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DESCOBRINDO MEU OUTRO LADO

出版: 31/12/2004 22:00

著者: angelica

カテゴリー: 浮気/寝取られ

DESCOBRINDO MEU OUTRO LADO - Eu sempre tive convicção de minha feminilidade, sempre tive certeza de que meu negócio era homem. Desde os dezesseis anos, quando perdi o cabacinho com um namoradinho, minha vida sexual foi intensa, dentro das possibilidades que tinha, é claro. Afinal meus pais não são fáceis e eu tinha que fazer tudo com muita discrição, senão o bicho poderia pegar para meu lado. Assim, dentro do possível, aprendi o que pude em matéria de sexo. Ao longo de cinco anos, aprendi a arte e o prazer de chupar um bom pau, a dor e o prazer de dar o rabinho, e o quanto pode ser prazeroso uma pica grande e grossa penetrar minha bucetinha (apesar de que alguns se referem a ela como bucetona) de pelinhos loiros e bem aparadinhos. Há um ano, mais ou menos, conheci um casal de lésbicas, o que no princípio eu achava muito estranho. Como é que uma mulher pode trocar as maravilhas do prazer com um homem por uma mulher. Por mais que eu tentasse imaginar a coisa, eu achava que sem a penetração não podia haver um prazer total. Mas a vida, às vezes, nos prega suas surpresas. Há muito pouco tempo atrás, uma amiga me falou de um site, o www.capixabaerotica.com.br, que vim a descobrir que era um site local, voltado para o público capixaba. Desde então, tem sido comum eu fazer uma visitinha quando estou só em meu quarto. Nessas visitas, acabei me interessando pelos contos eróticos, com as histórias pouco confiáveis de pessoas que eu até desconfiava que não existiam, era pura invenção. Mesmo assim, algumas dessas histórias me deram momentos de muito tesão, e, confesso, muitos gozos obtidos através de siriricas deliciosas, entre elas histórias como “Prazeres de uma capixaba” e “A história de Joana” que desde que começaram eu leio uma já esperando pelo próximo capítulo. Pena que entre um capítulo e outro, às vezes passa muito tempo. Bem, isso não importa no momento. Na verdade, toquei nesse assunto para que vocês entendam o que foi acontecendo comigo, até de forma desapercebida. Ocorre que, fui descobrindo através dessas histórias, uma enorme curiosidade sobre uma possível relação minha com outra mulher. Eu ficava me indagando se eu teria coragem para tanto, como seria, como eu me comportaria. Eu achava, principalmente, que a vergonha me impediria de sequer tentar, ou se tentasse, como ficaria minha cara depois, como iria encarar essa mulher. Por isso, mesmo muito curiosa, tratei de manter o controle e me contentar em ler aquelas histórias e me masturbar gostoso, até alcançar gozos deliciosos. Os “Prazeres de uma capixaba”, por envolver garotas que gostavam de garotas, eu li tantas vezes que resolvi imprimi-las para poder ler mesmo quando não estivesse navegando na Net. Eu mantinha os papéis muitos bem guardados, pois se meus pais descobrissem eu estaria ferrada de vez com eles. Neste mesmo site, eu acompanhava, com curiosidade, alguns anúncios, na seção mural, de alguns casais a procura de garotas para uma transa a três. Eu ficava abismada! Como é que uma mulher se sujeitava a dividir o marido com outra e, pior, chegar a se envolver com uma mulher na frente dele. Eu achava a mais pura pouca vergonha, falta de amor próprio, essas coisas. Há poucos dias, encontrei no mural uma mensagem de uma garota dizendo-se Andressa, a procura de garotas para viver momentos de prazer com ela e sua amiga Raquel com o seguinte texto: “ALGUMA MULHER REALMENTE BONITA, ENTRE OS 18 E 35 ANOS, GOSTARIA DE PASSAR MOMENTOS AGRADÁVEIS COMIGO (LOIRA, OLHOS AZUIS, 19 ANOS) E MINHA AMIGA RAQUEL (MORENA TIPO GLOBELEZA, 20 ANOS) ? NÃO PRECISA SER EXPERIENTE, APENAS ESTAR DISPOSTA A DESCOBRIR OS SEGREDOS E PRAZERES DO MESMO SEXO. SE VOCÊ ESTIVER DISPOSTA A PELO MENOS CONVERSAR, PARA VER ONDE PODE DAR, NÃO SE INIBA. ESCREVA-NOS. ESTAMOS AGUARDANDO ANSIOSAS. BEIJOS E MAIS BEIJOS, ONDE OS QUEIRA RECEBER”. Pela discrição delas, quase na mesma faixa de idade que a minha, achei que poderia começar uma conversa para aplacar essa minha curiosidade. Resolvi, então, deixar uma mensagem para elas. Antes, criei um e-mail para mim no próprio site, diferente do que costumo usar. No mesmo dia elas me responderam. Durante os dois dias que se seguiram, trocamos uma infinidade de e-mails, numa conversa que foi ficando cada vez mais erótica e íntima, a ponto de me fazer ganhar coragem para pelo menos nos conhecermos. Marcamos, então, um encontro na praça de alimentação do Shopping Praia da Costa, em Vila Velha onde moro. Quando cheguei, elas estavam me esperando e foi fácil reconhece-las, até porque elas eram muito bonitas e inconfundíveis. Andressa era uma loiraça, daquelas que os homens viram a cabeça a ponto de quebrar o pescoço. Raquel correspondia bem ao tipo globeleza anunciado, uma mulata de parar a trânsito. Ainda um pouco sem graça, sentei junto com elas e começamos um papo bem bobinho, de aproximação mesmo. Pedimos uns chopinhos e logo a conversa foi ficando mais fácil, mais desinibida, mas sem entrar no assunto sexualidade. Talvez pela experiência delas, elas sabiam que a coisa tinha que ir devagar, para não me assustar. Mas, foi inevitável que eu olhasse para suas pernas, realmente bonitas, muito expostas nas mini-saias que vestiam. Depois de muito papo e muitas risadas, elas me convidaram para assistirmos a um filme, para aproveitar nossa passagem ali, no que concordei. Afinal, adoro cinema. Andressa indicou um filme, nós concordamos e logo estávamos entrando no cinema, como velhas amigas. Depois fui entender o porque, Raquel, que estava na frente, nos encaminhou para a última fileira, numa área bem escurinha. O cinema, naquele horário, tinha pouquíssimos freqüentadores, no máximo umas vinte pessoas, espalhadas do meio para a frente. Ao sentarmos, fiquei entre as duas e passamos a aguardar a exibição. Logo que as luzes foram apagadas e começaram os trailers, Andressa pegou minha mão entre as suas. A seguir, foi a vez de Raquel, que imitou a amiga. Ficamos assim, durante um longo tempo, comigo apenas recebendo seus carinhos em minhas mãos. Até então eu estava absolutamente passiva, apenas recebendo aqueles carinhos, o coração batendo forte, sem retribuir. O contato de suas mãos era reconfortante, mas estranho no início. Mas logo eu estava me sentindo a vontade, até porque não era nada demais. Sem querer, me descobri retribuindo os carinhos, dando leves apertos em suas mãos ou deslizando minhas mãos entre as delas. Inclinando a cabeça, Raquel aproximou seu rosto do meu, chegou até minha orelha e sussurrou: você é linda, muito linda! Seu hálito quente em meu ouvido, sua voz sedosa e carinhosa, me fez sentir o corpo todo arrepiar, coisa que já senti muitas vezes, mas só com homens. Eu nem podia imaginar que uma mulher pudesse me fazer arrepiar assim. Andresa, percebendo o que estava acontecendo, também se chegou a mim e atacou minha outra orelha, dando leves fungadas, me arrepiando ainda mais. Meu coração parecia que ia sair pela boca, de tanto que batia. Eu estava vivendo uma experiência absolutamente desconhecida para mim, apesar de reconhecer que era extremamente emocionante e erótica. Senti a boca de Andressa envolver minha orelha e carinhosamente deslizar sua língua por toda ela, me levando à loucura. Minha única reação foi apertar suas mãos, como se eu buscasse apoio nelas para aceitar melhor a estranha situação que estava vivendo. Porém, quanto mais eu as apertava, mais ousadas elas ficavam, fazendo loucuras em minhas orelhas e pescoço, me levando ao delírio. Aquelas alturas, eu me sentia entregue aos carinhos que recebia, deixando a vida me levar. Raquel começou a me dar beijinhos por toda a face, aproximando-se cada vez mais de minha boca que estava trancada para não deixar escapar meus gemidos de prazer. Mesmo assim, recebi seus selinhos no canto dos lábios. De olhos fechados, eu me sentia um objeto de prazer em suas mãos. De repente, senti que elas me deixaram sem seus beijos e estranhei. Ao abrir os olhos, vi as duas se beijando apaixonadamente à minha frente, bem próximas de mim. Era estranho, mas incrivelmente excitante ver suas bocas ávidas, uma pela outra, num beijo lindo. Quando se desgrudaram, olharam em meus olhos que fixavam ora uma, ora outra, completamente atônita. Num gesto delicado, Raquel levou a outra mão à minha face, acariciou-a e depois fechou meus olhos, deixando-me à mercê delas. O som do filme enchia o ambiente, sem que eu tivesse a mínima idéia do acontecia na tela. Senti os lábios de Raquel roçando os meus, delicadamente. Senti, também, que os meus lábios tremiam ao seu toque. Ela se afastou e agora era a vez dos lábios de Andressa roçarem os meus, da mesma maneira delicada que Raquel fizera antes. Senti a mão de Raquel tocar minhas coxas e deslizar por elas, num toque extremamente excitante e desconhecido até então. Logo ela tomou o lugar de Andressa e voltou a roçar seus lábios nos meus. Desta vez, porém, ela fez sua língua penetrar ligeiramente entre eles, forçando a entrada em minha boca. Completamente tomada pelo tesão que elas despertaram em mim, deixei entrar a língua em minha boca e me entreguei de vez àquela loucura, correspondendo seu beijo carregado de tesão. Como ela beijava gostoso! Passei a beija-la com fúria e tesão, quase me enfiando em sua boca, ao que ela correspondia de maneira claramente excitada. Enquanto isso, Andressa sussurrava em minha orelha: “tá gostoso, meu amor? Gosta dos beijos de Raquel, gosta? Aproveita, por que eu também sei como ela beija gostoso”. O máximo que consegui foi fazer um gesto afirmativo com a cabeça, enquanto me entregava aos lábios e à língua faminta de Raquel. Senti a mão de Andressa tocar meu queixo e forçar meu rosto para o lado dela, até que Raquel deu uma folga em seu beijo. Mas, logo minha boca estava sendo ocupada pela boca ávida de Andressa que provou ser tão boa de beijo quanto Raquel. Minha cabeça era um misto de tesão e medo, prazer e vergonha de estar me entregando a duas mulheres ao mesmo tempo. Logo eu, que nunca antes tivera qualquer contato mais íntimo com outra mulher, estava ali, prostrada e entregue às carícias de duas lindas mulheres, tão belas como poucas que eu já conhecera. O pior, ou melhor, é que eu estava adorando seus beijos, as bocas úmidas, as línguas brincando com a minha, num encontro que eu nunca imaginara. A mão de Raquel tornou-se mais audaciosa e começou a subir por minhas coxas, muito mal protegidas por uma mini saia que por si só já não protegia grande coisa. Eu me senti como o marisco, entre o mar e o rochedo. Em cima, Andressa continuava seu beijo sem fim, me levando à loucura. Em baixo, a mão de Raquel chegou a minha buceta e, por cima da calcinha, começou a acaricia-la. Como resposta, apenas apertei as mãos das duas. Sentindo-se autorizada, Raquel afastou a calcinha para o lado e enfiando a mão, espalmou-a sobre minha buceta, num toque que me levou às nuvens. Qualquer mulher que já tenha sido tocada por outra mulher, numa situação parecida com a minha, sabe do que estou falando. Para aumentar todo aquele turbilhão de desejos, prazeres e excitação, Andressa levou a mão livre aos meus seios e começou a bolina-los, apertando-os de uma maneira muito gostosa, o que me deu muito prazer. Nessa hora, senti que os dedos de Raquel começaram a deslizar em minha buceta, pra baixo e pra cima, cada vez mais melados com meu abundante gozo que já me deixara encharcada. Não bastasse tudo isso, Raquel levou minha mão até sua buceta e me apresentou uma bela surpresa: a deliciosa globeleza estava nua, sem calcinha, com sua buceta totalmente exposta às minhas carícias. Percebi que ela gostava de usar os pentelhos grandes, pois havia uma verdadeira mata entre suas pernas. Mas, é lógico, mesmo sem nunca ter habitado um ambiente como aquele, foi fácil descobrir seus segredos e logo eu encontrei seu grelo. Meu Deus! (desculpem a heresia) Que grelo era aquele, que de tão grande parecia um pequenino pênis? Só sei que adorei brincar com ele, pega-lo em minha mão, esfrega-lo entre meus dedos. E o grelo dela estava tão lubrificado pelos seus gozos que deslizava entre meus dedos, eu precisava me cuidar para não perde-lo. Elas sabiam tudo de sacanagem e de obter prazer! A prova disso foi que Andressa, mesmo ocupada com minha boca e meus seios, também levou minha mão até o meio de suas coxas. Logo percebi que, a exemplo de Raquel, estava também livre da calcinha. Pelo jeito, ou elas tinham muita certeza de iria rolar alguma coisa entre nós, ou nunca usavam calcinhas. E Andressa, ao contrário de Raquel, tinha uma bucetinha muito especial. E digo bucetinha por que realmente ela tinha a buceta muito pequenina, uma coisinha delicada, como eu jamais imaginaria que houvesse. E, detalhe: toda depilada, parecia uma bucetinha de menininha, cheinha, gordinha e muito gostosa de pegar. Diante da loucura que eu estava vivendo, uma emocionante fantasia que jamais pensei que fosse realmente realizar, aproveitei ao máximo aquele momento mágico. Deslizei o dedo por sua rachinha encharcada por seu gozo, que me permitia esfregar seu grelinho do mesmo jeito que gosto de fazer mim, em círculos. Senti quando Raquel tirou o dedo de minha buceta e logo depois o colocou entre minha boca e a de Andressa, que tratou de agasalhar o dedo na boca, provando de meu sabor, lambendo-o todo. Enquanto isso, eu mesma tomei a iniciativa de procurar os lábios de Raquel que me recebeu com avidez. Andressa largou meus seios e levou a mão até minha buceta encharcada e passou a brincar com meu grelo que estava durinho de tesão. Não demorou muito e senti que seu dedo mais longo procurou o caminho de entrada, brincou um pouco por ali e, em seguida, entrou em mim me fazendo soltar um gemido na boca de Raquel. Andressa começou a movimentar seu dedo pra dentro e pra fora, procurando entrar cada vez mais fundo, me levando à loucura. Retribui ao seu gesto também enfiando um dedo em sua bucetinha, que me recebeu fácil, até o fundo. Apesar da posição desconfortável, consegui também enfiar um dedo na buceta cabeluda de Raquel, de maneira que estávamos, nós três, uma masturbando à outra de forma alucinada, querendo arrancar, de cada uma, um gozo especial. E não demorou muito, começamos a sentir aquele calor que anuncia o orgasmo. A primeira a gozar foi Raquel, me beijando loucamente, quase me mordendo a língua de tanto tesão, forçando a buceta contra minha mão. Andressa gemia baixinho em meu ouvido, dizendo que ia gozar, para eu não parar, pra entrar mais fundo, mais rápido. Atendendo seu pedido, forcei cada vez mais o dedo em sua bucetinha, até que ela derramou-se em minha mão, enquanto tentou sufocar seus gemidos abocanhando meu seio por cima da blusa. Ao sentir sua boca apertando meu seio e seu dedo se movimentando cada vez mais rápido, eu também não resisti e soltei meu gozo, ao mesmo tempo em que beijava Raquel com fúria, tentando evitar um gemido escandaloso. Após aquele gozo fenomenal, que alcançamos praticamente juntas, fomos deixando nossos corpos se acalmarem, nossas respirações se normalizarem e devagar fomos tirando nossos dedos das bucetas que fizeram gozar. Minhas mãos estavam empapadas de gozo das duas. Quando elas ficaram livres, Andressa e Raquel, uma de cada lado de mim, pegaram minhas mãos e passaram a lamber seus próprios gozos, até deixarem minhas mãos limpinhas. Já que eu tinha chegado até ali, quis também a minha parte. Abri a boca, num gesto pidão, e logo as duas revezavam as mãos em minha boca, deixando-me experimentar de meu gozo que, confesso, adorei. Passamos o restante do filme trocando carinhos dentro do cinema, coisa que para mim parecia um outro filme, só que era real. Quando saímos, tomamos mais uns chopinhos, rimos de nós mesmas, trocamos telefones e ficamos de nos encontrar no outro dia, na casa de Raquel, em Mata da Praia, Vitória. Eu não sei se realmente vou a esse encontro ou o que poderá acontecer nesse encontro, se eu me decidir a ir, mas prometo que volto aqui para contar para vocês tudo que vier a acontecer sobre essa descoberta do meu outro lado, coisa que ainda não está muito segura dentro de minha cabecinha. Se alguma jovem como eu já passou por uma experiência semelhante, gostaria muito que me escrevesse, me ajudasse a compreender e aceitar melhor o que está acontecendo comigo. Um grande abraço à todas que estejam compreendendo meu dilema! angélica@capixabaerotica.com.br
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