Sozinho em casa, o tesão bateu, Liza me saciou!
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Era uma segunda-feira, daquelas que o cara, chega do trabalho cansado, só quer tirar os calçado, tomar um banho e se atirar no sofá. Pra contextualizar, atualmente tenho 31 anos, namoro (quase noivo), mas moro com meus pais ainda. Estou juntando grana pro casamento e pra mobiliar o apartamento depois de casar.
Trabalho como engenheiro agrônomo em uma empresa local, a demanda por serviço é grande, uma vez que no meu estado a produção agrícola é a base da economia. Aí tu imagina como é uma segunda-feira pós feriado de início de ano. A montanha de coisas pra resolver, serviço de campo pra fazer, a caralhada de pendência que fica e o cara ter que resolver tudo na segunda. Foi uma segunda assim, cheia, tensa e cansativa.
Cheguei em casa por volta das 19:30h da noite, meus pais estavam jantando mais cedo, minha mãe disse que iriam sair pra uma formatura de uma prima, na cidade vizinha, mas como meu pai não gosta de comer tarde, iriam jantar antes de ir, e assim não teriam presa de voltar e nem ficariam com fome no evento. Como estava cansado, e pela correria do dia, só disse que ficaria em casa, tomaria um banho, comeria algo e iria dormir, no outro dia teria que acordar cedo pra ir no interior do munício em uma granja de soja, analisar umas sementes. Minha mãe concordou e avisou que voltariam tarde, que era pra fechar a casa, e conferir o portão da garagem, que volta e meia eu deixava aberto, sempre tive essa mania de esquecer.
Fui pro banho, e como sempre demoro. Fico me ensaboando e cantarolando, mas devido ao cansaço só passei bucha e deixei a água morna cair no corpo. Depois de uma dia puxado, isso tem seu valor. Retornei à realidade com minha mãe na porta batendo e dizendo que estavam saindo. Gritei que tudo bem. Saí do banho, fui na cozinha fazer algo pra comer, peguei umas besteiras na geladeira e coloquei no micro-ondas. Lembrei de trocar água e ração da Liza, que ficava nos fundos, no galpão da churrasqueira, onde meu pai havia feito uma casa de tijolos, com direito a tinta lilás e cama estofada kkkk. Liza tinha uma vida confortável, era uma cadela bem cuidada. Apesar de ser de porte médio, vira lata, havia uma cruza de alguma raça não definida que dava a ela uma certa beleza fora do comum. Tinha e tem suas vacinas em dia, boa ração, toma banho semanalmente, enfim, é uma princesa canina kkkk.
Cheguei perto e como sempre, ela me recebe com festa, ela ficava solta, pátio todo calçado e com área de grama, havia espaço suficiente para ela correr, brincar e tudo mais. Mas ao me ver, ela faz aquela festa, reconhecendo que eu a amo e o sentimento é recíproco. Fiz carinho, troquei água e ração, ela comeu feliz e contente. Lembrei-me de tudo o que passamos juntos, dos anos que moramos sozinhos em um Kitnet, e de tudo o que aprontamos juntos. Me peguei pensando que éramos mais que amigos, éramos por muitas veze amantes. Afinal, era ela quem me saciava (e bota saciar nisso...heheheh) em momentos de seca. Me peguei pensando no último cio dela, não estávamos mais sozinho, já havia voltado para a casa de meus pais, logo no início da Pandemia de Covid, quando acabei minha faculdade. Por não estar 100% sozinho com ela, não pude aproveitar tudo o que um cio de cadela oferece. Lembrei que em um dia, compareci ativo e rígido, como um bom macho deve ser, 4 vezes. Foram quatro fodas em um único dia, sendo que 2 destas 4 fodas, tive que gozar 2 vezes. Fuder com Liza sempre foi bom. Apesar do porte médio, ela me aguentava muito bem, e sabia me deixar louco implorando por mais. Ela me engolia e acomodava meu pau confortavelmente dentro de sua buceta, sempre quente, macia, úmida. Quando no auge do cio, era insaciável, eu leitava, ela me sugava em sua buceta canina, pulava feliz e saltitante, lambia todo o pau deixando limpo e logo começava a se lamber freneticamente, como que se necessitasse sentir cada gota da minha porra. Tão logo eu gozava, sem muito tempo para se recompor, ela já estava apostos de novo, pedindo mais. Eu tinha o dever de comparecer, saciar minha putinha, leitar suas carnes e deixar marcada minha fêmea.
Minhas lembranças foram longe, voltei a realidade quando escutei o micro-ondas apitando, avisando que minha janta estava quente, e me fez lembrar do dia cansativo que tive. Voltei pra dentro de casa, com o pau duro, como pedra. Estava sem sexo a uns dias, já que minha namorada - quase noiva, estava fora da cidade. Jantei e me atirei no sofá da sala, liguei pra minha namorada, falamos por mais de 1h. Ao desligar o celular, acabei adormecendo no sofá mesmo. Acordei uns 40min depois, ao escutar os latidos da Liza, imaginei ser algum animal nas árvores, coisa comum de acontecer, cachorro vê e quer mostrar quem manda.
Fui olhar e ao sair na porta, Liza vem correndo, pula em mim, estava mais quente que o normal de tanto correr e latir. Babava bastante, tanto que chegou a melar a mão. Não deu outra, ao sentir aquela baba na mão, quente e pegajosa, a mente insana e cheia de putaria, vem mil e um pensamentos e logo o pau estava mais duro que pedra na bermuda. Como homem, a cabeça de cima deixa de funcionar e a de baixo manda e desmanda.
Estava sozinho em casa, meus pais demorariam a voltar, minha namorada estava fora, estava somente eu e aquela que por inúmeras vezes havia me servido como putinha particular. Não havia como pensar outra coisa. Ainda sentindo aquela baba pegajosa e quente nas mãos, baixei a bermuda, já estava sem camisa e deixei o pau livre pra ela fazer o que sabia com maestria. Não precisou nem trazer ela, instinto de fêmea fez seu papel e ela pulou na minha pica com fome. Passava aquela língua áspera e quente em volta da cabeça, deslizava sobre o tronco do pau, sentia sua ânsia em sentir seu macho. Não queria ficar em pé na porta da cozinha. Precisava deixar as coisas melhores. Virei e fui pra sala, não precisei nem chamar, ela veio atrás, pulando e sem querer desgrudar sua boca do meu pau. Me sentei no sofá e ela continuava me lambendo, estava gostoso demais. Como disse, estava sem fuder a uns dias, meu instinto de macho se fazia presente e gritava por uma buceta. Meu pau precisava entrar em um orifício feminino.
Passados uns minutos, puxei ela pra cima do sofá, deixando ela de barriga pra cima, abri suas penas, e pude ver sua buceta. Apesar de estar fora do cio, sempre ficou gordinha. Era uma delícia de ver. Seus beicinhos rosa claro, ao toque dos dedos, uma leve abertura revelava a cor rosa mais forte internamente. Ela pegava fogo, mesmo sem o cio, ainda era quente. Não resisti e caí de boca, sentindo seu gosto agridoce, mais amargo que o normal, sem toda aquela lubrificação do cio, que não sei vocês, mas a mim me deixa louco. Parece que seus hormônios caninos me deixavam mais excitado. Apesar de notar a ausência daquele cheiro característico, de sentir a inexistência daquele mel lubrificante que elas soltam no cio, se sentir sua buceta inchada e macia, mais lisa que o normal, mais quente, mais carnuda. Eu me entreguei e brincava com minha língua o mais fundo que podia ir. Ela parada, de barriga pra cima, de pernas abertas, língua pra fora e respiração forte, acredito que por estar correndo pouco antes. Sentia seu cheiro de cadela, sua buceta na minha boca, em meus lábios minha saliva se misturava com seu gosto, formava o nosso gosto, junto e misturado, minha saliva e o pouco líquido lubrificante que sua buceta exalava, fazia tudo mais excitante. Eu estava entregue, doido, chupava, cuspia, dedilhava com vontade, com um, dois e até tentei colocar três dedos pra dentro, mas senti o canal muito apertado. Não me contive, tentei forçar, ela gemeu, mas se aquietou ao perceber que seu macho assim queria e então ela teria que aceitar e somente receber meu carinho. Liza tinha o dom de me fazer emergir minhas fantasias mais internas e aflorar meu lado mais animal. Sua buceta contornavam meus dedos, já quentes, molhados e sentindo as compressões de suas carnes. Em um gesto rápido, instintivo, enquanto com uma mão dedilhava o interior de sua buceta, sentindo suas carnes se abrindo e contorcendo a mim, com a outra eu me masturbava. Batia uma punheta molhada, meu pau pulsava, minha glande doía, minhas bolas se espremiam no saco, como se pedissem pra soltar leite. De novo por instinto, me levantei, posicionei meu pau na entrada de sua buceta, que a esta altura estava bem molhada, já bem macia pela ação de meus dedos, e ao apontar a cabeça na cabeça de sua racha, sentir aquele calor, aquela umidade de saliva, lubrificante e desejo de ambos, sem muito esforço, e quase que por instinto, empurrei meu corpo pra frente, o que fez a cabeça do pau adentrar seu corpo pequeno, me fazendo soltar um “- Ahhhhhhh!!!!”, ao sentir aquele calor que só uma buceta de cadela tem.
Com cabeça do pau dentro de uma buceta, o homem perde a linha, e quer ir com tudo. Não foi diferente naquele momento, meu corpo gritava pedindo pra ir mais fundo, mas eu sabia os limites da situação. Liza não estava no cio. Não me aguentaria inteiro nela. Meu pau tem 16cm, não é grosso, mas não é fino. Acho que seja um bom pau, as mulheres sempre gostavam. Os viadinhos sempre pediam repeteco. Liza sempre vinha pedindo de novo. Estava ali, na entrada de sua buceta, e não seria diferente, porém nem imaginava que seria tão fácil. A cabeça do pau naquela altura, gritava para sentir o fundo de sua buceta, que tantas vezes me recebeu, que inúmeras vezes eu leitei, deixei meu líquido dentro dela, e agora não seria diferente. Eu precisava meter tudo e gozar. Gozar no fundo dela, fazendo ela receber cada gota que eu tinha guardado em minhas bolas. Instintamente eu me joguei em cima dela, fazendo um papai-mamãe. Mexia meu quadril e a cada vez que fazia isso, ela grunhia de levinho, baixinho, como se quisesse me dizer que estava bom, estava gostoso. Meu corpo gritava pra despejar meu leite, meu pau foi sento comprimido pra dentro de suas carnes. Sentia seus beicinhos se laciar e sua buceta se adaptar pra receber minha pica, que latejava de dura e a cada latejo, sentia mais e mais sua buceta em torno da minha vara. Seu calor, mesmo que fora do cio, tomava conta do meu pau, agasalhava metade dele, mas eu queria mais. Liza gemia baixinho, talvez incômoda por eu estar sendo tão voraz, mas como macho, não tinha como parar. Eu precisava ir até o fundo. Sabia que se fosse, ela seria minha putinha dentro e fora do cio. E assim eu fiz. Continuei com carinho, com vontade e firmeza me introduzindo dentro dela, sentindo suas carnes evolver meu pau, sentindo sua buceta molhada, quente e apertada, ceder espaço pra meu membro, enquanto ao passar da metade, senti seu anel comprimir minha glande, e aí meu amigo, só lamentei, mas a massagem que ela fazia, comprimindo e apertado logo atrás da cabeça do meu pau, naquela buceta melada, quente e apertada em toda sua extensão me fez perder a cabeça... “-Ahhhhhhhh, Liza... Ahhhhhhh!” Gritei na sala, sobre o sofá e sobre ela. Por instinto quase que animal, soltei meu corpo sobre o dela e liberei meu peso sobre seu corpo pequeno. Senti sua buceta ceder finalmente ao seu macho. Cedendo espaço, me dando liberdade, aconchego, abrigo entre suas carnes... “- Ahhhhhhhhh!” Gemia! Urrava! Sentia aquela buceta em volta de mim, como se eu inteiro estivesse dentro dela! Com tudo dentro, comecei a bombar. Sentia seus beicinhos se contrair e espichar quando tirava meu pau até a metade e voltava a meter, sentindo uma leve resistência e pressão em seu anel. Sua buceta recebia por inteiro meu pau. Eu metia com vontade, com fome, com firmeza. Fodi como se anos não fodesse. Curti cada centímetro de sua buceta em volta do meu pau: “- Ahhhhhh! Quer pau putinha? Quer pau? Ahhhhhhh. Toma pau domeu macho, toma! Ahhhhh” Liza grunhia baixinho, continuava de pernas abertas, língua de fora, recebia meus 16 centímetros de pica agora facilmente dentro de si. E fazia jus ao título de cadela! Ela me recebia e sua buceta esticava a cada bombada, sua buceta laciava a cada socada, sentia suas carnes mais quentes, mais molhadas e muito, muitos mais macia. Sem muita dificuldade, sem muita força, sem muito esforço, senti queminhas bolas retraíram e era chegada a hora de inundar aquela buceta com meu leite. E foi isso que fiz. Segurei ela pelas pernas, abri bem e puxei pra cima, meti com mais ritmo e vontade. Minhas bolas se reviraram, meus saco se encolheu, meu corpo suou frio e me arrepiei dos cabelos até os pés. Meu pau pulsou forte umas três vezes e então o que eu guardava em minhas bolas, explodiram como em um vulcão! “-Ahhhh! Ahhhh! Liza!!! Lizaaaa! Ahhhh! Ahhhh! Ahhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!”. Foram 6 jatos de porra grossa e espeça dentro dela. Me senti fraco. Atirei-me sobre ela, e fiquei extasiado de prazer! Sentia-me sem forças! Deixei meu pau amolecer e ela de pronto fazer a limpeza e após recolher com sua língua, cada gota do meu leite que vazava de sua buceta, inchada, vermelha e com um buraco aparente que teimava em não fechar entre seus lábios...
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