Minha namorada tem um filhinho de 7 anos, dengoso e curioso
———- Identidade Bourne é meu condi-nome —————–
Essa é a história de Afonso e o filhinho dengoso de sua namorada.
Sou Afonso, 35 anos, advogado, também dou aula numa universidade, divorciado, um casal de filhos que moram com a mãe.
Já faz 4 anos que namoro uma mulher de 30 anos que tem um filho, Rafinha, sete anos. Nesses anos sempre percebi que Rafinha tinha jeito de boiolinha, o pai dele mora noutro estado e mal o vê. Sua mãe, Raquel, finge que não vê e ainda fica dizendo que Rafinha tem namoradinhas, o próprio moleque fica irritado. Ele é menino bonitinho, loiro escuro, bundudo igual a mãe, fica bem de sunguinha na praia.
Eu sou um homem do tipo clássico, pouco grisalho ainda, sempre de social ou terno, fora as horas de academia. Já sou grande e alto, então faço só cardio pra não engordar, tenho porte físico forte, não tenho banha pendurada, mas tb não musculoso, sou tipo parrudão, peludo, barba cheia aparada, óculos de grau e fumo meu cigarro. Percebo que as mulheres gostam muito assim. Não sou de trair Raquel, mas as vezes não aguento algumas alunas da faculdade que dão em cima de mim, dizem que sou do tipo que passa autoridade e segurança pra elas.
Rafinha sempre está por volta quando estou com a mãe dele. Eles ficam mais na minha casa por ser confortável, Eu o trato muito bem, tenho paciência com as mãnhas dele e ele parece gostar de mim, sempre me rodeando.
Eu estava sentindo falta de umas cuecas minhas. Até que um dia vi Rafinha saindo do meu banheiro com algo enrolado na mão. Depois quando ele foi pra cozinha com a mãe eu abri sua mochilinha e peguei minha cueca de volta! Não disse nada, mas sempre suspeitei que esse menino me olhava diferente. Já cuidei dele várias vezes e ele sempre me rodeava quando eu ia mijar no banheiro, ficava me olhando de sungão na praia e as vezes me troquei na frente dele com a mãe junto. Raquel sabia que eu cuidava do garoto sem problemas nenhum e depois desse dia eu fiquei meio curioso. Passou um mês e ela me pediu pra deixar ele na minha casa sexta pra sábado, porque ia receber um prêmio de gerência, coisa de seu trabalho em shopping. Eu a levei no aeroporto sexta à tarde e seu voo de volta seria o último de sábado.
O garoto ficou fazendo dengo, chorou quando ela se foi mas depois ficou bem. Eu queria ver que coisa é essa desse menino ficar querendo me ver e pegar minhas cuecas.
Chegamos em casa, servi meu wiskey sentei no meio do sofá só de cuecão básica branca, liguei a Tv no jornal e deixei as luzes da sala bem baixas. Abri bem minhas pernas massageando minha mala, Rafinha ia passando pela sala com seu tablet, tinha trocado de roupa, estava com um shorts largo de algodão e camisetinha regata, ele esticou o olho ao me ver só de cueca. O menino se aproximou olhando pro seu tablet e sentou ao meu lado no sofá, quase sentou em cima da minha mão, então puxei ela pra não encostar na bunda dele.
– Rafinha, só desliga o barulho do seu joguinho ae um pouco? Quero ver o jornal!
– Tá tio!
Fiquei olhando reto pra tv, mas vi de canto de olho ele dando umas olhadas pra minha virilha, eu estava curtindo me exibir assim pra um boiolinha. Depois de alguns segundos senti a bunda dele encostar na minha mão. Não falamos nada, só o som do jornal. Eu mexi meu dedo e o esfreguei levemente na lateral da bunda dele por uns instantes e parei. Ele ficou inquieto e se encostou mais um pouquinho sua bunda na minha mão. Então comecei a mexer meus dedos e encostar na bunda dele bem levemente, sem tirar meus olhos da tv como se nada estivesse acontecendo. Senti meu pau engrossar pro lado da minha cueca e dar umas pulsadas. Rafinha tentava disfarçar, mas ele olhava a cada pulsada do meu pau. Pude perceber de canto de olho seu lábio superior saliente, sua bochecha e seus cílios grandes piscando em direção a minha rola. Devagarinho entrei com meu dedo pela lateral do short dele, o safado foi dando caminho virando a bunda, fiquei passando meu dedo na pele do rabo dele, comecei a respirar intensamente enquanto meu pau queria rasgar minha cueca, duro de lado esticando o tecido pra cima.
Eu estava adorando isso, não sabia que era tão excitante ver um garoto admirando minha mala enquanto tinha meu dedo na bunda dele por debaixo de seu short. Ele fingia estar num jogo no tablet, e eu fingia estar concentrado no jornal. Bem disfarçadamente ele ajeitou sua bunda deixando seu cuzinho sobre meu dedo, e senti o buraquinho dele piscar. Que delicia, minha cueca ficou com uma manchinha de baba do meu pau. Como esse menino era esperto e parecia já saber o que queria. Ficamos assim até dar o intervalo do jornal.
– Rafinha, pega o chinelo do tio? Tá alí perto da porta. – eu disse levantando ele.
Ele largou o tablet no sofá e voltou com meus chinelos tentando por o par no lado certo, chegou entre minhas pernas bem perto da minha mala com olho grudado no volume que se mexia involuntariamente. Eu pedi pra por os chinelos no chão. Ele se baixou olhando pra minha virilha e isso me deu muito tesão não sei porque. Quando ele se levantou de volta eu fechei minha coxa dando uma roçada da bunda dele e ele deixou.
– Quer sentar no colo do tio até acabar o jornal? – eu perguntei como quem não quisesse nada.
Ele fez que sim com a cabeça, então o ergui e o coloquei sentado do lado do meu pau, sentadinho como um bebê. Senti a bunda dele quente e sua pele macia em contato com os pelos da minha coxa, peguei o tablet do sofá e pus na mão dele. Eu fiquei pulsando meu membro na cueca pra ele ficar vendo, eu estava adorando isso. Minha mão esquerda estava atrás dele, em sua bunda, passando meu dedo bem de leve, o garoto estava deixando. Vi sua regatinha apertando sua gordurinha pra fora e dava pra ver seus peitinhos de menino gordinho.
Ainda vendo o jornal eu fui pondo minha mão por de baixo da regata dele e disfarçadamente tentei fazer ele entender que era pra tirar. Ele deixava eu puxar mas não entendia como eu queria fazer, então eu tive que sussurar pra ele:
– Que regatinha apertada né Rafinha! – eu lentamente tirei o tablet dele, e tirei a camiseta dele bem devagar, ele não demostrou resistência, agiu naturalmente, dei o tablet pra ele e assim ele ficou fingindo, quietinho, só olhando pra baixo pra minha cueca. Ele cheirava algo doce que me lembrou doce de leite.
Inclinei-me pra frente pra alcançar meu whiskey na mesinha de centro, nisso eu rocei bastante no corpinho dele. Meus pelos até fizeram som de atrito na pele dele, eu vi que ele ficou arrepiado. Depois do gole, coloquei o copo de volta na mesinha, me voltei para trás relaxando meu corpo e ele acabou se acomodando com sua bunda em cima do meu pau.
Rafinha ficou encostado no meu peitoral, com sua bunda quente sobre minha rola, que pulsava com vontade própria. Os cabelos cacheados dele estavam no meu queixo, e aos poucos fui roçando sutilmente minha barba na nuquinha dele e senti o moleque derreter-se entre minhas coxas. Nós dois estavamos num silêncio, ninguém dizia nada. Estava gostoso. Rafinha parecia estar com sono, mole no meu colo, com seu tablet quase caindo, ou talvez ele estava era fingindo. Eu sutilmente toquei os peitinhos salientes dele. Ele não era obeso, mas parecia que desenvolvia gordura em regiões específicas como na bunda, coxas e mamilos. Aos poucos fui virando e deslizando ele, até ficar sentado sobre coxa esquerda e deitado com sua cabeça no meu peito, assim eu pude exibir mais meu volume, melado dentro da cueca.
– Rafinha tá cansadinho né? – eu cochichei no ouvido dele, e massagiei meu pau com minha mão direita.
Ele ficou quietinho mas vi que seus cilios estavam mexendo e piscando, ele olhava pra minha virilha. Senti a mãozinha dele deslizar pra minha barriga, eu empinei mais meu volume deixando caminho livre pra ele, e fingi que via o Jornal.
Aos poucos, bem disfarçadamente sua mão deslizou até chegar na minha cueca, minha rola pulsava ao sentir a mão boba dele chegando. Vi que ele estava meio receoso. então eu mesmo peguei a mão dele, e naturalmente a pus sobre minha cueca, pra sentir meu caralho envergado pra direita, ele não disse nada, só abriu toda sua mãozinha enchendo ela com a espessura da minha rola que delineava minha cueca, eu me senti em ecstasy.
A sala estava escura com flashes de luzes da tv, e mãozinha de Rafinha dava umas apertadinhas deliciosas. Então resolvi ser mais ousado. Bem lentamente, levantei o elástico da minha cueca, deixando a mãozinha dele cair entre meus pelos pubianos, e fiz ele segurar o meu membro, pele a pele, por debaixo da minha cueca. Meu caralho pulsava na mão dele, ele ficou quietinho fechando a mão na minha rola. Esse moleque era muito malandro.
Eu estava tendo uma experiência muito diferente com esse garotinho safado, então me escorei ainda mais para trás e ele ficou de rosto vendo sua mão dentro da minha cueca, agarrada num cacete de homem, então eu puxei o elástico da lateral da minha cueca e expus totalmente a minha pica e minhas bolas penduradas, fiz ele segurar meu saco e com outra mão alisar meu penis. Estava uma delícia vendo o menino da minha namorada no meu colo com meu cacete em suas mãos, puxou a mãe. Eu acariciei seus cabelos e fiquei babando na sua nuca branquinha, eu agia com muito cuidado e bem manso, mas na verdade eu queria morder aquela nuca dele, nunca senti isso antes, a não ser por mulheres.
Eu tirei meu outro dedo do rabinho dele e pus na minha boca pra molhar com saliva, tinha cheirinho de bunda suada de nenem, algo como leite, imaginei esse viadinho mamando nas tetas da mão dele, voltei minha mãozona invadindo o shortinho dele até achar seu buraquinho com meu dedo anelar, e comecei a brincar com o anelzinho dele que piscava e apertava a ponta do meu dedo.
Ajeitei as pernas de Rafinha pondo elas sobre o sofá e eu ia cada vez abrindo minhas coxas com ele deitado com sua cabeça na minha barriga. Esse moleque de bobo não tinha nada, foi deslizando sua cabeça até chegar perto do meu cacete, eu já podia sentir sua respiração na minha virilha, era bom demais! O filhote da minha mulher.
Com minha mão direita, peguei meu pau segurei deixando a cabeça babada bem perto da boquinha dele, até senti ele tocar com os lábios. Que delicia isso! Eu encostei a cabeça da minha rola nos lábios dele, ele foi abrindo sua boquinha mais e mais, deixando eu enfiar a cabeça do meu pau na sua boquinha quente. Assim fui devagar até sentir que tinha enchido sua boca com a espessura do meu membro. Meu pau não mede mais de 19cm, mas eu gosto do modo de como ele é grosso e veiudo. Em minutos eu já estava relaxado com metade do meu cacete pulsando dentro da boca dele, e sua bochecha gorda esfregando nos pelos da minha virilha. Ele mamava devagar e com calma, fazendo ruídos enquanto chupava com muita sucção e saliva.
Eu cheguei ao ponto que não ia mais poder me segurar, estava pra gozar. Mas eu não queria dizer nada que chamasse atenção para o que ele estava fazendo, com medo de ele ficar com medo e tímido, ele tinha jeito de que não seria capaz de assumir tal ato e ficar confuso, por isso fingia não ter noção do que acontecia.
Puxei meu cacete da boca dele, peguei a mão dele e fiz ele me punhetar lentamente, mas apertei a mão dele pra ele entender que era pra pegar com força e movimentos lentos. Ele fez certinho, eu forcei meu dedo no cuzinho dele e senti ele reagir apertando as nádegas, não quis fazer muito barulho, então só respirei forte e contive minha vontade de gemer alto e me segurei pra não pular como um boi, peguei minha rola e cobri a cabeça com a palma da minha mão pra não deixar os jatos irem longe. Comecei ejacular pra caralho! Senti minha porra quente escorrer pelo meu cacete até as bolas. Minha barriga contraiu várias vezes impulsionando meu corpo pra cima, balançando todo o Rafinha que tentava ficar quietinho assistindo meu pau em erupção. Eu não queria chamar muita atenção a relação estar gozando, eu não sabia se ele ia ficar assustado. Mas pelo jeito ele parecia estar familiarizado.
Dei tempo até que minha rola baixou descansando na minha coxa, enquanto eu fazia carinho na nuca de Rafinha, recuperando-me. Ele continuou com seu rosto na minha barriga, parecia confortável, fingindo que olhava a tv. Eu sem saber como agir, fiz comentário de um comercial na tv que era engraçado, ele também riu. Eu me guardei meu pau na cueca toda melada, e disse que ia tomar banho, e que ele podia tomar banho no banheiro de baixo ele concordou, voltei pra limpar o sofá direito e o piso.
Rafinha era tão facinho assim, quietinho, espertinho boiolinha mesmo! O safadinho devia fazer o mesmo com outros homens, e com seu jeito meigo acabava com o pau deles em sua boca. Essa era a única chance que eu teria pra tentar fazer algo mais. Eu precisava comer o cuzinho dele antes da mão dele chegar! Assim eu como mão e filhinho! Quero comer o filhote que ela fez com outro homem!
Quero saber como é foder a cria que minha fêmea fez com outro macho!
————— Identidade Bourne ——————
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