Meu filho se mostrou tarado por mim – o pré-presente de aniversário de Lucas
Só alguns pontos:
1º: Obrigada, de coração, pelos comentários de vocês. Elogios lindos de vocês ao meu texto, à minha vivência, à sequência narrativa. Enfim, a tudo. E gosto demais de saber que alguns se excitam com essas histórias.
2º: Em hipótese alguma mudarei os fatos. Não posso dizer que fiz algo, sendo que não o fiz. Se o fato não foi excitante o suficiente, é porque, naquele determinado dia, só rolou aquilo. Eu poderia muito bem falar várias e várias coisas extremamente excitantes, mas eu entraria na mentira. E, francamente, essa não é minha praia. Perdoe-me quem busca as histórias que estão na cabeça de quem lê, e não na minha, que vivi a situação.
3º: O conto de ontem foi muito curto porque eu estava extremamente atarefada fazendo uns balanços da nossa loja. Mal tive tempo de escrever algo consistente, porém não poderia deixar vocês, que tanto me prestigiam, de lado. Lamento pelas falhas ortográficas, afinal não fiz quaisquer revisões pelo motivo já mencionado.
4º: Amores, não uso Telegram. Mas assim que eu o fizer, passo a quem me pediu, para podermos ter uma comunicação mais direta.
OBSERVAÇÃO: a história será apimentada por ela mesma, sem necessitar de quaisquer invenções minhas. Espero a compreensão de vocês.
Continuando…
Perguntei a Lucas o que ele queria de aniversário e o percebi bem acanhado para me falar:
– Fala, menino. O que você quer?
– Sei lá, mãe, se a senhora vai me dar.
– Fala logo, garoto. Deixe de tanta besteira. Nem tem motivo diante de tudo o que já fizemos.
– É porque eu estou sem jeito, mãe.
– Está sem jeito, mas está todo pelado na minha frente, eu acabei de te masturbar e você ejaculou tudo nos meus seios. Pelo visto, está muito sem jeito mesmo. – eu disse bastante irônica.
– Mesmo assim, mãe.
– Vai falar ou não vai? Última chance, Lucas, antes que eu perca a paciência.
– Vou.
– Então, diz logo o que é.
– Eu queria namorar a senhora por um dia.
Eu dei um sorriso maroto para ele e fingi não entender nada.
– Me namorar??? Como assim, Lucas?
– Sei lá, mãe, a senhora sabe. – imaginem essa frase na boca de um adolescente meio bobão e meio safado, querendo ser marrento.
– Não, não sei. Me explique.
– Aquelas coisas, mãe: beijar, abraçar, ficar juntos… ir para a cama.
– Para a cama???!
– É. – confirmou, bem encabulado, já imaginando o sermão que eu lhe daria.
Não falei nada. Apenas me levantei, sorri para ele e entrei no banheiro para me limpar. Tranquei a porta. Sabia que, na cabeça dele, havia inúmeras interrogações. Devia estar pensando em o que eu pensei, por que saí sem falar nada, por que não aceitei nem neguei nada, por que quase bati a porta em sua cara.
Depois de alguns bons minutos, saí do banheiro e fui ao meu quarto. Lucas ainda estava parado no corredor, sedento por minha resposta.
– Mãe, fale alguma coisa.
Passei, enrolada em uma toalha branca, direto para o meu quarto. Não lhe dirigi a palavra. Pouco minutos depois, saí do quarto e fui para a sala. Lucas estava aflito, com certeza pensando que pôs tudo a perder.
Sentei no sofá, liguei a TV e chamei Lucas. Ele apareceu bastante acanhado, querendo esconder o pinto com as mãos.
– Sente aqui, Lucas.
Já imaginando uma repreensão, ele sentou todo tímido, com as mãos entre as pernas e bastante nervoso. Peguei-o, deitei-o e pus sua cabeça sobre minhas pernas. Fiquei ali lhe fazendo um cafuné. E comecei:
– Você se lembra, Lucas, de quando era bem novinho e a mamãe te colocava no colo para você mamar?
– Eu não, mãe!
– Você sempre bem afoito, parecendo que nunca viu comida. Onde quer que a gente estivesse, você puxava a blusa da mamãe e metia a boca para mamar. Eu ficava com uma vergonha que você nem imagina.
– Deixe dessa história, mãe!
– A mamãe está com uma preguiça tão grande de colocar seu café agora.
– Deixe que eu coloco, então.
– Não precisa ir colocar. Só puxe a blusa da mamãe e mame.
Lucas não estava acreditando no que eu tinha acabado de falar.
– Está falando sério, mãe???
– Faça a prova e veja.
Lucas estava totalmente incrédulo e sem jeito. Parecia não entender o que estava havendo ali nem o que eu havia acabado de dizer. Questionei, firme:
– Vai fazer ou não vai?
Mais que depressa, Lucas puxou minha blusa para baixo. Eu estava sem sutiã e, de repente, meus seios, que são grandes, saltaram no seu rosto. Nessa hora, percebi que meu menino deixou aflorar o adolescente pervertido que estava adormecido em seu íntimo. Mamava meus seios, alternando-os, e me segurando pelas costas, para que sua boca não se desgrudasse de nenhum dos seus novos “brinquedos” valiosos.
Não perdi tempo e comecei a masturbá-lo. O pinto dele parecia estar ainda mais duro. Eu o masturbava e quando percebia que ele estava para ejacular, parava e começava a lhe massagear o saco e, depois, brincava com seus pelos pubianos, enrolando no dedo indicador. Ela ia à loucura com toda a minha falta de pudor. E não posso negar: pegar na região genital de Lucas e vê-lo pelado me mamando os seios era excitante demais. Confesso que minha calcinha ficou bastante molhada.
– Mãe, seus seios são os mais deliciosos do mundo!
– Então mame, meu amor, mas mame com vontade e sem pressa nenhuma.
Eu dizia isso, enquanto arregaçava todo o pinto dele e ficava brincando embaixo da glande. Isso o excitava muito.
O cheiro de falta de pudor estava naquela sala. O cheiro do pinto dele estava dominando aquele ambiente, mas também o cheiro da minha calcinha bem molhada.
– Pode morder os biquinhos dos seios da mamãe, Lucas.
E ele assim o fez. Como típico de adolescente sem jeito, ele mordeu com força e eu dava pequenos espasmos de dor. Ele, percebendo, perguntou:
– Mãe, é para parar?
– Eu pedi para você parar, Lucas? Se doer, é problema meu. Continue e se divirta.
Ele sorriu bem sem-vergonha e voltou a morder forte, bem forte. Eu estava sentindo muita dor, mas também muito tesão (confesso). Não liguei para o jeito desajeitado e dolorido com o qual Lucas me mamava e me mordia. Eu queria mesmo era que ele sentisse prazer e, consequentemente, também me proporcionasse isso.
Comecei a masturbá-lo bem forte, mas muito forte mesmo. Ele se contorceu.
– Já vai ejacular, meu amor?
Ele respondeu que sim com a cabeça, afinal estava com a boca nos meus seios.
– Quer ejacular na boca da mamãe?
Meu filho arregalou os olhos com uma surpresa que eu não tinha visto até então. Apenas disse que sim, se levantou rapidamente e começou a se masturbar.
Ver seu corpo se envergando tamanha força que estava fazendo, vê-lo pôr a língua para fora parecendo aqueles moleques desrespeitosos e se masturbando freneticamente era algo incrivelmente excitante. Minha calcinha estava mais molhada do que se eu a estivesse colocado em um tanque cheio d’água.
Abaixei-me na frente dele, peguei meus seios e fiquei lambendo, tudo para excitá-lo ainda mais. Lucas, quando viu aquela cena, mirou o pinto na direção da minha boca e ejaculou, ejaculou, ejaculou que eu pensei que o menino iria morrer tamanha quantidade de sêmen que saiu daquele pinto.
Fiquei com a boca cheira de esperma. Mostrei a ele que havia bastante, bastante mesmo, a ponto de ter escorrido pelo canto da boca, o que apanhei de imediato. Ele viu, eu fechei a boca e engoli tudo. Depois, reabri a boca e mostrei a ele tudo limpo, tudo engolido. Ele não acreditava no que acabara de ocorrer.
Sinceramente, pessoal, nem eu acreditava. E nem acredito até agora, até esse exato momento em que estou me abrindo com vocês.
Fui me limpar e Lucas permaneceu no sofá, incrédulo diante de tudo.
Quando acabei, voltei à sala e chamei Lucas para tomar café. Ele foi comigo para a cozinha (e nem foi limpar o pinto) e tomamos nosso café. Enquanto isso, conversávamos:
– Gostou, filho?
– A senhora ainda pergunta se eu gostei?! É claro! Foi a melhor coisa da minha vida.
– Que exagerado você é!
– Mas é verdade, mãe. Eu mamei nos seus seios, a senhora me masturbou e eu ainda ejaculei na sua boca. E a senhora engoliu!!!
– Seu esperma tem um gosto muito bom, meu amor. E também é bem grosso, bem incomum para um menino da sua idade. Perdi até a fome porque você já me alimentou de verdade.
– Mãe, não fale isso porque eu já estou me excitando de novo.
– E é?! – perguntei cinicamente.
Apenas me levantei e sentei no colo de Lucas, porém de frente para ele, de maneira cruzada. Meus seios estavam na altura do seu pescoço e o fiquei encarando, meu nariz tocando o dele, nossos olhos fixos, nossas bocas próximas. Lucas ficou sem reação, diferentemente do pinto dele, que estava mais duro que pedra e tocando meus pelinhos pubianos com meu short doll como único impedimento. E lhe falei:
– Você não disse que queria namorar a mamãe?! Quem namora tem de se beijar.
Nem esperei que ele esboçasse qualquer reação e lhe dei um beijo de língua bem molhado e bem barulhento. A língua dele desajeitada era dominada pela minha, que percorria sua boca, seu céu da boca, fazendo com que sentíssemos o gosto de nossas salivas. Tanto eu quanto Lucas temos os lábios um pouco carnudos e isso fez com que nosso beijo fosse mais intenso.
Nós nos beijamos, em média, por uns 5 minutos (pode parecer pouco, mas faça o teste e comprove que não é). Parei um pouco para ele tomar um pouco de fôlego, afinal aquele dia estava cheio de emoções para aquele moleque adolescente.
– Está gostando, filho?
– Nem sei o que dizer. É a melhor coisa do mundo, mãe.
– Mas você está cometendo um crime muito grande, Lucas.
– Como assim, mãe? – perguntou preocupado.
Acho que ele pensou que eu ia falar sobre incesto, traição ou coisas do tipo.
– Eu estou sentada em cima de você, você todo peladão aqui com esse pinto mais duro do que tudo. Você está com as mãos abaixadas. Você está me vendo te dar um beijo de língua e fica com as mãos abaixadas. Eu demoro no beijo e você continua com as mãos abaixadas, quando, na verdade, poderia estar colocando meus seios para fora da blusa, alisando minhas coxas, pegando e apertando forte o bumbum da mamãe…
Lucas nem me esperou concluir. Puxou minha blusa para baixo, fazendo meus seios saltarem em uma rapidez imensa e voltou a me beijar com força, com tesão. Suas mãos percorreram minhas coxas de maneira desajeitada e seguraram meu bumbum com força, com certa brutalidade. Descolando, rapidamente, minha boca da dele, falei:
– Uau! Esse é que é o lado bom e o lado ruim de dar ousadia para adolescente cheio de hormônio. – disse isso, rindo.
– Mãe, a senhora é demais!
– Cala a boca e me beija, moleque.
E puxei sua cabeça para voltarmos a nos beijar. E nos beijamos, beijamos ardentemente, com vontade, com desejo, com tesão, com malícia, com paixão, com falta de pudor.
De repente, aquelas mãos magras e firmes de Lucas, que estavam no meu bumbum, começaram a andar e quererem dar a volta. Ou seja, eu já estava sentindo uns dedinhos finos querendo chegar aos meus pelos pubianos (deixando claro, pessoal: tenho pelos pubianos sim, e são, de certa forma, salientes, um tanto quando volumosos. A calcinha fica um pouco recheada, pois nunca gostei daquele negócio liso totalmente.).
Voltando ao assunto, senti os dedinhos de Lucas quererem tocar meus pelinhos pubianos, e eu, de prontidão, intervi:
– Nem pense, mocinho, em continuar esse trajeto. Pode voltar a pegar no meu bumbum ou nas minhas pernas ou nos meus seios. Aí, não!
Ele voltou a pegar no meu bumbum com força, enquanto sua língua invadia minha boca e, em seguida, lambia meus seios. Lucas disse que já estava prestes a ejacular de novo. Saí de cima dele e me ajoelhei no meio de suas pernas:
– Deixe que eu masturbo esse pintão grande da mamãe.
E comecei a masturbá-lo com muita força. Depois, rapidamente, coloquei seu pinto entre meus seios e fiz a famosa espanhola. Lucas ficou alucinado e disse que ia ejacular. Apenas mirei o pinto dele para a minha boca e ele jogou uns 5 jatos quase diretamente em minha garganta.
Mostrei a boca cheia de esperma para ele e, imediatamente, engoli tudo.
O pinto dele estava todo melado e ele me pediu minha calcinha para limpar. Fui taxativa:
– Nada de calcinha, garotinho! Eu tenho língua para isso.
E passei a língua na cabeça do seu pinto, o que fez Lucas delirar de tesão (e eu também). Para finalizar, fiz aquela boquinha de chupar canudo e suguei o restinho de sêmen que saía do seu buraquinho do pinto. Ele ficou doido.
– Gostou de namorar a mamãe?
– Gostei, mãe. Foi a melhor coisa da minha vida.
– Como você é exagerado, Lucas! Também hoje só houve as melhores coisas da sua vida, não foi?
– Mas foi mesmo. Nunca tive um momento tão bom como esse, mãe.
– Enquanto seus amigos estão aí ficando ou namorando as meninas da escola ou do bairro, você está namorando sua própria mãe.
– Não trocaria a senhora por nenhuma outra, mãe.
– Mas a mamãe já é casada, seu sem-vergonha. E casada com seu pai.
E emendei:
– Lucas, há alguns dias, eu te autorizei a se masturbar com meus sutiãs e calcinhas. Depois te autorizei a tirar a minha calcinha e a se masturbar onde e como quisesse. Quer outra autorização?
– Claro, mãe.
– A partir de hoje, você pode beijar a mamãe na boca, tirar os seios da mamãe para fora, alisar as pernas da mamãe e pegar no bumbum da mamãe. Tudo isso à hora que você bem quiser, desde que seu pai não esteja aqui.
– Mãe, eu só sei de uma coisa: a senhora é a melhor do mundo e eu te amo, te amo, te amo!
– Eu também te amo, meu amor! E lembre-se de uma coisa: no dia do seu aniversário, como sempre, seu pai vai estar aqui.
Por que eu fiz essa ressalva para ele?
Vocês verão no próximo conto.
Seus comentários me motivam a continuar esses relatos.
Obrigada.
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