Obsessão por Boquinhas
Com 13 pra 14 anos, percebi que era bem greludinha. Percebi isso principalmente me comparando com fotos pornô que via na internet. Algumas eram greludas, outras não, mas o fato é que me senti orgulhosa por ter xoxota com lábios carnudos e me excito muito fácil com este “dote”.
E ao longo dos anos fiquei mais greluda ainda. No verão seguinte, fomos passar uma semana na praia em uma casa alugada e ao ajeitar minhas roupas no quarto em que ficaria com minhas primas, que viriam só no dia seguinte, em uma das gavetas, achei um estojo, possivelmente esquecido pelo último inquilino. Ao abrir… que surpresa! Um pênis de borracha de tamanho considerável deixado ali.
Aquilo passou a ser meu brinquedinho constante em substituição a alguém de verdade. E se já era greludinha antes, aquela pica deixou minha buceta com lábios mais carnudos ainda.
Foi também aos 13 anos que essa tara louca foi despertada, quando em visita a parentes fucei um quartinho da casa que servia como depósito de quinquilharias. Em um armarinho achei uma pilha de revistas porno. Entre elas algumas de quadrinhos. Gibis eróticos. Eram antigas – acho que meados dos anos 80 – e importadas, com diálogos parecendo ser francês. E uma delas me deixou louquinha: “uma dama com jeito de Malévola e bem gostosa – os quadrinhos eram bem desenhados – obrigava uma menina, que parecia ter menos de 10 anos, a chupar sua buceta”.
Achei delicioso aquilo: “a garotinha de joelhos e mãos atrás das costas mamava o grelo avantajado do que parecia ser sua madrasta.” Pelo que entendi, ela só poderia ir para cama quando terminasse o serviço, ou seja, fazer a mulher gozar em sua boca.
Ao ver aquilo, me deu um desejo enorme de ter uma menina dessas pra mim e dar de mamar a ela pela xoxota.
Até hoje não sei porque tenho tanta atração por isso. É claro que toda mulher gosta de ter sua buceta chupada, mas comigo o prazer maior era se isso fosse feito por uma menina ou menino.
No início, fantasiava com uma boneca que ganhei quando pequena ou com algum bicho de pelúcia. Deitava na cama e esfregava eles na xota até gozar, imaginando um infante de verdade ali entre minhas coxas.
Mas felizmente, ou não, hoje aos 28 anos, confesso já ter realizado essa fantasia louca com três. Exatamente, já dei de mamar pela xoxota a duas meninas e um menino e para mim foram os momentos mais prazerosos que senti até hoje.
É claro que, para seduzi-los, não agi como a dominadora dos quadrinhos. Agi sim com muita sutileza e cuidado para saber se poderia ir adiante ou não.
Percebi que em todas as vezes, ainda há neles contido o instinto de mamar. Era impressionantemente prazeroso a forma como faziam. É claro que eu usava um truquezinho que ajudava muito. Antes de amamentá-los fazia um cremezinho juntando leite em pó com creme de leite ou sorvete ou iogurte… qualquer coisa deixasse a pasta bem grudenta e adocicada. Então passava um pouco na parte interna dos lábios carnudos da minha xana, deixando eles bem grudadinhos.
Minha buceta fica parecendo que tem uma língua saindo dali. E aí não tem jeito. Eles vem como abelhinha indo pro mel. Abocanham a “língua” e mamam que é uma maravilha. E eu tenho que me conter pra não gozar logo porque o prazer, principalmente de ver aquilo é inimaginável. Me sinto uma nutriz amamentando de verdade. Só que pela buceta.
E pensando bem, de certa forma é verdade, pois alimento eles com a mistura da pastinha que preparo junto com o meu néctar. Eles adoram e querem sempre mais. Então sou obrigada a alimentar suas boquinhas famintas com meu grelo.
Não vou entrar em muitos detalhes de cada uma das minhas “prezas” que atraí pra minha xota. Daria um relato a parte de cada uma delas e das inúmeras mamadas.
O que posso dizer foi que minha primeira foi com minha priminha Eduarda (Dudinha), então com 7 aninhos. Estava na graduação, então com 19. Alimentei ela por mais de um ano.
Uma de suas manias era as vezes vir ao meu quarto dizendo que não conseguia dormir ou as vezes me chamava do seu quarto quando havia trovoada porque estava com medo. Mas o que ela queria mesmo era mamar. Então preparava meu grudento creme adocicado para amamentá-la.
Em pouco tempo estava ajoelhada na cama na altura de sua cabecinha, elevada por travesseiros e com boa parte da minha “língua” da buceta em sua boca. Adorava vê-la pelo espelho do toucador. Coelhinho de pelúcia em uma das suas mãos, a outra acariciando minha fita de perna que gosto de usar e a boquinha no grelo. Não preciso nem dizer que o gozo era intenso. Dava pra sentir ela sorvendo todo o creme junto com meus sucos. Sugava todo seu lanchinho como uma boa menina.
Depois veio o Marcelinho, com 8, meu meio irmãozinho. O danadinho gostava de assistir TV comigo com minha pélvis servindo de travesseiro pra ele. Um dia estava só de sainha e calcinha transparente (claro que fiz de propósito) e o safadinho me pediu pra tirar a calcinha pra deitar o rostinho em meus pelos. Atendi seu pedido, não sem antes de ir a cozinha e preparar minha pastinha e deixando meu grelo bem pra fora.
Voltei pra sala só de sainha e calcinha na mão. Deitei no sofá, postei uma perna apoiando sobre o encosto e a outra dobrada sobre a almofada. Ele ficou olhando abismado aquela “língua”. Era quase um convite pra botar a boca ali.
Botei a mão na parte superior da minha xota de pelos curtos e disse maldosamente:
– Agora deita aqui. É só pra deitar e dormir entendeu?
Falei só pra ver se ele iria fazer isso mesmo. Claro que não. Sabe quando você pega um cachorrinho que nasceu a pouco tempo e ele fica fuçando, fuçando até achar a teta pra mamar? Foi exatamente isso que ele fez. No escuro da sala iluminada apenas pela TV, o espertinho foi descendo aos pouquinhos até achar o que queria. Primeiro só encostou os lábios no grelo. Depois foi abrindo aos pouquinhos a boca e envolvendo o que podia do meu generoso clitóris, mas sem mamar. Apenas deixando-o na boquinha.
Olhar aquilo era lindo demais. Minha excitação estava a mil. Com uma das mãos, comecei a acariciar levemente seus cabelos castanhos. Foi como se tivesse dado a ele um sinal de que estava liberado. O danado começou então a mamar com volúpia meu grelão e é claro não demorou muito para eu explodir em um gozo avassalador.
O estranho é que quando começaram a crescer eu simplesmente fui perdendo o interesse. E quando achava que esse tipo de coisa jamais voltaria a acontecer comigo surge outra menina em minha vida para me atentar, provocar meus desejos mais insanos.
Uma amiga minha, mãe solteira e um tanto porra-louca, que não cabe aqui detalhar, deixou sua filha comigo por enquanto, pois não se dá bem com a família. Ulyana foi acolhida por mim a pouco mais de seis meses e a cerca de três, venho tratando ela pela xoxota. O que eu posso dizer sobre ela?Mama que é uma beleza. Dos três ela é a mais carente de todas. Adora se aninhar em minhas coxas para mamar e as vezes chega a dormir na minha buceta, com meu grelo em sua boquinha, como se fosse uma chupeta.
É claro que também dou prazer a eles, principalmente no banho. Adoro brincar com eles com o chuveirinho e o esfrega, esfrega da esponja. Mas o que eu quero mesmo e amamentá-los pela boceta.
No entanto me perturbam certas cobranças que eu mesma me faço. Tenho poucos relacionamentos, mesmo porque não sinto a intensidade de satisfação com pessoas da mesma idade. Muitos amigos e a família principalmente acham muito estranho esse meu comportamento, mas nem imaginam porque. E olha que me considero bonita. Cabelos negros, olhos castanhos, rosto um tanto parecido com a Winona Ryder (quando jovem) e um corpo atraente.
Mas o que tenho medo mesmo é que as vezes tenho desejo de ter um filho. Acho que nunca vou ter um. Já pensou? Quando ele ou ela chegar a idade escolar e então passar a amamentá-lo… pela buceta.
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