A Empregada 1 – lavando o banheiro
Nosso apartamento é pequeno, quando acordo vou logo pra mesa, neste tempo a empregada uma senhora morena arruma nosso quarto, quando termino o desjejum, ela vai lavar as louças. Portanto nunca soube a que horas ela lavava o banheiro. Quando ela entrou de férias perguntou se poderia recomendar uma menina de 14 aninhos, sua vizinha, seu pai tinha largado sua mãe e eles estavam precisando de ganhar algum dinheiro. Como a menina era de menor ficamos preocupado, mas dona Célia disse que ela era bastante esperta e só seria um mês. Então minha esposa e eu concordamos.
Durante dois dias dona Célia e a Carlinha (fictício), ficaram trabalhando juntas para ela conhecer nossa rotina e não perder tempo. Na quarta feira levantei enrolei numa toalha e fui tomar café. Quando deparei com a menina limpando a casa, fiquei com vergonha, pedi desculpas e voltei para colocar um short, vez que nos na segunda e na terça não ficara de toalha. Terminei o café e fui para o quarto.
Carlinha, era uma menina branquinha e magrinha, seus olhos eram castanhos quase esverdeados, peitinhos pequenos, olhando rapidamente não apresentava muitos atributos para excitar os homens. Como sabia que ninguém entrava no quarto essa hora deixei a porta do banheiro e do box aberta. De repente ouço a porta abrir e Carlinha entra com um bocado de roupa passada para colocar no guarda roupa, na maior naturalidade perguntou qual roupa eu iria usar que ela já iria deixar separada.
Para não parecer careta resolvi agir naturalmente, fiquei conversando com ela que saiu do quarto somente depois que eu desliguei o chuveiro. Quando estava saindo para o trabalho pedi desculpas a ela pela toalha e a porta aberta do banheiro. Não precisa se desculpar não seu Moraes a casa é sua, não quero atrapalhar sua liberdade, e também já estou acostumada, papai ficava as vezes pelado em casa.
No outro dia, não sei se foi porque não tive sexo com minha esposa, acordei com um tesão danado e saí só de toalha para tomar café. Carlinha ficou ao meu lado por uns instantes parece querendo falar alguma coisa. Como vi que ela estava inquieta disse: não preocupe comigo menina, pode fazer sua coisas, se quiser me ajudar deixa a camisa de malha vermelha listrada e uma calça jeans separada. Ela respondeu: tá bom seu Moraes, e saiu.
Quando entro no quarto, a cama já estava arrumada, e a roupa que pedi já dobrada sobre a cama e a menina já no banheiro lavando ele. Nesta hora senti que meu tesão não dava pra segurar, joguei a toalha na cama e entrei nu no box. Carlinha pediu desculpas e disse que iria sair pra mim ficar a vontade. Eu respondi que ela poderia ficar a vontade e continuar fazer o que estava fazendo.
Neste dia não falamos mais nenhuma palavra para o outro, foi um banho demorado, fiquei punhetando e ela lavando a pia e o sanitário, quando ela viu que gosei deixou as coisas da limpesa num canto e saiu para lavar as louças. Quando estava de saída arrisquei chegar perto dela, e ela como que adivinhando virou o rosto para que eu a beijasse, e foi o que fiz, mas no seu pescoço, e a danadinha se arrepiou todo e disse tchau seu Moraes, até amanhã.
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