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Pais 3 final

📅 Publicado em: 18/09/2026 01:18

👤 Autor: maquik

Ao acordar, vi que a Amanda estava na cama de solteiro, dormindo. Olhei para o lado: a Paty estava de costas para mim, também dormindo. Aquela manhã tudo correu normalmente, tanto com minha esposa quanto com a filha. Depois do almoço voltamos para casa.

Já em casa, à noite, quando estávamos sozinhos, a Paty me perguntou sobre o que tinha acontecido. Queria todos os detalhes. Fui contando e, a cada frase, o tesão dela crescia. O meu também. As coisas esquentaram rápido. Ela começou a me chupar e, com a boca ainda no meu pau, perguntou:

— Vai querer fazer de novo?

Respondi que sim. Ela subiu, me beijou fundo enquanto segurava firme meu pau e sussurrou:

— Vai lá dar boa-noite pra ela.

Meu coração disparou. Disse que não. Ela insistiu. Falei que aquilo podia acabar mal. Em resposta, ela se sentou devagar no meu pau e perguntou, olhando nos meus olhos:

— Você quer que a Amanda sente em você?

— Sim.

Ela começou a cavalgar bem devagar, gemendo baixo:

— Aí, pai…

Meu tesão explodiu. Coloquei o dedo na entrada do cuzinho dela. Ela gemeu no meu ouvido:

— Coloca mais, pai…

Continuei. Em pouco tempo ela gozou se contraindo em cima de mim. Depois saiu, voltou a me chupar e eu gozei na boca dela. Ficamos deitados, exaustos.

No dia seguinte passamos o dia em casa. A Paty ainda estava com fogo, me provocando o tempo todo com mensagens e nudes. A Amanda, sem eu saber se de propósito ou não, também provocava: usava aquele babydoll e me lançava olhares que não eram inocentes.

À noite pedimos pizza e abrimos vinho. A Amanda pediu para tomar. Eu disse que era melhor não, mas a Paty tomou a frente e serviu uma taça para ela. A conversa na sala se arrastou até quase meia-noite. Quando a Amanda se levantou dizendo que ia dormir, já eram 23h40.

Assim que ela saiu, a Paty começou a me provocar: beijos molhados, mãos bobas, sussurros safados. No meio das provocações ela falava da Amanda. Foi então que meu celular vibrou. Mensagem da Amanda:

“Boa noite, pai. Pode trazer água pra mim?”

A Paty viu a tela, me olhou com a cara mais safada do mundo, pegou o celular da minha mão e respondeu:

“Boa noite, filha. Levo sim. Deixa sua mãe dormir, tá bom?”

Amanda: “Tá bom, pai.”

Ficamos mais alguns minutos na sala até a Paty me mandar ir. Peguei um copo d’água. Quando voltei, ela enfiou a mão no meu short, puxou meu pau para fora e me chupou olhando nos meus olhos. Com o pau todo babado, ela ajeitou o short e fez sinal para eu ir.

Cheguei na porta do quarto, respirei fundo e entrei. A visão que tive me pegou de jeito: Amanda deitada de lado, o short bem enfiado no meio da bunda. Chamei por ela. Ela se virou. Entreguei o copo. Ela bebeu e devolveu.

— Boa noite — disse, já me virando para sair.

— Pai… minha mãe já dormiu?

— Sim.

— Você pode deitar comigo só um pouquinho?

Meu pau começou a endurecer na hora. A boca secou.

— Vou levar o copo e volto.

— Tá. Tô te esperando.

Quando estava saindo, ela ainda falou:

— Apaga a luz.

Apaguei e saí. A Paty não estava mais na sala. Coloquei o copo na mesa e voltei. Entrei, fechei a porta devagar. Amanda estava de costas para mim. Sentei na beira da cama, levantei o lençol e vi: ela estava sem o short, só de blusa. Sabia exatamente o que ela queria.

Tirei meu short e deitei ao lado dela. Não demorou.

— Vem, pai… me abraça.

Abracei-a. Dessa vez já encostei o pau nela. Senti a bucetinha molhada. Puxei-a contra meu peito. Ficamos assim por alguns segundos. Depois comecei a esfregar o pau devagar na fenda dela. Quando senti a cabeça na entrada, empurrei com cuidado. Entrou. Passei a mão por dentro da blusa e segurei o peito dela. Ela já respirava fundo.

Comecei a meter. Como ela era apertada, fui aumentando o ritmo e a força aos poucos. Ouvi o primeiro gemido. Depois outro, e outro. Soltei o peito, abri a bunda dela e coloquei o dedo em cima do cuzinho. Senti ele contrair. Meu pau estava tão duro que parecia que ia explodir. O som das estocadas ficou mais forte. Olhei para frente: ela apertava o travesseiro, olhos fechados, aproveitando cada segundo.

— Vou gozar, pai…

Aquelas palavras me deixaram louco. Aumentei a velocidade. Ela gozou se contraindo com força ao meu redor. Tirei o pau e gozei feito um animal em cima da bunda dela.

Ficamos só ouvindo a respiração ofegante um do outro. Depois de uns cinco minutos me levantei, vesti o short e fui até a porta. Antes de sair, ouvi a voz dela, baixa:

— Pai… dorme aqui
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