Como comina minha Filha Parte 1
(O início de toda a minha saga, todos os relatos de minha relação amorosa com minha amada filha)
Foi nosso primeiro contato, realmente nao esperava aquilo, amava muito a minha filha e seu corpo pequeno e wsguio não me fazia sentir nada em tom depravado.
Seus 11 aninhos eram compostos por menos de 1,50m de altura, cabelos liso e loiros, dentro de um rostinho angelical e branco, mas ao abrir a porta do banheiro e ver aquela xaninha pequena e quase imperceptivel, me senti confuso, ela ainda nao tinha seio, mas aquela cena me desnorteou.
Ela pareceu nao ligar e agiu normalmente ao ver o pai abrindo a porta do banheiro e a vendo nua, dei meia volta e pedi desculpas mas Bruna logo me surpreendeu:
-Pode entrar Pai, nao tem problema se vc quiser fazer xixi... Eu não olho.
Entrei sem graça e obedeci, senti que meu pau ja estava meia bomba mas mesmo assim nao tinha o que fazer, levantei a tampa do vaso, abri o zípere botei pra fora, mal lembrei que se a minha filha soubese que seu pai possuia 24cm de pica, com certeza iria se assustar; reparei que mesmo mole, meu cacete devia estar com seus 17cm grossos a mostra e aquilo sem querer chamou atenção de minha prole, finge não reparar e esfolei meu cacete, deixando em exibição o meu cabeção... Que tambem era grande e desproporcional.
O box do banheiro era transparente e o vaso sanitario, bem ao lado direito do chuveiro, a diatancia entre um e outro era curta, dividida apenas pelo vidro que estava ao lado, espiei e reparei que Bruna nao tirava os olhos do meu membro, ela observava meu cogumelo esfolado soltando urina e ao mesmo tempo se ensaboava, enquanto meu chapéu gotejava urina, reparei que ela passeou a mão por entre se sexo, arrastando o sabonete com força e contraindo as pernas:
-Nossa pai, desculpa comentar mas o seu pinto é muito cabeçudo e grosso! (Risos) Não consigo nem imaginar ele ficando duro, sabia? Deve ser muito pesado.
Fiquei sem graça e nada falei, não sabia o que dizer mas decidi responder como um pai comum, expliquei que possuía um membro de 24cm ereto e que era muito grosso sim, concordei com a afirmativa sobre minha glande e aceitei que ela era enorme; olhei em seu rosto e vi que Bruna nao parava de observar um segundo sequer, balancei minha vara e antes de guardar e fui surpteendido com um pedido:
-Pai, me deixa botar a mão e sentir o peso dele? Fiquei curiosa agora pra saber se e pesado mesmo.
-Como assim, filha? Você quer medir o peso do meu pênis com a sua mão? Isso tá errado.
-Só pra matar a curiosidade, ele parece muito pesado, prometo não contar pra ninguém... Isso não é nada demais.
-Bruna, isso é muito sério! Você não pode contar pra sua mãe... Vou confiar em você, filha! Você tá curiosa e descobrindo a vida, vou fazer o meu papel de pai e permitir.
Ela abriu a porta do box, abaixei as calças de uma só vez, fazendo meu pau e minhas bolas balançarem, ela olhou hipnotizada, segurei meu caralho pela base e levantei, imediatamente, Bruna abriu sua mão e colocou a palma por debaixo do cacete, levantou e desceu os dedos por 4 vezes, analisando toda a gramatura de meu monumento, observou com calma e soltou.... Observando o balançar de todo o meu pacote.
Senti meu órgão balançar como um pendulo, exibindo toda a minha fartura, sem perceber tinha meu piru crescendo gradativamente, perto do estado meia bomba, Bruna pareceu perceber e repetiu a operação; segurou o piru por baixo, observou a grossura nao cabendo em sua mão é sem escrúpulos ela media o peso do cacete, sentia meu pauzão ficando mais pesado e examinava o caralho de seu próprio pai:
-Caramba Pai, não consigo parar de olhar, o que é isso! Muito pesado! Quando eu solto ele balanca pesado, né? Não dá pra acreditar que existe um negocio desse tamanho!
Sem me perguntar, Bruna soltou novamente, tornou a circundar e esfolou o meu caralho, da cabeca até a base, eu sem querer gemi de prazer, minha familia punhetava já por 5 vezes, cometendo o ato insano de me masturbar o talo da piroca... Eu gemia e ela reparava, a toalha cobria sua parte debaixo, mas seu micro seio à mostra e seu rosto angelical, progrediam de forma infame com aquela masturbação e aquilo parecia nao querer cessar:
-Para fiiilha! Sua mão mal consegue segurar! Você tá deixando o papai duro! Minha cabeça ja tá inchada!
-Meu Deus, pai! Nao consigo parar, olha o tamanho disso, o seu piu piu é muito grosso! Queria muito ver como ele ficava, me desculpa, não me põe de castigo!
-Você tem que parar, Bruna! O papai é homem, olha como você me deixou, essa mãozinha é muito gostosa, filha! Você tá tocando punheta no caralho do seu pai! Eu não consigo parar de olhar pra esse peitinho, querida! Você tem que me ajudar e parar com isso.
Sem me dar conta, nao resisti, deixei Bruna permanecer na punheta e me abaixei, botei a boca nos micro seios da minha filinha de 11 anos e comecei a dar linguada, ela gemia e se contorcia, aimentando o ritmo da masturbação, minha piroca ja estava inchada e proxima do sexo inviolado de minha amada prole, foi quando aconteceu o inesperado...
Duas coisas ocorreram simultaneamente mudando o curso daquele depravado ato, durante a punhetada, senti minha cabeca enorme tocando o grelo juvenil de minha amada filha ela gemeu junto comigo e repetiu o ato, mas abruptamente ouvimos um barulho...
Minha esposa havia chegado.
(Continua)
Foi nosso primeiro contato, realmente nao esperava aquilo, amava muito a minha filha e seu corpo pequeno e wsguio não me fazia sentir nada em tom depravado.
Seus 11 aninhos eram compostos por menos de 1,50m de altura, cabelos liso e loiros, dentro de um rostinho angelical e branco, mas ao abrir a porta do banheiro e ver aquela xaninha pequena e quase imperceptivel, me senti confuso, ela ainda nao tinha seio, mas aquela cena me desnorteou.
Ela pareceu nao ligar e agiu normalmente ao ver o pai abrindo a porta do banheiro e a vendo nua, dei meia volta e pedi desculpas mas Bruna logo me surpreendeu:
-Pode entrar Pai, nao tem problema se vc quiser fazer xixi... Eu não olho.
Entrei sem graça e obedeci, senti que meu pau ja estava meia bomba mas mesmo assim nao tinha o que fazer, levantei a tampa do vaso, abri o zípere botei pra fora, mal lembrei que se a minha filha soubese que seu pai possuia 24cm de pica, com certeza iria se assustar; reparei que mesmo mole, meu cacete devia estar com seus 17cm grossos a mostra e aquilo sem querer chamou atenção de minha prole, finge não reparar e esfolei meu cacete, deixando em exibição o meu cabeção... Que tambem era grande e desproporcional.
O box do banheiro era transparente e o vaso sanitario, bem ao lado direito do chuveiro, a diatancia entre um e outro era curta, dividida apenas pelo vidro que estava ao lado, espiei e reparei que Bruna nao tirava os olhos do meu membro, ela observava meu cogumelo esfolado soltando urina e ao mesmo tempo se ensaboava, enquanto meu chapéu gotejava urina, reparei que ela passeou a mão por entre se sexo, arrastando o sabonete com força e contraindo as pernas:
-Nossa pai, desculpa comentar mas o seu pinto é muito cabeçudo e grosso! (Risos) Não consigo nem imaginar ele ficando duro, sabia? Deve ser muito pesado.
Fiquei sem graça e nada falei, não sabia o que dizer mas decidi responder como um pai comum, expliquei que possuía um membro de 24cm ereto e que era muito grosso sim, concordei com a afirmativa sobre minha glande e aceitei que ela era enorme; olhei em seu rosto e vi que Bruna nao parava de observar um segundo sequer, balancei minha vara e antes de guardar e fui surpteendido com um pedido:
-Pai, me deixa botar a mão e sentir o peso dele? Fiquei curiosa agora pra saber se e pesado mesmo.
-Como assim, filha? Você quer medir o peso do meu pênis com a sua mão? Isso tá errado.
-Só pra matar a curiosidade, ele parece muito pesado, prometo não contar pra ninguém... Isso não é nada demais.
-Bruna, isso é muito sério! Você não pode contar pra sua mãe... Vou confiar em você, filha! Você tá curiosa e descobrindo a vida, vou fazer o meu papel de pai e permitir.
Ela abriu a porta do box, abaixei as calças de uma só vez, fazendo meu pau e minhas bolas balançarem, ela olhou hipnotizada, segurei meu caralho pela base e levantei, imediatamente, Bruna abriu sua mão e colocou a palma por debaixo do cacete, levantou e desceu os dedos por 4 vezes, analisando toda a gramatura de meu monumento, observou com calma e soltou.... Observando o balançar de todo o meu pacote.
Senti meu órgão balançar como um pendulo, exibindo toda a minha fartura, sem perceber tinha meu piru crescendo gradativamente, perto do estado meia bomba, Bruna pareceu perceber e repetiu a operação; segurou o piru por baixo, observou a grossura nao cabendo em sua mão é sem escrúpulos ela media o peso do cacete, sentia meu pauzão ficando mais pesado e examinava o caralho de seu próprio pai:
-Caramba Pai, não consigo parar de olhar, o que é isso! Muito pesado! Quando eu solto ele balanca pesado, né? Não dá pra acreditar que existe um negocio desse tamanho!
Sem me perguntar, Bruna soltou novamente, tornou a circundar e esfolou o meu caralho, da cabeca até a base, eu sem querer gemi de prazer, minha familia punhetava já por 5 vezes, cometendo o ato insano de me masturbar o talo da piroca... Eu gemia e ela reparava, a toalha cobria sua parte debaixo, mas seu micro seio à mostra e seu rosto angelical, progrediam de forma infame com aquela masturbação e aquilo parecia nao querer cessar:
-Para fiiilha! Sua mão mal consegue segurar! Você tá deixando o papai duro! Minha cabeça ja tá inchada!
-Meu Deus, pai! Nao consigo parar, olha o tamanho disso, o seu piu piu é muito grosso! Queria muito ver como ele ficava, me desculpa, não me põe de castigo!
-Você tem que parar, Bruna! O papai é homem, olha como você me deixou, essa mãozinha é muito gostosa, filha! Você tá tocando punheta no caralho do seu pai! Eu não consigo parar de olhar pra esse peitinho, querida! Você tem que me ajudar e parar com isso.
Sem me dar conta, nao resisti, deixei Bruna permanecer na punheta e me abaixei, botei a boca nos micro seios da minha filinha de 11 anos e comecei a dar linguada, ela gemia e se contorcia, aimentando o ritmo da masturbação, minha piroca ja estava inchada e proxima do sexo inviolado de minha amada prole, foi quando aconteceu o inesperado...
Duas coisas ocorreram simultaneamente mudando o curso daquele depravado ato, durante a punhetada, senti minha cabeca enorme tocando o grelo juvenil de minha amada filha ela gemeu junto comigo e repetiu o ato, mas abruptamente ouvimos um barulho...
Minha esposa havia chegado.
(Continua)
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