sua experiência, consegue aguentar se gozar por um tempo ficando parado com o pau entre a bundinha da menina. Gabriela começa a gemer mais alto, solta o lençol e leva suas mãozinhas até seus mamilos e começa aperta-los por conta própria. Camila escuta do chuveiro os gemidos da filha, mas esse som era melhor do que as cantigas da menina. Gabriela tem seu orgasmo soltando um leve squirt na mão de Seu Antônio que sentindo sua mão melar mais começa a gozar entre as pernas da minha, rapidamente segura seu pau e da as últimas jatadas na entradinha do cuzinho da menina. Rapidamente Seu Antônio pega uma calcinha da menina e coloca sobre a molhadura do chão molhando-a para que Gabriela pudesse aproveitar melhor cheirando a peça. Gabriela e seu abusador ficam ali na beirada da cama se recuperando do orgasmo, Seu Antônio beijava o pescoço da menina e com a mão lambuzada do sabor vaginal infantil leva até a boquinha da menina para que experimente o gosto de sua região intima.
Depois de um banho relaxante de 1hora, Camila vai até o quarto de sua filha e encontra Seu Antônio por trás de Gabriela.
Camila – Seu Antônio! Eu não pedi para não comer minha filha?
Seu Antônio – Não minha queria, não fiz isso com ela. Você sabe o quanto te respeito. Eu só não me aguentei e deixei meu pau no meio da bundinha dela, e acabei gozando gostoso.
Seu Antônio diz saindo de trás da menina. Camila vê a gala escorrendo pelas perninhas de sua filha e vai ver. Abrindo a bundinha da menina, Camila vê o cuzinho intacto, mas a bundinha e perninhas todas melada da porra de Seu Antônio. Gabriela estava calma e Seu Antônio ajuda Camila a pôr a menina em cima da cama.
Camila – Obrigado Seu Antônio, não sei o que seria de mim sem o senhor.
Seu Antônio – De nada! Pode contar sempre comigo.
Camila – Você pode voltar amanhã?
Seu Antônio – Amanhã estarei aqui.
Seu Antônio vai para casa, Camila fica admirando a filha peladinha na cama, a menina estava suada e melada ainda, mas Camila não queria acorda-la pois sabia o trabalho que seria, então bolou um plano para o próximo dia. Deixar Seu Antônio dar um banho na menina enquanto massageia e assim Gabriela iria pra cama limpinha. Camila acha a calcinha que Seu Antônio tinha colocado em cima do xixizinho de orgasmo de Gabriela, a peça ainda estava úmida e Camila a leva para secar e ficar com o cheirinho preferido de sua filha.
Continua...
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Este conto é uma ficção, nada dito aqui sobre autismo é verdade.
Preze pelo bem-estar de crianças.
Sexualismo é benéfico para crianças.
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