Minha filha de 8 anos descobrindo minha rôla
*** Identidade Bourne ***
Parte 1
Vou contar aqui o tabu todo pai, ainda mais se for pai solteiro, as coisas aconteceram quando eu tinha 28 anos, e minha filha Rayssa tinha 8 anos. Ela é resultado de umas transas sem camisinha, e a mãe dela também não se cuidava, mas não me arrependo, pois minha filha é linda e um grude comigo, tanto eu quanto a mãe dela dividimos a guarda sem problemas, nós ainda moramos com nossos pais, mas a minha casa tem um quarto que eu preparei só pra ela.
Murilo é meu primo e melhor amigo, ele estava com 31 anos, casado e infeliz, querendo se separar da mulher dele, ele já não gostava dela e brigavam muito, muitas vezes ele parou lá na minha casa por umas noites, sempre demos força um ao outro, como irmãos. Ele também tinha um filha, Flavinha, 11 meses mais velha que Rayssa, e as duas também eram como irmãs.
Meu primo sempre foi mulherengo, do tipo machão desleixado, levantava ferro, barba cheia e tatuagens. Era alguns centímetros mais baixo que eu mas com certeza mais pesado, ele era grande dos lados, eu com meus 1,80m até parecia menor, e ele me empurrava pra academia, que me deu bom resultado.
Nós quase sempre estávamos com nossas filhas por perto, Rayssa era morena clara, era bunduda como a mãe dela, cabelos pretos lisos compridos e olhos negros. Flavinha era mesma altura, pernas grossas, cabelos enrolados castanhos, sempre muito curiosa e Rayssa era muito teimosa. As vezes ele a deixava em casa quando precisava, E vice versa, um ajudava o outro.
Havia certos taboos que a gente evitava falar, mas uma noite estávamos só nós dois chapados na varanda da minha casa, ele havia brigado com a mulher e meus pais já dormiam.
– Quero me separar! Mas quero a guarda da minha filha, não quero dar pra Carla! – disse Murilo tragando o beck.
– Flavinha é apaixonada por você, o paizão dela! Mas ela é mãe, vai ter direito!
– Só se Flavinho quiser !
Ficou um silêncio no ar e soltei uma pergunta:
– Lembra uma vez que você comentou que Flavinha tomava banho com você? Tipo… como ela reagiu, ou você? Rayssa tá ficando muito curiosa e anda me espiando, ta na idade… cê sabe!
– Shhhhh! Fala baixo! Acontece que ninguém sabe disso, só Flavinha e eu! Ela vivia querendo ver o que eu tinha na sunga, desde pequena, depois pedia pra tomar banho comigo. Foi esquisito, mas depois ficou normal. Ela perguntou monte de coisa e eu expliquei! – disse pausadamente. – Mas que Rayssa anda fazendo?
– Quando to de shorts ela faz de tudo pra sentar no meu colo, bem em cima do…Então fico duro e sem graça, mando ela sair mas ela fica de olho, eu que fico constrangido!
– Ela tá curiosa irmão! Quer ver como é um homem adulto, e você é o cara, o homem que ela tem por perto, isso faz parte de ser pai! Vai ficar pior porque só vão se desenvolver ! Você acredita que Flavinha já tá com uns pelos na bucetinha dela?
Fiquei mudo, mas na minha cabeça eu perguntava, `como você Sabe?´. Ele ainda deu uma ajeitada em seu pau, eu instintivamente fiz o mesmo, notei que estava delatado com a maconha, a imagem de bucetinha dela ficou na minha mente.
Semanas passaram e resolvemos alugar uma casa na praia e irmos em dois carros. Eu não sabia se era coisa da minha cabeça, mas depois daquela conversa, fiquei prestando atenção como Murilo e Flavinha se tocavam, eu comecei a comparar eu e minha filha, comecei a perceber que tudo havia uma sensualidade disfarçada. Meu primo, de sungão, andava segurando a mão de Flavinha próximo a sua virilha, e as vezes sem soltar ele ajeitava sua mala, roçando a mãozinha dela junto. Rayssa estava com mania de ficar abrindo as pernas quando me via, parecia que ela fazia sem perceber, mas eu comecei a ver tudo com malícia. As vezes, na praia, ela parecia meio fora de controle e ficava me abraçando na barriga apertando meu volume no seu peito. Murilo e Flavinha pareciam sumir as vezes, sua mulher ficava de papo com minha mãe e tia e nem prestava atenção.
De noite Carla e Murilo tiveram uma briga feia na casa, então resolvemos sair pra dar uma volta para Carla esfriar a cabeça. Murilo disse que ia ficar na casa e Flavinha preocupada em ver o pai nervoso quis ficar com ele. Tivemos que ir em
dois carros. Paramos muito perto dali mesmo, num bar que fazia espetinhos, estava lotado e com muita dificuldade achamos vaga pra estacionar e conseguir mesa, Rayssa comeu rápido e insistia que queria ir embora, o pessoal conversava demais e parecia não ir embora tão cedo, acabei de comer e disse que ia levá-la embora, como era três quadras da casa fomos andando pra deixar o carro com meus pais. Pegamos um atalho num chão de terra arenosa e pouca luz , Rayssa só reclamando que estava com medo de bicho.
Eu abri o portão pequeno com a chave, abri a porta da frente a tv estava ligada com volume alto mas ninguém na sala. Rayssa foi na frente pro corredor dos quartos e vi que ela ficou parada na porta olhando assustada, quando cheguei eu fiquei sem reação com que estava diante dos meus olhos. Murilo estava em pé, com a mão afastando a cortina da janela, olhando pra fora onde ficava a garagem, sua bermuda baixada com seu membro pra fora, ou melhor, pra dentro da boca de sua filha, que estava de joelhos chupando seu pênis.
– Tá bom filha, eles podem voltar de repente!- disse ele tentando guardar seu pênis sem tirar os olhos da garagem.
– Mas eles acabaram de sair pai! Só mais um pouquinho! – disse sua filha tomando de volta o membro do pai.
O quarto estava iluminado apenas pelo abajur, mas até os detalhes se destacam, pois a luz contornava todo a cena, olhei pra Rayssa e ela estava sem piscar os olhos vendo o pênis duro do meu primo. Eu a puxei discretamente e saímos dalí, na sala eu me baixei pra falar com ela.
– Rayssa! Não conte pra ninguém o que você acabou de ver, entendeu?
Ela concordou com a cabeça com cara de quem estava cheio de perguntas pra fazer.
– Depois a gente conversa sobre isso, prometo!
Fingi que estava chegando naquela hora, falando alto e chamando por ele. Ainda assim ele demorou e ainda saiu abotoando a bermuda.
– Já voltaram??? Cadê o carro?
– Ficaram lá. Rayssa quis vir embora, como paramos naquele bar perto daqui, viemos andando mesmo.
Flavinha voltou só de calcinha, toda serelepe chamando Rayssa pra brincar. Murilo deu uma reparada em mim, olhei pra baixo e meu pau estava duro por baixo da bermuda, ele devia estar pensando que fiz alguma coisa com minha filha também.
– Rilo , vamos lá fora fumar! – chamei pegando um cigarro.
– Peraé, vou mijar!
Ele voltou e fomos pra varanda, longe das meninas. Eu estava tremendo de nervoso.
– Que foi Bruno, Carla fez alguma coisa?
– Não, não. Não sei como dizer isso…. – eu desviei o olhar. – Murilo, eu vi o que você com sua filha no quarto.
Um minuto de silêncio que pareceu uma eternidade, ambos incomodados mas sem saber o que dizer.
– Ah Bruno…. Vou falar o quê! É o que você viu mesmo! A única coisa que posso fazer e pedir que guarde isso pra você! Não quero ir pra cadeia!- disse se mostrando totalmente tranquilo.
– Claro que não Murilo, eu nunca faria isso! Só não sei o que dizer! Isso é … isso é… demente!
– Normal você pensar assim! Mas te confesso uma coisa! Não estou arrependido, e não quero parar! Agora já foi! É muito bom cara, é muito bom! – disse me olhando nos olhos. – E minha filha também pensa o mesmo! – disse sem expressar nenhum remorso.
– Minha filha também viu tudo! Que vou explicar pra ela?
– Explique a verdade, crianças gostam da verdade!
– Toma cuidado primo, você tá brincando com fogo! Não quero que se dê mal!
– Então você tem que me ajudar! Preciso aproveitar que eles saíram! Você fica de olho pra mim!
Eu relutei a esse pedido absurdo, ele parecia ter perdido a cabeça, mas eu ainda estava confuso e com tesão pelo o que eu vi, Flavinha, garotinho de nem nove anos, mamando na rôla do pai dela.
– Sei que você curtiu de ver uma menininha na pica do prórprio! Elas querem isso Bruno! Só questão de tempo, porque você e Rayssa só faltam um empurrãozinho!
– Que isso Murilo! Não fala assim da minha filha! – falei com uma voz fraca, não convincente.
Ele me olhou com um sorriso de lado e chamou pela Flavinha, que veio acompanhada de Rayssa.
– Rayssa, minha linda, preciso da Flavinha, fica ai com seu pai que já voltamos tá?
– Daqui a pouco eu volto pra brincar tá? – disse Flavinha seguindo seu pai pra dentro da casa.
Rayssa ficou parada olhando pra mim como se esperasse alguma resposta ou explicação. Eu a chamei pra sala e sentamos no sofá, Rayssa veio entre minhas pernas, minha cabeça estava avoada, imaginando o que acontecia com Flavinha no quarto, essa situação proibida me excitava. Minha filha apertava meu membro duro com seu cotovelo e olhava pra trás curiosa, meu pau estava fora de controle dando pulos e lutando contra a bermuda, coloquei a tv no mudo pra ouvir quando a garagem abrir, minha filhinha avançava em seus toques e já esfregava seu corpo na minha virilha.
– Filha, você se assustou com que vimos?
– Ah pai, eu fiquei com medo, mas agora fico lembrando e me da uma coisa engraçada! – disse passando a mão em seus cabelos.
– Vou explicar um negócio, vira aqui pra mim! – eu a virei de frente pra mim, paradinha entre minhas coxas me olhando. – As vezes a gente tem vontade de fazer coisas em privacidade, assim como pai e mãe, namorados, marido e mulher…e sem saber porque, então isso é feito em segredo. As vezes um pai ama tanto a filha e uma filha ama tanto o pai que fazem coisas igual namorados.
– Ai pai, que lindo que você disse! – me abraçou forte com um beijo no meu rosto, senti seu corpo no meu pênis.
– Você é muito pequena pra esses assuntos e eu devia só responder as perguntas da sua idade.
– Quantas perguntas posso fazer pai?
– Quantas você quiser!
– Tá! Então …. Quero perguntar… Por que seu pinto tá brabo?
– Chama pênis, é porque fica querendo namorar. Igual quando sua vagina fica assanhada!
– Sou criança pai! Tenho pepeka ainda! E ela fica com uma cosquinha estranha e fica suada! – disse com a mão por dentro de seu shortinho.
Meu short branco de jogar vôlei era fino e meu pênis deu umas pulsadas chamando os olhos de minha filha de volta. Ela olhou apertando os lábios pra dizer alguma coisa.
– Pai, deixa eu ver? É igual ao do tio Murilo?
Eu subi minha camiseta expondo minha barriga e os pelos abaixo do umbigo, ela olhava ansiosa, então lentamente puxei meu short até nas canelas e a trouxe de volta pro meio das minhas pernas, diante do meu membro ereto, eu acho que se eu fosse uma menina nessa idade eu iria ficar com trauma, não era algo bonitinho pra uma menininha ver.
– Todo pênis é parecido mas não é exatamente igual!
Ela apertava sua xoxotinha com a mão. Não havia como voltar atrás.
– Você ta querendo pedir alguma coisa, te conheço!
– É que… eu queria saber ….. que a Flavinha fazia no tio Murilo!
– Ela estava chupando o pênis dele, mamando no pai dela, porque ela gosta de agradar ele!
– Mas a tia Carla não fica braba?
– Ela não sabe, nenhuma mulher pode saber, porque é algo íntimo e privado entre pai e filha, as filhas que fazem nunca contam pra ninguém!
Rayssa ficou empolgada e agitada, de olho no meu membro.
– Pai, eu te amo muito e queria agradar você também….. pode?
– Claro meu amorzinho! Sou teu pai e te amo muito! Então fica de joelho que é melhor.
Não acreditei na loucura que eu estava fazendo. Minha filha estava com a cabeça do meu pau na boca enquanto me olhava nos olhos. E como era quente a boquinha da minha filha! Sua língua tão macia, ela chupava com todo cuidado do mundo como se fosse algo precioso! Era como se eu estivesse amamentando minha bebê! Eu ajeitei seu cabelo pra trás de sua orelha, ela não sabia como fazer e fui ensinando, rindo de suas atrapalhadas. Inclinei meu corpo por cima até alcançar sua xoxotinha com a carícias dos meus dedos , vi sua pele arrepiar. Guilherme estava certo, era bom demais, e agora estava difícil de parar.
– Oh minha princesa! Mama no pai, isso tudo é amor que tenho por você e eu nem sabia!
– A cabeça é tão lisinha pai, parece ameixa do natal! – disse olhando pra minha glande brilhante. – Não sei porque pai, me dá um negócio, não sei explicar, eu gosto muito muito muito do seu pênis! Você deixa eu fazer isso sempre?
Eu concordei com a cabeça com um gemido, em transe, num ecstasy que parecia até vir da minha alma! Por uns instantes eu me perdi naquela sensação de ver minha própria filha de joelhos adorando meu pênis, senti algo subir minha espinha, meu pau estava tão duro, parecia ter vida própria. Eu estava ofegante, enchi meu peito de ar e fui soltando uns gemidos que vibravam meu tórax.
– Que foi pai? Tá doendo?
– Não não meu amor! – suspirei.
– Você tá com cara de choro!
– Só estou feliz! Você tá fazendo o pai tão feliz como ninguém nunca fez!
– Verdade!?
– Sim bebê, verdade!
Ela chupou com mais dedicação, de repente tirou a boca dando um gritinho de susto.
– Uiiii! Pai você tá fazendo xixi?
– Não filha, homem não faz xixi, homem mija, e isso que saiu não era mijo! É tipo de um suco que de tanto chupar sai das bolas, igual ameixa!
– Nossa!!!
Minha filha se concentrou no meu pênis, parecia não saber o que fazer, ela chupava chupava, depois olhava pra ele, chupava com olhos fechados, depois tirava da boca pra ver como ficou, era como se fosse um ser separado , um brinquedo nas mãos dela, ela chamava de apenas ‘ele’ , acho que tinha a ideia que era um ser independente de mim, e ela não estava errada. Rayssa não deixava um gota escorrer, estava preocupada em não me melar.
– Filha, deixa escorrer tudinho, é gostoso!
– Vai melar os cabelos dele pai!
– Mas assim que é bom!
Em segundos eu já sentia um caldo quente escorrer pela minha virilha e alcançar meu saco. Ensinei a ela segurar minhas bolas enquanto mamava, meus testículos pesados estavam bem grande, cheio de semem, eu sentia que já estava no ponto de explodir tudo na boquinha da minha pequena, de repente ouvi o motor do portão da garagem. Mandei Rayssa lavar o rosto, e sai rápido pro corredor ajeitando meu short, eu tinha que ter certeza que ele sabia que eles estavam chegando. Abri a porta do quarto onde eles estavam, senti um mormaço quente e os ruídos de Flavinha, não dava pra saber se ela estava chorando ou rindo, ou os dois. Murilo estava em pé na beira da cama de costas pra mim, sem camiseta, bermuda nos pés, suas nádegas se contraiam fazendo força pra frente, então vi as solas dos pés da sua filhinha, entendi que ela estava de quatro na beira da cama.
– Rilo, a garagem tá abrindo, eles já voltaram!
– Droga! – disse subindo sua bermuda.
Eu fui arrumar algumas coisas pra não deixar nada suspeito, mas meu pau custava a descer e minhas bolas estavam doendo de gozo acumulado. Eu ouvi Murilo mandando sua filha se limpar, enxugar o suor, arrumar o cabelo. Em um minuto já estávamos prontos, sentados na varanda dos fundos com cigarro.
Havia tanta coisa que eu precisava conversar com meu primo, mas o clima virou quando sua mulher chegou. Depois de discutirem, ele queria ir embora, depois ela que queria ir embora mas com o carro dele, pra não estragar completamente o feriado prolongado, meus pais resolveram retornar noutro dia e levar Carla com eles, pois sabiam que meus tios não eram muito chegado nela, e eles pediram pra Flavinha ficar porque era o passeio dela.
Os quartos tinham uma cama de casal e uma de solteiro, então Flavinha dormia no quarto onde estavam seus pais, Murilo e Carla, Rayssa no quarto onde estavam meus pais. Meus tios dormiam numa beliche num quarto pequeno e eu ia dormir no sofá cama na sala, mas Murilo tomou meu lugar dizendo que não queria dormir com Carla! Eu fui dormir na cama de solteiro com Rayssa, meus pais já roncavam como trator, e eu já sabia que não ia dormir nada, cheguei no escuro, tirei minha bermuda e fiquei de cueca e regata, me ajeitei de conchinha com minha filha e puxei um lençol grosso sobre nós pois o ar condicionado estava forte.
– Fica no canto com a parede pra você não cair pra fora da cama! – falei baixinho.
– Eu adoro ficar na parede pai!
– Você só tá de calcinha??? – perguntei ao perceber que ela estava praticamente sem nada.
– Mas eu tirei depois que eles dormiram pai!
Meu pau endureceu na bunda dela, eu fui ficando sonolento, de repente eu estava em pé abrindo o zíper da minha bermuda, tirei meu pau pra fora e mirei na boquinha da minha filha que estava de joelhos na minha frente.
– Abre bem a boca filha, pai vai encher você todinha! – eu disse soltando jatos de mijo na cara de Rayssa, que ria feliz.
Eu senti um prazer intenso, e abri os olhos no escuro com Raysa me cutucando e me chamando, eu estava acordando de um sonho.
– Que foi filha??? – eu ainda se entender meio assustado.
– Você tava me esmagando pai, e você mijou em mim!
As costas dela, na lombar, estava todo melado do meu gozo. Não quis usar o lençol porque ia ficar óbvio. Tirei minha regata pra limpa-la.
– Tá cheirando candida! – comentou minha filha.
– Shhh! Agora volta a dormir!
Depois de alguns minutos quieta ela comentou.
– Pai, minha pepeka tá melada, acho que você mijou nela! – disse dando seu dedo pra eu cheirar, era puro cheiro de buceta molhadinha e suadinha, isso não me deixou dormir.
– Filha – chamei cochichando. – O pai vai ter que limpar sua pepeka aqui mesmo, mas não faz barulho tá?
Eu me deslisei na cama até minha cara alcançar a buceta dela, passei minha língua de baixo pra cima, ela estremeceu, então pedi pra ela aguentar e não rir ou respirar algo, os meus pais rocavam alto mais o ruído do ar condicionado, seria difícil eles notarem alguma coisa. Então pela primeira vez eu chupei a bucetinha da minha filhinha de oito anos, chupei com muito amor sentindo sabor da minha própria filha, ela gemia de um modo dengoso que me fazia derreter de desejo.
– O pai vai fazer isso todo dia se você quiser! Cuidar da florzinha da minha bebê!
– Uh hum!! Pai, então isso que é sentir amor?? Tão gostoso!! – sussurrou sentindo minha língua entre os pequeninos lábios da vagininha dela.
Eu fazia esforço pra não pensar demais e ter um surto psicológico, queria resolver isso noutra hora. Gozei novamente na minha camiseta.
– Pai, pai! Me dá ele, me dá! – implorou pra eu entregar meu pênis ainda melado.
Agora meio flácido e flexível senti ele encher a boca da minha filha, ela podia brincar esticando a pele, sugando a cabeça pra fora, me fazendo tremer com a sensibilidade, o sono começou a bater e a puxei pro meu lado da aninhando meu pau na bundinha dela ela caiu no sono, mas eu fiquei com minha cabeça a mil com esse fato. Eu precisava conversar com meu primo, graças a ele eu havia descoberto o real prazer de ser pai, ter uma menina só pra mim, pra eu amar e fazer o que quiser e explorar um mundo que eu acabara de descobrir e eu ia precisar de umas dicas do Murilo, pois tínhamos mais duas noites pela frente, que iriam mudar a minha vida.
*** Identidade Bourne
E se você tivesse uma filha de 8 anos?
A) Eu nem tocaria nela
B) Eu ia deixar ela ver meu cacete, meio sem querer
C) Eu ia roçar nela pra ela ficar curiosa
D) Eu ia cheirar a xoxota dela de brincadeira
E) Eu ia primeiro comer o cuzinho dela
F) Eu ia tirar o cabacinho dela
G) Ela ia crescer saudável no leite paterno.
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