Transa com cadelas no cio em cabana de caça há alguns anos - Consumação
(...continuação)
Saí de traz dessa segunda cadela e fui para a traseira da que eu achei que pudesse não estar tão no cio porque tinha a buceta mais durinha. Era grande e bastante, mas era bem durinha e bonita de se ver. Dava até vontade de chupar, mas o que eu queria mesmo era aliviar meu tesão e o pau que estava extremamente duro por conta do sildenafila que tomara antes.
Algo que percebi, foi que quando eu ficava atras da cadela que eu iria transar, as outras ficavam bastante inquietas, como que com ciúmes, sei lá, mas era algo bem interessante.
Quando tirei o pau da buceta da segunda cadela, estava bem ensopado e brilhava de tão molhado que estava. Fui para trás da terceira cadela da buceta durinha e já sem as calças, cacete à mostra, passava a mão por cima da cadela que pretendia e ela ficava bem paradinha, empinando um pouco a bundinha, colocando o rabo bem para o lado deixando bem vulnerável e de fácil acesso o que eu mais queria. Passei a mão por cima daquela buceta durinha e fofa. Dei umas batidinhas em cima e a cadela dava uns sustinhos como pequenos choques e isso me pareceu indicar que estava super a fim... Resolvi me abaixar atras dessa terceira cadela e com o pênis estourando, dolorido de tão duro, começo a pincelar o cabeção naquela raxa e fiz para cima e para baixo umas 10 vezes, até que ela levantou bem o rabo e ficou com a buceta bem impinadinha, bem para cima, de um jeito delicioso... Resolvi abrir um pouco os beicinhos e percebi que estavam um pouco melados. Olhei para a cabeça do meu pau e estava um pouco babado. Encaixei a cabeça do pau na vagina da cadela e começo a empurrar aos poucos, em pequenas estocadinhas, quando a cadela fica meio agoniada e resolvo empurrar ela um pouco para frente, achando que estivesse meio enforcada pela corda onde eu a havia amarrado, mas era a vontade dela que estava a deixando louca... Quando empurrei a cadela mais para frente, para manter meu pau dentro dela também fui para frente e para minha surpresa ela começou a dar pequenos pulinhos com a bundinha em cima do meu pênis, fazendo com que fosse entrando aos poucos e eu fiquei parado, apenas observando acontecer. Ela ficou dando umas agachadinhas muito gostosas sobre meu cacete e olha que era um canal quente demais. Acredito que era a buceta mais quente que eu já meti meu pênis. Era extraordinário, mas não entrava todo. Um pouco menos da metade do pau não entrava. Tinha chegado em um local que eu sentia ser o tal do anel. Ela ficava se empurrando para trás, para cima do meu pau, mas não entrava mais. Coloquei as duas mãos na cinturinha dela e segurei bem firme. Empurrei meu cacete até sentir bem firme o anel e fui estocando bem rápido e bem curtinho, tipo vibrando e ficamos assim por um ou dois minutos quando sinto que meu pau começa a entrar um pouco mais, só a glande e fica enforcando a cabeça do pau. Era delicioso. Comecei a sentir meu pau pulsando e é uma pena que não prende o pau do cara nelas, mas chega a arrochar de tanto que aperta. É uma coisa deliciosa. Nem queria mais saber das outras cadelas. Comeria essa mesmo pelo resto da noite.
Eu sentia que a cabeça do meu pau estava além do anel e em contato com algum líquido viscoso e bem gostoso... resolvi puxar meu pênis para fora da cadela e veio bastante líquido dela junto. Isso molhou bem todo o canal da vagina dela e facilitou demais meu trabalho. Molhou tanto que saiu um pouco pela buceta... Não vamos perder mais tempo. Encaixei meu membro na xana dela e quando empurrei com tudo para dentro, ela veio com toda a vontade para trás, para cima de mim, resolvendo assim o nosso encaixe sexual. Ficou tão bem encaixado e gostoso que entrou tudo. Me inclinava um pouco para trás para ver como era linda a cena. Não se via pica para fora. Estava tudo dentro da vagina daquela cadela. Meu pau estava agora todo embebido naquele líquido insandescente, que só me fez ficar doido. Até hoje eu imagino que deve ter algum tipo de hormônio ou algo que bloqueia a razão do homem e resta apenas um instinto reprodutor alucinante, e a única coisa que o cara quer é meter e de todo jeito, de qualquer forma, gozar nela. Não tenho dúvida que essa tenha sido uma das melhores transas que já tive. Ela deveria estar no dia exato em que o cio comanda a relação sexual e assim, meu pênis foi daquela cadela por cerca de uns 20 ou 25 minutos, até eu não conseguir aguentar e gozar muito dentro dela.
Eu socava tanto naquela bucetona que chegava a dar pequenos e abafados estalos deliciosos. Eu sem as calças fiquei ensopado no saco, virilha e pernas a baixo. Foi uma foda memorável. Umas das que o cara não consegue esquecer.
O canal da vagina contraía sobre o pau, massageando da base à cabeça do caralho. Quando tirei o pau da buceta dela, estava bem inchado, na altura em que o anel apertava ficou muito roxo e um pouco afundado (deformado), como que assinturando pouco além da glande, denunciando quem realmente tinha a força no ato sexual... É uma perdição.
Quando terminei de transar com essa terceira cadela, vesti as calças e estava bem cansado, mas teria que ir de encontro ao meu primo... Quando resolvo ir para onde ele estava, ouço ele chegando, abrindo uma latinha de cerveja e resmungando alguma coisa inaudível, e quando ele chega, me dá uma boa olhada que me deixa sem reação e exclama: “voltou para tomar toda a minha cerveja ou para fuder essas daí...”. Gelei. Imaginei que ele sabia de tudo o que tinha acontecido, mas ele começa a rir à toa e joga uma latinha para mim, começa a falar bobagens e ficou por isso mesmo. Fiquei mais tranquilo e extremamente aliviado sexualmente, conversamos muito noite a dentro, depois soltamos as cadelas e as deixamos à vontade ao redor da casa e como os dois já estavam bem embriagados, ficamos, ficamos na cabana até quase meio dia, porém pouco antes de amanhecer, eu acordei e vejo que meu primo continua num sono pesado. O empurro e nada dele acordar. Me levanto e vou para fora para ver se vejo àquela última cadela com quem havia transado na noite anterior e por sorte ela estava bem pertinho da casa. Fui ao encontro dela e ela veio ao meu. Ela nem me estranhou em nada, parece que me queria também e assim nos atracamos mais uma vez. Eu acariciava ela nas partes íntimas e ela ficava paradinha, só me querendo, ansiosa para ter meu membro dentro dela. Fique muito excitado mas teria de ser algo rápido e discreto, sem ruídos para não levantar suspeitas ou acordar meu primo e acabar sendo descobertos.
Quando tirei o pau para fora da calça, a cadela simplesmente ficou doida. Queria lamber e eu não deixava, ela rodiava e ficava querendo meter o focinho na minha pica até que resolvi deixar para que ela afinal também matasse a vontade. Ela deu algumas lambidas, mas cheirou bastante e parecia impaciente. Eu a peguei, firmei e indo para trás dela, passo um dedo na vulva dela e veio melado. Imagino que não devo mais perder tempo e enfiei meu pau naquela buceta enxarcada e fico estocando ela por uns 5 minutos num vai e vem delicioso até que percebo que iria gozar e diminuo o ritmo ficando bem devagar, para dentro e para fora, me deliciando com a cena, o toque, o sentir do meu pau, o calor enorme dentro dela, como era molhadinho e até o cheiro do sexo que fazíamos. Não sabia quando ela estaria novamente no cio então teríamos que fazer valer à pena àqueles momentos. Eu sei que a danada estava gostando e muito porque não saía nem queria sair da posição em que estava. Ela ficava apenas se firmando e se empurrando para cima da minha virilha, tipo ajudando a meter. Ela estava curtindo o momento tanto quanto eu. É difícil precisar, mas ficamos transando por mais de 30 minutos. Foi bom pra caramba. Não cansou, foi recíproco e receptivo. Ambos queriam o que estava acontecendo. Ambos estávamos tão ansiosos e empolgados que apenas deixamos rolar e foi bom à beça. Gostoso, sensual, provocante. Intenso. Muito intenso. Meu pênis ficou dentro dela por uns 30 minutos sem sair e juro que não queria mais tirar. Me sentia parte dela. Estava tão dentro dela que me sentia o macho dela.
Enfim, terminamos de transar e voltei para dentro da cabana, voltei a dormir e quando já passava do meio dia, acordamos meu primo e eu e voltamos para nossas casas.
Meu primo ainda chamou algumas outras vezes para irmos para a cabana, caçar ou beber, mas foram poucas as vezes em que eu topei depois. Fiquei bastante receoso dele descobrir.
Saí de traz dessa segunda cadela e fui para a traseira da que eu achei que pudesse não estar tão no cio porque tinha a buceta mais durinha. Era grande e bastante, mas era bem durinha e bonita de se ver. Dava até vontade de chupar, mas o que eu queria mesmo era aliviar meu tesão e o pau que estava extremamente duro por conta do sildenafila que tomara antes.
Algo que percebi, foi que quando eu ficava atras da cadela que eu iria transar, as outras ficavam bastante inquietas, como que com ciúmes, sei lá, mas era algo bem interessante.
Quando tirei o pau da buceta da segunda cadela, estava bem ensopado e brilhava de tão molhado que estava. Fui para trás da terceira cadela da buceta durinha e já sem as calças, cacete à mostra, passava a mão por cima da cadela que pretendia e ela ficava bem paradinha, empinando um pouco a bundinha, colocando o rabo bem para o lado deixando bem vulnerável e de fácil acesso o que eu mais queria. Passei a mão por cima daquela buceta durinha e fofa. Dei umas batidinhas em cima e a cadela dava uns sustinhos como pequenos choques e isso me pareceu indicar que estava super a fim... Resolvi me abaixar atras dessa terceira cadela e com o pênis estourando, dolorido de tão duro, começo a pincelar o cabeção naquela raxa e fiz para cima e para baixo umas 10 vezes, até que ela levantou bem o rabo e ficou com a buceta bem impinadinha, bem para cima, de um jeito delicioso... Resolvi abrir um pouco os beicinhos e percebi que estavam um pouco melados. Olhei para a cabeça do meu pau e estava um pouco babado. Encaixei a cabeça do pau na vagina da cadela e começo a empurrar aos poucos, em pequenas estocadinhas, quando a cadela fica meio agoniada e resolvo empurrar ela um pouco para frente, achando que estivesse meio enforcada pela corda onde eu a havia amarrado, mas era a vontade dela que estava a deixando louca... Quando empurrei a cadela mais para frente, para manter meu pau dentro dela também fui para frente e para minha surpresa ela começou a dar pequenos pulinhos com a bundinha em cima do meu pênis, fazendo com que fosse entrando aos poucos e eu fiquei parado, apenas observando acontecer. Ela ficou dando umas agachadinhas muito gostosas sobre meu cacete e olha que era um canal quente demais. Acredito que era a buceta mais quente que eu já meti meu pênis. Era extraordinário, mas não entrava todo. Um pouco menos da metade do pau não entrava. Tinha chegado em um local que eu sentia ser o tal do anel. Ela ficava se empurrando para trás, para cima do meu pau, mas não entrava mais. Coloquei as duas mãos na cinturinha dela e segurei bem firme. Empurrei meu cacete até sentir bem firme o anel e fui estocando bem rápido e bem curtinho, tipo vibrando e ficamos assim por um ou dois minutos quando sinto que meu pau começa a entrar um pouco mais, só a glande e fica enforcando a cabeça do pau. Era delicioso. Comecei a sentir meu pau pulsando e é uma pena que não prende o pau do cara nelas, mas chega a arrochar de tanto que aperta. É uma coisa deliciosa. Nem queria mais saber das outras cadelas. Comeria essa mesmo pelo resto da noite.
Eu sentia que a cabeça do meu pau estava além do anel e em contato com algum líquido viscoso e bem gostoso... resolvi puxar meu pênis para fora da cadela e veio bastante líquido dela junto. Isso molhou bem todo o canal da vagina dela e facilitou demais meu trabalho. Molhou tanto que saiu um pouco pela buceta... Não vamos perder mais tempo. Encaixei meu membro na xana dela e quando empurrei com tudo para dentro, ela veio com toda a vontade para trás, para cima de mim, resolvendo assim o nosso encaixe sexual. Ficou tão bem encaixado e gostoso que entrou tudo. Me inclinava um pouco para trás para ver como era linda a cena. Não se via pica para fora. Estava tudo dentro da vagina daquela cadela. Meu pau estava agora todo embebido naquele líquido insandescente, que só me fez ficar doido. Até hoje eu imagino que deve ter algum tipo de hormônio ou algo que bloqueia a razão do homem e resta apenas um instinto reprodutor alucinante, e a única coisa que o cara quer é meter e de todo jeito, de qualquer forma, gozar nela. Não tenho dúvida que essa tenha sido uma das melhores transas que já tive. Ela deveria estar no dia exato em que o cio comanda a relação sexual e assim, meu pênis foi daquela cadela por cerca de uns 20 ou 25 minutos, até eu não conseguir aguentar e gozar muito dentro dela.
Eu socava tanto naquela bucetona que chegava a dar pequenos e abafados estalos deliciosos. Eu sem as calças fiquei ensopado no saco, virilha e pernas a baixo. Foi uma foda memorável. Umas das que o cara não consegue esquecer.
O canal da vagina contraía sobre o pau, massageando da base à cabeça do caralho. Quando tirei o pau da buceta dela, estava bem inchado, na altura em que o anel apertava ficou muito roxo e um pouco afundado (deformado), como que assinturando pouco além da glande, denunciando quem realmente tinha a força no ato sexual... É uma perdição.
Quando terminei de transar com essa terceira cadela, vesti as calças e estava bem cansado, mas teria que ir de encontro ao meu primo... Quando resolvo ir para onde ele estava, ouço ele chegando, abrindo uma latinha de cerveja e resmungando alguma coisa inaudível, e quando ele chega, me dá uma boa olhada que me deixa sem reação e exclama: “voltou para tomar toda a minha cerveja ou para fuder essas daí...”. Gelei. Imaginei que ele sabia de tudo o que tinha acontecido, mas ele começa a rir à toa e joga uma latinha para mim, começa a falar bobagens e ficou por isso mesmo. Fiquei mais tranquilo e extremamente aliviado sexualmente, conversamos muito noite a dentro, depois soltamos as cadelas e as deixamos à vontade ao redor da casa e como os dois já estavam bem embriagados, ficamos, ficamos na cabana até quase meio dia, porém pouco antes de amanhecer, eu acordei e vejo que meu primo continua num sono pesado. O empurro e nada dele acordar. Me levanto e vou para fora para ver se vejo àquela última cadela com quem havia transado na noite anterior e por sorte ela estava bem pertinho da casa. Fui ao encontro dela e ela veio ao meu. Ela nem me estranhou em nada, parece que me queria também e assim nos atracamos mais uma vez. Eu acariciava ela nas partes íntimas e ela ficava paradinha, só me querendo, ansiosa para ter meu membro dentro dela. Fique muito excitado mas teria de ser algo rápido e discreto, sem ruídos para não levantar suspeitas ou acordar meu primo e acabar sendo descobertos.
Quando tirei o pau para fora da calça, a cadela simplesmente ficou doida. Queria lamber e eu não deixava, ela rodiava e ficava querendo meter o focinho na minha pica até que resolvi deixar para que ela afinal também matasse a vontade. Ela deu algumas lambidas, mas cheirou bastante e parecia impaciente. Eu a peguei, firmei e indo para trás dela, passo um dedo na vulva dela e veio melado. Imagino que não devo mais perder tempo e enfiei meu pau naquela buceta enxarcada e fico estocando ela por uns 5 minutos num vai e vem delicioso até que percebo que iria gozar e diminuo o ritmo ficando bem devagar, para dentro e para fora, me deliciando com a cena, o toque, o sentir do meu pau, o calor enorme dentro dela, como era molhadinho e até o cheiro do sexo que fazíamos. Não sabia quando ela estaria novamente no cio então teríamos que fazer valer à pena àqueles momentos. Eu sei que a danada estava gostando e muito porque não saía nem queria sair da posição em que estava. Ela ficava apenas se firmando e se empurrando para cima da minha virilha, tipo ajudando a meter. Ela estava curtindo o momento tanto quanto eu. É difícil precisar, mas ficamos transando por mais de 30 minutos. Foi bom pra caramba. Não cansou, foi recíproco e receptivo. Ambos queriam o que estava acontecendo. Ambos estávamos tão ansiosos e empolgados que apenas deixamos rolar e foi bom à beça. Gostoso, sensual, provocante. Intenso. Muito intenso. Meu pênis ficou dentro dela por uns 30 minutos sem sair e juro que não queria mais tirar. Me sentia parte dela. Estava tão dentro dela que me sentia o macho dela.
Enfim, terminamos de transar e voltei para dentro da cabana, voltei a dormir e quando já passava do meio dia, acordamos meu primo e eu e voltamos para nossas casas.
Meu primo ainda chamou algumas outras vezes para irmos para a cabana, caçar ou beber, mas foram poucas as vezes em que eu topei depois. Fiquei bastante receoso dele descobrir.
Nenhuma reação ainda.
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