Foda com a Liza na Kitnet, o início do Cio - 1/2
No ultimo conto iniciei a história de como fui morar em outra cidade pra fazer faculdade e como meu namoro acabou, me deixando solteiro e literalmente na "mão" kkkk o que me fez sair mais, conhecer gente nova, fuder bucetas diferentes, mas não era sempre que eu tinha essa sorte, então acabava literalmente na punheta, até que um dia, uma manhã de terça feira, um feriado, acordei mais tarde, levantei e fui de cueca e calção de futebol até a cozinha do apartamento, um kitnet com quarto, banheiro e cozinha com sala junto.
Morava eu e a Liza, que até então eu imaginava estar fora do cio. E pelas minhas contas este só chegaria em um mês e pouco.
Como disse, eu estava solteiro, me virava na sagrada e diária punheta, as vezes saía pra pegar uma ou outra garota, mas não era sempre.
Naquela terça feira, quando fui colocar ração e água pra Liza como de costume, e percebo que sua buceta estava um pouco mais inchada e correndo uma secreção. Não deu outra, de cara minha cabeça já começou a maquinar um jeito de fude-la e meu pau já deu sinal de vida. De imediato já fiquei louco, afinal aquele era o primeiro cio que eu morava sozinho com ela, e obvio que eu estava eufórico, nem podia acreditar. Naquele dia eu fiquei ansioso, fui na farmácia comprar lubrificante, e comprei uma pomada gel chamada Lidopass, lembro que vinha em uma caixinha amarela, falei pra mulher da farmácia que eu precisava pra usar na hemorróida da minha vizinha. Mas obvio que ela pensou que eu queria pra dar o cú kkkkkk
Bem, chegando em casa, fui pro banho, ansioso, chamei Liza pra minha cama, o que ela sempre fazia, ela veio sem problemas. Fiquei brincando com ela, tentei tocar em sua bucetinha, mas ela rosnou, não estava pronta ainda. Acabei batendo uma punheta e ela lambeu toda porra com maestria. Depois acabei dormindo ali na cama mesmo, pelado. Acordei com ela fazendo barulho no quarto, mexendo numa caixa de sapato. Chamei ela pra cama de novo, ela veio toda faceira, eu estava pelado, e fiquei deitado de lado com ela, brincando, ela subia e descia, então peguei e coloquei ela deitada ao meu lado, fiquei segurando ela com um braço, com o outro acariciava ela. Deitei por cima, fiquei um tempo ali, pressionando meu corpo sobre o dela, ela parecia mais receptiva, mais calma também, mas eu sabia que penetrar eu não conseguiria ainda. Mesmo assim tentei por a mão, ela se mostrou mais quieta. Soltou uns bafinho, tentou se mexer mas eu segurei. Mandei ela ficar quieta, ela obedeceu, Senti meus dedos molhares na entrada de sua buceta, e foi muito bom, era quente, úmido, seus lábios estavam pegando fogo, macios, empurrei um dedo e deslizou pra dentro, ela gemeu baixinho, senti que poderia fazer um vai e vem, e a esta altura meu pau latejava de tesão.
Eu queria penetrar, sentir meu pau atolar em sua buceta molhada e quente, envolveu meu cacete e ir até o fundo, mas sabia que não dava ainda, fazia tempo que não fazia nada com ela, eu precisava reiniciar ela na arte de dar uma buceta gostoso.
Continuei e meter meu dedo, até que por instinto resolvi por mais um, senti uma resistência de inicio, Liza gemeu, se mexeu, mas logo acostumou, estava recebendo 2 dedos em sua buceta. Eu tenho os dedos longos e finos, o que facilitou pra meter, metia tudo e tirava, sentia o anel dela em meus dedos e passar com os dedos por ele era maravilhoso. Me deliciava com aquilo.
Voltei a ficar de lado, deitado com ela, ela de barriga pra cima, mais calma, porém ofegante, com a língua pra fora, olhos abertos, parecia estar curtindo aquilo, e realmente acho que estava, sentia meus dedos entrar e sair molhados de sua buceta, sentia sua buceta acomodar meus dedos tranquilamente e as vezes apertar meus dedos com sua musculatura. Eu estava curtindo tanto quanto ela aquela situação. Aumentei a velocidade que introduzia meus dedos, e fiquei num vai e vem louco em sua buceta, sentia meus dedos enterrarem em suas carnes, fazendo um barulho melado, gostoso demaisss...
Fiquei assim um bom tempo, até não sentir nenhuma resistência, meu pau latejava, babava, e eu curtia muito aquela situação. Então revolvi que precisava tentar fuder de verdade, eu tinha que tentar meter meu pau na sua buceta.
Eu virei ela de lado pra mim, de frente, ambos de lado, e posicionei meu pau na entrada de sua buceta. Estava louco de tesão, com uma das mãos, brinquei na sua rachinha, deixando meu pau deslizar para os lados, apontar na entrada dela e de novo passava. Usei um pouco da pomada gel anestésico que comprei na farmácia, era gelado, de novo passei meus dedos, entrou tranquilo. Era chegada a hora da verdade. Eu tinha que tentar.
Coloquei uma camisinha pra não anestesiar o pau, arrumei minha pica, e fui fazendo movimentos vagarosos, lentos, em direção a entrada de sua buceta, ela aos poucos, a cada investida, foi cedendo espaço, de início gemeu um pouco, se mexeu, mas eu segurei, fiz carinho, fui tentando acalmar, de vagar meus 16 cm foram lentamente sendo engolidos por aquela bucetinha que parecia pegar fogo de tão quente, de lado, pela primeira vez eu a comia naquele jeito, ela foi cedendo espaço em seu corpo pra meu membro entrar e ali fazer casa pra me fazer gozar como um louco.
Entrou quase todo meu pau, senti travar em seu anel, quando em movimentos lentos, vagarosos, calmos fui forçando e lentamente fui passando aquele canal, abrindo espaço em seu corpo, sentia meu pau atolar na sua buceta que inacreditavelmente suportava meu pênis inteiro dentro de si. Aquilo era muito bom, fui fazendo movimentos dentro dela, sem tirar meu pau, com medo dela não aceitar eu meter de novo, delirava sentindo todo aquele calor e todas as sensações que só quem já meteu em uma buceta canina sabe. E só quem fudeu uma cadela no cio sabe como é ainda mais gostoso.
Fiquei naquele jeito, por uns minutos, mas resolvi mudar de posição, trouxe ela pra cima de mim, ela de início não aceitou bem ,as depois ficou, abri suas pernas deixando uma em cada lado do meu corpo, deixando meu pau em sua buceta, abracei ela, trazendo até meu corpo, deixando sobre minha barriga e peito, ela se acalmou e eu conseguia mexer meu quadril penetrando ela.
Ela gemeu um pouco, mas foi se acostumando, me fazendo criar coragem de também gemer de tesão e prazer. Afinal estávamos só eu e ela, eu podia me soltar mais, sem me preocupar em alguém chegar.
Problema era que ela por cima de mim eu não conseguia meter todo pau, talvez pela própria posição ou por falta de experiência mesmo, mas foi muito gostoso, segurava ela pela cintura com um braço e com o outro abraçava pelas costas firmando ela. Soquei gostoso, então mudei de posição de novo, indo pra minha preferida, papai-mamãe.
Conseguia meter tudo e tirar de novo, socava com vontade, mas ela grunhia, então voltava a meter com calma, no tesão não me controlava e voltava a socar fundo e com força, mas com os grunhidos dela, me excitava mais, me deixavam louco, ia a loucura, só pensava em não gozar, mas era difícil. Fiquei um tempo metendo naquele jeito, até que não me contive mais e esporrei gostoso nela, gozei como se a dias não gozava. Enchia camisinha de leite grosso e branco, meu tesão foi tanto que caí em cima dela, girando pro lado, fazendo ela saltar e se lamber com fúria, tirei a camisinha e ela veio lamber meu pau, deixando ele limpo, não me aguentei e dei minha porra da camisinha pra ela beber, que ela fez com gosto, estava satisfeita por receber meu leite. O leite do seu macho, que agora não tinha empecilhos pra comer sua buceta, agora já aberta, eu sabia que tinha todo o cio dela pela frente ainda, e queria aproveitar ao máximo, naquela terça a noite, ainda fudemos mais 2X, só não rolou uma terceira pq ela não quis. E eu não quis forçar.
Mas durante roda a semana fudemos várias vezes. Até meus amigos da faculdade estranharam de eu não estar saindo com eles pra pegar as mina, mas eu dei a desculpa que estava gripado.
Morava eu e a Liza, que até então eu imaginava estar fora do cio. E pelas minhas contas este só chegaria em um mês e pouco.
Como disse, eu estava solteiro, me virava na sagrada e diária punheta, as vezes saía pra pegar uma ou outra garota, mas não era sempre.
Naquela terça feira, quando fui colocar ração e água pra Liza como de costume, e percebo que sua buceta estava um pouco mais inchada e correndo uma secreção. Não deu outra, de cara minha cabeça já começou a maquinar um jeito de fude-la e meu pau já deu sinal de vida. De imediato já fiquei louco, afinal aquele era o primeiro cio que eu morava sozinho com ela, e obvio que eu estava eufórico, nem podia acreditar. Naquele dia eu fiquei ansioso, fui na farmácia comprar lubrificante, e comprei uma pomada gel chamada Lidopass, lembro que vinha em uma caixinha amarela, falei pra mulher da farmácia que eu precisava pra usar na hemorróida da minha vizinha. Mas obvio que ela pensou que eu queria pra dar o cú kkkkkk
Bem, chegando em casa, fui pro banho, ansioso, chamei Liza pra minha cama, o que ela sempre fazia, ela veio sem problemas. Fiquei brincando com ela, tentei tocar em sua bucetinha, mas ela rosnou, não estava pronta ainda. Acabei batendo uma punheta e ela lambeu toda porra com maestria. Depois acabei dormindo ali na cama mesmo, pelado. Acordei com ela fazendo barulho no quarto, mexendo numa caixa de sapato. Chamei ela pra cama de novo, ela veio toda faceira, eu estava pelado, e fiquei deitado de lado com ela, brincando, ela subia e descia, então peguei e coloquei ela deitada ao meu lado, fiquei segurando ela com um braço, com o outro acariciava ela. Deitei por cima, fiquei um tempo ali, pressionando meu corpo sobre o dela, ela parecia mais receptiva, mais calma também, mas eu sabia que penetrar eu não conseguiria ainda. Mesmo assim tentei por a mão, ela se mostrou mais quieta. Soltou uns bafinho, tentou se mexer mas eu segurei. Mandei ela ficar quieta, ela obedeceu, Senti meus dedos molhares na entrada de sua buceta, e foi muito bom, era quente, úmido, seus lábios estavam pegando fogo, macios, empurrei um dedo e deslizou pra dentro, ela gemeu baixinho, senti que poderia fazer um vai e vem, e a esta altura meu pau latejava de tesão.
Eu queria penetrar, sentir meu pau atolar em sua buceta molhada e quente, envolveu meu cacete e ir até o fundo, mas sabia que não dava ainda, fazia tempo que não fazia nada com ela, eu precisava reiniciar ela na arte de dar uma buceta gostoso.
Continuei e meter meu dedo, até que por instinto resolvi por mais um, senti uma resistência de inicio, Liza gemeu, se mexeu, mas logo acostumou, estava recebendo 2 dedos em sua buceta. Eu tenho os dedos longos e finos, o que facilitou pra meter, metia tudo e tirava, sentia o anel dela em meus dedos e passar com os dedos por ele era maravilhoso. Me deliciava com aquilo.
Voltei a ficar de lado, deitado com ela, ela de barriga pra cima, mais calma, porém ofegante, com a língua pra fora, olhos abertos, parecia estar curtindo aquilo, e realmente acho que estava, sentia meus dedos entrar e sair molhados de sua buceta, sentia sua buceta acomodar meus dedos tranquilamente e as vezes apertar meus dedos com sua musculatura. Eu estava curtindo tanto quanto ela aquela situação. Aumentei a velocidade que introduzia meus dedos, e fiquei num vai e vem louco em sua buceta, sentia meus dedos enterrarem em suas carnes, fazendo um barulho melado, gostoso demaisss...
Fiquei assim um bom tempo, até não sentir nenhuma resistência, meu pau latejava, babava, e eu curtia muito aquela situação. Então revolvi que precisava tentar fuder de verdade, eu tinha que tentar meter meu pau na sua buceta.
Eu virei ela de lado pra mim, de frente, ambos de lado, e posicionei meu pau na entrada de sua buceta. Estava louco de tesão, com uma das mãos, brinquei na sua rachinha, deixando meu pau deslizar para os lados, apontar na entrada dela e de novo passava. Usei um pouco da pomada gel anestésico que comprei na farmácia, era gelado, de novo passei meus dedos, entrou tranquilo. Era chegada a hora da verdade. Eu tinha que tentar.
Coloquei uma camisinha pra não anestesiar o pau, arrumei minha pica, e fui fazendo movimentos vagarosos, lentos, em direção a entrada de sua buceta, ela aos poucos, a cada investida, foi cedendo espaço, de início gemeu um pouco, se mexeu, mas eu segurei, fiz carinho, fui tentando acalmar, de vagar meus 16 cm foram lentamente sendo engolidos por aquela bucetinha que parecia pegar fogo de tão quente, de lado, pela primeira vez eu a comia naquele jeito, ela foi cedendo espaço em seu corpo pra meu membro entrar e ali fazer casa pra me fazer gozar como um louco.
Entrou quase todo meu pau, senti travar em seu anel, quando em movimentos lentos, vagarosos, calmos fui forçando e lentamente fui passando aquele canal, abrindo espaço em seu corpo, sentia meu pau atolar na sua buceta que inacreditavelmente suportava meu pênis inteiro dentro de si. Aquilo era muito bom, fui fazendo movimentos dentro dela, sem tirar meu pau, com medo dela não aceitar eu meter de novo, delirava sentindo todo aquele calor e todas as sensações que só quem já meteu em uma buceta canina sabe. E só quem fudeu uma cadela no cio sabe como é ainda mais gostoso.
Fiquei naquele jeito, por uns minutos, mas resolvi mudar de posição, trouxe ela pra cima de mim, ela de início não aceitou bem ,as depois ficou, abri suas pernas deixando uma em cada lado do meu corpo, deixando meu pau em sua buceta, abracei ela, trazendo até meu corpo, deixando sobre minha barriga e peito, ela se acalmou e eu conseguia mexer meu quadril penetrando ela.
Ela gemeu um pouco, mas foi se acostumando, me fazendo criar coragem de também gemer de tesão e prazer. Afinal estávamos só eu e ela, eu podia me soltar mais, sem me preocupar em alguém chegar.
Problema era que ela por cima de mim eu não conseguia meter todo pau, talvez pela própria posição ou por falta de experiência mesmo, mas foi muito gostoso, segurava ela pela cintura com um braço e com o outro abraçava pelas costas firmando ela. Soquei gostoso, então mudei de posição de novo, indo pra minha preferida, papai-mamãe.
Conseguia meter tudo e tirar de novo, socava com vontade, mas ela grunhia, então voltava a meter com calma, no tesão não me controlava e voltava a socar fundo e com força, mas com os grunhidos dela, me excitava mais, me deixavam louco, ia a loucura, só pensava em não gozar, mas era difícil. Fiquei um tempo metendo naquele jeito, até que não me contive mais e esporrei gostoso nela, gozei como se a dias não gozava. Enchia camisinha de leite grosso e branco, meu tesão foi tanto que caí em cima dela, girando pro lado, fazendo ela saltar e se lamber com fúria, tirei a camisinha e ela veio lamber meu pau, deixando ele limpo, não me aguentei e dei minha porra da camisinha pra ela beber, que ela fez com gosto, estava satisfeita por receber meu leite. O leite do seu macho, que agora não tinha empecilhos pra comer sua buceta, agora já aberta, eu sabia que tinha todo o cio dela pela frente ainda, e queria aproveitar ao máximo, naquela terça a noite, ainda fudemos mais 2X, só não rolou uma terceira pq ela não quis. E eu não quis forçar.
Mas durante roda a semana fudemos várias vezes. Até meus amigos da faculdade estranharam de eu não estar saindo com eles pra pegar as mina, mas eu dei a desculpa que estava gripado.
Nenhuma reação ainda.
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