Primeira Vez Com O Dudu
Desde muito cedo, eu já me tocava sentindo as deliciosas sensações que isso proporciona. Com meus 12 anos perdi minha virgindade com um dos meus primos, mas isso é pra outro conto. Agora com 14, tive minha primeira experiência zoo, com o Dudu, cão da nossa família, na época.
Tudo começou em um dia em que cheguei do colégio, fui até meu quarto, joguei a mochila em um canto e deitei em minha cama. Senti uma sensação entre as pernas. Levei minha mão tocando minha intimidade ainda por cima da calça de malha, porém, a sensação do toque foi deliciosa. Meu corpo já pedia por mais.
Tirei a camiseta do uniforme e, com as pontas dos dedos, comecei a tocar a parte superior dos meus pequenos seios, ainda com o sutiã. Fui escorregando meus dedos para dentro do bojo, toquei meu mamilo durinho. Não aguentei e puxei meu sutiã para baixo deixando meu seio livre e pronto para que eu pudesse massageá-lo.
A sensação era maravilhosa. Me sentia cada vez mais quente, em brasa. Tirei minha calça ficando apenas com a calcinha branca de algodão. Passei os dedos por ela e me estremeci. Puxei o tecido para o lado e acariciei meu grelinho. Neste instante eu já quase gozei.
Fiquei ali me deliciando com a sensação de me masturbar, quando de repente, senti algo mais tocar minha intimidade e meus dedos. Era a língua do Dudu. No momento me assustei e tapei com a mão para ele não fazer mais.
Contudo, a sensação tinha sido tão gostosa e excitante, misturada com o susto, que por um momento, cogitei em deixar ele me lamber. "Você deve estar louca!" Pensei comigo mesma.
Ergui minha cabeça e o vi ali, parado, com aqueles olhinhos de felicidade e com a enorme língua para fora. Não sei porque, mas não conseguia tirar os olhos daquela língua. E no mesmo instante, meu desejo foi querer senti-la me saboreando.
Acho que estava realmente louca. Me posicionei na beirada da cama, ainda deitada de costas, abri bem as pernas e puxei a calcinha de lado. Nem precisou eu chamá-lo, acho que ele já sentiu meu cheiro de fêmea, e veio me lamber.
— Hmm! — Deixei escapar um gemido quando senti seu órgão úmido e macio começar a me saborear.
Dudu lambia com vontade como se eu fosse realmente uma cadela. Mas afinal, eu não estava sendo? Com meus dedos, abri meus lábios para ele chegar mais, e quando tocou meu grelinho, o êxtase foi enorme e acabei gozando pela primeira vez com a língua do meu dog.
O orgasmo foi tão forte que fiquei sem forças. E ele, parecendo entender, passou a lamber mais suavemente.
Ainda com certa dificuldade, coloquei os pés sobre a cama e abri novamente para ele. Neste instante ele se levantou e tentou meter em mim. O segurei e então notei o tamanho do pau dele, que estava todo para fora. Me ajeitei mais um pouco para facilitar para ele, e então ele começou seus movimentos.
O cacete dele apenas batia na minha bocetinha sedenta, mas não conseguia entrar. Passava deslizando por entre meus lábios, meu grelinho e saía para cima. Com certo medo, tentei pegar nele e direcionar, mas não consegui, fazendo com que ele descesse de cima de mim.
Foi então que pensei: "as cadelas andam de quatro, melhor eu ficar de quatro que ele vai saber." Desci da cama, me ajoelhei recebendo lambidas no rosto, pois ele estava eufórico, parecia que sabia o que eu ia dar pra ele.
Assim que apoiei as mãos no chão ficando na posição, ele já foi para trás de mim, me lambeu um pouco a boceta e também pegou um pouco no meu cuzinho, o que me deixou com mais tesão. Eu já tinha feito anal com meu primo, poucas vezes, mas a sensação da língua do Dudu era totalmente diferente.
Dudu se jogou sobre mim. Por ele ser um vira-lata, ele tem porte médio, quase deu a altura. Tentava frenéticamente me penetrar. Tive que abaixar um pouco a bunda e então ele conseguiu.
— Aaahh! — Gemi feito uma cadela quando o pau dele escorregou pela minha boceta molhada e se enterrou em mim. — Hummmm!
Seus movimentos eram firmes e contínuos. Suas patas dianteiras agarradas em minha cintura, me seguravam para não ter como fugir. Enquanto ele metia deliciosamente,naquele vai-e-vem delicioso e animal.
— Aaah! Hmmm! — Era só o que consegui proferir enquanto ele me fazia sua cadelinha.
Não demorou e eu senti o pau dele crescendo ainda mais. O nó estava entrando em mim e me rasgando todinha. Então não aguentei e gozei loucamente no pau do meu cachorro, e logo em seguida, senti ele me inundando com sua porra quente.
Dudu parou seus movimentos e ficou grudado em mim. Eu estava em êxtase. Nunca tinha gozado tão forte e tão gostoso daquela maneira. Sabia que de alguma forma eu já estaria viciada no meu dog.
Estava exausta, e então decido me deixar cair no chão. Foi onde o nó do pau dele puxava minha intimidade como se fosse me rasgar. Que sensação maravilhosa!!! Acabei gozando novamente assim.
Assim que saiu, meu corpo despencou no chão, exausto e Dudu, como um cavalheiro, lambeu minha bocetinha toda gozada e usada. Que delicia!
Depois desse dia, eu sempre procurava me deliciar com Dudu sempre que possível.
*.*.*.*.*.*.*
Se gostaram votem e comentem!
Em breve mais!
Tudo começou em um dia em que cheguei do colégio, fui até meu quarto, joguei a mochila em um canto e deitei em minha cama. Senti uma sensação entre as pernas. Levei minha mão tocando minha intimidade ainda por cima da calça de malha, porém, a sensação do toque foi deliciosa. Meu corpo já pedia por mais.
Tirei a camiseta do uniforme e, com as pontas dos dedos, comecei a tocar a parte superior dos meus pequenos seios, ainda com o sutiã. Fui escorregando meus dedos para dentro do bojo, toquei meu mamilo durinho. Não aguentei e puxei meu sutiã para baixo deixando meu seio livre e pronto para que eu pudesse massageá-lo.
A sensação era maravilhosa. Me sentia cada vez mais quente, em brasa. Tirei minha calça ficando apenas com a calcinha branca de algodão. Passei os dedos por ela e me estremeci. Puxei o tecido para o lado e acariciei meu grelinho. Neste instante eu já quase gozei.
Fiquei ali me deliciando com a sensação de me masturbar, quando de repente, senti algo mais tocar minha intimidade e meus dedos. Era a língua do Dudu. No momento me assustei e tapei com a mão para ele não fazer mais.
Contudo, a sensação tinha sido tão gostosa e excitante, misturada com o susto, que por um momento, cogitei em deixar ele me lamber. "Você deve estar louca!" Pensei comigo mesma.
Ergui minha cabeça e o vi ali, parado, com aqueles olhinhos de felicidade e com a enorme língua para fora. Não sei porque, mas não conseguia tirar os olhos daquela língua. E no mesmo instante, meu desejo foi querer senti-la me saboreando.
Acho que estava realmente louca. Me posicionei na beirada da cama, ainda deitada de costas, abri bem as pernas e puxei a calcinha de lado. Nem precisou eu chamá-lo, acho que ele já sentiu meu cheiro de fêmea, e veio me lamber.
— Hmm! — Deixei escapar um gemido quando senti seu órgão úmido e macio começar a me saborear.
Dudu lambia com vontade como se eu fosse realmente uma cadela. Mas afinal, eu não estava sendo? Com meus dedos, abri meus lábios para ele chegar mais, e quando tocou meu grelinho, o êxtase foi enorme e acabei gozando pela primeira vez com a língua do meu dog.
O orgasmo foi tão forte que fiquei sem forças. E ele, parecendo entender, passou a lamber mais suavemente.
Ainda com certa dificuldade, coloquei os pés sobre a cama e abri novamente para ele. Neste instante ele se levantou e tentou meter em mim. O segurei e então notei o tamanho do pau dele, que estava todo para fora. Me ajeitei mais um pouco para facilitar para ele, e então ele começou seus movimentos.
O cacete dele apenas batia na minha bocetinha sedenta, mas não conseguia entrar. Passava deslizando por entre meus lábios, meu grelinho e saía para cima. Com certo medo, tentei pegar nele e direcionar, mas não consegui, fazendo com que ele descesse de cima de mim.
Foi então que pensei: "as cadelas andam de quatro, melhor eu ficar de quatro que ele vai saber." Desci da cama, me ajoelhei recebendo lambidas no rosto, pois ele estava eufórico, parecia que sabia o que eu ia dar pra ele.
Assim que apoiei as mãos no chão ficando na posição, ele já foi para trás de mim, me lambeu um pouco a boceta e também pegou um pouco no meu cuzinho, o que me deixou com mais tesão. Eu já tinha feito anal com meu primo, poucas vezes, mas a sensação da língua do Dudu era totalmente diferente.
Dudu se jogou sobre mim. Por ele ser um vira-lata, ele tem porte médio, quase deu a altura. Tentava frenéticamente me penetrar. Tive que abaixar um pouco a bunda e então ele conseguiu.
— Aaahh! — Gemi feito uma cadela quando o pau dele escorregou pela minha boceta molhada e se enterrou em mim. — Hummmm!
Seus movimentos eram firmes e contínuos. Suas patas dianteiras agarradas em minha cintura, me seguravam para não ter como fugir. Enquanto ele metia deliciosamente,naquele vai-e-vem delicioso e animal.
— Aaah! Hmmm! — Era só o que consegui proferir enquanto ele me fazia sua cadelinha.
Não demorou e eu senti o pau dele crescendo ainda mais. O nó estava entrando em mim e me rasgando todinha. Então não aguentei e gozei loucamente no pau do meu cachorro, e logo em seguida, senti ele me inundando com sua porra quente.
Dudu parou seus movimentos e ficou grudado em mim. Eu estava em êxtase. Nunca tinha gozado tão forte e tão gostoso daquela maneira. Sabia que de alguma forma eu já estaria viciada no meu dog.
Estava exausta, e então decido me deixar cair no chão. Foi onde o nó do pau dele puxava minha intimidade como se fosse me rasgar. Que sensação maravilhosa!!! Acabei gozando novamente assim.
Assim que saiu, meu corpo despencou no chão, exausto e Dudu, como um cavalheiro, lambeu minha bocetinha toda gozada e usada. Que delicia!
Depois desse dia, eu sempre procurava me deliciar com Dudu sempre que possível.
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