Carnaval dos sonhos - A Iniciação
Este é meu primeiro conto. Está meio longo, mas muito detalhado. Venho contar minha primeira experiência homossexual, que vivi no carnaval 2012. Usarei nomes fictícios e vou me chamar de Sr. D. Tenho 25 anos, 1,75m, moreno e de corpo em forma. Desde minha adolescência sempre senti tesão em pênis, não necessariamente em homens, mas quando entrava em sites pornôs ou via revistas sempre sentia um tesão enorme em ver os paus enormes, muito duros e com a cabeça brilhando, como se convidasse o leitor a um boquete. Vamos ao que interessa: Era carnaval e juntamente com minha esposa e mais 2 casais estávamos na casa de praia de uma parente minha, pois esta estava desocupada. Tinha tudo para ser um carnaval desanimado sexualmente falando, já que com o pessoal na casa ficaria difícil rolar alguma coisa.
Na casa ao lado da que ocupávamos havia uma turma grande e bastante animada, que sempre estava dançando e bebendo. Entre eles havia 2 pessoas que eu sempre via: Um rapaz (o chamarei de Sr. E.) que aparentava não mais que 20 anos de idade, muito bonito, moreno claro, olhos claros e malhadinho de academia. Notava-se olhando-o por algum tempo que ele era gay, mas era muito discreto, de maneira que quem estivesse desatento nem repararia. A outra pessoa era uma linda menina (Srª M), que talvez nem tivesse seus 18 anos, era branquinha, cabelos castanhos, mingonzinha, 1,60 de altura, magra, seios médios durinhos e uma bunda de parar o trânsito. Ela estava sempre com o outro rapaz, o que me fez acreditar que eram namorados.
No domingo passei a olhar para a casa ao lado e percebi que os dois (O Sr. E e a Srª. M) retribuiam os olhares. Eu estava com muito tesão nesse dia, pois sou muito tarado; gosto de fazer de tudo e não tenho nenhum tipo de preconceito com sexo, para mim o que importa é gozar, ao contrário de minha esposa, muito puritana pela criação que teve, com uma família tradicional. No início fiquei de olho na branquinha, mas depois percebi que o Sr. E não tirava os olhos de mim, e isso começou a me lembrar de minhas fantasias da juventude. Em dado momento eu estava próximo ao muro que dividia as nossas casas e ele piscou para mim, me cumprimentando com um gesto erguendo o seu copo. Retribuí, fazendo o mesmo gesto. Então, percebi que ele rolaria algo se eu quisesse.
Fomos todos de minha casa para a praia e passamos algumas horas nos divertindo, mas não me saía da cabeça o que poderia acontecer entre eu e o Sr. E. Estava com muito tesão, pensando que poderia ser a chance que nunca tive de realizar essa antiga curiosidade que tinha. Sabia que era a chance perfeita, pois nunca mais veria o Sr. E e não correria riscos. Então decidi dar uma chance à sorte, decidi arriscar e ver no que daria, pois se eu não gostasse, simplesmente não faria novamente e nunca seria descoberto, sem maiores consequências. Inventei para o pessoal uma dor de cabeça forte. Disse à minha esposa que podia ficar com o pessoal, já que ela gostava tanto de praia, que eles eram de minha inteira confiança. Sabia que eles não voltariam cedo, pois bebiam muito e o dia apenas começava. Voltei sozinho para casa e o Sr. E me viu entrar assim. Fiz um gesto para ele vir me encontrar, o que ele levou uns 10 minutos para fazer. Eu estava muito nervoso, tremia, mas meu pau latejava. Quando ele chegou, era nítido o volume considerável em sua sunga. Não dissemos nada, fomos para os fundos da "minha" casa, de onde era possível ver se alguém se aproximasse. Havia um chuveirão lá, então poderia dar a desculpa de estar nu por estar me banhando.
O Sr. E. nem esperou eu me virar e me abraçou por trás, roçando-se a mim. Me arrepiei de tesão enquanto ele me beijava a nuca. Me virei e o beijei. Um beijo longo, molhado e muito gostoso. Nos apalpávamos, eu pegava na sua pica por cima da sunga e ele fazia o mesmo. Quando resolvi acabar com minha curiosidade e me ajoelhei em frente ao Sr. E. Abaixei sua sunga devagar e saltou um pau muuuuuuito lindo. Retinho, com a cabeça rosada e o corpo branquinho. Deveria medir uns 19cm, pois era um pouco menor que o meu que mede 20cm, e era mais fino. Senti aquele cheirinho de sêmen, típico de grande tesão. Até então em minha cabeça, eu seria ativo na relação, mas vendo aquela delícia minha boca se encheu d'água e não resisti: Punhetei ele um pouco e comecei a dar pequenas lambidas, até não resistir mais e realizar meu sonho que tinha me valido tantas punhetas: abocanhei aquele pau com tudo, engolindo o que pude, chegando à metade da tora. Sr. E soltou um gemido alto e logo ficou ofegante. Brinquei muito com seu pau, chupando hora com força, hora devagar, lambendo da cabeça à base. Quando parei um pouco nas bolas. A genitália dele era completamente depilada, lisinha, como eu gosto. Botei ambas na boca e cheirei, lambi... O coloquei deitado em uma mesinha de cimento (típica de casa de praia) que havia no quintal e continuei meu trabalho. Em dado momento dei uma lambida no cusinho rosado dele, que deu um gemido forte. Fiquei um tempo lambendo e penetrando aquele cusinho com a língua, e voltei para o pau. Foram uns 15 minutos de chupação e quando percebi que ele gosaria se eu continuasse, parei. Ele então me colocou deitado na mesa e fizemos um 69. ELe chupava muito bem, parecia muito experiente, e meu pau babava muito, assim como o dele. Senti seu pau pulsar e ia parar novamente quando ele começou a bombar na minha boca e gozou fartamente. Foram vários jatos fortes de uma porra quentinha. Não perdi tempo e suguei o que pude, então, depois de me deliciar com aquilo na boca para sentir bem o gosto que povoara minha imaginação, engoli cada gota. De repente ele se levantou e me deixou deitado na mesa, e senti sua língua no meu cuzinho virgem. Senti choques, gemi como uma puta, era muito gostosa aquela sensação.
Acho que se demorou nesse trabalho para aproveitar o tempo e se recuperar da gozada. Mas em algum tempo seu pau já estava de pé de novo. Sabem como é a juventude, nossa saúde permite que isso aconteça. Sr. E molhou bastante meu cuzinho, e eu imaginei qual a sua intensão. Já ia reclamar quando ele se levantou mas parei, pensei: se é pra fazer isso, vamos realizar completamente a fantasia. E como não protestei ele encostou a cabeça da maravilha no meu buraquinho. Naquela posição de frango assado, ele tinha toda a liberdade que quisesse, poderia cravar o pau de uma vez, então olhei nos seus olhos e disse: vai com calma, sou virgem aí. Vai com carinho. Ele me atendeu de maneira plena. Começou a forçar aos poucos, mas de maneira constante. Não fazia muita força mas sempre empurrava. A cabeça rosada, maior do que o pau, entrou e senti alguma dor. Ele percebeu e começou a alisar meus mamilos e a me punhetar. Ele, depois de uma pequena pausa, continuou empurrando aos poucos, de maneira que a dor existia, pois sou muito apertado, mas era suportável. Quando peguei em seu pau percebi já tinha entrado mais da metade e comecei a senti um prazer nunca experimentado. Era de fato inimaginável o quanto estava deliciosa aquela foda. Quando senti seu saco encostando na minha bunda tive que me segurar para não gozar. Ele tirou tudo e começou a me penetrar vagarosamente, centímetro a centímetro, me levando ao delírio. Em uma das vezes que ele tirou o pau, tateei para sentir como estava e percebi que meu cuzinho jamais seria o mesmo... Havia um buraco enorme, de maneira que estava fácil para o Sr. E bombar. E foi o que ele fez. Começou a bombar devagar e foi aumentando o ritmo paulatinamente. Quando dei por mim, ele estava bombando com toda força, como um desesperado, e eu pedindo mais, o tesão era enorme, eu gemia como uma cadelinha, aliás, como uma garotinha que acabara de perder o cabaço. Mais uns 5 minutos nesse frango assado e ele sentou na mesa. Entendi e me sentei em cima de frente para ele. Sentava com todo meu peso e ele me beijava a boca, enquanto minhas mão percorriam seu corpo. Coloquei minha mão por trás de sua bunda e o penetrei com meu dedo. E não resistiu e deu um urro, senti seu pau inchar ainda mais e logo depois a melhor sensação da minha vida: Meu cu foi tomado por um calor enorme primeiro por fora, como ondas e depois por dentro, com a porra me inundando ao ponto de escorrer um pouco. Era realmente impressionante a quantidade de porra que ele ejaculava. Assim que a porra começou a me entupir o cu, dei a maior gozada da minha vida. Meu cu se contraiu de maneira que mordeu o pau do Sr. E. Esporrei um litro na barriga dele, minha ejaculação é farta mesmo, imagine nessa situação. Ficamos engatadinho um tempo e senti seu pau amolecer dentro de mim e escorregar para fora. Demos mais um beijo e nos despedimos dizendo querer mais, mas isso é outro história. Se gostaram do conto votem, e escreverei como foi o resto do carnaval.
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