Naya – A Garotinha do Papai #3
(O Primeiro Flagrante)
A passagem de tempo dos seus 11 anos também foi tranquila. Ela estava cumprindo o nosso acordo. Por algumas vezes peguei o Francisco lá no mercadinho chamando ela para conversar, mais ela não dava bola, e nem explicava o porquê dessa mudança de comportamento dela. Isso deixava ele triste. Eu ficava observando, e percebia que ele parecia ser apaixonado por ela. E esse tratamento dela, estava deixando ele angustiado. Naya completou 12 anos, e estava cada vez mais visível aos olhos dos meninos e homens do povoado, que ela seria uma adolescente gata, e muito gostosa.
Um certo dia recebi um telefonema de um dos fornecedores do mercadinho, solicitando que eu fosse ao banco sustar o cheque que eu havia dado ao seu motorista, pois o mesmo havia sido assaltado, e a empresa pediu isso a todos os seus clientes. Naya estava de férias e ficava quase o tempo todo entre o mercadinho, a casa dos meus pais, e a nossa casa. Pedir pra ela fica com minha mãe lá em cima por que teria que ir na cidade resolver um problema no banco, e achava que iria demorar. Ela disse: Tudo bem pai, eu fico com minha vó.
Chequei na cidade e fui direto ao banco. Resolvi o problema do cheque em menos de 20 minutos. Sair, passei na frente de uma lojinha de presentes e comprei um urso enorme pra levar pra Naya. Peguei o carro e voltei. Estacionei o carro na frente da minha casa, que ficava nos fundos do mercadinho, e deixei o urso em cima da cama da Naya para fazer uma surpresa. Era por volta de umas 12:30 e nesses horários não tinha movimento no mercadinho. Entrei e só estava meu pai no caixa. Perguntei pela Naya e ele disse que ela estava lá em cima com minha mãe. Subir e para minha surpresa minha mãe estava sozinha, disse que a Naya estava no mercadinho. Desci já encucado com isso. Imaginei que ela tinha ido na padaria conversar com o Francisco, aproveitando que eu tinha saído. Fui até o passeio da padaria e vi o Silvio no caixa, e o Francisco ao seu lado jogando no celular. Descartei essa hipótese. Voltei pro mercadinho, passei pelo meu pai, e seguir em direção a minha casa. Iria lá pra ver se ela tinha ido pra lá. A gente poderia ter se desencontrado.
Ai lembrei do deposito do mercadinho. Como os meninos que trabalham aqui moram distantes, já na zona rural do povoado, as vezes eles trazem marmitas e almoçam do deposito, e ficam lá até acabar o intervalo do almoço. Cheguei na entrada, e ouvir vozes. Eram o Moacir e o Jefinho que conversavam. Já estava saindo quando ouvir o Moacir falar: Olha como as perninhas estão grossas. Pensei: Ele não pode estar falando das pernas do Jefinho. Tirei as sandálias, e fui devagarinho pra ver o que acontecia ali. O deposito tinha muitas prateleiras, que ficavam em forma de labirinto. No início tinha produtos de gêneros alimentícios, no meio ficava os produtos de higiene, e no fundo fardos de açúcar, sal, arroz. E uma mesa que o pessoal usava pra fazer as refeições.
Fui entrando devagar e fiquei escondido atrás das prateleiras com caixas de sabão em pó. O deposito estava escuro, só tinha acessa a luz do fundo, aonde eles estavam. Como fiquei no canto da prateleira, seria impossível eles me verem. Moacir estava sentado em cima de uns fardos de açúcar com a Naya sentada nele, e o Jefinho também estava sentado em outra pilha de fardos de açúcar, em frente aos dois. Lá estava eu novamente sendo voyeur da minha filha. Confesso que sentir tesão com o que via, e fiquei quieto vendo até onde eles iriam. Moacir passava as mãos nas coxas da Naya, e o Jefinho ficava só vendo. Ela estava com um shortinho curto e um top curto mostrando a barriga. Moacir disse: Olha Jefinho, como a Naya é gostosinha, e bem safadinha. Naya ria sem dizer nada. Jefinho demonstrava está bem excitado e com o pau duro.
Eles estavam despreocupados pois meu pai estava sentado no caixa, e sempre falava alto, e saia gritando bastante antes de chega em algum lugar. Provavelmente a Naya falou a eles que eu ia resolver algo no banco, e iria demorar. Moacir falou pro Jefinho. Quer vê uma coisa Jefinho? Claro. Disse Jefinho. Moacir, com a mão esquerda afastou os cabelos loiros da Naya, e começou a beijar seu pescoço. Pegou a mão direita e começou a esfregar a bucetinha dela, por cima do shortinho. Naya ficou de olhos fechados, se arrepiando toda. Jefinho passava a mão no pau por cima da bermuda, como se estivesse se masturbando. O tesão era grande naquele deposito.
Jefinho pediu pra ela sentar em cima dele. Ela desceu do colo do Moacir, e foi de encontro a ele. Pegou ela pela cintura e a colocou no colo dele. Ela percebeu que ele estava de pau duro e ficou tentando se encaixar direito, até a regada do bumbum sentar em cima do pau. Ali no escuro meu pau já estava pulsando, aquela brincadeira estava me matando de tesão. Jefinho disse: Olha isso Moacir. Jefinho foi mais ousado, e colocou a mão por dentro do shortinho da Naya, alcançando sua bucetinha. Ficou uns minutos esfregando o clitóris dela, e tirou os dedos todos melados. Ela tinha gozado. Naya estava em êxtase, e gemia baixinho. Moacir mandou ela voltar ao colo dele. Ela obedeceu. Jefinho ficava cheirando os dedos e os colocava na boca pra sentir o gostinho da bucetinha dela. Moacir fez o mesmo que o colega. Colocou ela no colo novamente e já meteu a mão dentro do shortinho. Ficou uns minutos com os dedos dentro dela. Tirou, e eles estavam encharcados. De onde eu estava, dava pra sentir aquele cheiro do fluido vaginal dela. Jefinho falou: Eu quero chupar essa bucetinha. Quando ouvir o que ele falou, resolvi que era hora de parar com a brincadeira. Naya estava entregue, e cheia de tesão. Seria uma presa fácil dos dois.
Sair devagarinho de onde estava, e na entrada do deposito gritei: Moacir, Jefinho. Esperei um pouco e comecei a adentrar como se não soubesse de nada. Cheguei onde eles estavam e encontrei todos afastados, e com cara de assustados. Naya estava em pé, perto da mesa e veio falar comigo. Oi Pai. Chegou agora foi? Sim filha, respondi. Você está fazendo o quê aqui? Não mandei você ficar com sua avó? Ela respondeu: Eu estava com ela, e vim aqui pra ver se os meninos queriam esquentar as marmitas no micro ondas, mas eles já comeram a comida fria mesmo. Vem, vamos almoçar. Chamei. Ela saiu na minha frente, e nem falou nada com os dois. Olhei pra eles, e eles estavam com as cabeças baixas, com as marmitas na mão, para simular que estavam almoçando.
Fomos para casa, e almoçamos. Falei com ela que tinha uma surpresa pra ela no quarto dela. Ela subiu correndo, e deu um grito. Tinha adorado o urso gigante que estava na cama dela. Subir e vi a felicidade dela abraçando o urso, que era quase do seu tamanho. Obrigado pai! Te amo muito. Também te amo filha. Desci e me tranquei no meu escritório. Comecei a lembrar de tudo aquilo que tinha visto agora há pouco. Tirei o pau pra fora e comecei a bater uma punheta. Gozei pensando na minha mocinha. Resolvi que dessa vez não iria chamar a atenção dela. Do forma que vi acontecer hoje, teria como controlar a situação, deixando somente eles tocarem nela, sem penetração. Já fiquei bolando um jeito de inventar uma outra ida a cidade, nesse mesmo horário para ver se eles tentariam algo novamente.
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