Brincadeira de Meninos
Quando tinha 7 pra 8 anos havia um vizinho que era 2 anos mais velho que eu e meus amigos de rua. Ele quase não saia de casa para brincar como o resto da gurizada. A minha mãe dizia que a mae dele era superprotetora e tinha medo de deixar ele brincar na rua e se machucar. Dona Joice, a mãe dele, chamava sempre dois ou três mulekes da rua pra brincar com ele em casa, pelo menos uma vez por semana. Como nunca saia na rua era bem brancão de pele, pálido e com olheiras. A gurizada chamava ele de vampiro. Dona Joice era viuva a 5 anos e como a sua casa era muito grande, com vários quartos, ela resolveu abrir uma pensão. A casa vivia cheia de homens adultos. O boato na rua é que ela dava para os pensionistas. A maior parte do dia a casa ficava vazia. A noite, os pensionistas voltavam do trabalho e a dada enchia novamente.
Um certo dia, eu e um outro amiguinho da rua chamado Pedrinho, atávamos brincando quando a mãe do vampiro nos chamou pra brincar com ele. Nos entramos naquele casarão e ela nos levou até o quarto onde ele estava. Vampiro estava sentado no tapete no meio do quarto brincando de forte Apache. Dona Joice saiu do quarto dizendo que mais tarde iria trazer um lanchinho pra nós. O Vampiro nos chamou para sentar e brincar com ele. Estávamos ali nos divertindo quando ele do nada tira o pinto dele pela perna do short que era bem folgada e começa a mexer recolhendo e esticando a pele que encobria a cabeça. O pinto dele estava meia bomba. Eu e o Pedrinho ficamos olhando e rindo. Achamos aquilo engraçado. O Vampiro então pede se nós nunca tínhamos feito aquilo, que era muito bom fazer e que se quiséssemos fazer não teria problema pois a mãe dele não ia voltar pro quarto tão cedo.
Eu olhei pro Pedrinho e ele olhou pra mim, tipo perguntando um para o outro, se tu fizer eu também faço. Então tiramos tbm os nossos pintos pra fora dos nossos shorts e passamos a mexer pra frente e pra traz como o Vampiro fazia. Nunca tinha feito aquilo e sabia que não devia estar fazendo. Além de ser uma sensação nova estar mexendo no pinto, na frente dos meus amigos havia tbm o sentimento de estar fazendo algo proibido. Nossos pintos ficaram duros rapidamente. Então o Vampiro se levantou, encostou a porta do quarto, fez sinal entre os lábios para que não fizéssemos barulho, voltou até o meio do quarto e baixou o short até os joelhos e mandou que fizéssemos o mesmo para medir quem tinha o pinto maior. Novamente eu e Pedrinho nos olhamos, sorrimos e nos levantamos para baixar os shorts. Fiquei encabulado pois tinha o menor pinto dos 3. O Vampiro já tinha até pentelhos nascendo. Eu e Pedrinho éramos lisos de pelos. O pinto do Pedrinho era pouca coisa maior que o meu mas mais fino.
Vampiro então propôs fazer uma briga de espadas. Ele explicou que era forçar um pinto contra o outro pra ver qual era mais forte. Primeiro foi ele e o Pedrinho. O Vampiro teve que se abaixar, dobrando um pouco os joelhos para os pintos ficarem na mesma altura. Pedrinho ficava parado enquanto Vampiro ficava esfregando o pinto dele de um lado para o outro no pinto do Pedrinho. Para se equilibrar segurou nos braços de Pedrinho e Pedrinho na cintura de Vampiro. E ficaram se esfregando os pintinhos. Devia estar bom pois tinham um sorriso e uma satisfação no rosto que só vendo. Chegavam a encolher as nádegas prata forçar a pelves pra frente. Ficaram nessa esfregação uns 10 min. Depois foi a minha vez com o Vampiro já que ele alegou ter sido o vencedor da briga com o Pedrinho. Naquela época eu não sabia o que era TESĀO mas tenho certeza que era o que eu estava sentindo. Meu pinto chegava a pulsar e latejar. Tava tão duro e esticado que a pele cobria só metade da cabeça. Quando pulsava batia na minha barriga. Vampiro se posicionou, curvando seu joelhos e me segurando pelo braços. Eu fiquei na ponta dos pés e agarrei um pouco acima das suas nadegas. Vampiro começou a esfregar de um lado para o outro. O pau duro dele ia até o limite e pendia para o outro lado. Daí ele fazia o movimento contrário e nessas passadas as cabecinhas dos dois pintos se encontravam como se estivessem se beijando. O pinto do Vampiro soltava uma aguinha gosmenta que lubrificava cada vez mais os movimentos. Ele me puxava cada vez mais pra perto dele e eu tbm apertava sua bunda pra que ele pressionasse mais o pinto dele no meu. Ficamos nos esfregando por uns 5 ou 10 minutos. Aí ele parou e disse que eu havia ganhado e que agora a luta seria ente eu e Pedrinho.
Como éramos da mesma altura não precisamos nos baixar nem ficar na ponta dos pés. Só nos seguramos e começamos a batalha de pintos. Éramos mais desengonçados nos movimentos mas a sensação que tbm estava muito boa. Eu segurava a bunda de Pedrinho e ele a minha. Estávamos concentrados em nossa disputa quando o Vampiro surpreendeu o Pedrinho vindo com seu pinto por trás, encaixando na sua bunda, nos abraçando simultaneamente e dizendo:
– Vou te ajudar Pedrinho!
Pedrinho se viu ensanduichado e não teve como sair daquela situação. Nem sei se ele queria realmente sair dela. Ficamos os três se esfregando e se arretando. Estava com uma coceirinha gostosa no meu pinto. Nunca havia sentido aquilo. Vampiro flexionava bem as pernas para que o seu pinto ficasse na altura da bundinha do Pedrinho. Já Pedrinho hora pressionava seu pinto contra o meu e hora jogava a bundinha pra trás.
- Agora vou ajudar um pouco o Dudu (eu)
Ele saiu de trás do Pedrinho e veio atrás de mim, me segurou pela cintura, flexionou os joelhos, encostou o pinto dele no meio da minha bunda e começou e ir pra frente e pra trás. Algumas vezes, de forma aleatoria, ele cutucava meu cuzinho. Com medo de ele entrar eu trancava o cu apertando minha bunda. Mas em seguida eu relaxava para dar atenção a esfregação de pinto com o Pedrinho. Aquela brincadeira estava gostosa! Os três se arretando, se esfregando, com os ricos duros, sentindo aquela cosquinha de tensão. Até que o Vampiro começou a chupar meu pescoço e lamber a minha orelha e disse no meu ouvido.
- Posso comer o teu cuzinho?
Nossa! Levei um choque de 220v. Fiquei arrepiado e ao mesmo tempo assustado. Aquela esfregação estava gostosa mas não tinha intenção de dar o meu cuzinho. Nunca tinha pensado nessa hipótese. Já tinha escutado na rua que doía muito e que quem dava uma vez virava mulherzinha.
Eu não estava a fim de virar mulherzinha. Ta loco! Mas ao mesmo tempo não estava a fim de parar a brincadeira. Então não sai daquela posição mas sempre que o Vampiro acertava o meu buraquinho e tentava enfiar eu apertava o cú. Assim ele não conseguia entrar. Ele tentou umas 4 ou 5 vezes até desistir e voltar pro Pedrinho.
- Vou ajudar o Pedrinho de novo!
Se posicionou atrás do garoto, flexionou os joelhos, lambeu a palma da mão, passou no seu pinto, abriu as nádegas do Pedrinho, mirou bem no furinho dele e foi empurrando.
Pedrinho deu um pulo pra frente e ensaiou uma fuga mas foi seguro pelo Vampiro.
- vem cá, me dá esse cuzinho vai! É bem gostoso! Depois eu te deixo comer o meu também! Um pouco cada um!
- Para Vampiro! Só esfrega cara! Enfiar não!
- Só a cabecinha Pedrinho! Só pra ver como que é! Se doer eu tiro!
- Tira mesmo?
- Tiro
- Só a cabecinha então!
Vampiro lambeu de novo a palma da mão e passou na cabeça do pinto, mirou no furinho do Pedrinho e foi empurrando.
- Bota a bundinha pra trás, assim!
- Tá errado, tá fora, ajeita melhor!
- Bota tu no lugar
- É aqui ó, agora enfia! Ai ai ai ai tá doendo ai ai
- Calma, nem botei a cabecinha!
- Empurra a bunda pra trás!
- Esfrega teu pinto aí na frente Duda.
Eu fiquei tão absorvido com a cena do Vampiro enfiando o pinto no cuzinho do Pedrinho que cheguei a parar de esfregar nossos pintos. Voltei a rebolar e esfregar nossos pintos duros. A essa altura já estávamos com nossas barrigas coladas, se espremendo e se esfregando. Os três já estavam arfando, gemendo, suspirando de tesao. Com um olho nos nossos órgãos e outro na porta do quarto. Já pensou se a Dona Joice aparece e pega os três engatados daquele jeito? Mas acho que era esse temor que mais dava tensão na gente!
- Aí Vampiro tá doendo! Já entrou a cabeça!
- Não, ainda não! Também, Vc fica trancando o cu!
- Afrouxa vai! Faz força como se fosse fazer cocô!
- Assim! Ta entrando! Tá entrando!
- Aiaiaiaiai tá doendo cara! Aires Já entrou cara! Agora tira! Ai ai ai
- Calma, deixa um pouquinho lá dentro!
- Não vou empurrar mais, só deixa lá dentro um pouquinho!
- É a primeira vez que eu como um cuzinho! É bom pra caralho!!
- É mas tá doendo meu cú. Depois sou eu heim!
- Meu, teu cuzinho tá apertando meu pinto! Ele aperta e solta, aperta e solta! É muito bom!
O Vampiro tava com uma cara de felicidade e prazer que até eu fiquei curioso para provar o cuzinho do Pedrinho!
Vampiro começou a mexer como se fosse um cachorro comendo uma cadela. Pra frente e pra trás e a cada bombada ele metia mais um pouco pra dentro! O Pedrinho reclamava mas não tinha o que fazer senão aguentar as bombadas! Ele começou a gostar pois agarrou minha bunda pros nosso pintos ficarem mais espremidos. Ele começou a rebolar no meu pinto e consequentemente no pinto do Vampiro. Nós três começamos a suspirar e gemer numa frequência sincronizada. Eu já tinha escutado esse tipo de gemido vindo do quarto dos meus pais.
- hum hum hum hum
- Ai ai ai ai ai
- Haham haham haham hummm
- Aí como é bom! Acho que vou mijar, tô mijando no teu cu, aí tô mijando, aí aí aí haaaaaa haaaaa haaaaa hummm
- Como assim mijando em mim???
- Cara não sei o que é mas é muito bom, chegou a amolecer as minhas pernas!
Vampiro, fez cara de assustado e se desgrudou rápido de Pedrinho dizendo ter ouvido barulho no corredor.
- Acho que a minha mãe tá vindo.
Nos desgrudamos e subimos os nossos shorts. Ficamos em silêncio para ouvir alguma coisa. Sentamos no tapete da sala e fingimos estar brincando.
Vampiro levantou e foi abrir a porta do quarto pra ver se era a mãe dele que estava vindo com o lanche da tarde.
Ao abrir a porta se deparou com uma bandeja no chão com os nossos lanches. A mãe do Vampiro deixou ali! Será que ela viu ou escutou alguma coisa???
Fica para os próximos contos!
Um certo dia, eu e um outro amiguinho da rua chamado Pedrinho, atávamos brincando quando a mãe do vampiro nos chamou pra brincar com ele. Nos entramos naquele casarão e ela nos levou até o quarto onde ele estava. Vampiro estava sentado no tapete no meio do quarto brincando de forte Apache. Dona Joice saiu do quarto dizendo que mais tarde iria trazer um lanchinho pra nós. O Vampiro nos chamou para sentar e brincar com ele. Estávamos ali nos divertindo quando ele do nada tira o pinto dele pela perna do short que era bem folgada e começa a mexer recolhendo e esticando a pele que encobria a cabeça. O pinto dele estava meia bomba. Eu e o Pedrinho ficamos olhando e rindo. Achamos aquilo engraçado. O Vampiro então pede se nós nunca tínhamos feito aquilo, que era muito bom fazer e que se quiséssemos fazer não teria problema pois a mãe dele não ia voltar pro quarto tão cedo.
Eu olhei pro Pedrinho e ele olhou pra mim, tipo perguntando um para o outro, se tu fizer eu também faço. Então tiramos tbm os nossos pintos pra fora dos nossos shorts e passamos a mexer pra frente e pra traz como o Vampiro fazia. Nunca tinha feito aquilo e sabia que não devia estar fazendo. Além de ser uma sensação nova estar mexendo no pinto, na frente dos meus amigos havia tbm o sentimento de estar fazendo algo proibido. Nossos pintos ficaram duros rapidamente. Então o Vampiro se levantou, encostou a porta do quarto, fez sinal entre os lábios para que não fizéssemos barulho, voltou até o meio do quarto e baixou o short até os joelhos e mandou que fizéssemos o mesmo para medir quem tinha o pinto maior. Novamente eu e Pedrinho nos olhamos, sorrimos e nos levantamos para baixar os shorts. Fiquei encabulado pois tinha o menor pinto dos 3. O Vampiro já tinha até pentelhos nascendo. Eu e Pedrinho éramos lisos de pelos. O pinto do Pedrinho era pouca coisa maior que o meu mas mais fino.
Vampiro então propôs fazer uma briga de espadas. Ele explicou que era forçar um pinto contra o outro pra ver qual era mais forte. Primeiro foi ele e o Pedrinho. O Vampiro teve que se abaixar, dobrando um pouco os joelhos para os pintos ficarem na mesma altura. Pedrinho ficava parado enquanto Vampiro ficava esfregando o pinto dele de um lado para o outro no pinto do Pedrinho. Para se equilibrar segurou nos braços de Pedrinho e Pedrinho na cintura de Vampiro. E ficaram se esfregando os pintinhos. Devia estar bom pois tinham um sorriso e uma satisfação no rosto que só vendo. Chegavam a encolher as nádegas prata forçar a pelves pra frente. Ficaram nessa esfregação uns 10 min. Depois foi a minha vez com o Vampiro já que ele alegou ter sido o vencedor da briga com o Pedrinho. Naquela época eu não sabia o que era TESĀO mas tenho certeza que era o que eu estava sentindo. Meu pinto chegava a pulsar e latejar. Tava tão duro e esticado que a pele cobria só metade da cabeça. Quando pulsava batia na minha barriga. Vampiro se posicionou, curvando seu joelhos e me segurando pelo braços. Eu fiquei na ponta dos pés e agarrei um pouco acima das suas nadegas. Vampiro começou a esfregar de um lado para o outro. O pau duro dele ia até o limite e pendia para o outro lado. Daí ele fazia o movimento contrário e nessas passadas as cabecinhas dos dois pintos se encontravam como se estivessem se beijando. O pinto do Vampiro soltava uma aguinha gosmenta que lubrificava cada vez mais os movimentos. Ele me puxava cada vez mais pra perto dele e eu tbm apertava sua bunda pra que ele pressionasse mais o pinto dele no meu. Ficamos nos esfregando por uns 5 ou 10 minutos. Aí ele parou e disse que eu havia ganhado e que agora a luta seria ente eu e Pedrinho.
Como éramos da mesma altura não precisamos nos baixar nem ficar na ponta dos pés. Só nos seguramos e começamos a batalha de pintos. Éramos mais desengonçados nos movimentos mas a sensação que tbm estava muito boa. Eu segurava a bunda de Pedrinho e ele a minha. Estávamos concentrados em nossa disputa quando o Vampiro surpreendeu o Pedrinho vindo com seu pinto por trás, encaixando na sua bunda, nos abraçando simultaneamente e dizendo:
– Vou te ajudar Pedrinho!
Pedrinho se viu ensanduichado e não teve como sair daquela situação. Nem sei se ele queria realmente sair dela. Ficamos os três se esfregando e se arretando. Estava com uma coceirinha gostosa no meu pinto. Nunca havia sentido aquilo. Vampiro flexionava bem as pernas para que o seu pinto ficasse na altura da bundinha do Pedrinho. Já Pedrinho hora pressionava seu pinto contra o meu e hora jogava a bundinha pra trás.
- Agora vou ajudar um pouco o Dudu (eu)
Ele saiu de trás do Pedrinho e veio atrás de mim, me segurou pela cintura, flexionou os joelhos, encostou o pinto dele no meio da minha bunda e começou e ir pra frente e pra trás. Algumas vezes, de forma aleatoria, ele cutucava meu cuzinho. Com medo de ele entrar eu trancava o cu apertando minha bunda. Mas em seguida eu relaxava para dar atenção a esfregação de pinto com o Pedrinho. Aquela brincadeira estava gostosa! Os três se arretando, se esfregando, com os ricos duros, sentindo aquela cosquinha de tensão. Até que o Vampiro começou a chupar meu pescoço e lamber a minha orelha e disse no meu ouvido.
- Posso comer o teu cuzinho?
Nossa! Levei um choque de 220v. Fiquei arrepiado e ao mesmo tempo assustado. Aquela esfregação estava gostosa mas não tinha intenção de dar o meu cuzinho. Nunca tinha pensado nessa hipótese. Já tinha escutado na rua que doía muito e que quem dava uma vez virava mulherzinha.
Eu não estava a fim de virar mulherzinha. Ta loco! Mas ao mesmo tempo não estava a fim de parar a brincadeira. Então não sai daquela posição mas sempre que o Vampiro acertava o meu buraquinho e tentava enfiar eu apertava o cú. Assim ele não conseguia entrar. Ele tentou umas 4 ou 5 vezes até desistir e voltar pro Pedrinho.
- Vou ajudar o Pedrinho de novo!
Se posicionou atrás do garoto, flexionou os joelhos, lambeu a palma da mão, passou no seu pinto, abriu as nádegas do Pedrinho, mirou bem no furinho dele e foi empurrando.
Pedrinho deu um pulo pra frente e ensaiou uma fuga mas foi seguro pelo Vampiro.
- vem cá, me dá esse cuzinho vai! É bem gostoso! Depois eu te deixo comer o meu também! Um pouco cada um!
- Para Vampiro! Só esfrega cara! Enfiar não!
- Só a cabecinha Pedrinho! Só pra ver como que é! Se doer eu tiro!
- Tira mesmo?
- Tiro
- Só a cabecinha então!
Vampiro lambeu de novo a palma da mão e passou na cabeça do pinto, mirou no furinho do Pedrinho e foi empurrando.
- Bota a bundinha pra trás, assim!
- Tá errado, tá fora, ajeita melhor!
- Bota tu no lugar
- É aqui ó, agora enfia! Ai ai ai ai tá doendo ai ai
- Calma, nem botei a cabecinha!
- Empurra a bunda pra trás!
- Esfrega teu pinto aí na frente Duda.
Eu fiquei tão absorvido com a cena do Vampiro enfiando o pinto no cuzinho do Pedrinho que cheguei a parar de esfregar nossos pintos. Voltei a rebolar e esfregar nossos pintos duros. A essa altura já estávamos com nossas barrigas coladas, se espremendo e se esfregando. Os três já estavam arfando, gemendo, suspirando de tesao. Com um olho nos nossos órgãos e outro na porta do quarto. Já pensou se a Dona Joice aparece e pega os três engatados daquele jeito? Mas acho que era esse temor que mais dava tensão na gente!
- Aí Vampiro tá doendo! Já entrou a cabeça!
- Não, ainda não! Também, Vc fica trancando o cu!
- Afrouxa vai! Faz força como se fosse fazer cocô!
- Assim! Ta entrando! Tá entrando!
- Aiaiaiaiai tá doendo cara! Aires Já entrou cara! Agora tira! Ai ai ai
- Calma, deixa um pouquinho lá dentro!
- Não vou empurrar mais, só deixa lá dentro um pouquinho!
- É a primeira vez que eu como um cuzinho! É bom pra caralho!!
- É mas tá doendo meu cú. Depois sou eu heim!
- Meu, teu cuzinho tá apertando meu pinto! Ele aperta e solta, aperta e solta! É muito bom!
O Vampiro tava com uma cara de felicidade e prazer que até eu fiquei curioso para provar o cuzinho do Pedrinho!
Vampiro começou a mexer como se fosse um cachorro comendo uma cadela. Pra frente e pra trás e a cada bombada ele metia mais um pouco pra dentro! O Pedrinho reclamava mas não tinha o que fazer senão aguentar as bombadas! Ele começou a gostar pois agarrou minha bunda pros nosso pintos ficarem mais espremidos. Ele começou a rebolar no meu pinto e consequentemente no pinto do Vampiro. Nós três começamos a suspirar e gemer numa frequência sincronizada. Eu já tinha escutado esse tipo de gemido vindo do quarto dos meus pais.
- hum hum hum hum
- Ai ai ai ai ai
- Haham haham haham hummm
- Aí como é bom! Acho que vou mijar, tô mijando no teu cu, aí tô mijando, aí aí aí haaaaaa haaaaa haaaaa hummm
- Como assim mijando em mim???
- Cara não sei o que é mas é muito bom, chegou a amolecer as minhas pernas!
Vampiro, fez cara de assustado e se desgrudou rápido de Pedrinho dizendo ter ouvido barulho no corredor.
- Acho que a minha mãe tá vindo.
Nos desgrudamos e subimos os nossos shorts. Ficamos em silêncio para ouvir alguma coisa. Sentamos no tapete da sala e fingimos estar brincando.
Vampiro levantou e foi abrir a porta do quarto pra ver se era a mãe dele que estava vindo com o lanche da tarde.
Ao abrir a porta se deparou com uma bandeja no chão com os nossos lanches. A mãe do Vampiro deixou ali! Será que ela viu ou escutou alguma coisa???
Fica para os próximos contos!
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