Meu tio comeu meu cu com toda força!! (Conto verídico)
Logo depois do jantar eu, cansado das aventuras do dia e com o corpo dolorido por ter sido fodido por aquele homem grandão e intenso, me deitei e acabei adormecendo rapidamente.
Estava só de cueca devido ao calor, com a bunda pra cima e adormecido quando senti um peso ao meu lado e uma mão pesada alisando meu corpo. Abri os olhos um pouco assustado, sem saber ao certo que horas eram e vi meu tio praticamente em cima de mim alisando minha bunda e beijando meu pescoço.
- Tio o que o senhor tá fazendo aqui? Que hora é essa? Alguém pode ver o senhor aqui. – Disse meio preocupado com o que estava acontecendo.
- Quieto garoto. Ninguém vai ver não, tá todo mundo dormindo e eu tranquei a porta. Se tiver algum perigo eu pulo a janela e vou pro quintal. Eu vim terminar o serviço que comecei no celeiro. Vou te foder gostoso meu putinho. – Ele disse isso e já foi puxando minha cueca me deixando pelado. Tentei argumentar que não ia aguentar, que meu cu ainda estava dolorido mas antes que eu pudesse falar ele enfiou a boca entre minhas bandas da bunda, lambeu meu cuzinho metendo a língua em meu buraquinho me deixando arrepiado e eu, com o tesão aceso, apenas empinei a bunda.
- Isso garoto! Empina a bundinha. O tio vai te foder e arrombar esse cuzinho gostoso.
- Ainda está doendo um pouco tio. Vai devagar.
- Devagar é o caralho garoto. Eu vou te foder como um macho faminto. Eu estou pirado e cheio de tesão nesse teu rabo. Eu trouxe um óleo de bebê para lubrificar esse rabinho. – Ele lambia meu cu enquanto falava isso. Eu sentia aquela língua quente forçando entrada em meu buraquinho e gemia baixinho com o travesseiro enfiado na cara pra não fazer barulho. Estava excitado e com medo ao mesmo tempo. De repente ele parou de chupar meu cu e eu senti um líquido frio sendo despejado entre as bandas da bunda. Ele estava despejando óleo em minha bunda, então ele se deitou em cima de mim e começou a roçar o cacetão duro feito pedra em minha bunda, esquentando tudo. Sentia o peso dele em cima de mim e a cabeça do caralho forçando o meu buraco.
Empinei bem o rabo, abri bem as pernas e ele deu uma estocada enterrando o caralho todo de uma vez em meu cu. Tentei gritar mas ele tapou minha boca e deu duas estocadas fundas.
- Calado veadinho. Aguenta rola feito macho. Abre as pernas que eu quero arrombar esse cuzinho. - Mordi o travesseiro com força e me abri todo para aquele macho forte e faminto me foder. Ele entrava e saía com muita força em meu cu. Doía e era gostoso ao mesmo tempo. Sentia minhas entranhas queimando enquanto ele estocava fundo meu cuzinho. De repente, num gesto inesperado, ele virou meu rosto e me deu um beijo quente e molhado, enfiou a língua em minha boca e chupou meus lábios como quem chupa uma fruta madura.
- Delícia esse teu cu moleque! Eu nunca fodi uma coisa tão macia e apertadinha como esse teu rabinho. Vem cá, fica de ladinho pro tio, fica. – Ele me colocou de lado, segurou uma das minhas pernas pra cima e afundou o caralhão que agora já entrava com uma certa facilidade. Me sentia completamente arregaçado pela aquela pica enorme e ele socava sem dó, indo fundo dentro de mim. Ele se deitou de costas e ordenou:
- Senta no meu pau putinha. Vou te ensinar a quicar num cacetão de macho. Senta de costas pra mim, eu quero ver meu pau entrando e saindo dessa tua bunda carnuda. – Sentei gostoso naquele caralhão, no início com receio mas ele me puxou pela cintura e empurrou o caralho até o fundo.
- Ai meu cu tio! Tá doendo muito. – Eu disse ao sentir aquele caralho bem no fundo de minhas entranhas.
- Tá gostoso assim putinho. Sobe e desce no meu pau. Eu vou te foder de baixo pra cima. Enterrar meu cacete nesse teu buraco quente. – Eu já estava exausto com todo aquele arrombamento mas queria satisfazer meu primeiro macho. Comecei a quicar naquele cacetão, subindo e descendo naquela estaca, sentindo o saco dele bater em minha bunda e a cabeça do cacete me tocando no fundo da barriga. Ele estocou forte e com força e depois de minutos assim, começou a arfar e gemer mais forte.
- Eu vou gozar meu putinho. Vou de dar leitinho.
- Goza tio! Eu não estou aguentando mais.
- Vou te dar leite de uma maneira diferente agora, pra você aprender e sentir o sabor de seu macho. – Então ele arrancou o pau de dentro de mim, me segurou pelos cabelos e jorrou muita porra na minha cara e boca me inundando de porra. Ainda segurando meus cabelos ele me ordenou:
- Goza pro seu macho. Agora você vai ser minha putinha e eu vou te foder sempre.
- Acho que não consigo tio.
- Consegue sim! Puta minha tem que gozar pra mostrar que gostou do meu cacete. – A ordem foi tão severa que eu apenas dei uma mexida no meu pau e gozei gostoso ficando de pernas bambas.
- Isso putinha! Assim que eu gosto. – Ele passou a mão em meu rosto carinhosamente e saiu do meu quarto me deixando exausto na cama.
Já era madrugada e eu, depois de me limpar e esconder os panos sujos de porra, dormi profundamente e acordei já tarde, com o corpo todo dolorido e o cuzinho bem detonado e doído.
Fiquei dois dias sem sair de casa só enrolando um pouco pra disfarçar o incômodo no cu. No terceiro dia, já bem restabelecido, eu resolvi sair no final da tarde. Me aproximei do celeiro e vi os peões chegando da lida para tomarem banho no quintal e descansarem.
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