Uma menina, chamada sofia (7 anos) Pt2
Naquela noite, durante o sono de Milena, eu fui até o quarto de Sofia, lá complementei nossa noite.
–Oi princesinha
–Oi papai
– Quer brincar agora?
– Quelo
Eu tirei o cobertor, ela estava peladinha, aquela menina era deliciosa, eu era sortudo por ter uma bebê assim… Deitei do seu lado, e beijei seu pescoço, ela pôs sua mão por dentro de minha cueca, a putinha já sabia como proceder.
Ouço um barulho vindo do banheiro, meu coração dispara, corro até a sala enquanto ajeito minha roupa, assim que sento no sofá, minha esposa aparece.
– O que está fazendo?
– Estou sem sono, por issó vim… Aqui, vim aqui. Eu respondi, bem nervoso
Minha esposa foi até a cozinha e tomou remédio para dormir, era seu plano B, fazia ela dormir bastante.
Fui deitar e decidi não ousar naquela noite… Infelizmente, Sofia não pensou assim, acordei com ela mexendo em meu lençol.
– O que houve?
– Eu quero brincar, papai.
Olhei para Milena e ela dormia profundo.
– Tudo bem, mas fica em silêncio
– Tá bom papai.
De alguma forma, aquele lance do proibido me deixava louco, puxei ela pra cima de mim, deixando ela encaixadinha na minha pica, peguei e apertei sua bunda com força, aquela coisinha deixava qualquer homem com tesão, ela estava apenas com calcinha, aproximei minha boca de seu rosto, e enterrei minha língua em sua boquinha carnuda, machuquei todo os seus lábios, ficamos assim por alguns minutos. Baixei sua calcinha e atolei meus dedos entre seus lábios vaginais, e ela ameaçou um grito, mas eu tapei sua boca.
– Fica caladinha putinha, geme bem baixinho nos dedos do papai.
Ela puxou minha rola pra fora e começou a me punhetar, agora eu que me controlava para não acordar Milena, que dormia profundamente ao meu lado, nem imaginava nas gozadas que sua filha dava. Não poderia ver uma cena melhor, ela fechou sua pernas, se esticou toda, deu uma respirada bem fundo, enquanto fechava os olhos e dava um gritinho abafado, não perdi tempo, levei meus dedos até minha boca, sentido o doce sabor de sua bucetinha, meu pau quase estourou.
– Você é uma putinha, vai ter que beber todo o leite do papai.
Me ajoelhei sobre seu rosto, deixando meu pau na direção de sua boca, botei a pontinha da cabeça de minha rola na entrada de sua boca, enquanto batia uma bem forte, até que ela recebeu múltiplas jatadas de porra na sua goela, ela não aguentou beber tudo de uma vez, e cuspiu em sua própria mão, então ela lambeu sua mão, engolindo o resto da porra e ainda deu um sorrisinho pra mim, eu ajeitei sua calcinha de volta, o lençol ficou melado, cheio de mel infantil.
Nos embrulhamos e dormimos profundo, acordei com a Milena saindo pra ir trabalhar, naquele dia, ela só voltaria a tarde, mas eu tinha que levar sofia até a escola.
Acordei ela e nos vestimos, aquela garotinha estava muito linda com a farda da escola, era um vestidinho até o joelho e uma blusinha vermelha, fiquei com tesão só de olhar.
No carro tive uma surpresa, ela levantou a saia e pude ver que a putinha estava sem calcinha, ela abriu toda a sua perna mostrando toda a sua florzinha pequenininha e a mostra, não resisti, tirei meu pau fora e comecei a bater uma no caminho, ela estava no banco do passageiro, se encostou na porta, me dando uma visão livre de sua pepekinha, ela levou os dedos até sua pepeka e começou a se masturbar na minha frente, a putinha entendia de sacanagem, quanto mais proibido, mais prazeroso era. O tesão chegou no ápice, parei o carro algumas ruas antes, botei ela sobre meu banco.
– O que vai fazer, papai?
– Vou te dar leitinho na pepeka
Ela segurou sua saia pra cima, e sentou com a xota próximo de meu pau… Bati uma e dei alguns jatos dentro de sua bucetinha, a cabeça de minha rola era abraçado pela portinha de sua micro xana.
Ela se sentou no banco novamente e botou seus dedos na entrada de sua xota e deu uma lambida. Deixei ela na porta da escola, ela desceu e foi até o portão, entrou e lá de dentro fez uma atitude me deixou louco… Ela olhou para os lados e viu que ninguém a observava, novamente levou seus dedos até sua xota e lambeu, e deu um sorrisinho pra mim. Aquela putinha era foda, muito safadinha, era tudo que um homem queria como filha.
Voltei para casa, e 9h o telefone toca, vou atender e uma voz fala: É o pai da Sofia?… Eita, eu tive uma leve parada cardíaca, fiquei sem voz por um minuto, até que respondi, gaguejando –Si… Sim, o que houve?
– Tivemos um problema com abastecimento de água na escola, por isso liberamos nossos alunos, você poderia buscar sofia?
Na hora eu gozei, fiquei aliviado. Fui buscar sofia e resolvi fazer uma surpresa para ela, pedi para ela entrar no porta mala, e se esconder, fui em direção a um motel, assim que entrei, fui até onde guardava o carro, olhei para ver se alguém olhava e nós entramos no quarto. Tirei da minha mochila um lubrificante e pedi para ela tirar suas roupas, ela obedeceu e perguntou:
– O que nós vamos fazer, papai?
– Hoje você vai virar uma putinha de verdade!
Tirei meu pau do short, e ele estava duro como nunca, cheguei próximo de sofia, apreciei seu corpo infantil, abri suas pernas e caí de boca em sua xaninha, ela deu um gritinho bem alto.
– Ai papai, que gostoso, chupa minha pepekinha aai, aa
Eu devorei sua xota com a boca, que brevemente estaria atolada na minha pica.
– Tá gostando filhinha? Você gosta de quando o papai chupa a sua florzinha?
– Gosto sim, papai, eu quero ser sua putinha pra sempre. Isso aaar
Botei ela na posição de 69 sobre mim, e ali ficamos mais alguns minutos, até eu finalmente perguntar:
– Você quer que eu coloque minha pica dentro da sua bucetinha?
– Sim papai, é o que eu mais quero, mas vai devagar
– Tá bom filhinha
Enchi minha pica e a xota dela de lubrificante, direcionei meu pau no meio de sua racha e fiquei pincelando, de cima pra baixo, nem acreditava que em alguns minutos estaria rompendo o selo daquela garotinha. Botei meu pau na portinha dela, os lábios de abriram para receber minha rola, a pele era macia e estava melada, fazendo barulhos de super excitação. Sofia estava com os olhos fechado, comecei a forçar minha rola pra dentro –Aai. Era igual empurrar contra uma parede, aquela xotinha não deveria receber um pau daquele porte. Botei mais força enquanto ouvia um grito de Sofia, ela botou a mão em minha barriga, me empurrando, mas eu segurei ela firma pela cintura, a cabeça do meu pau sentia o calor e a pressão que o comprimia, na frente, uma resistência, seu hímen era forte, e tentava a todo custo proteger aquela criança, uma barreira natural criada justamente para isso… Sofia tinha uma lágrima escorrendo de seu rosto, eu ainda nem tinha rompido seu cabaço – Calma amorzinho, você já vai virar uma mocinha.
Botei meu peso sobre seu corpo, empurrando cada vez mais forte o meu pau, Sofia gritava, mas seu hímen resistia, tirei meu pau e empurrei em uma estocada só. –Aaai pai, ai pai, tira, tira, tira.
Mandei de uma vez, metade da rola naquela menina, ela chorava e pedia para tirar, mas eu a acalmei e pedir para ela tentar relaxar, que logo a dor ia passar. Enxuguei sua lágrimas em seu rosto, ela me olhava com uma carinha de anjo.
– Você é o meu amor, sabia? Você é forte, corajosa, são poucas as meninas da sua idade que aguentam o que você está aguentando.
– Você acha, papai?
– Claro, amor, o papai não poderia querer uma filha melhor.
Ficamos alguns minutos naquela posição, meu pau doía alí dentro, vi que ela estava mais tranquila, e então comecei a movimentação bem leve, Sofia dava alguns gritinhos misturados com gemidos, fui aumentando a força levemente, aquela xaninha apertada acabou comigo, ela se retorcia, anunciando que tinha chegado ao orgasmo, eu acelerei e gozei juntinho dela, minha menina-mulher se esticou todinha, tinha chegado no seu tesão total, tirei meu pau de sua bucetinha, e vi ela escorrendo, jogando pra fora a minha gala e um resto de sangue. Ficamos juntinhos alí, parecendo um casal apaixonado.
Continua…
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Família incesto
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