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O vigia da obra

📅 Publicado em: 08/05/2026 01:42

👤 Autor: alberto

🏷️ Tags: #Gay #Teen #Virgem
Eu já era rapazinho quando começaram a construir um prédio na minha rua, quase em frente de casa, desde o inicio das obras, eu via o Sr. Josino o vigia do prédio sentado em uma cadeira ouvindo rádio quando eu voltava do colégio. Habituamo-nos a nos cumprimentar, em algumas sextas feiras eu parei ali para fazer companhia a ele, já que no sábado eu levantava tarde, aquele nordestino forte sempre tinha boas histórias para contar, falava das mulheres com quem tinha morado, das cabras que comeu quando era garoto e dos troca-troca que tinha feito, aquelas história me excitavam, normalmente após ouvi-las, eu me masturbava embaixo do chuveiro imaginando as cenas, até que fizeram no primeiro andar do prédio uma exposição com um dos apartamentos decorados e ele me convidou para conhecer. Subimos as escadas sem iluminação e como ele conhecia melhor o caminho, foi me segurando e várias vezes tropeçamos e ele me segurou para eu não cair e sempre que me segurava, eu sentia aquele cacete duro encostar em mim. Chegando a porta do decorado, ele fingiu ter dificuldade para abrir a porta e pediu para eu tentar, quando me abaixei para ver o buraco da fechadura, ele encostou o cacete duro na minha bunda, um arrepio percorreu meu corpo, mas disfarcei a abri a porta. No interior do decorado, ele deitou na cama e me convidou para deitar também, percebendo a intenção dele, desconversei e saímos do imóvel. Chegando em casa, entrei no chuveiro de pau duro e quando vi o cabo da escova de cabelo, passei bastante shampoo nele e devagarinho enfiei no meu cuzinho até então virgem e gozei gostoso mordendo com minha argola aquele cabo de plástico. Por umas duas ou três semanas, minhas punhetas foram todas com a escova enterrada no meu cuzinho, sempre lembrando das histórias do vigia. Em um sábado, tomei alguns quentões na quermesse perto de casa e quando vi o Sr. Josino, resolvi ouvir mais uma de suas história, mas assim que me aproximei cambaleando, ele recolheu sua cadeira e disse que tinha que ir até ao decorado ver se estava tudo em ordem, fui com ele, assim que entramos no apartamento ele me abraçou por trás e beijou minha nuca, ali eu me perdi, virei-me de frente para ele e trocamos um demorado beijo de língua e ele fez pressão no meu ombro fazendo-me sentar em uma poltrona ao mesmo tempo que abria o zíper de sua calça. Vi aquela rola maravilhosa, cabeçuda, brilhante e bem dura e ele forçou minha cabeça fazendo aquela vara colar no meu rosto, senti aquele coisa quente e dura pulsar no meu rosto, Josino segurou a cobra e a dirigiu a minha cobra. Engoli o que pude daquela coisa gostosa e passei a sugar, enquanto o nordestino gemia de prazer, eu me deliciava com aquele prazer desconhecido e o macho enfiou a mão dentro de minha camisa e passou a alisar meus mamilos, foi muito para minha resistência, levantei, direi minha calça, ajoelhei na poltrona e pedi para Josino me arrombar. O nordestino na perdeu tempo, cuspiu na cabeça do pau, segurou meu quadril e empurrou, foi como se tivesse enfiado uma faca em mim, me contorci de dor e ele continuou empurrando, acho que perdi os sentidos por alguns segundos, quando me dei conta ele estava bombando com força. Aguentei firme obedecendo a ordem para rebolar gozei sem tocar no meu pau, sujando a poltrona novinha recebendo logo em seguida um jato de porra no fundo do cu. Josino foi meu único macho por meses. Hoje tenho alguns amigos íntimos.
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