DESVIADOS
🗺️ Labirinto 📖 Contos 💌 Classificados 🎬 Vídeos ✍️ Publicar conto

ℹ️ Regras do Site 📄 Termos de Serviço 🔒 Política de Privacidade 🍪 Política de Cookies
✍️ Publicar seu conto

Escravo Familiar: Capítulo 17 (O Mictório Humano)

📅 Publicado em: 27/03/2026 23:14

👤 Autor: tartaro

Fui em direção ao banheiro; eu estava exausto de dar prazer para várias pessoas em um curtíssimo espaço de tempo, era extremamente cansativo. Sentei-me com as pernas dobradas no chão e escorei as costas na parede.

Cerca de cinco minutos depois veio o primeiro membro da família, meu padrinho Leandro. Ele veio andando em minha direção, já abrindo a calça. Por mais que anteriormente a galera estivesse em grande parte nua, depois da finalização da orgia, meus familiares voltaram a se vestir e prosseguiram com as festividades.

Havia bebida e comida para todo lado, e a galera já dispersa resolveu aproveitar, bebendo e comendo.

Quando meu padrinho chegou em mim, ele abaixou uma parte da calça junto com a cueca; eu abri minha boca e esperei que ele colocasse seu membro rígido e soltasse seu mijo.

Ele retirou seu pau para fora e, expondo a cabeça, passou a despejar seu delicioso jato de mijo.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Seu mijo estava com uma coloração clara; o gosto salgado era fraco, mas saboroso. Quando terminou de despejar o mijo, eu chupei a cabeça do seu pau, sugando as últimas gotas. Ele sorriu pra mim, pegou seu mastro ainda duro e esfregou na minha cara, deixando todo meu rosto babado da minha saliva. Depois deu dois tapinhas na minha cara e guardou o pinto na cueca, depois na calça e a fechou, saindo logo em seguida.

Eu nem havia percebido que estava com a minha bexiga cheia; precisava esvaziar também, mas papai não estava por perto. Fiquei de pau duro, tentando ao máximo não me mijar ali na frente de todos.

Uma meia hora depois, comecei a ficar inquieto; ninguém se aproximava de mim e não estava aguentando mais. Foi aí que, por um milagre, papai saiu de dentro de casa já de banho tomado e trocado.

Ele faz contato visual comigo e, em um pedido silencioso, ele se aproxima.

— O que foi, escravinho, qual o problema?

— Papai, preciso urgentemente esvaziar a bexiga. Depois de todo o sexo, meu padrinho acabou de se esvaziar em mim e eu já meio que precisava usar o banheiro antes de o senhor me colocar aqui!

— Tudo bem, meu filho, só um minuto.

Papai voltou para dentro de casa e, quando retornou, veio com uma garrafa PET de dois litros na mão.

Em seguida, ele desrosqueou a tampa e se agachou na minha frente. Meu pau estava muito duro para poder conter a urina.

Ele segurou a garrafa com a mão esquerda e, com a direita, pegou no meu pinto duro, expondo a cabeça, apontou o gargalo da garrafa PET na fenda da cabeça do meu pau e me disse:

— Pode mijar, meu putinho.

Finalmente liberei toda a urina que estava presa por um longo tempo na bexiga. A quantidade da urina foi tanta que chegou à metade da garrafa; isso significava que havia um litro de urina guardada na minha bexiga. Quando olhei a quantidade, passei a tentar lembrar quando tinha sido a última vez que tinha ido ao banheiro.

Não tive muito tempo para refletir, pois, quando me dei conta, o próximo membro da família vinha em minha direção. Era meu tio Dim. Meu tio é mestiço, uma mistura de preto com branco, tem o corpo definido pelo trabalho, mas possui uma doença, o alcoolismo, e o ambiente atual em que estávamos não era apropriado para ele. À nossa volta, as mesas estavam cheias de bebidas alcoólicas; com toda certeza podíamos nos preparar para um grande problema até essa festa acabar.

Quando ele finalmente chegou até mim, abaixou rápido a calça junto com a cueca até seus tornozelos, deixando sua gostosa bunda morena exposta para todos verem.

Abri minha boca e ele socou seu pau grosso e segurou no topo da minha cabeça, me imobilizando, e em seguida começou a mijar.

Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

GLUB, GLUB, GLUB, GLUB.

Eu engolia seu mijo por goles. Por um milagre, ele soltava o mijo devagar, fazendo-me saborear cada gota. Quando terminou, eu abri um pouco minha boca e ele balançou a pica para despejar as últimas gotas.

Com o pau duro e olhando nos meus olhos, meu tio bateu uma punheta. Esticou seu braço esquerdo na parede para obter apoio, enquanto com a direita socava uma bronha farta. Não demorou muito e ele voltou a socar o pau na minha boca para eu poder chupar. Com as duas mãos na parede e com o pau na minha boca, ele começou a foder.

PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...

— Huuuuuuuuuum, sobrinho querido, huuuuuuuuuum!

GLUB, GLUB, GLUB, PLOC, PLOC, PLOC...

Seu delicioso saco batia no meu queixo, eu o peguei com a mão direita e comecei a massagear enquanto o chupava. Com a esquerda, resolvi brincar com sua bunda durinha e empinada, e ele riu e começou a socar forte na minha boca, fazendo-me engasgar.

PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...

GLUB, GLUB, GLUB, GLUB; COFF, COFF, COFF...

— Ah, Bolo, eu ainda vou te maltratar na minha pica grossa, você vai ver. Ele me dizia, socando forte na minha boca.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

— Toma leite, sobrinho. Aaaah!

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!

Ele gozou fartamente, fazendo-me engasgar.

COFF, COFF, COFF, COFF.

Depois de satisfeito, ele saiu de dentro da minha boca.

...

Depois de um tempo sem ser invadido por outros familiares, papai trouxe comida para mim; enquanto isso, mamãe conversava com nossos familiares, entretida.

— Coma, meu filho, você precisa estar forte para continuar satisfazendo a nossa família.

Papai me dava arroz com linguiça, provocando-me cada vez que a colocava na minha boca. Simulava um sexo oral com o pedaço da linguiça, sempre sorrindo e brincando comigo.

Quando terminei de comer, papai se levantou e foi buscar um refrigerante para mim.

Vindo na minha direção, minha tia Elza estava sorridente. Ela estava com uma saia curta, rodada, exibindo seus pernões e de salto alto. Ao chegar, ela levantou a saia e abaixou a calcinha.

— Cheira a buceta da tia, cheira! Você vai gostar.

Ela aproximou sua vagina do meu nariz, e eu aspirei fundo.

Fssssssssssssss!

Nossa, estava deliciosa, um cheiro salgado que me dava água na boca. Fui caindo de boca; chupei com força seus grandes lábios, tirando suspiros altos dela.

— Aaaah!

Eu enfiava a língua, chupava os grandes lábios, enquanto ela rebolava na minha boca, fazendo-me enlouquecer. Titia segura na minha careca, pressionando meu rosto de encontro com sua buceta.

Algumas chupadas depois, ela explodiu em um orgasmo, fazendo-me engolir todo seu sêmen.

Em seguida saiu da minha boca segundos depois de gozar e voltou para junto do pessoal.

...

Já era muito tarde quando papai se aproximou novamente de mim.

— Já chega de te deixar aí, a galera está começando a querer ir embora. Acho que todos já estamos bem cansados.

Papai me deu a mão e eu me levantei. Quase caí tentando me firmar. Por ter ficado muito tempo na mesma posição, minhas pernas estavam dormentes e, para ajudar, senti uma dor forte que se iniciava no pé e terminava no topo da coxa.

— Papai, me segura, acabei de ter uma cãibra fortíssima. Aiiii!

— Foi porque você ficou muito tempo na mesma posição. Vou te levar para dentro; você precisa de um banho e de descansar por algumas horas.

Eu me agarrei a ele e fomos para dentro de casa.

...

Tomei um banho e me joguei na cama de casal de papai e dormi, um sono pesado e limpo.

...

Algumas horas depois, eu acordei. Estava um pouco desorientado; olhei para os lados e vi que estava no quarto de papai, em sua cama.

Levantei pelado e fui para o banheiro, fiz xixi e senti uma forte vontade de tomar água; parecia que não colocava uma gota de água na boca havia dias.

Coloquei a roupa que estava jogada no chão, que provavelmente meu pai tinha trazido para o quarto, e saí indo para o quintal, onde as festividades ainda rolavam.

Ao passar no corredor de fora, indo para o quintal, fui abordado bruscamente pelo meu tio Dim. Ele pegou na gola da minha camiseta e me prensou na parede.

— E aí, sobrinho? Ele me disse com um bafo de cachaça tenebroso: — Aonde a boneca acha que vai?

— Oche tio, estou voltando para junto dos nossos familiares. O que deu em você para me prensar desse modo na parede?

— Ah! Sobrinho, titio está subindo pelas paredes depois de todo esse circo armado.

— Tio, você sabe que você só pode usufruir de mim com consentimento do meu senhor pai, não sabe?

— Sim, meu sobrinho lindo, mas dessa vez ele não precisa saber sobre nós dois. Ele me disse isso e tentou enfiar a língua dentro da minha boca.

— Tio, não é assim. Você está bêbado e precisa curar essa cachaça antes de fazer sexo comigo.

— Mas eu quero assim, aqui e agora; se não, eu vou bater em você.

— Você não pode fazer isso comigo. Se meu pai te pegar, ele vai te castigar. Você se lembra do que ele fez com meu irmão Thiago e com meu tio Chico? Não se lembra?

— Claro que sim, mas estou disposto a passar por isso, caso consiga comer você.

Ele disse isso e me imobilizou. Segurou na barra da minha bermuda e a puxou com violência para baixo.

Eu me debatia, tentando sair do alcance dele, mas ele era bem mais forte, e foi nesse instante que pensei:

"Fodeu, vou ser estuprado e não tenho como fugir."

CONTINUA...
Nenhuma reação ainda.

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro!