Sou lésbica e fui estuprada
Sou lésbica e fui a um bar com minha namorada, sempre vamos a esse bar então somos conhecidas.
Nesse dia estávamos sentadas numa mesa até que minha namorada viu alguém subindo na moto dela, era um cara jovem, negro, devia ter uns 1,75 de altura, bem parrudo.
Minha namorada levantou e disse pra ele descer da moto dela, que ela não tinha autorizado ele a subir, ele se negou a descer e ainda deu uns passos com a moto, eu fui e vendo que estava dando treta levantei e disse pra ele parar com isso, até que ele disse que se eu continuasse ele ia me dar um soco, eu disse que então a gente ia brigar e ele foi e acabou soltando a moto pois minha namorada começou a gritar e xingar.
Aí ele saiu dizendo que a gente ia se arrepender, que era pra gente ir embora, não fomos, ficamos até quando quisemos e fomos embora depois.
Alguns dias se passaram, e ontem fui ao centro, perto do mesmo bar, era domingo, o centro estava vazio, escuro e tinha pouca concentração de pessoas, apenas em ruas específicas.
Fui a um evento e depois olhei o horário do ônibus pra ir embora, o último era às 23:30, desci a rua era 23:20.
Estava andando tranquilo até sentir alguém atrás de mim, tentei apressar o passo mas vi que a pessoa correu e eu só consegui raciocinar quando já estava com o corpo sendo pressionado na parede.
Olhei pra frente e vi ele, o cara que tinha pego a moto da minha namorada no bar.
Ele sorria, eu fui ficando ofegante, mas consegui me controlar e perguntar o que ele queria.
Ele sorria enquanto falava que ele ia me ensinar a mexer com as pessoas na rua, eu então disse que não tinha mexido com ninguém e se fosse pela questão da moto ele quem mexeu no que não era dele.
Pra que fui falar isso, o cara ficou bravo e eu só senti o soco no rosto, não foi tapa, foi soco, um soco não tão forte mas suficiente pra me assustar, e me dolorir, levei a mão na boca entendendo o recado, perguntei o que ele queria.
Aí vi ele tirando o pau pra fora, olhei pro lado na esperança de alguém passar mas a rua tava deserta mesmo.
Ainda dolorido ouvi ele falar: abaixa e mama, mama meu pau.
Eu morrendo de medo, abaixei, coloquei aquele pau na boca e fui tentando chupar, ia e voltava, passava a língua, ele começou a pegar minha cabeça e forçar na rola dele, eu engasgava, ela batia nem fundo e ele forçava pra entrar dentro da garganta, o fundo da garganta doía muito, fiquei sugando e fui aguentando até ele falar que era pra levantar.
Achei que poderia ir embora, estava nervosa, com raiva, assim que levantei me movimentei pra ir, mas aí o desgraçado disse: onde vc vai sapatao desgraçada? Vou te mostrar ainda como vc trata um homem.
Com força ele me botou na parede, levantou minha blusa e mordeu meu peito, eu dei um grito, e ali eu chorei pela primeira vez, ele sorrindo, foi apertando meu mamilo com a mão e doía muito, vi estrelas de dor.
Até que senti ele abaixando minha calça, Ali eu já sabia o que ia rolar, pedi desculpas, nem sei pra que, eu não estava errada.
Mas vi que ele adorou, sorriu muito e me virou de costas, disse que ia me desculpar depois que ele brincasse, me inclinou numa pilastra e aí eu fui humilhada, senti o pau dele direito no cu, não foi nem na buceta, o cara meteu sem dó, sem avisar, sem cuspe nem nada, no seco, machucando tudo, eu dei um grito tão forte e tão sofrido, senti minhas pernas doerem e minhas pregas serem arrebentadas.
Nem acreditava no que estava acontecendo, eu que nunca tinha transado com um homem, estava ali numa rua escura e fria levando pau no cu de um cara, por vingança boba.
Eu não acreditava mas era verdade e eu sentia que era verdade a cada estocada, cada vez ele enfiava mais o pau, e eu mordia o lábio pra não gemer, cada vez mais eu chorava, as lágrimas rolavam, tanto pela dor que era muito quanto pela vergonha, o quanto eu estava sendo humilhado.
Eu ouvia ele sorrir, feliz, dizendo que estava bem de arrombar meu cu, que era pra eu gemer, e se eu não gemesse e me dava soco na costela, comecei a gemer então, eu estava jogada na pilastra, meu corpo mole sendo estuprado, eu sentia raiva de tudo, e era tanta dor, e ele metia tão forte e parecia que não ia acabar, eu sentia entrando até o fundo, ardia tudo, doía muito, doía o cu, as pernas e até o estômago, cada vez que o pau saia e entrava era um grito, um gemido um “pelo amor de Deus para” que eu falava com ele.
Até que ele tirou, senti um vácuo no cu, suspirei, aí ele me deu uma rasteira e eu cai no chão, quando cai ele me deixou de bruços e meteu na buceta, eu não era virgem, mas tinha rompido o himem com um dedo, nem gostava de penetração, acho que por isso ele achou que eu era e tecnicamente era mesmo, ele tampava a minha boca, eu sentia o chão frio e duro, e o corpo dele quente em cima de mim empurrando com tudo, eu sentia abrir, sentia entrar, bater no útero e tudo.
Engoli o orgulho de novo e pedi pra parar, ele ignorou e meteu sem dó, continuou metendo, eu sentia o pau entrar e sair de dentro de mim, e doía, doía muito, era grosso, e pra mim era grande também nunca tinha dado pra um pau.
Ele foi metendo, indo até o fundo, me dava soco nas costela, batia na minha boca, na minha cabeça, um doido, parecia um bicho, botou o dedo na minha boca e puxou, fiquei sendo comida com a boca aberta pela mão dele, uma humilhação, ele ficava falando que minha xota estava apertando o pau dele e que eu estava gostando mas eu nem sei bem o que estava acontecendo, estava sendo realmente estuprada, e estava doendo demais.
Ele passou um tempo assim, forçando o pau na minha buceta, eu já nem chorava mais, pelo menos não saía lagrima, mas eu gemia de dor, pedia pra parar, ele me mandava calar a boca, teve uma hora que ele chegou a puxar minha língua pra fora e enterrar o pau pra dentro da buceta, eu tentei gritar e não consegui, fiquei lá com a boca aberta a língua doendo muito e levando pau, só apertei o olho e tentei gritar pra ver se ajudava.
Aí ele foi aumentando a velocidade, eu ali mole levando muito muito muito pau na buceta.
Senti ele tirar, me aliviei, aí ele socou no cu, gritei de novo, ele ficou ali bombando o pau, começou a morder minhas costas bem forte, minhas costas sangraram, eu gritei, comecei a chorar de novo, ele me mandou calar a boca e eu senti a porra no cu.
Suspirei aliviada, ele saiu de cima, eu fiquei lá deitada, sentindo dor por todo lado, ele ainda me levantou pelo pescoço passou o pau na minha cara, me mandou sugar tudo, eu suguei, chorando e muito acabada, sem forças.
Aí ele foi embora, saiu me elogiando, eu fiquei ali deitada um tempo, sem saber o que fazer, estava literalmente arrombada, até que tomei forças, vesti a roupa, já era tarde, tinha perdido o ônibus, peguei um que passava mais ou menos perto, cheguei, tomei banho, me olhei no espelho e tava bem foda, tinha marca no corpo, dor em muitos lugares principalmente no cu e na bcta.
Fiquei uns dias dentro de casa, dei algumas desculpas, até que achei que superei, vi minha namorada de novo, fomos no bar, ele estava lá, meu coração até acelerou, ele foi na mesa pediu desculpas pra minha namorada pela questão da moto, olhou pra mim e disse: espero que vc não tenha ficado chateada com essa situação também, piscou, e saiu andando.
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