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Confissões de um corno 10

Published: 12/04/2012 21:00

Author: sexoplenitude

Category: Cheating/Cuckold

Caros leitores, Como podem perceber, estou aqui para relatar minha história de corno. Quem vem acompanhando meus contos sabe que sou um corno manso assumido, me faltando apenas assumir o chifre perante os parentes e amigos. O que a Andréia falou me deixou muito curioso. Comecei a pensar em como descobrir se minha esposa tinha entrado em outras varas e quantos caras já teriam comido aquela deliciosa buceta peluda. Percebi que não seria fácil, pois a safada não acompanha minha visão de corno manso. Ela não gosta de ser questionada e nem falar sobre suas intimidades. Sempre foi assim. Eu comecei a namorá-la quando ela tinha quinze anos. Era uma menina muito gostosa e muito bonita e tinha um monte de carinhas que tentavam chegar junto nela. Muito assediada, a safada usava mini-saia e muitas vezes não usava soutien, exibindo aqueles maravilhosos peitinhos durinhos que balançavam quando andava. Logo nos primeiros dias de namoro, ela foi afrouxando e deixou que eu apalpasse seus peitos enquanto a beijava. Com pouco mais de um mês, permitiu que eu chupasse e segurou minha rola pela primeira vez. Eu me apaixonei perdidamente por aquela morena gostosa, de cabelos naturalmente negros e lisos (ela é bisneta de índia) e fazia tudo o que ela pedia, procurava agradá-la de todas as formas, a cobria de presentes, chocolates e tudo o mais que ela gostasse. O namoro foi evoluindo e percebi que ela não se agüentava de tesão e que em pouco tempo eu iria comê-la, iria arrebentar o cabacinho dela. Como ela era menor de idade, não conseguia levá-la a um motel e ficávamos namorando dentro do carro em frente sua casa ou na garagem da minha, onde ela batia magistrais punhetas para mim e eu mamava seus belos peitinhos e tocava sua bucetinha peluda, no entanto sem enfiar o dedo, pois era cabacinho. Com pouco mais de quatro meses de namoro, ela não se agüentava de tesão e falou que uma amiga dela, também menor de idade, tinha entrado em um drive in, sem problema algum. Imediatamente fomos para um drive in na Avenida dos Estados e conseguimos entrar, a moça apenas perguntou a idade dela, que disse, dezoito anos. Dentro do Box eu a deixei peladinha pela primeira vez e também tirei minha roupa, porém, ela quis que apagasse as luzes e ficamos no escuro. Nos beijamos muito e a mão corria solta, eu sempre tocando o grelo dela que se contorcia toda, batendo punheta para mim. Chupei seus peitos demoradamente e pedi que ela chupasse minha rola e ela recusou. Falou que não tinha coragem, mas ficou olhando demoradamente para meu pau. Bem devagar eu fui forçando sua cabeça para baixo e meu pau ficou pertinho de sua boca. Ela continuou olhando e de repente abriu a boca e engoliu a cabeça da rola. Sugou forte como se fosse um picolé, demonstrando que não sabia chupar. Eu disse que ela deveria fazer o mesmo movimento da punheta, no entanto, com a boca. Ela engoliu minha pica novamente e começou a chupar. Desta vez melhor, mas muito longe de outras chupetas que já me haviam feito. Falei para ela que estava ótimo para uma iniciante e que logo aprenderia. Ela disse que nunca tinha chupado e que o meu pinto era o primeiro que ela segurara. Falei que a punheta que ela batia era de quem já tinha prática, mas ela disse que uma amiga tinha lhe falado como fazer. Me falou que os outros namoros que ela teve não foram além de beijos na boca e passadas de mão nos peitos e na buceta por cima da roupa. Que somente tinha sentido a pica dura dos namorados, por cima da roupa, quando eles a enconchavam, mas que ela logo parava. Nisso fomos nos beijando e ela louca de tesão e com a buceta completamente molhada abriu as pernas e me chamou para cima dela. Reclinei o máximo o banco do carro e entrei entre suas pernas encostando meu pinto naquela buceta cabeluda. Ela segurou minha pica e ficou esfregando em sua buceta e falou que não era para eu enfiar, era apenas para ficar esfregando em sua buceta. Ficamos assim, por poucos minutos e ela gozou gostoso esfregando minha pica na buceta. Pediu para eu sair e bateu uma punheta para mim pedindo para eu gozar em seus peitos. Foi delicioso. Na segunda vez que fomos ao drive in, pensei: hoje vou comer, ela está louquinha por pica. Aconteceu como na primeira vez, porém, quando eu percebia que ela ia gozar eu afastava minha rola da sua buceta. Ela ficou tão louca, desejosa do gozo, que desesperadamente falou: enfia.... Não deu outra, entrei com minha rola naquela bucetinha virgem, bem devagar, enfiando um pouquinho e tirando e voltava a enfiar. Ouvi ela sussurrar: enfia mais.... e soquei a rola toda na buceta dela que gemeu e gozou. Eu dei umas quatro bombadas e, não agüentando, enchi a bucetona dela de porra, dizendo que a amava. Ficamos nos beijando, ainda com a pica dentro da buceta, que foi amolecendo. Ao tirar a rola da buceta, ela pediu que eu acendesse a luz interna do carro para ela ver. Lá estava: a pica toda melada com uma mistura de porra com um pouquinho de sangue. Aproveitei a claridade e vi a sua buceta pela primeira vez. Percebi que minha namorada tinha um puta bucetão. Uma racha grande com um grelo médio e estava com os pequenos lábios, pouca coisa expostos, além de um perfeito triangulo de pelos pretos, combinando com a cor escura da sua buceta. Depois de tirar seu cabacinho, passei a comê-la quase todos os dias, eu a levava e buscava na escola e a comia dentro do carro, em frente a sua casa mesmo. Quando tínhamos mais tempo, eu a comia no drive in, onde viramos clientes. No entanto, mulher bonita e gostosa traz lá suas complicações. Freqüentemente, eu percebia olhares de outros rapazes e homens para o rabão da minha namorada. Eu me sentia o máximo com ela ao meu lado. Ela era uma menina notada pela sua beleza e pelo seu corpo, em todos os lugares que ia. Naquela época, eu tinha muito ciúme dela. Queria até brigar se eu visse algum carinha olhando para ela e ficava observando se ela correspondia. Eu tinha pouca experiência e sequer imaginava que mulher muito bonita e gostosa, é igual a melancia grande: o dono nunca vai conseguir comer sozinho. Abraços.
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