Minha Priminha Marina
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mapp commented:
Caralho, fantástico, bem escrito, me deixou de pau duro.
17/11/2016 08:44Paulo commented:
Valeu! A intenção de contar é essa… Deixar as meninas molhadinhas e os meninos de pau duro.
17/11/2016 08:44Rogério commented:
Ótimo conto, muito excitante
17/11/2016 08:44Paulo commented:
Valeu amigo! Vou escrever mais alguns em breve…
17/11/2016 08:44Primo41 commented:
Também tenho a minha Marina, e nossa história começou qdo fui morar com minha avó, e ela tbm morava lá. Ela era toda bonita, e gostosinha demais. Eu adorava provoca-la, qdo ela saía do banho. Inventava qq coisa, e entrava no quarto dela de supetão. Era muito engraçado ve-la tentando se cobrir. Qdo a nossa avó estava ocupada com o jantar. Eu esperava ela desligar o chuveiro, ia para o meu quarto e deixava a porta aberta. Ficava só de cueca, esperando ela passar para o quarto dela. Fingindo distração, eu saía com tudo. Qdo me via, tapava os olhos, e ria. Ela de toalha enrolada no corpo, olhos tapados, e eu de cueca. Era perfeito. Eu abraçava ela por trás, e na tentativa fugir, a toalha caía, e eu me aproveitava. Acariciava os seios, apalpava a bundinha, e até arriscava uma carícia na xoxota. Ela implorava pra eu parar, mas com o tempo, foi ficando safadinha tbm, e aceitava minhas investidas. Eu tinha 16a e ela 9. Nas férias de Julho, ambos em casa o dia todo, não deu outra. Beijos, amassos e chupadas, já vinham acontecendo, e numa tarde que ficamos sozinhos, aconteceu. Minha priminha, foi o meu primeiro cabacinho. Durante seis anos, não ficávamos uma semana sem trepar.
17/11/2020 07:44Leonardo commented:
A “minha” Marina, era neta da empregada da minha avó. Ela tinha 9a e eu 17 qdo torei o cabacinho dela. Eu tinha uma mobilete, e era eu q levava e buscava ela na escola. Eu fazia ela pegar na minha rola, e acariciar durante o trajeto. De boba ela não tinha nd, pq a gente já brincava né. Só não tinha rolado sexo ainda. Um dia, fiz ela cabular aula, e a levei pra cachoeira. Escondi a mobilete e a mochila dela, num lugar que só eu sabia. Qdo ela viu a cachoeira, achou bacana, só não tinha idéia, q seria ali q ela ia perder o cabacinho, e nem q seria aquele dia. Foi demais da conta, ve-la deitada na pedra do “platô”(nome que deram para o local), na posição de frango assado, com a minha rola enterrada na bucetinha dela. Não sei quem de nós, saiu de lá mais “esfolado/assado”, mas ambos saímos assim, pq trepamos a tarde inteira. Depois daquele dia, a safadinha cabulava aula direto, se escondia no porão da casa da minha vó, e ficava me esperando. Gozei muito naquele corpinho. Foram quase seis anos trepando com ela, e muitas vezes, com as nossas avós em casa. Até hj, tenho pra mim, que ambas sabiam o q rolava, só não sabiam que já rolava a muito tempo.
17/11/2021 07:44